{"id":1876,"date":"2015-12-07T05:07:20","date_gmt":"2015-12-07T05:07:20","guid":{"rendered":"http:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=1876"},"modified":"2015-11-30T22:22:14","modified_gmt":"2015-11-30T22:22:14","slug":"atmosfera-celestial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/atmosfera-celestial\/","title":{"rendered":"Atmosfera celestial"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><h3 style=\"text-align: justify;\"><em>&ldquo;O que podemos aprender sobre reavivamento, a partir do que aconteceu em South Lancaster? Como experimentar novamente e reproduzir o que ocorreu ali?&rdquo;<\/em><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao longo dos u&#769;ltimos anos, a Igreja Adventista do Se&#769;timo Dia tem enfatizado o reavivamento, em consona&#770;ncia com a declarac&#807;a&#771;o feita por Ellen G. White, por volta de 1887: &ldquo;Um reavivamento da verdadeira piedade entre no&#769;s, eis a nossa maior e mais urgente necessidade.&rdquo;[1] Mas o que e&#769; realmente esse reavivamento? Como identificar os frutos do reavivamento? E o mais importante: O que deve acontecer para que possamos finalmente perceber o reavivamento que Deus deseja que experimentemos?<\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 12\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>A experie&#770;ncia vivenciada por Ellen G. White pode nos ajudar a compreender e avaliar os movimentos atuais de reavivamento. Aproximadamente dois anos depois de apelar para houvesse um genui&#769;no reavivamento entre o povo de Deus, ela comentou sobre um dos mais gloriosos eventos que a deixou ta&#771;o eufo&#769;rica a ponto de exclamar: &ldquo;Parecia-nos estar respirando a pro&#769;pria atmosfera do Ce&#769;u.&rdquo;[2] Na verdade, ela nem conseguiu dormir a&#768; noite, regozijando-se com o fato de que &ldquo;Deus havia visitado Seu povo&rdquo;.<\/p>\n<p>Embora esse reavivamento na&#771;o tenha sido o u&#769;ltimo do qual ela participou, talvez a ana&#769;lise de seu testemunho possa nos ajudar a redescobrir sua experie&#770;ncia e a pedir por aquilo que aconteceu naquele dia.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Reunio&#771;es em South Lancaster<\/strong><\/p>\n<p>Logo apo&#769;s a controversa assembleia geral realizada em Minea&#769;polis, em 1888, Ellen G. White uniu-se a A. T. Jones e E. J. Waggoner a fim de ajuda&#769;-los a divulgar a mensagem que haviam apresentado. Segundo ela, &ldquo;a luz que deveria iluminar toda a Terra com seu resplendor foi rejeitada&rdquo; em Minea&#769;polis, e &ldquo;pela atitude de nossos pro&#769;prios irma&#771;os tem se conservado, em grande medida, afastada de todo o mundo&rdquo;.[3] A mensagem que ela levava estava &ldquo;em estreita harmonia com a pro&#769;pria mensagem&rdquo; que Jones e Waggoner apresentavam.[4] O primeiro lugar em que eles pregaram foi South Lancaster, Massachusetts, Estados Unidos.<\/p>\n<p>As reunio&#771;es, iniciadas em 11 de janeiro de 1888, estavam previstas para durar tre&#770;s dias. No entanto, o Espi&#769;rito Santo tinha outros planos. &ldquo;A poderosa atuac&#807;a&#771;o do Espi&#769;rito de Deus estava la&#769;&rdquo;, comentou Ellen G. White.[5] &ldquo;Cada um desejava [&hellip;] testemunhar&rdquo;, ela acrescentou.[6] Isso levou os administradores a fechar o cole&#769;gio durante o peri&#769;odo em que se estenderam as apresentac&#807;o&#771;es. &ldquo;Os alunos foram envolvidos por uma atmosfera celestial ta&#771;o intensa, que os testemunhos dados superaram&nbsp;ate&#769; mesmo os depoimentos de 1844 antes do desapontamento. Aprenderam o que significa render o corac&#807;a&#771;o a Deus e estar convertido.&rdquo;[7]<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, a confere&#770;ncia prevista para durar tre&#770;s dias foi transformada num evento de dez dias. Os participantes ficavam reunidos desde as primeiras horas da manha&#771; ate&#769; tarde da noite. A. T. Jones apresentou suas mensagens, duas ou tre&#770;s vezes por dia.[8] Ellen G. White ficou encarregada de apresentar as mensagens devocionais da manha&#771; e pregou o serma&#771;o no sa&#769;bado. &ldquo;Eu nunca vi uma obra de reavivamento avanc&#807;ar com tamanha profundidade&rdquo;, ela lembrou.[9]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, o que fez com que as reunio&#771;es fossem ta&#771;o eficazes a ponto de os administradores fecharem a escola? Que mensagem foi compartilhada que levou os participantes a declarar que eles haviam &ldquo;obtido uma experie&#770;ncia ale&#769;m de qualquer coisa que haviam visto antes?&rdquo;[10]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Lic&#807;o&#771;es aprendidas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ellen G. White falou em va&#769;rias ocasio&#771;es a respeito da experie&#770;ncia vivida em South Lancaster, obviamente, desejosa de que tal evento de repetisse em outros lugares tambe&#769;m. Cada um dos presentes po&#770;de sentir que &ldquo;os anjos do Senhor circulavam&nbsp;ao redor daquele ambiente&rdquo;.[11] Tendo como base uma se&#769;rie de artigos que ela e S. N. Haskell escreveram relatando o evento e os sermo&#771;es que ela pregou durante aquelas reunio&#771;es, podemos unir algumas pec&#807;as para construir um quadro do que foi apresentado ali.[12]<\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 13\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>Quando se examina a evide&#770;ncia de South Lancaster, o segmento principal, apresentado ao longo das va&#769;rias reflexo&#771;es de Ellen G. White e&#769; a grande e&#770;nfase que foi colocada sobre o amor, o perda&#771;o a miserico&#769;rdia e a grac&#807;a de Deus. &ldquo;O conhecimento do amor de Deus e&#769; o conhecimento mais eficaz a se obter.&rdquo;[13] Com essas palavras, ela iniciou seu serma&#771;o no sa&#769;bado pela manha&#771;, dia 19 de janeiro, e continuou: &ldquo;Estou ansiosa para que todos desfrutem da miserico&#769;rdia e do amor de Jesus. Quanto mais falarmos de Seu amor e poder, mais teremos para dizer de Sua ternura, compaixa&#771;o e verdade.&rdquo; Continuando, ela perguntou: &ldquo;Por que nosso corac&#807;a&#771;o tem sido ta&#771;o insensi&#769;vel ao amor de Deus? Por que fazemos ta&#771;o duro julgamento de nosso Pai celestial? Segundo a luz que me foi dada, sei que Satana&#769;s tem deturpado o cara&#769;ter de Deus, de todas as formas possi&#769;veis. Lanc&#807;ou sua sombra infernal atravessando nosso caminho, impossibilitando-nos de ver Deus como um Ser pleno em miserico&#769;rdia, compaixa&#771;o e verdade.&rdquo; Enta&#771;o, apelou: &ldquo;Existe algum corac&#807;a&#771;o aqui que na&#771;o ira&#769; se render ao amor de Jesus?&rdquo;[14]<\/p>\n<p>Essas novas foram como mu&#769;sica aos ouvidos dos participantes. &ldquo;Eles enxergaram Cristo como &ldquo;um Salvador que na&#771;o esta&#769; longe, mas sim, ao alcance de todo aquele que O procura&rdquo;.[15] Muitos &ldquo;testemunharam da alegria de que Cristo havia perdoado seus pecados&hellip; e sentiram que podiam descansar no amor de Deus&rdquo;.[16]<\/p>\n<p>No primeiro sa&#769;bado a&#768; tarde, dia 12 de janeiro, Ellen G. White ficou feliz por ter tido a liberdade de falar sobre a &ldquo;necessidade de obedecer a&#768; lei de Deus&rdquo;, e a importa&#770;ncia de termos a &ldquo;fe&#769; genui&#769;na que opera por amor&rdquo;.[17] Ela destacou a lei como a perfeita norma de justic&#807;a, e convenceu muitos participantes&nbsp;de que eles eram transgressores dessa lei. &ldquo;Muitos te&#770;m confiado em sua pro&#769;pria justic&#807;a&rdquo;, ela comentou. &ldquo;Agora, eles a veem como trapos imundos, em comparac&#807;a&#771;o com a justic&#807;a de Cristo, a u&#769;nica aceita&#769;vel a Deus.&rdquo;[18]<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>A junc&#807;a&#771;o da lei com o amor de Deus e&#769; o que Ellen G. White frequentemente mencionou como a &ldquo;lei e o evangelho caminhando lado a lado&rdquo;.[19] Sendo a lei de Deus o padra&#771;o perfeito pelo qual a humanidade e&#769; julgada, e pelo fato de a obedie&#770;ncia meramente humana na&#771;o ser aceita por Deus, os seres humanos esta&#771;o condenados por seus pecados e, assim, preparados para receber a justic&#807;a de Cristo. O corac&#807;a&#771;o e&#769; transformado pelo amor, perda&#771;o e pela grac&#807;a de Deus, e entra em comunha&#771;o com Ele. Sendo que o corac&#807;a&#771;o foi transformado, Cristo pode enta&#771;o viver Sua vida no pecador.<\/p>\n<p>Isso na&#771;o era um paradigma ta&#771;o difi&#769;cil de experimentar, no entanto, Ellen G. White, A. T. Jones e E. J. Waggoner na&#771;o promoveram tal mentalidade. Ellen G. White, por exemplo, mencionou em seu serma&#771;o do u&#769;ltimo sa&#769;bado daquelas reunio&#771;es: &ldquo;Ha&#769; aqueles que acham que devem se tornar um pouco melhores antes de ir a Jesus. [&hellip;] Mas na&#771;o podemos fazer isso. Nossa u&#769;nica esperanc&#807;a e&#769; olhar e viver.&rdquo;[20] Refletindo sobre aquelas reunio&#771;es, ela comentou a respeito dos participantes: &ldquo;Eles estavam lutando para se abster do pecado, mas confiavam em sua pro&#769;pria forc&#807;a.&rdquo; Tais tentativas eram inu&#769;teis. Portanto, ela convidou todos a &ldquo;ir para Jesus, assim como estavam, confessar seus pecados, e lanc&#807;ar-se desamparados sobre nosso compassivo Redentor&rdquo;.[21] Quando vamos a Jesus, em seguida, &ldquo;podemos ficar em paz, acreditando que o que Deus prometeu, Ele e&#769; capaz de cumprir&rdquo;.[22]<\/p>\n<p><strong>Os frutos<\/strong><\/p>\n<p>Repetidamente, Ellen G. White falou do &ldquo;poder de Deus [que] assistiu a&#768; mensagem onde quer que ela fosse pregada&rdquo;.[23] Em vez de ser apenas um poder sentimental que &ldquo;fazia co&#769;cegas&rdquo; nas emoc&#807;o&#771;es das pessoas, muitos eram convertidos e se&nbsp;reconciliavam um com o outro. &ldquo;Eles foram transformados, refletindo essa mudanc&#807;a atrave&#769;s de sua pro&#769;pria imagem.&rdquo;[24] Confisso&#771;es foram feitas, erros foram consertados, o eu foi crucificado, corac&#807;o&#771;es que estavam separados voltaram a&#768; harmonia um com o outro. Isso aconteceu porque &ldquo;o plano de salvac&#807;a&#771;o ficou ta&#771;o claro que mesmo uma crianc&#807;a em sua simplicidade podia entende&#770;-lo&rdquo;.[25] Ellen G. White disse: &ldquo;Na&#771;o se poderia convencer aquelas pessoas em South Lancaster, de que aquela na&#771;o era uma mensagem de luz que tinha vindo diretamente para elas.&rdquo;[26]<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Curiosamente, esses resultados na&#771;o eram forc&#807;ados. As reunio&#771;es transcorreram &ldquo;livres de toda euforia indevida. Na&#771;o houve nenhum apelo nem convite. As pessoas na&#771;o foram chamadas para ir a&#768; frente&rdquo;.[27]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Poucas semanas depois, escrevendo para a Review and Herald, S. N. Haskell destacou o mesmo fato em uma das mais profundas reflexo&#771;es sobre aquelas reunio&#771;es. Ele mencionou o seguinte: &ldquo;O grande desejo manifesto era pela pureza de corac&#807;a&#771;o. Todos pareciam compreender que esta&#769;vamos sob o jui&#769;zo investigativo, e que tudo devia estar bem com Deus e entre os irma&#771;os. A obra foi profunda e completa. Houve grande espontaneidade nas confisso&#771;es apresentadas, o que raramente e&#769; testemunhado, e nada era forc&#807;ado. Nenhuma pressa&#771;o foi exercida sobre os participantes. Quando os pecados foram confessados, ca&#770;nticos de louvor e ac&#807;o&#771;es de grac&#807;as se seguiram de forma revivificadora. Foram ouvidas expresso&#771;es como: &lsquo;Eu nunca havia experimentado nada parecido com isso&rsquo;; &lsquo;parece que temos um novo evangelho&rsquo;; &lsquo;eu nunca havia entendido o amor de Deus assim como foi apresentado aqui&rsquo;. A impressa&#771;o solene que ficou para muitos era a de que aquilo era apenas algumas gotas do que sera&#769; experimentado por aqueles que desempenharem seu papel no fechamento da obra de Deus &ndash; o alto clamor da terceira mensagem ange&#769;lica, que ira&#769; amadurecer o gra&#771;o para a colheita.&rdquo;[28]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse autoexame profundo e essas confisso&#771;es somente puderam acontecer porque aquelas pessoas tiveram a certeza do perda&#771;o divino para seus pecados. Haskell concluiu seu artigo com as seguintes perguntas para reflexa&#771;o: &ldquo;Sera&#769; realmente verdade que estamos recebendo o derramamento do Espi&#769;rito Santo, o qual ira&#769; crescer em poder e extensa&#771;o ate&#769; atingir o alto clamor da mensagem do terceiro anjo? Sera&#769; que compreendemos que estamos no limiar do tempo de provas e das cenas do mundo eterno?&rdquo; Quase sem acreditar em si mesmo, ele exclamou: &ldquo;Estas coisas sa&#771;o verdadeiras!&rdquo;<\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 14\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>No encerramento daquelas reunio&#771;es, 17 pessoas foram batizadas, e muitas outras sai&#769;ram dali com o mesmo desejo.<\/p>\n<p><strong>Reavivamento hoje<\/strong><\/p>\n<p>Alguns poderiam argumentar que o ambiente em que se encontrava o adventismo, mais de 120 anos atra&#769;s, foi totalmente mudado, e o que foi relevante para nossos irma&#771;os em South Lancaster na&#771;o e&#769; importante para no&#769;s hoje. Pore&#769;m, creio que Ellen G. White discordaria disso. Eles difundiram a mensagem do amor de Jesus e da justificac&#807;a&#771;o pela fe&#769; em Cristo na&#771;o apenas em South Lancaster, mas tambe&#769;m em inu&#769;meras cidades nos meses seguintes ao do reavivamento. Essa e&#770;nfase dupla o protegeu contra os extremos do legalismo &ndash; de tentar estabelecer sua justic&#807;a pro&#769;pria e merecer o amor divino &ndash; e do liberalismo &ndash; de proclamar que Deus nos ama tanto que na&#771;o Se importa com o que fazemos. Tal equili&#769;brio ainda e&#769; necessa&#769;rio e relevante para no&#769;s hoje.<\/p>\n<p>Um ano depois das reunio&#771;es em South Lancaster, Ellen G. White compartilhou esta reflexa&#771;o: &ldquo;Essa mensagem, assim como foi apresentada, deveria estar em cada igreja que afirma crer na verdade e levar nossos irma&#771;os a alcanc&#807;ar um ni&#769;vel mais elevado.&rdquo;[29] Lamentavelmente, seu desejo ainda na&#771;o havia sido realizado completamente.[30]<\/p>\n<p>O que podemos aprender sobre reavivamento, a partir do que aconteceu em&nbsp;South Lancaster? Como podemos novamente experimentar e reproduzir o que ocorreu ali? Para comec&#807;ar, pensando no ada&#769;gio popular, &ldquo;na&#771;o podemos dar o que na&#771;o temos&rdquo;. Portanto, no&#769;s mesmos precisamos estar intimamente familiarizados com o verdadeiro evangelho que tocou o corac&#807;a&#771;o de Ellen G. White. Para que isso acontec&#807;a, podemos ler, por exemplo<em> The Glad Tidings<\/em> e <em>Christ and His Righteouness<\/em>, de E. J. Waggoner,[31] ou, mais frequentemente, o livro Caminho a Cristo, da pro&#769;pria Ellen G. White. Estudar a Bi&#769;blia e, em suas pa&#769;ginas, buscar Cristo e &ldquo;Este crucificado&rdquo;.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>Quando formos contagiados pela mensagem do ilimitado amor de Cristo e de Sua poderosa grac&#807;a, isso sera&#769; refletido em nossa pregac&#807;a&#771;o. Encontraremos maneiras para pregar sobre todos os assuntos: mordomia crista&#771;, profecias, sau&#769;de, qualquer que seja o tema, atrave&#769;s das lentes deste evangelho motivador.<\/p>\n<p>O que aconteceria se, em nossos conci&#769;lios pastorais e assembleias, dedica&#769;ssemos mais tempo ao estudo desses temas? Se realiza&#769;ssemos um retiro espiritual de dois ou tre&#770;s dias, para aprofundar nosso conhecimento nesse assunto, o qual, como bem expressou Ellen G. White, &ldquo;vai absorver todos os outros&rdquo;?[32] Temos experimentado isso nos u&#769;ltimos anos em nossa Associac&#807;a&#771;o (Nordeste da Nova Inglaterra, Estados Unidos). Como pastores, temos passado alguns dias em nosso acampamento durante o outono, simplesmente orando e juntos estudando a Bi&#769;blia. Para no&#769;s, eles te&#770;m sido doces e emocionantes momentos de comunha&#771;o que nos deixam reavivados, revigorados e mais bem preparados para apresentar o Pa&#771;o da vida aos membros de nossas igrejas.<\/p>\n<p>Quando cada um de no&#769;s experimentar um reavivamento por meio dessas experie&#770;ncias, contagiaremos os irma&#771;os em nossas igrejas e avanc&#807;aremos para a vito&#769;ria, desfrutando o reavivamento pleno e final que Deus ansiosamente deseja que experimentemos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Refere&#770;ncias:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 Ellen G. White, Review and Herald, 22 de marc&#807;o de 1887, p. 177.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2 _______________, Ibid., 5 de marc&#807;o de 1889, p. 146.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 The Ellen G. White 1888 Materials (Washington, DC: Ellen G. White Estate, 1987), v. 4, p. 1575.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4 Ibid., v. 2, p. 542.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5 Ibid., p. 543.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6 Ellen G. White, Review and Herald, 5 de marc&#807;o de 1889, p. 146.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7 _______________, &ldquo;Draw Nigh to God&rdquo;, Review and Herald, 4 de marc&#807;o de 1890.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">8 &nbsp;Com base nos dados disponi&#769;veis, na&#771;o me parece que E. J. Waggoner estivesse presente nas reunio&#771;es em South Lancaster.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">9 &nbsp;Ellen G. White, Review and Herald, 5 de marc&#807;o de 1889, p. 146.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">10 Ibid.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">11 Ibid.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">12 &nbsp;Para material auxiliar sobre o assunto, acesse http:\/\/www.adventistarchives.org\/docsRH\/ RH18890129-V66-05_B\/index.djvu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">13 &nbsp;Ellen G. White, Review and Herald, 5 de marc&#807;o de 1889, p. 145.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">14 _______________, Ibid., 26 de fevereiro de 1889, p. 129.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">15 _______________, Ibid., 5 de marc&#807;o de 1889, p. 145.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">16 Ibid., p. 146.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">17 Ibid., p. 145.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">18 Ibid., p. 146.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">19 Ver 1888 Materials, v. 1, p. 217.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">20 Ellen G. White, Review and Herald, 26 de fevereiro de 1889, p. 130.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">21 _______________, Ibid., 5 de marc&#807;o de 1889, p. 146.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">22 Ibid., p. 145.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">23 Ellen G. White, Review and Herald, 18 de marc&#807;o de 1890, p. 161.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">24 _______________, Ibid., 5 de marc&#807;o de 1889, p. 146.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">25 1888 Materials, v. 1, p. 371.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">26 Ellen G. White, Review and Herald, 18 de marc&#807;o de 1890, p. 161.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">27 _______________, Ibid., 5 de marc&#807;o de 1889, p. 146.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">28 &nbsp;S. N. Haskell, Review and Herald, 29 de janeiro de 1889, p. 73.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">29 &nbsp;Ellen G. White, Ibid., 18 de marc&#807;o de 1890, p. 161.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">30 &nbsp;Ver Ron Duffield, The Return of the Latter Rain: A Historical Review of Seventh-day Adventist History From 1844 Through 1891 (n.p.: 4th Angel, 2010).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">31 &nbsp;E. J. Waggoner, The Glad Tidings (Oakland, CA: Pacific Press, 1900); Christ and His Rightneousnes (Oakland, CA: Pacific press, 1890).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">32 Ellen G. White, Review and Herald Extra, 23 de dezembro de 1890, p. 2.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&ldquo;O que podemos aprender sobre reavivamento, a partir do que aconteceu em South Lancaster? 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