{"id":2043,"date":"2016-02-02T07:00:19","date_gmt":"2016-02-02T07:00:19","guid":{"rendered":"http:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=2043"},"modified":"2016-02-01T20:39:20","modified_gmt":"2016-02-01T20:39:20","slug":"relacionamentos-que-salvam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/relacionamentos-que-salvam\/","title":{"rendered":"Relacionamentos que salvam"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><div class=\"page\" title=\"Page 10\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\">\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><em>A qualidade da comunh&atilde;o, amor e amizade existentes na congrega&ccedil;&atilde;o diz muito sobre a sa&uacute;de espiritual da igreja<\/em><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">O&nbsp;modelo de discipulado desenvolvido por Jesus n&atilde;o era absolutamente in&eacute;dito. Fil&oacute;sofos gregos j&aacute; o praticavam com muito sucesso. Plat&atilde;o (428 a.C.-348 a.C.), considerado o maior fil&oacute;sofo da antiguidade, parece ter sido o mais dedicado e tamb&eacute;m o mais ardoroso disc&iacute;pulo de S&oacute;crates, e principal divulgador de suas ideias.[1]<\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 10\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>&ldquo;Ao longo de todo o per&iacute;odo greco-romano, v&aacute;rias figuras filos&oacute;ficas e religiosas reuniram ao seu redor pessoas que poderiam ser classificadas como seguidores, partid&aacute;rios, estudantes ou disc&iacute;pulos. Tais p&uacute;blicos receptivos sorviam e cultivavam os ensinamentos de seu l&iacute;der, iniciando assim a forma&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias tradi&ccedil;&otilde;es intelectuais ou religiosas, que eram ent&atilde;o transmitidas de gera&ccedil;&atilde;o em gera&ccedil;&atilde;o.&rdquo;[2] Algumas dessas &ldquo;escolas&rdquo;&nbsp;atravessaram s&eacute;culos e ainda s&atilde;o reconhecidas hoje: pitag&oacute;ricos, plat&ocirc;nicos, aristot&eacute;licos, epicuristas, estoicos, escola de Qumran, casa de Hilel, escola de Filon.[3] Condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas, culturais, intelectuais e mesmo pol&iacute;ticas faziam o lastro desse modelo filos&oacute;fico-pedag&oacute;gico de ensino relacional.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>Ao estudar essas escolas do per&iacute;odo greco-romano, R. Alan Culpepper identificou algumas caracter&iacute;sticas, entre as quais duas soam muito peculiares ao cristianismo. Primeira caracter&iacute;stica: &ecirc;nfase na amizade e no companheirismo. Segunda, a pr&aacute;tica de tomar refei&ccedil;&otilde;es juntos.[4] Tratando dessas caracter&iacute;sticas, Keith Philip destacou o seguinte: &ldquo;Jesus usou relacionamento semelhante com os homens que Ele treinou para difundir o reino de Deus. Seus disc&iacute;pulos estiveram com Ele dia e noite, durante tr&ecirc;s anos, ouviam Seus serm&otilde;es e memorizavam Seus ensinamentos. Viram-nO viver a vida que Ele ensinava.&rdquo;[5]<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fundamento das rela&ccedil;&otilde;es crist&atilde;s<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, havia algo diferente, peculiar, pessoal, relacional, no m&eacute;todo de Cristo. O discipulado de Jesus n&atilde;o estava fundamentado na disciplina, na filosofia, nem no tecnicismo. Alicer&ccedil;ava-se no amor. Na verdade, e para ser mais espec&iacute;fico, estava fundamentado numa grande amizade entre Ele e os disc&iacute;pulos, aos quais chamou de &ldquo;amigos&rdquo; (Jo 15:15). A amizade entre Cristo e Seus disc&iacute;pulos tinha como fundamento o conhecimento da verdade (Jo 15:16), o amor entre eles (Jo 15:17), a comunh&atilde;o com o Pai, o Filho (Jo 17:21) e, evidentemente, o Esp&iacute;rito Santo (1Co 12:13).<\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 11\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>Relacionamentos horizontais &ndash; entre pessoas &ndash; dependem muito do relacionamento vertical &ndash; entre pessoas e Deus. Essa rela&ccedil;&atilde;o entre pessoas e Deus &eacute; n&atilde;o somente oportuna, mas tamb&eacute;m necess&aacute;ria. Haddon Robinson criou uma m&aacute;xima ao dizer que &ldquo;&eacute; mais dif&iacute;cil construir pontes do que paredes. Mas isso n&atilde;o altera uma realidade: os n&atilde;o crist&atilde;os s&atilde;o atra&iacute;dos pelos crist&atilde;os e depois por Cristo&rdquo;.[6]<\/p>\n<p>&ldquo;A qualidade da comunh&atilde;o, amor e amizade existentes na congrega&ccedil;&atilde;o diz muito sobre a sa&uacute;de espiritual da igreja. Quando a igreja &eacute; fria e carente de uma comunh&atilde;o efetiva, ela n&atilde;o pode experimentar crescimento real. Jesus afirmou: &lsquo;Com isso todos saber&atilde;o que voc&ecirc;s s&atilde;o Meus disc&iacute;pulos, se voc&ecirc;s se amarem uns aos outros&rsquo; (Jo 13:35).&rdquo;[7]<\/p>\n<p><strong>A pedagogia do Esp&iacute;rito<\/strong><\/p>\n<p>&Eacute; oportuno lembrar que a palavra &ldquo;pedagogia&rdquo;, t&atilde;o fundamental nas rela&ccedil;&otilde;es pessoais do discipulado, teve origem na Gr&eacute;cia cl&aacute;ssica, sendo composta de duas outras palavras gregas: paid&oacute;s (crian&ccedil;a) e agog&eacute; (condu&ccedil;&atilde;o). O termo &ldquo;pedagogo&rdquo;, como &eacute; evidente, surgiu naquele per&iacute;odo de efervesc&ecirc;ncia intelectual, da palavra paidagog&oacute;s, cujo significado &eacute; preceptor, mestre, guia, aquele que conduz. Essa era a palavra que identificava o escravo que conduzia os meninos at&eacute; o paedagogium, local de ensino.<\/p>\n<p>Como parece claro, a rela&ccedil;&atilde;o vertical-pessoal &eacute; fundamental para desenvolver as rela&ccedil;&otilde;es pessoais-horizontais, que derivam da primeira. Pois, se de um lado somos o paidagog&oacute;s no papel de fazer disc&iacute;pulos, por outro, o Esp&iacute;rito Santo &eacute; nosso Paidagog&oacute;s em Seu papel de nos tornar disc&iacute;pulos. Ele &eacute; nosso Mestre e guia. Jesus garantiu: &ldquo;O Conselheiro, o Esp&iacute;rito Santo &hellip; lhes ensinar&aacute; todas as coisas e lhes far&aacute; lembrar tudo o que Eu lhes disse&rdquo; (Jo 14:26).<\/p>\n<p>Nesse texto, Jo&atilde;o utilizou pelo menos duas palavras pedag&oacute;gicas: &ldquo;ensinar&rdquo; (didaxei) e lembrar (hupomnesei). Outra palavra bem pr&oacute;xima a hupomnesei &eacute; hupomone, que significa paci&ecirc;ncia ou perseveran&ccedil;a, usada num contexto escatol&oacute;gico, em Apocalipse 14:12. Observe que o Esp&iacute;rito Santo trabalha conosco com os mesmos verbos com que trabalhamos com nossos alunos ou disc&iacute;pulos: lembrar, ensinar, perseverar.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>O ap&oacute;stolo Paulo destacou que o Esp&iacute;rito de Deus &ldquo;testifica com o nosso esp&iacute;rito (Rm 8:16). Portanto, se acreditarmos, se permitirmos, nossa rela&ccedil;&atilde;o com o Esp&iacute;rito Santo ser&aacute; muito pr&oacute;xima e muito real. O papel do Esp&iacute;rito Santo, tamb&eacute;m chamado de &ldquo;Ensinador de justi&ccedil;a&rdquo; (vers&atilde;o King James), &eacute; muito respons&aacute;vel no prop&oacute;sito de nos levar &agrave; comunh&atilde;o mais profunda com Deus.<\/p>\n<p>&ldquo;O Esp&iacute;rito Santo &eacute; um divino professor. Se prestarmos aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s Suas li&ccedil;&otilde;es, nos tornaremos s&aacute;bios para a salva&ccedil;&atilde;o&hellip; Prestem aten&ccedil;&atilde;o aos ensinos do Esp&iacute;rito Santo. Caso isso seja feito, eles ser&atilde;o constantemente repetidos at&eacute; as impress&otilde;es estarem como se fossem &lsquo;gravadas na rocha para sempre&rsquo;.&rdquo;[8]<\/p>\n<p>O evangelismo n&atilde;o prescinde do relacionamento pessoal, presencial e, finalmente, comunal. Existem hoje v&aacute;rias e excelentes ferramentas n&atilde;o pessoais para iniciar e desenvolver a evangeliza&ccedil;&atilde;o. Por&eacute;m, sua consolida&ccedil;&atilde;o somente &eacute; poss&iacute;vel quando se estabelece um relacionamento pessoal. Campanhas de evangelismo que come&ccedil;am no contexto impessoal precisam de cuidados especiais em sua transi&ccedil;&atilde;o para o contexto pessoal, a fim de se evitar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es. &Eacute; necess&aacute;rio ter aten&ccedil;&atilde;o especial a esse quesito, principalmente neste mundo p&oacute;s-moderno em que existe a tend&ecirc;ncia para rela&ccedil;&otilde;es impessoais, cada vez mais empregadas na evangeliza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>Simplicidade versus tecnicismo<\/strong><\/p>\n<p>Talvez em fun&ccedil;&atilde;o de uma vasta pluralidade de recursos e informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis, os m&eacute;todos de evangeliza&ccedil;&atilde;o podem parecer complicados para os membros da igreja, que s&atilde;o a for&ccedil;a-tarefa do evangelismo. A utiliza&ccedil;&atilde;o de um tecnicismo exacerbado poder&aacute; confundir mais que propriamente orientar a irmandade que, por sua vez, ser&aacute; tentada a ver essa tarefa como trabalho para profissionais.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Especialidade, sofistica&ccedil;&atilde;o e tecnicismo poder&atilde;o tomar o lugar da simplicidade do evangelho, conforme anunciado por Jesus Cristo e pelos ap&oacute;stolos. Sobre essa quest&atilde;o, ao mesmo tempo em que Aldrich declara que &ldquo;a maioria dos treinamentos evangel&iacute;sticos envolve ajudar as pessoas a aprender a &lsquo;dizer palavras&rsquo; do evangelho&rdquo;, ele tamb&eacute;m afirma que &ldquo;pouca aten&ccedil;&atilde;o &eacute; dispensada para se desenvolver uma filosofia b&iacute;blica do minist&eacute;rio que mude a vida coletiva da igreja, de fealdade para beleza&rdquo;.[9]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em outras palavras, ele defende que, mesmo sendo importante, tem havido muita &ecirc;nfase no treinamento, quando dever&iacute;amos nos preocupar um pouco mais com a beleza do evangelho e sua divulga&ccedil;&atilde;o, tornando essa tarefa mais agrad&aacute;vel e mais pessoal. &Eacute; necess&aacute;rio fazer uso de uma linguagem simples, que possa alcan&ccedil;ar os membros da igreja. Por exemplo, evitar linguagem teol&oacute;gica e acima da capacidade de compreens&atilde;o dos membros leigos. O uso desse tipo de linguagem pode deix&aacute;-los receosos de responder aos apelos do treinamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitos podem considerar ut&oacute;pico apresentar o modelo de vida apost&oacute;lica para uma igreja que vive dois mil anos depois, num estilo p&oacute;s-moderno de vida. Embora esquecido, esse tamb&eacute;m pode ser um caminho de liberdade para um mundo doente e dependente de um estilo de vida que n&atilde;o foi escolhido, mas imposto por meios e poderes desconhecidos. Al&eacute;m disso, a grande marca proposta por Jesus aos ap&oacute;stolos foi o amor fraternal. &ldquo;Como Eu os amei, voc&ecirc;s devem amar-se uns aos outros&rdquo; (Jo 13:34).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O contato pessoal, relacional, comunal que deve marcar o testemunho evangel&iacute;stico precisa estar acompanhado das marcas pessoais deixadas pelo Esp&iacute;rito Santo na vida de quem testemunha o poder do evangelho. Essas marcas podem se expressar por meio de tr&ecirc;s caracter&iacute;sticas simples: sentimento (o amor exige sentimento, emo&ccedil;&atilde;o ternura), simpatia (um rosto am&aacute;vel, feliz, sorridente, combina mais com o cristianismo) e sinceridade (a sinceridade cria a possibilidade de todo crist&atilde;o poder testemunhar).<\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 12\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Comunh&atilde;o e persuas&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>&Agrave; medida que o tempo passa, o ser humano vai se diluindo em um mar de estat&iacute;sticas e, aos poucos, vai deixando de ser uma pessoa para ser um n&uacute;mero; vai deixando de ser algu&eacute;m para ser mais um.<\/p>\n<p>Nas igrejas atuais, especialmente nas grandes congrega&ccedil;&otilde;es, esse &eacute; um risco calculado. In&uacute;meros membros flutuam num oceano de cabe&ccedil;as erguidas e olhares distantes, na expectativa de ser vistos como pessoas que precisam de ajuda, como pessoas &agrave; procura de algu&eacute;m que se pare&ccedil;a com Jesus. Entretanto, eles mesmos poderiam fazer muito para melhorar esse quadro, participando de um pequeno grupo. Se um membro pertence a um pequeno grupo, ele n&atilde;o mais est&aacute; sozinho; tamb&eacute;m n&atilde;o mais se sentir&aacute; sozinho.<\/p>\n<p>&Agrave; semelhanh&ccedil;a do antigo Israel (&Ecirc;x 12:1-4), a igreja crist&atilde; primitiva viveu seus melhores momentos de consagra&ccedil;&atilde;o, comunh&atilde;o e amor fraternos (At 2&ndash;4) enquanto experimentou os benef&iacute;cios dos relacionamentos em pequenos grupos. A antiga estrat&eacute;gia deu resultado e a igreja crescia e se multiplicava n&atilde;o somente em n&uacute;mero, mas tamb&eacute;m em qualidade, sendo &ldquo;um o cora&ccedil;&atilde;o e a alma dos que criam&rdquo; (At 4:32). E perseveravam &ldquo;un&acirc;nimes&hellip; partindo o p&atilde;o de casa em casa&rdquo; (At 2:46).<\/p>\n<p>Os conceitos em torno da palavra &ldquo;persuas&atilde;o&rdquo; s&atilde;o amplos, assim como pode ser a import&acirc;ncia dessa palavra. Pastores, anci&atilde;os e demais l&iacute;deres da igreja, normalmente, s&atilde;o vistos pela comunidade e por seus amigos como&nbsp;algu&eacute;m pr&oacute;ximo de Deus, que tem algo a dizer acerca de Jesus Cristo e da salva&ccedil;&atilde;o. Esses pastores e l&iacute;deres poder&atilde;o aproveitar melhor sua condi&ccedil;&atilde;o socioeclesi&aacute;stica, com o prop&oacute;sito de, sob a dire&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito Santo, persuadir pessoas amigas e da comunidade a aceitar Cristo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Certo pastor visitou uma igreja na qual era bastante conhecido. Depois do serm&atilde;o, enquanto despedia os irm&atilde;os, encontrou-se com um homem com o qual j&aacute; havia conversado sobre a salva&ccedil;&atilde;o. E lhe perguntou: &ldquo;Voc&ecirc; j&aacute; foi batizado?&rdquo; Diante da resposta negativa, o pastor prometeu voltar &agrave;quela igreja, para batiz&aacute;-lo. A filha do homem, que ouvia o di&aacute;logo, informou que tamb&eacute;m n&atilde;o era batizada, e o pastor a incluiu em seu apelo. Quase sempre esse &ldquo;ataque direto&rdquo; proporciona resultado positivo e at&eacute; surpeeendente.<\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 12\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O plano de Deus<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Joseph Aldrich relata uma interessante lenda10 a respeito do retorno de Jesus ao C&eacute;u, depois de haver conclu&iacute;do Seu minist&eacute;rio terrestre. De acordo com essa lenda, ao chegar ao C&eacute;u, Jesus foi abordado por um anjo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Mestre&rdquo;, disse anjo, &ldquo;Tu deves ter sofrido terrivelmente na Terra!&rdquo; &ldquo;Sim, de fato&rdquo;, Cristo teria respondido, e o anjo continuou:<br>\n&ldquo;Sabem eles tudo a respeito do&nbsp;Teu amor por eles e o que fizeste em favor deles?&rdquo;<br>\n&ldquo;Oh, n&atilde;o!&rdquo;, disse Jesus, &ldquo;ainda n&atilde;o. Neste momento, apenas poucas pessoas na Palestina sabem disso.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O anjo se mostrou perplexo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Ent&atilde;o, o que fizeste para que todos saibam desse amor?&rdquo;<br>\n&ldquo;Pedi a Pedro, Tiago, Jo&atilde;o e a mais alguns amigos que contem &agrave;s outras pessoas a Meu respeito. Aqueles a quem Minha hist&oacute;ria for contada dir&atilde;o a outras pessoas. Assim, a hist&oacute;ria ser&aacute; espalhada por todo o mundo. Finalmente, toda humanidade saber&aacute; a respeito da Minha vida e de tudo o que fiz.&rdquo;<\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 12\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Demonstrando perplexidade, o anjo retrucou:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;E se Pedro, Tiago e Jo&atilde;o se cansarem? E se l&aacute; no s&eacute;culo 21 as pessoas simplesmente n&atilde;o contarem a hist&oacute;ria a outras? Tens um plano alternativo?&rdquo;<br>\n&ldquo;N&atilde;o&rdquo;, respondeu Jesus, &ldquo;n&atilde;o tenho outro plano.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; dif&iacute;cil imaginar que o C&eacute;u e todos os seus poderes dependam do ser humano para levar adiante a hist&oacute;ria da reden&ccedil;&atilde;o. Isso parece reduzir o poder de Deus e o extraordin&aacute;rio drama do Calv&aacute;rio. Por&eacute;m, Deus precisa mesmo de cada um dos Seus filhos redimidos. Precisa de pessoas para salvar outras pessoas. Pessoas entendem suas necessidades m&uacute;tuas e comuns, podem entender as dores, car&ecirc;ncias, ang&uacute;stias e frustra&ccedil;&otilde;es de outras pessoas. Por essa raz&atilde;o, deve ser criado um la&ccedil;o de simpatia, em toda oportunidade que o crist&atilde;o tiver de se relacionar com os semelhantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Talvez Deus n&atilde;o tenha ningu&eacute;m al&eacute;m de voc&ecirc; e eu, para salvar aquela pessoa diante da qual Ele nos colocou naquele dia, naquela hora, naquele lugar, naquele encontro&hellip;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Refer&ecirc;ncias:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 Keith Philip, A Forma&ccedil;&atilde;o de um Disc&iacute;pulo (S&atilde;o Paulo: Vida, 2001), p. 19.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2 Julio Fontana, Revista de Teologia &amp; Cultura, no 1, julho-setembro 2055, se&ccedil;&atilde;o 3, p. 3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 Wayne A. Meeks, O Mundo Moral dos Primeiros Crist&atilde;os (S&atilde;o Paulo: Paulus, 1996), p. 35-113.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4 R. Alan Culpepper, The Johannine School (Missoula, MT: Scholars, 1975), p. 258, 259.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5 Keith Philip, Ibid.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6 Joseph C. Aldrich, Amizade, a Chave Para a&nbsp;Evangeliza&ccedil;&atilde;o (S&atilde;o Paulo: Vida Nova, 1992),&nbsp;p. 12.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7 Em&iacute;lio Abdala, Diagnose (Artur Nogueira, SP:&nbsp;Uni&atilde;o Central Brasileira, 2013), p. 68.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">8 Ellen G. White, E Recebereis Poder [MM 1999],&nbsp;p. 164.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">9 Joseph C. Aldrich, Op. Cit., p. 18.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">10 Joseph C. Aldrich, Op. Cit., p. 13.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A qualidade da comunh&atilde;o, amor e amizade existentes na congrega&ccedil;&atilde;o diz muito sobre a sa&uacute;de espiritual da igreja O&nbsp;modelo de discipulado desenvolvido por Jesus n&atilde;o era absolutamente in&eacute;dito. Fil&oacute;sofos gregos j&aacute; o praticavam com muito sucesso. 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