{"id":2047,"date":"2016-01-28T07:00:22","date_gmt":"2016-01-28T07:00:22","guid":{"rendered":"http:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=2047"},"modified":"2016-01-27T20:22:33","modified_gmt":"2016-01-27T20:22:33","slug":"o-denominador-comum-da-evangelizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/o-denominador-comum-da-evangelizacao\/","title":{"rendered":"O denominador comum da evangeliza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><div class=\"page\" title=\"Page 13\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\">\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><em>A amizade, na B&iacute;blia, e suas implica&ccedil;&otilde;es mission&aacute;rias<\/em><\/h3>\n<div class=\"page\" title=\"Page 13\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>A amizade &eacute; uma atividade que, na maioria dos casos, demora algum tempo para ser consolidada. Os &iacute;ndios Sioux tinham um prov&eacute;rbio relacionado ao processo de conhecer e fazer amizade com algu&eacute;m: &ldquo;Devo andar com seus cal&ccedil;ados durante alguns dias.&rdquo; Com o prop&oacute;sito de alcan&ccedil;ar pessoas com o evangelho, o cristianismo mescla tr&ecirc;s elementos indispens&aacute;veis no desenvolvimento da amizade: Princ&iacute;pios b&iacute;blicos, aplica&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria desses princ&iacute;pios na vida do evangelista e a forma pela qual eles s&atilde;o comunicados &agrave;s pessoas. A estrutura da salva&ccedil;&atilde;o &eacute; a mesma, contudo, a forma de apresenta&ccedil;&atilde;o pode variar.[1]<\/p>\n<p>No idioma hebraico, a palavra &ldquo;amigo&rdquo; cont&eacute;m dois termos que expressam conceitos importantes: r&ecirc;&rsquo;eh &ndash; referente a mero associado, vizinho ou colega &ndash; e &lsquo;&atilde;habh &ndash; que indica afei&ccedil;&atilde;o natural ou n&atilde;o. Mesmo assim, o Antigo Testamento menciona v&aacute;rios exemplos de estreita amizade: Abra&atilde;o, conhecido como &ldquo;o amigo de Deus&rdquo; (Is 41:8); a amizade entre Rute e sua sogra Noemi (Rt 1:16-18);[2] e a amizade entre Davi e J&ocirc;natas (1Sm 18:1). Outros versos do Antigo Testamento explicam poeticamente o valor da amizade (Jo 6:14; Pv 15:30; 17:17; 18:24).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>No Novo Testamento, s&atilde;o empregadas duas palavras para definir o significado de amigo: heta&iacute;ros &ndash; referindo-se a um colega, companheiro &ndash; e f&iacute;los &ndash; que sugere uma rela&ccedil;&atilde;o mais afetiva. Jesus e Seus disc&iacute;pulos ilustraram o desenvolvimento da amizade com respeito a v&aacute;rios aspectos: o mestre e o disc&iacute;pulo, o senhor e o servo e de um amigo para com outro amigo (Jo 15:13-15). A mesma coisa ocorreu entre Paulo e Tim&oacute;teo (2Tm 1:1).[3] Algumas vezes, os voc&aacute;bulos amizade e salva&ccedil;&atilde;o interagem na B&iacute;blia. Vejamos a associa&ccedil;&atilde;o entre essas duas palavras.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Amizade e salva&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Termos hebraicos, tais como m&atilde;tsal, se harmonizam com a ideia de oferecer amizade para salvar. Essa palavra denota, literalmente, &ldquo;tirar&rdquo;, &ldquo;atrair&rdquo;, e pode sugerir o resgate ou liberta&ccedil;&atilde;o de uma pessoa (Sl 91:3). Outras palavras hebraicas &ndash; h&acirc;yah, m&acirc;lat e p&acirc;lat &ndash; indicam salva&ccedil;&atilde;o, levar a um lugar seguro. Nesse &uacute;ltimo caso, os anjos visitaram L&oacute;, entraram na casa dele, conversaram com ele e o salvaram (Gn 19:16, 19).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Novo testamento, lytr&otilde;o e alguns termos derivados (l&rsquo;ytron, lytr&oacute;omai, l&rsquo;ytr&otilde;tes, apol&rsquo;ytrosis) e rh&rsquo;yomai, por exemplo, tamb&eacute;m apontam para a liberdade e salva&ccedil;&atilde;o.[4] Quando o primeiro casal pecou no &Eacute;den, Deus continuou &ldquo;aproximando-Se&rdquo; dele para lhe mostrar o plano da salva&ccedil;&atilde;o (Gn 3:8-21). Semelhantemente, a tipologia do santu&aacute;rio descreve como Deus ofereceu Sua proximidade ao povo hebraico. Essa proximidade e&nbsp;amizade divina, mediante os rituais e cerim&ocirc;nias, interagiam com a doutrina da salva&ccedil;&atilde;o. A ordem de construir um santu&aacute;rio para que Deus habitasse no meio deles assinalava esse prop&oacute;sito (&Ecirc;x 25:8).<\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 14\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>Deus outorgou Sua amizade mediante o ritual do santu&aacute;rio. Apesar disso, a proximidade e a amizade do verdadeiro Deus entre os homens foi desfigurada mediante diversas cosmogonias. Por exemplo, em Ur, os servi&ccedil;os f&uacute;nebres da elite e da realeza associados a templos eram acompanhados por sacrif&iacute;cios humanos para garantir ajuda na viagem do governante depois da morte.[5] Os sum&eacute;rios que tamb&eacute;m paganizaram o conceito da presen&ccedil;a e a amizade divinas chegaram inclusive a fazer de seus templos o edif&iacute;cio mais importante nas cidades dessa cultura.[6]<\/p>\n<p>Quando Cristo veio ao mundo, Sua proximidade e amizade revelaram o amor e o plano de salva&ccedil;&atilde;o para a humanidade. A palavra shak&atilde;n (habitar, morar), de &Ecirc;xodo 25:8 &eacute; correspondida em Jo&atilde;o 1:14 pelo termo grego sken&otilde;o, que segue a mesma conota&ccedil;&atilde;o de shak&atilde;n. O Deushomem Se Jesus manifestou como a shekinnah entre os homens para lhes estender Sua amizade e salva&ccedil;&atilde;o.[7]<\/p>\n<p><strong>Evangeliza&ccedil;&atilde;o e amizade<\/strong><\/p>\n<p>Em seu livro Ning&uacute;n Hombre es uma Isla, Thomas Merton descreve como as necessidades humanas podem ser satisfeitas somente por Deus e os princ&iacute;pios da B&iacute;blia. Merton indica que os seres humanos necessitam de outras pessoas durante a exist&ecirc;ncia.[8] A amizade &eacute; um meio pelo qual o amor de Deus atua no mundo. Como tal, esse voc&aacute;bulo sugere um instrumento de aproxima&ccedil;&atilde;o cujo objetivo &eacute; estreitar genu&iacute;nos relacionamentos guiados por princ&iacute;pios b&iacute;blicos. Continuando com a defini&ccedil;&atilde;o anterior, a influ&ecirc;ncia ent&atilde;o se converte em motiva&ccedil;&atilde;o que promove o processo da amizade. Nesse sentido, devemos recordar que a influ&ecirc;ncia de uma mente santificada sobre outra mente &eacute; um poder para o bem.[9]<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>A influ&ecirc;ncia est&aacute; relacionada com o que &eacute; conhecido como &ldquo;vida satisfat&oacute;ria&rdquo;, ou seja, como a pessoa percebe sua vida com rela&ccedil;&atilde;o ao passado e sua proje&ccedil;&atilde;o para o futuro. Cristo declara que veio dar &ldquo;vida em abund&acirc;ncia&rdquo; (Jo 10:10). Estudos relacionados com a mente indicam a import&acirc;ncia de uma atitude positiva e otimista para com a vida.[10] Para o crist&atilde;o, essas qualidades resultam do conhecimento de Cristo e da comunh&atilde;o com Ele (2Co 5:17).<\/p>\n<p>Na sociedade atual, muitas pessoas, cansadas do materialismo e do vazio de uma sociedade cada vez mais longe da sensibilidade humana, desejam ter com seus semelhantes uma amizade fundamentada em valores morais e altru&iacute;stas. &Eacute; o Esp&iacute;rito Santo quem implanta esse desejo na vida daqueles que buscam a Deus. Esses valores morais e altru&iacute;stas s&atilde;o conhecidos na B&iacute;blia como o &ldquo;fruto do Esp&iacute;rito&rdquo; (Gl 5:21, 22) e devem ser parte da vida di&aacute;ria do crist&atilde;o. Essa &eacute; a influ&ecirc;ncia amistosa para o bem, com a qual as pontes evangelizadoras s&atilde;o constru&iacute;das.<\/p>\n<p><strong>Obje&ccedil;&otilde;es confrontadas<\/strong><\/p>\n<p>Ao se referir ao evangelismo no Novo Testamento, alguns autores argumentam que a igreja primitiva n&atilde;o utilizou o m&eacute;todo relacional, nem da amizade, mas empregou o testemunho ou instru&ccedil;&atilde;o b&iacute;blica.[11] Em defesa dessa posi&ccedil;&atilde;o, v&aacute;rios argumentos s&atilde;o apresentados, como por exemplo:<\/p>\n<ul>\n<li>Jesus e os ap&oacute;stolos n&atilde;o estabeleceram amizade, inicialmente, nem esperaram algum tempo antes de apresentar o evangelho. A prega&ccedil;&atilde;o ocorria quase simultaneamente com a chegada deles a qualquer lugar.<\/li>\n<li>O evangelismo da amizade faz com que o trabalho do Esp&iacute;rito Santo dependa do contexto relacional e fique limitado a ele. A amizade com o mundo &eacute; inimizade contra Deus (Tg 4:4). Portanto, desenvolver processos de amizade &eacute; contradizer o ap&oacute;stolo.<\/li>\n<li>A grande comiss&atilde;o n&atilde;o dissimula a verdade.<\/li>\n<li>O tempo apropriado para evangelizar algu&eacute;m &eacute; subjetivo, pois n&atilde;o &eacute; igual para todas as pessoas.<\/li>\n<li>Nas Escrituras, h&aacute; exemplos de evangeliza&ccedil;&atilde;o sem o antecedente processo de amizade (At 10:26-40; 16:14, 15, 32-34; 17:32-34).<\/li>\n<li>A urg&ecirc;ncia do evangelho pode ser perdida em meio &agrave; preocupa&ccedil;&atilde;o com o relacionamento.<\/li>\n<li>Paulo n&atilde;o estava preocupado com o processo amistoso, mas com a prega&ccedil;&atilde;o do evangelho.[12]<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar da pertin&ecirc;ncia de algumas dessas obje&ccedil;&otilde;es, elas podem ser contestadas por outros argumentos. Entre esses apresentamos os seguintes:<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>O Esp&iacute;rito Santo transcende toda metodologia convencional e pode evangelizar mediante amizade ou sem ela.<\/li>\n<li>A vinda do Messias a Israel havia sido amplamente anunciada e esperada. Essa situa&ccedil;&atilde;o estimulou e facilitou alguma recep&ccedil;&atilde;o &agrave; mensagem de Cristo por uma comunidade eminentemente judaica. Mesmo assim, durante a primeira metade do s&eacute;culo 1 d.C., os ensinos de profetas e mestres formavam parte do cotidiano judaico. Facilmente, as pessoas se reuniam para ouvir. Isso possibilitou a prega&ccedil;&atilde;o do evangelho na Judeia.[13]<\/li>\n<li>Jesus e os ap&oacute;stolos realizaram curas, algumas vezes como estrat&eacute;gias que ajudaram na receptividade &agrave; mensagem. Exemplo disso foi o trabalho de Paulo e Lucas na ilha de Malta. Em Atos 28:8, Lucas utilizou a palavra ias&aacute;to (sanidade) para se referir &agrave; cura realizada por Paulo. Referindo-se &agrave; cura de outras pessoas, o m&eacute;dico Lucas faz uso da palavra etherape&uacute;onto, que significa tratamento (At 28:9, 10).<\/li>\n<li>Jesus disse que os filhos de Deus n&atilde;o s&atilde;o do mundo, mas permanecem nele (Jo 17:15, 16). Ele orou para que Seus seguidores fossem protegidos contra o mal.<\/li>\n<li>Isso implica a exist&ecirc;ncia de atividades no mundo, que n&atilde;o s&atilde;o contr&aacute;rias aos princ&iacute;pios b&iacute;blicos e que o crist&atilde;o, em certas circunst&acirc;ncias, pode compartilhar amizade no mundo, testemunhando a outras pessoas sem comprometer os ensinamentos de Cristo.<\/li>\n<li>As cartas de Paulo mencionam muitas pessoas como participantes de seu c&iacute;rculo de amizade. Para esse ap&oacute;stolo, o relacionamento somente fazia sentido se estivesse sujeito &agrave; comunh&atilde;o e &agrave; miss&atilde;o.<\/li>\n<li>A aus&ecirc;ncia de claros elementos amistosos pr&eacute;vios na evangeliza&ccedil;&atilde;o do eunuco et&iacute;ope, do carcereiro de Filipos, Damaris e de outros do Are&oacute;pago n&atilde;o implica necessariamente aus&ecirc;ncia de contatos anteriores e relacionamento dessas pessoas com outros crist&atilde;os.<\/li>\n<li>A koinon&iacute;a (comunh&atilde;o), experi&ecirc;ncia posterior ao Pentecostes, prop&otilde;e unidade, n&atilde;o uniformidade. Havia na igreja primitiva v&aacute;rias metodologias relacionais: grupos de ora&ccedil;&atilde;o, ajuda aos pobres, prega&ccedil;&atilde;o, confraterniza&ccedil;&atilde;o, entre outras. A essas atividades associavam-se voc&aacute;bulos como: metochos (participante) e sun&eacute;rgos (companheiro); jetairos (compartilhar com um prop&oacute;sito comum) e filos (amor por outros). Nos dias do Novo Testamento, essas palavras justificavam a atitude amistosa como fator relacional na comunidade crist&atilde; bem como para com os que n&atilde;o participavam dela.[14]<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Rompendo limites<\/strong><\/p>\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"column\">\n<p>Atualmente, o cristianismo deve romper algumas barreiras pr&oacute;prias do materialismo e a densidade populacional nas cidades. A grande quest&atilde;o &eacute; a seguinte: Como &eacute; poss&iacute;vel chegar &agrave;s torres residenciais, protegidas com acesso restrito e codificado? Muitos desses arranha-c&eacute;us t&ecirc;m mais de vinte andares. &Eacute; &oacute;bvio que nesses lugares necessita-se de um &ldquo;evangelista residencial&rdquo;, ou seja, algu&eacute;m que resida no local, ou tenha acesso f&aacute;cil, a fim de se aproximar e cultivar amizade.<\/p>\n<p>&Eacute; necess&aacute;rio lembrar que Cristo veio ensinar a Seus seguidores o verdadeiro tipo de amizade que transp&otilde;e barreiras sociais. Durante o primeiro s&eacute;culo da era crist&atilde;, em&nbsp;sua maioria as castas estavam estabelecidas desde antes do nascimento das pessoas. Por exemplo, o escravo nascia e carregava sua escravid&atilde;o at&eacute; &agrave; morte, a menos que sua liberdade fosse comprada por algu&eacute;m.[15]<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\">\n<p>O conceito de &ldquo;honra&rdquo; isolava as pessoas umas das outras, buscando a preemin&ecirc;ncia de uma fam&iacute;lia sobre outra, privando-se mutuamente de ajuda e compaix&atilde;o.[16] Alguns senhores crist&atilde;os, continuaram tendo escravos, identificando-os com coleiras no pesco&ccedil;o.[17] Em contraste, Cristo veio para ensinar que em Sua mensagem &ldquo;n&atilde;o h&aacute; fronteiras territoriais, nem classes sociais&rdquo; e que &ldquo;os muros do sectarismo, casta e ra&ccedil;a desabar&atilde;o quando o verdadeiro esp&iacute;rito mission&aacute;rio penetrar no cora&ccedil;&atilde;o dos homens&rdquo;.[18]<\/p>\n<p><strong>Sugest&otilde;es<\/strong><\/p>\n<p>Em seguida, apresentamos algumas ideias simples que, colocadas em pr&aacute;tica, produzir&atilde;o &ecirc;xito no evangelismo da amizade:<\/p>\n<ul>\n<li>Ora&ccedil;&atilde;o perseverante e espec&iacute;fica em favor das pessoas ajuda a criar la&ccedil;os de aproxima&ccedil;&atilde;o.<\/li>\n<li>Pequenos atos motivados pelo amor de Deus abrem portas e produzem sentimentos de bem-estar no ser humano.<\/li>\n<li>Demonstrar bondade e tratar as pessoas com a mesma cortesia exemplificada por Jesus Cristo.<\/li>\n<li>Cultivar a arte de ouvir ajuda a ganhar confian&ccedil;a e facilita o compartilhamento de experi&ecirc;ncias pessoais. Isso faz com que as pessoas entendam que o crist&atilde;o tamb&eacute;m sofre, sem jamais perder a esperan&ccedil;a.<\/li>\n<li>Por meio do fortalecimento da amizade com algu&eacute;m, &eacute; poss&iacute;vel alcan&ccedil;ar outras pessoas do seu c&iacute;rculo de amigos e tamb&eacute;m familiares.<\/li>\n<li>Sinceridade e confian&ccedil;a s&atilde;o fundamentais para superar barreiras.<\/li>\n<li>Momentos passados juntos numa refei&ccedil;&atilde;o representam ocasi&otilde;es valiosas para aprofundar o relacionamento.<\/li>\n<li>N&atilde;o existe um m&eacute;todo espec&iacute;fico e definido para alcan&ccedil;ar pessoas.<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div class=\"column\">\n<p>&Agrave;s vezes, a solicita&ccedil;&atilde;o de um favor pode ser o in&iacute;cio de uma amizade.<\/p>\n<p>n Um caminho que pode levar ao evangelismo da amizade &eacute; o de grupos estabelecidos para compartilhar algum tempo dedicado a diferentes prop&oacute;sitos. Esses grupos podem ser homog&ecirc;neos ou heterog&ecirc;neos. Grupos homog&ecirc;neos incluem pessoas da mesma profiss&atilde;o, do mesmo n&iacute;vel cultural e educacional. Os heterog&ecirc;neos incluem pessoas de diferentes n&iacute;veis sociais, profissionais e educativos. Embora esses dois grupos tenham sua funcionalidade, n&atilde;o devemos nos esquecer de que, independentemente da linhagem, todos os seres humanos s&atilde;o atra&iacute;dos a Cristo pelo abra&ccedil;o compassivo de Sua amizade e salva&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Refer&ecirc;ncias:<\/p>\n<p>1 Ivan Blazen, Tratado de Teologia Adventista do&nbsp;S&eacute;timo Dia (Tatu&iacute;, SP: CPB) p. 308.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"layoutArea\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"column\">\n<p>2 O nome &ldquo;Rute&rdquo; significa &ldquo;amiga&rdquo;, &ldquo;amizade&rdquo;.&nbsp;Ver Sigfried H. Horn, Dicion&aacute;rio B&iacute;blico Adventista del S&eacute;ptimo Dia (Buenos Aires: Aces, 1995), p. 1014.<\/p>\n<p>3 James Orr, ed., Tne International Standard Bible Encyclopaedia, (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1974), v. 2, p. 1146.<\/p>\n<p>4 Ivan Blazen, Op. Cit., p. 308-310.<\/p>\n<p>5 John Noble Wilford, New York Time,&nbsp;26\/10\/2006, &ldquo;Ritual Deaths at Ur Were&nbsp;Anything but Serene&rdquo;.<\/p>\n<p>6 Denise Schmand T. Besserat, in Elias Brasil de&nbsp;Souza, &ldquo;The Heavenly Sanctuary Temple: Motifs in the Hebrew Bible: Function and relationship to the Early counterparts&rdquo;, Tese PhD (Berrien Springs, MI: Universidade Andrews, 2005), p. 8.<\/p>\n<p>7 Ellen G. White, O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es, p. 23.&nbsp;Thomas Merton, No Man is an Island (Nova<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"layoutArea\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"column\">\n<p>8&nbsp;York: Harcourt, 1955, reimpresso em 2004).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\">9 Ellen G. White, Nossa Alta Voca&ccedil;&atilde;o [MM 1962],&nbsp;p. 109.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">10 W. Eng Bailey, M. Firsch, R. C. Snydey, Journal&nbsp;of Positive Psychology, 2007, p. 168, 169.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">11 &nbsp;www.evangelismcoaching.org, acessado em&nbsp;09\/10\/13.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">12 &nbsp;Bob Gilliam, in www.bible.org, acessado em&nbsp;09\/10\/13.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">13 &nbsp;A. Richard, Christian Origins: A People&rsquo;s&nbsp;History of Christianity (Mine&aacute;polis: Fortress,&nbsp;2010), p. 261-313.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">14 Bob Gilliam, Op. Cit.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">15 Barbara Levick, The Government of the&nbsp;Roman Empire (Nova York: Routledge,&nbsp;2008), p. 24, 25.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">16 J. Bruce Malina, The New Testament World:&nbsp;Insights from Cultural Anthropology (Louisville:&nbsp;Westminster John Knox, 2001).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">17 Peter Garnesy, Ideas of Slavery from Aristotle&nbsp;to Augustine (Nova York: Cambridge, 1996),&nbsp;p. 106.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">18 Ellen G. White, E Recebereis Poder [MM&nbsp;1999], p. 337.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A amizade, na B&iacute;blia, e suas implica&ccedil;&otilde;es mission&aacute;rias A amizade &eacute; uma atividade que, na maioria dos casos, demora algum tempo para ser consolidada. 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