{"id":460,"date":"2014-07-25T12:02:21","date_gmt":"2014-07-25T12:02:21","guid":{"rendered":"http:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=460"},"modified":"2014-07-25T18:37:32","modified_gmt":"2014-07-25T18:37:32","slug":"homossexualismo-o-pecado-e-a-missao-da-igreja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/homossexualismo-o-pecado-e-a-missao-da-igreja\/","title":{"rendered":"Homossexualismo: O pecado e a miss\u00e3o da igreja"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><h3><strong>Conceitos Pr&eacute;vios<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Homossexualidade, definindo com simplicidade, &eacute; uma conduta que se manifesta na pr&aacute;tica do relacionamento sexual entre pessoas do mesmo sexo. A palavra &ldquo;Homossexual&rdquo; foi utilizada pela primeira vez em 1869 pelo escritor vienense Benkert, tratando de demonstrar que as pessoas que seguiam essa conduta constitu&iacute;am um terceiro sexo<sup>1<\/sup>. Em 1870, o termo &ldquo;homossexual&rdquo; foi introduzido na literatura m&eacute;dica pelo psiquiatra Westphal, ao descreve-lo como um tipo de doen&ccedil;a da personalidade<sup>2<\/sup>. S. Freud, considerou como aberra&ccedil;&atilde;o, todo desvio da rela&ccedil;&atilde;o sexual que n&atilde;o alcance seu fim normal, ou seja a &ldquo;conjun&ccedil;&atilde;o dos genitais&rdquo;<sup>3<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O uso do termo &ldquo;homossexual&rdquo;, gerou outros, que se tornaram necess&aacute;rios para definir atitudes pessoais diante dessa conduta. Assim, o termo &ldquo;homofilia&rdquo; define a atitude de quem aceita a conduta homossexual, e o termo &ldquo;homofobia&rdquo;, define o comportamento de quem &eacute; contr&aacute;rio a essa conduta. At&eacute; alguns anos atr&aacute;s, do ponto de vista da Psicologia, a homossexualidade era considerada como desvio sexual, comparado ao incesto, fetichismo, exibicionismo, sadismo, etc., por causar sensa&ccedil;&atilde;o de culpa, ansiedade ou desconforto. Mas, recentemente a Associa&ccedil;&atilde;o Americana de Psiquiatria, retirou a Homossexualidade masculina e o Lesvianismo feminino, da lista de desvios sexuais, por considerar que essas pr&aacute;ticas n&atilde;o provocam nenhum dist&uacute;rbio do tipo psicol&oacute;gico<sup>4<\/sup>.<\/p>\n<h3>O Homossexualismo na Sociedade e na Igreja<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre os anos de 1948 a 1953, o Dr. Alfred Kinsey entrevistou ao redor de 18.000 pessoas do sexo masculino de diferentes lugares dos Estados Unidos para descobrir a intensidade da tend&ecirc;ncia homossexual. Encontrou que 4% dos entrevistados eram exclusivamente homossexuais e que nunca se uniram a uma mulher, e um total de 37% tiveram ao menos uma experi&ecirc;ncia homossexual entre a adolesc&ecirc;ncia e a idade adulta <sup>5<\/sup>. Outras pesquisas recentes mostram que a porcentagem dos envolvidos &eacute; relativamente a mesma, em muitas partes do mundo; no entanto, o aparente aumento de casos de homossexualismo deve-se &agrave; liberdade de discuss&atilde;o do problema e ao auto reconhecimento dos implicados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A liberdade de discuss&atilde;o sobre o tema do homossexualismo tem gerado em alguns pa&iacute;ses, mudan&ccedil;as no comportamento social do seus habitantes. Os integrantes de grupos de homossexuais participam de manifesta&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas reivindicando direitos e igualdades sociais. Nos parlamentos promovem modifica&ccedil;&otilde;es das normas constitucionais, como na Inglaterra onde a homossexualidade &eacute; um ato legal se praticado a partir dos 16 anos de idade; na Dinamarca e nos pa&iacute;ses baixos, o casamento entre homossexuais j&aacute; &eacute; oficialmente reconhecido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Adeptos e defensores da pr&aacute;tica da homossexualidade dos diferentes segmentos da sociedade e principalmente de l&iacute;deres das diversas tend&ecirc;ncias religiosas, levantam a sua voz em favor dessa conduta. Caberia afirmar que essa atitude se torna evidente entre as personalidades eclesi&aacute;sticas devido ao aumento de homossexuais entre os membros das suas respectivas comunidades. Uma pesquisa realizada por prestigioso jornal do Brasil, revelou que 60% de esp&iacute;ritas kardecistas s&atilde;o a favor da legaliza&ccedil;&atilde;o da uni&atilde;o civil entre homossexuais; seguindo essa tend&ecirc;ncia est&atilde;o: 38% de cat&oacute;licos; 22% de evang&eacute;licos pentecostais; 21% de evang&eacute;licos n&atilde;o pentecostais[vi]. Robert Goss, te&oacute;logo evang&eacute;lico norte-americano, prop&otilde;e no livro da sua autoria: Jesus Acted Up: A Gay and Lesbian Manifesto, a funda&ccedil;&atilde;o de &ldquo;comunidades eclesiais de base&rdquo;, por pessoas homossexuais[vii].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao que todo parece, a bandeira em defesa do homossexualismo &eacute; desfraldada por te&oacute;logos da Igreja Luterana, atrav&eacute;s de diferentes estudos e discuss&otilde;es sobre o assunto. Em 1986 a Lutheran Church in America enviou a suas respectivas comunidades um estudo relativo &agrave; homossexualidade; em 1989 seguiu-se um estudo com o t&iacute;tulo: Podemos falar a respeito?; que foi seguido por um manifesto favor&aacute;vel a essa conduta, sob o t&iacute;tulo: A sexualidade humana e a f&eacute; crist&atilde; <sup>6<\/sup>. Devido ao n&uacute;mero crescente de pessoas homossexuais que assistem a reuni&otilde;es religiosas nas diferentes igrejas dos EE.UU., a discuss&atilde;o sobre o tema provoca acalorados debates que envolvem defensores e cr&iacute;ticos ferozes, todos usando textos b&iacute;blicos para explicar suas convic&ccedil;&otilde;es. O reverendo Edward Kemp da Igreja Unida de Cristo, conseguiu que essa denomina&ccedil;&atilde;o eclesi&aacute;stica aceitasse a uni&atilde;o de casais homossexuais. Uma fac&ccedil;&atilde;o da Igreja dos Santos dos &Uacute;ltimos Dias, organizou um grupo que abriga homossexuais mormons. O reverendo Greg Deil da igreja Metodista de Chicago, afirma que 30% da sua par&oacute;quia &eacute; homossexual. Derek Rawcliffe, que ocupou na Igreja Anglicana, o cargo de Bispo de Glasgow, na Esc&oacute;cia e que na atualidade exerce a posi&ccedil;&atilde;o de bispo-assistente de Ripon, declarou numa entrevista ao vivo na TV sua condi&ccedil;&atilde;o de ser homossexual e acrescentou que &ldquo;h&aacute; centenas de padres gays na igreja, tanto na anglicana como na cat&oacute;lica&rdquo; <sup>7<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de que o Papado atrav&eacute;s de declara&ccedil;&otilde;es do cardeal Joseph Ratzinger condene as rela&ccedil;&otilde;es entre homossexuais, padres que assumem essa posi&ccedil;&atilde;o se organizam para buscar reconhecimento da hierarquia da Igreja Cat&oacute;lica. Assim por exemplo, na Alemanha onde existem entre 3.800 a 4.500 padres homossexuais, de um total de 19.000 religiosos no pa&iacute;s, j&aacute; foram criados 14 Grupos de Padres Cat&oacute;licos Homossexuais da Alemanha. Hanspeter Heinz, professor de Teologia Pastoral da Universidade de Ausburg, lan&ccedil;ou um livro defendendo a ordena&ccedil;&atilde;o de padres homossexuais sob o argumento de que 20% dos religiosos cat&oacute;licos tem predisposi&ccedil;&atilde;o homossexual <sup>8<\/sup>. O arcebispo Desmond Tutu, da &Aacute;frica do Sul &eacute; favor&aacute;vel &agrave; aceita&ccedil;&atilde;o de homossexuais nas comunidades e at&eacute; na hierarquia cat&oacute;lica. Por outra parte a Confer&ecirc;ncia Central de Rabinos Americanos, que n&atilde;o esconde o fato de ter entre seus membros rabinos homossexuais, decidiu apoiar a legaliza&ccedil;&atilde;o de casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo <sup>9<\/sup>.<\/p>\n<h3>Argumentos para Derrubar o &ldquo;Tabu&rdquo;<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os defensores da liberalidade do homossexualismo na sociedade contempor&acirc;nea, principalmente dentro dos grupos religiosos, fundamentam sua argumenta&ccedil;&atilde;o na considera&ccedil;&atilde;o de que a pr&aacute;tica da homossexualidade no passado era um &ldquo;tabu&rdquo; que o mundo atual n&atilde;o mais reconhece <sup>10<\/sup>. Afirmam que a persegui&ccedil;&atilde;o feroz dos homossexuais por parte da Igreja na Idade M&eacute;dia, foi um &ldquo;erro tr&aacute;gico e um pecado diante de Deus&rdquo; <sup>11<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os mesmos defensores do homossexualismo, mediante uma interpreta&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rico-cr&iacute;tica do texto b&iacute;blico, ponderam que o prop&oacute;sito da sexualidade, orientada originalmente para a procria&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o pode mais permanecer vigente num mundo com superpopula&ccedil;&atilde;o <sup>12<\/sup>. Os hom&oacute;filos afirmam que a sexualidade deve ser um meio de comunica&ccedil;&atilde;o para expressar o amor rom&acirc;ntico entre pessoas de qualquer sexo <sup>13<\/sup> e at&eacute; sugerem praticar uma forma de koinonia onde as pessoas poderiam conviver em comunidades de 10 a 20 integrantes, compartilhando seus bens, conhecimentos, experi&ecirc;ncias, tempo de lazer e sem d&uacute;vida, o prazer sexual <sup>14<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Consideram tamb&eacute;m, numa tentativa de fazer exegese de alguns textos b&iacute;blicos, que Jesus n&atilde;o via nenhum mal na pr&aacute;tica do homossexualismo, pois n&atilde;o existe nenhuma condena&ccedil;&atilde;o por parte do Redentor <sup>15<\/sup>, pelo contrario, Seu prop&oacute;sito era desmantelar o sistema legalista que imperava naquele tempo. De igual modo, os hom&oacute;filos sustentam que Paulo ao proferir condena&ccedil;&atilde;o sobre os homens que deixaram o contato &ldquo;natural&rdquo; da mulher (Rom. 1:27), o fazia em rela&ccedil;&atilde;o ao costume da &eacute;poca, diferente da atual, onde o homossexualismo j&aacute; faz parte da tradi&ccedil;&atilde;o do mundo contempor&acirc;neo <sup>16<\/sup>. Com igual pondera&ccedil;&atilde;o, sustentam que &ldquo;se a homossexualidade &eacute; uma caracter&iacute;stica intr&iacute;nseca do ser, &hellip; ela deve ser aceita como parte da cria&ccedil;&atilde;o de Deus&rdquo; <sup>17<\/sup>. Nessas condi&ccedil;&otilde;es acrescentam que as &ldquo;pessoas homossexuais s&atilde;o imagem de Deus. Pela f&eacute; &hellip; todas as pessoas crist&atilde;s que cr&ecirc;em s&atilde;o santas e justas &hellip;&rdquo;<sup>18<\/sup>.<\/p>\n<h3>Causas Aparentes do Homossexualismo<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existe quase uma inibi&ccedil;&atilde;o por parte das ci&ecirc;ncias, cujo objeto de estudo &eacute; o Homem, para elucidar as causas da Homossexualidade. Mesmo assim, dentro do campo da Biologia e da Psicologia surgem alguns estudos que poderiam explicar a causa do comportamento homossexual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As ci&ecirc;ncias biol&oacute;gicas apresentam casos de anomalias anat&ocirc;micas de estruturas sexuais de origem gen&eacute;tica e hormonal que poderiam levar uma pessoa &agrave; pr&aacute;tica da homossexualidade. Essas anormalidades se evidenciam principalmente, pela presen&ccedil;a de caracteres sexuais, feminino e masculino, num mesmo indiv&iacute;duo. A literatura m&eacute;dica &eacute; cuidadosa em relacionar essas anomalias com a homossexualidade; mesmo assim, j&aacute; s&atilde;o numerosos os casos em que a cirurgia interveio para definir finalmente o sexo de uma pessoa afetada. Os casos de origem gen&eacute;tico mais destacados s&atilde;o: o S&iacute;ndrome de Klinefelter e os dist&uacute;rbios do desenvolvimento sexual. No primeiro caso a incid&ecirc;ncia &eacute; de aproximadamente 1 em cada 800 nascimentos masculinos <sup>19<\/sup>. Os afetados com essa anormalidade pertencem ao sexo masculino e s&atilde;o geralmente &ldquo;altos e magros, com membros inferiores relativamente longos. Parecem fisicamente normais at&eacute; a puberdade, quando os sinais de hipogonadismo20 se tornam obvios&rdquo; <sup>21<\/sup>. Pode ocorrer ginecomastia <sup>22<\/sup>, o que produz no paciente uma relativa forma f&iacute;sica feminina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os casos de dist&uacute;rbios de desenvolvimento sexual recebem tamb&eacute;m o nome de Intersexos por que se caracterizam pela presen&ccedil;a de &oacute;rg&atilde;os sexuais, masculino e feminino, num mesmo indiv&iacute;duo. Um caso, embora n&atilde;o muito freq&uuml;ente, desse tipo de dist&uacute;rbio &eacute; o Hermafroditismo verdadeiro, caracterizado pela presen&ccedil;a de tecidos ovarianos e testiculares no mesmo paciente<sup>23<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dist&uacute;rbios de desenvolvimento sexual de origem hormonal, segundo o registro cl&iacute;nico, se manifestam de forma e intensidade variadas, dependendo da maior ou menor atividade dos horm&ocirc;nios gonadotr&oacute;picos, ou seja, dos que atuam sobre as estruturas do aparelho reprodutor. Os mais caracterizados s&atilde;o o Pseudo-hermafroditismo e o Hipogonadismo. O Pseudo-hermafroditismo recebe esse nome por apresentar um &uacute;nico tipo de tecido gonadal, podendo ser masculino ou feminino. O tipo masculino mas representativo &eacute; o S&iacute;ndrome da Insensibilidade aos androg&ecirc;nios ou horm&ocirc;nios masculinizantes. Na literatura m&eacute;dica &eacute; conhecido tamb&eacute;m com o nome de Feminiza&ccedil;&atilde;o Testicular. Nesse caso o paciente &eacute; do sexo masculino, com test&iacute;culos de aspecto normal at&eacute; a puberdade, fase quando o afetado apresenta feminiza&ccedil;&atilde;o total dos caracteres secund&aacute;rios <sup>24<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Hipogonadismo se manifesta com a falta de crescimento do aparelho reprodutor masculino causando baixa produ&ccedil;&atilde;o ou car&ecirc;ncia de horm&ocirc;nios sexuais masculinos. Essa defici&ecirc;ncia, na fase da puberdade, anula o aparecimento dos caracteres sexuais secund&aacute;rios masculinos. A voz adquire um timbre agudo, persiste a morfologia infantil e, pode ocorrer ginecomastia e obesidade na cintura <sup>25<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pesquisas recentes, realizadas especificamente para detectar estruturas celulares ou de tecidos como sendo as poss&iacute;veis causas da homossexualidade, apontam alguns ind&iacute;cios, embora sem provas conclusivas. O Dr. Roger Gorski, da escola de medicina da Universidade da Calif&oacute;rnia e o Dr. Simon Le Vay, definem que a estrutura cerebral conhecida como INAH-3 &eacute; maior nos c&eacute;rebros dos homossexuais. Por sua vez Dean Hamer e sua numerosa equipe no Instituto Nacional do C&acirc;ncer nos EUA, mostrou que a regi&atilde;o do cromossomo X, identificada como Xq28, e&acute; mais destacada entre homossexuais. Mesmo assim, a demonstra&ccedil;&atilde;o dessas evid&ecirc;ncias e seus efeitos, est&aacute; distante de obter plena aceita&ccedil;&atilde;o pela sociedade cient&iacute;fica mundial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dentro do campo da Psicologia, duas correntes pretendem identificar a causa da pr&aacute;tica da homossexualidade. Uma, considera que a homossexualidade &eacute; uma atitude enquadrada dentro dos par&acirc;metros da normalidade, j&aacute; que se considera que n&atilde;o &eacute; compulsiva, n&atilde;o provoca sentimento de culpa nem traumatismo qualquer. O indiv&iacute;duo homossexual basicamente sente-se confort&aacute;vel com sua atra&ccedil;&atilde;o pelos membros do mesmo sexo. Se ocorre um desajuste ps&iacute;quico ser&aacute; &ldquo;devido &agrave;s press&otilde;es de rejei&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia, dos empregadores e da sociedade em geral&rdquo; <sup>26<\/sup>. A outra, &eacute; a explica&ccedil;&atilde;o que Sigmund Freud d&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao assunto, baseado no complexo de &Eacute;dipo.N.Wright destaca a posi&ccedil;&atilde;o de Freud sobre a sexualidade, a qual se reduz &agrave; &ldquo;fun&ccedil;&atilde;o de obter prazer de zonas do corpo&rdquo; <sup>27<\/sup>. Por essa raz&atilde;o, o rec&eacute;m nascido, em contato com o corpo da m&atilde;e desenvolve em forma constante sua sexualidade.Essa atitude persiste na inf&acirc;ncia, transformando-se em traumatismo quando na adolesc&ecirc;ncia; mais adiante o jovem incapaz de renunciar &agrave; m&atilde;e como objeto sexual, se identifica com ela ao ponto de ocupar seu lugar, buscando objetos para amar e cuidar como ele o foi anteriormente.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">A Qualifica&ccedil;&atilde;o B&iacute;blica dada ao Homossexualismo<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de que a tend&ecirc;ncia atual, baseada em conceitos sociais e psicol&oacute;gicos, seja do reconhecimento da homossexualidade como uma simples prefer&ecirc;ncia e n&atilde;o um dist&uacute;rbio; a defini&ccedil;&atilde;o B&iacute;blica ainda &eacute; a qualifica&ccedil;&atilde;o mais adequada para tratar esse assunto. No livro de Lev&iacute;ticos encontra-se definido o car&aacute;ter pecaminoso do ato: &ldquo;N&atilde;o te deitar&aacute;s com var&atilde;o como se fosse mulher; &eacute; abomina&ccedil;&atilde;o&rdquo; (Lev. 18:22); mais adiante o mesmo livro refere a senten&ccedil;a imposta aos que se tornam transgressores por n&atilde;o ouvir esse preceito: &ldquo;Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse com mulher, ambos ter&atilde;o praticado abomina&ccedil;&atilde;o; certamente ser&atilde;o mortos; o seu sangue ser&aacute; sobre eles&rdquo; (Lev. 20:13).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O texto de Lev. 18:22, n&atilde;o &eacute; simplesmente o estabelecimento legal, em forma de proibi&ccedil;&atilde;o, de uma norma de comportamento; nem sequer institui um procedimento cultual de maneira que a proibi&ccedil;&atilde;o possa atingir unicamente aos santos, sendo liberada &agrave; grande massa de pessoas que forma o povo de Deus. Mais do que implantar uma norma, esse texto estabelece um princ&iacute;pio. &Eacute; o ponto de partida do qual deriva o adequado comportamento baseado no respeito entre pessoas de sexos diferentes. Como princ&iacute;pio, estabelece a rela&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima que deve existir entre seres criados diferentes atrav&eacute;s do sexo; estabelece tamb&eacute;m a fonte da qual deriva ou se perpetua o ser. Esse princ&iacute;pio determina que a rela&ccedil;&atilde;o sexual deve ser para unir intimamente homem e mulher, tendo como finalidade a procria&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O termo hebraico (zakar) que aparece no texto de Lev. 18:22, o qual &eacute; traduzido como homem, tem um significado relacionado estreitamente com a atividade sexual. Devemos notar a diferen&ccedil;a de sentido desse termo com as outras palavras que aparecem na B&iacute;blia hebraica e que s&atilde;o traduzidas por &ldquo;homem&rdquo;. O termo &rsquo;adam, significa o ser humano, algu&eacute;m, coroa da cria&ccedil;&atilde;o, esp&eacute;cie humana; &rsquo;ish, tem a conota&ccedil;&atilde;o gen&eacute;rica, diferente de mulher, marido, identificador de atividade como &ldquo;homem do campo&rdquo;; &rsquo;enosh, significa ser vulner&aacute;vel, inferior, mortal; geber, transmite a id&eacute;ia de ser poderoso, vencedor, homem forte; mat, &eacute; usado para descrever homens de m&aacute; reputa&ccedil;&atilde;o, falsos, in&iacute;quos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O termo zakar, que aparece no texto mencionado acima, indica a masculinidade em rela&ccedil;&atilde;o ao sexo, em geral identifica o macho de humanos e animais <sup>28<\/sup>. &Eacute; usado em Gen. 1:27 e 5:2 para definir a parceria sexual com a mulher; tamb&eacute;m aparece em Gen. 17:10; 34:15; Ex. 12:48 e outros para identificar quem deve participar do rito da circuncis&atilde;o; em Num. 31:18, 35; Jz. 21:12 o uso do termo &eacute; para referir-se ao parceiro masculino nas rela&ccedil;&otilde;es sexuais normais. Dessa maneira o texto de Lev&iacute;ticos ao que fazemos refer&ecirc;ncia, &eacute; uma alus&atilde;o &agrave; sexualidade masculina que deve ser usada segundo o princ&iacute;pio divinamente estabelecido, sendo proibida a pr&aacute;tica incorreta. Da mesma forma, na senten&ccedil;a que aparece em Lev. 20:13 o transgressor do preceito &eacute; identificado com o termo zakar, com o qual n&atilde;o permanecem mais d&uacute;vidas em rela&ccedil;&atilde;o ao ato que est&aacute; sujeito a condena&ccedil;&atilde;o, ou seja a uni&atilde;o sexual de parceiros do mesmo sexo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Novo Testamento, o apostolo Paulo faz refer&ecirc;ncia ao passado pecaminoso da humanidade, assinalando que os &ldquo;homens tamb&eacute;m, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens&hellip;&rdquo; (Rom. 1:27). O pr&oacute;prio ap&oacute;stolo sentencia em outra ep&iacute;stola, que &ldquo;os injustos n&atilde;o herdar&atilde;o o reino de Deus &hellip; nem impuros, nem id&oacute;latras, nem ad&uacute;lteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladr&otilde;es, nem avarentos &hellip;&rdquo; (1 Cor. 6:9). Esses textos claramente indicam que a vig&ecirc;ncia do princ&iacute;pio pelo qual existe a diferen&ccedil;a sexual, permanece durante o cristianismo e se projeta como qualificativo da salva&ccedil;&atilde;o, para a eternidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O termo usado pelo ap&oacute;stolo Paulo em Rom 1:27 e que &eacute; traduzido por homem &eacute; arsenes, que tem o sentido de varonilidade, masculinidade, relativo ao sexo. A compara&ccedil;&atilde;o com outros termos gregos que aparecem na B&iacute;blia e s&atilde;o traduzidos por &ldquo;homem&rdquo;, permitem destacar mais o sentido da palavra usada por Paulo no texto indicado. Assim, o termo anthropos, faz refer&ecirc;ncia ao ser humano, amigo; o termo aner, serve para identificar o homem adulto, o noivo, o marido. A &ecirc;nfase imposta pelo ap&oacute;stolo para qualificar o ato pecaminoso est&aacute; no uso do termo arsenes, pois faz refer&ecirc;ncia ao homem com seus atributos de sexualidade, usados indevidamente. Igualmente ao elaborar a lista de pr&aacute;ticas pecaminosas que excluir&atilde;o seus adeptos, do reino celestial, o ap&oacute;stolo usa a palavra grega arsenokoitai, traduzido por &ldquo;sodomitas&rdquo;. Essa palavra est&aacute; composta do termo arsenes, &ldquo;homem macho&rdquo; e do termo koito, o &ldquo;ato sexual&rdquo;. Dessa maneira podemos inferir que Paulo se referia aos homens que ostentam caracter&iacute;stica sexual masculina, usando esse atributo em forma indevida.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">A Miss&atilde;o da Igreja<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus deixou claramente estabelecida a miss&atilde;o que devem cumprir seus fieis seguidores, organizados em Igreja. Usando o tempo imperativo, disse: &ldquo;Ide, portanto, fazei disc&iacute;pulos de todas as na&ccedil;&otilde;es, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Esp&iacute;rito Santo; ensinando-os a guardar todas as cousas que vos tenho ordenado &hellip;&rdquo; (Mt. 28:19,20). Nessas palavras est&atilde;o sintetizadas todas as atividades a serem desenvolvidas pela igreja com a &uacute;nica finalidade de preparar um povo santo para o C&eacute;u. No cumprimento dessa miss&atilde;o a Igreja enfrenta toda gama de obst&aacute;culos que tentam impedir de alcan&ccedil;ar a sua finalidade. Um desses obst&aacute;culos &eacute; a crescente tend&ecirc;ncia libertina da imoralidade, principalmente de express&otilde;es irrestritas do homossexualismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vimos neste estudo, apesar do sil&ecirc;ncio manifestado pela medicina, que existem algumas anormalidades relacionadas com a sexualidade, raz&atilde;o pela qual pessoas do sexo masculino afetadas, poderiam apresentar comportamento efeminado, . Essas pessoas devido a essas caracter&iacute;sticas, em geral sofrem discrimina&ccedil;&atilde;o e facilmente s&atilde;o levadas a constituir grupos com outras semelhantes e dessa maneira praticar o homossexualismo. Devemos esclarecer que a B&iacute;blia n&atilde;o condena ningu&eacute;m por suas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas ou anormalidades de qualquer &iacute;ndole. A condena&ccedil;&atilde;o B&iacute;blica &eacute; para os que praticam atitudes contr&aacute;rias aos preceitos estabelecidos. Dessa maneira podemos inferir que a senten&ccedil;a n&atilde;o exclui a quem, devido a suas anomalias fisiol&oacute;gicas e estruturais, sendo do sexo masculino, manifesta atitudes tipicamente femininas.A exclus&atilde;o &eacute; para quem pratica o homossexualismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da manifesta&ccedil;&atilde;o de atitudes tipicamente femininas por parte de um jovem, &agrave; pr&aacute;tica da homossexualidade, por parte do mesmo; h&aacute; uma dist&acirc;ncia consider&aacute;vel. Um jovem que padece de tal tipo de dist&uacute;rbio, pode nunca ter tido uma experi&ecirc;ncia de relacionamento homossexual. Essa pr&aacute;tica est&aacute; relacionada com a tend&ecirc;ncia sexual que na linguagem freudiana &eacute; conhecida como libido, condicionada &agrave; maturidade geral do indiv&iacute;duo.Segundo Kretschmer, &ldquo;a tend&ecirc;ncia sexual &eacute; um produto &hellip; de um ciclo causal bastante complicado onde participam o c&eacute;rebro, a medula e as gl&acirc;ndulas em geral&rdquo; <sup>29<\/sup>. Essa tend&ecirc;ncia, ou seja a libido, quando manifestada com intensidade, pode levar a deturpa&ccedil;&otilde;es do comportamento sexual. Cabe enfatizar que atitudes femininas manifestadas principalmente por adolescentes do sexo masculino e que freq&uuml;entam uma igreja, n&atilde;o significam que o tal seja necessariamente um indiv&iacute;duo homossexual. Esse comportamento, se observado pelos l&iacute;deres da igreja, pode ter uma raz&atilde;o fisiol&oacute;gica ou anat&ocirc;mica. O reconhecimento desse problema no entanto, pode ser traum&aacute;tico para os familiares, mas o l&iacute;der da igreja, consciente das suas fun&ccedil;&otilde;es, fazendo uso de muita cautela e sabedoria pode convencer os parentes para requerer o auxilio m&eacute;dico correspondente. Verificada a raiz que gera essa tend&ecirc;ncia, ser&aacute; necess&aacute;rio compartilhar com outros membros da comunidade eclesi&aacute;stica, a explica&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica do caso. De qualquer forma o vital do problema &eacute; evitar o preconceito velado, que produz discrimina&ccedil;&atilde;o e que pode levar o paciente a procurar seus semelhantes e dessa forma, ser conduzido &agrave; pr&aacute;tica do homossexualismo prematuro. Para al&iacute;vio do problema, a incid&ecirc;ncia de casos de anormalidade fisiol&oacute;gica e estrutural em pessoas do sexo masculino e que poderiam levar &agrave; pr&aacute;tica da homossexualidade &eacute; pequena.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O cerne do problema, no entanto, est&aacute; na elevada porcentagem de pessoas do sexo masculino que praticam a homossexualidade sem serem portadores de nenhuma anormalidade f&iacute;sica que os induza a manifestar tal conduta. Norman L. Geisler, no seu tratado sobre &eacute;tica afirma que a homossexualidade &eacute; um mal &ldquo;porque coloca a &uacute;nica rela&ccedil;&atilde;o marido e mulher entre dois que n&atilde;o podem ser marido e mulher&rdquo;<sup>30<\/sup>. Fazendo refer&ecirc;ncia novamente aos resultados obtidos por Alfred Kinsey, onde 37% dos entrevistados por esse pesquisador admitiram que tiveram ao menos uma experi&ecirc;ncia de homossexualismo, se deduz que a maioria s&atilde;o pessoas que foram levadas a tal pr&aacute;tica, por for&ccedil;as semelhantes &agrave;s que induzem um indiv&iacute;duo &agrave; bebida, ao tabaco, ao uso de drogas, as jogatinas, ou a quaisquer v&iacute;cio humano. Em outras palavras, pelas for&ccedil;as que operam a tenta&ccedil;&atilde;o e o pecado. Esta assevera&ccedil;&atilde;o est&aacute; baseada na considera&ccedil;&atilde;o B&iacute;blica sobre o car&aacute;ter pecaminoso de tais pr&aacute;ticas e que resultam em condena&ccedil;&atilde;o (1 Cor. 6:9,10).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&atilde;o existindo uma causa f&iacute;sica ou ps&iacute;quica aparente que estimule a conduta homossexual entre pessoas do sexo masculino, deve-se considerar que essa pr&aacute;tica &eacute; devida ao cultivo de um h&aacute;bito pernicioso. Muitos jovens se tornam homossexuais inveterados, da mesma forma do que um b&ecirc;bado ou um dependente de drogas; levados unicamente pela atra&ccedil;&atilde;o inconsciente a novas aventuras que no final resulta na forma&ccedil;&atilde;o de um mal h&aacute;bito. A homossexualidade, vista com a lente b&iacute;blica, &eacute; uma pr&aacute;tica pecaminosa e deve ser evitada e tratada como qualquer ato dessa natureza. Em certos casos a recupera&ccedil;&atilde;o pode ser imediata mas, noutros pode criar-se uma esfera de pessimismo. A express&atilde;o B&iacute;blica sugere manter confian&ccedil;a no poder sobrenatural por que outros que sofriam desses males, foram lavados, santificados, justificados, &ldquo;em nome do Senhor Jesus Cristo&rdquo; (1 Cor. 6:11).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O papel do l&iacute;der da igreja, neste como em todos os demais casos em que lhe cabe enfrentar esse tipo de h&aacute;bitos deve ser o de prevenir o mal. O pastor da igreja sabe que sua fun&ccedil;&atilde;o fundamental &eacute; a reden&ccedil;&atilde;o dos que a ele lhe s&atilde;o confiados. Ser&aacute; de bom empenho fazer refer&ecirc;ncia aos males da sociedade moderna protegendo sua comunidade, da contamina&ccedil;&atilde;o do mundo. N&atilde;o deve contar nesse servi&ccedil;o unicamente com suas habilidades e recursos individuais; deve sim requerer de Deus a sabedoria e toda inspira&ccedil;&atilde;o para vencer a contenda.<\/p>\n<h3>Refer&ecirc;ncias<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 Theodore ZELDIN, Uma Hist&oacute;ria Intima da Humanidade, 3. Ed., Rio de Janeiro: Record, 1997,. P. 116.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2 Christoph SCHNEIDER-HARPPRECHT, &ldquo;Homossexualidade na Perspectiva da Teologia Pr&aacute;tica&rdquo;, Estudos Teol&oacute;gicos, v. 39, n. 1, Escola Superior de Teologia da IECLB, S&atilde;o Leopoldo, RS. Brasil. 1999, p. 63. O autor esclarece que a posi&ccedil;&atilde;o de Westphal era a de considerar o &ldquo;homossexualismo&rdquo; como uma doen&ccedil;a causada por motivos sociais e biol&oacute;gicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 Freud considera aberra&ccedil;&otilde;es da rela&ccedil;&atilde;o sexual, o emprego das mucosas bucais, o uso do esfinter anal, o fetichismo, e todo ato que substitui o coito normal. Carmen S. de OLIVEIRA, &ldquo;Homossexualidade no Div&atilde;&rdquo;, Estudos Teol&oacute;gicos, v. 39, n.1., Escola Superior de Teologia da IECLB, S&atilde;o Leopoldo, RS. Brasil. 1999, p. 54<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4 Dennis COON, Introduction to Psychology. Explanation and Aplication. West Publishing Company, California, 1977, p. 494.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5 Nicholas Wright, ed. Understanding Human Behavior, v. 1, Columbia House, New York, 1977. P. 494. O trabalho pioneiro do Dr. Kinsey deu lugar a outras pesquisas relativas ao caso, envolvendo outros especialistas o que resultou na forma&ccedil;&atilde;o do Instituto Kinsey.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6 Folha de S&atilde;o Paulo, Caderno Mais!, C 4, 18 Janeiro, 1998.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7 Citado por C. SCHNEIDER-HARPPRECHT, op. cit. p. 74.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">8 Gottfried BRAKEMEIER, &ldquo;Igreja e Homossexualidade&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">9 Rog&eacute;rio SIM&Otilde;ES, corresponsal em Londres da Folha de S&atilde;o Paulo, Caderno C, p. 8, 9 Abril, 1995.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">10 Salvador Pane BARUJA, &ldquo;Batinas cor-de-rosa&rdquo;, em Isto &eacute;, n. 1459, S&atilde;o Paulo, Brasil. 17 Setembro 1997, p. 110.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">11 Patricia DECIA, &ldquo;Rabinos reformistas aprovam uni&atilde;o civil entre homossexuais&rdquo;, em Folha de S&atilde;o Paulo, caderno Mundo, 30 Mar&ccedil;o 1996, p. 15.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">12 Erhard S. GERSTENBERGER, &ldquo;Sexualidade, homossexualismo e conviv&ecirc;ncia&rdquo;. Estudos Teol&oacute;gicos, v. 39, n. 1. Escola Superior de Teologia da IECLB, S&atilde;o Leopoldo, RS, Brasil, 1999, p. 24.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">13 John BOSWELL, Christianity, Social Tolerance, and Homosexuality, Chicago, 1980. Citado por E. S. GERSTENBERGER, op. cit. p. 25.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">14 N&eacute;lio SCHNEIDER, &ldquo; &lsquo;Homossexualidade&rsquo; no Novo Testamento&rdquo;, Estudos Teol&oacute;gicos, v. 39, n. 1. Escola Superior de Teologia da IECLB, S&atilde;o Leopoldo, RS. Brasil. 1999, p. 33.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">15 C. SCHENEIDER-HARPPRECHT, op. cit. p. 71.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">16 E. GERSTENBERGER, op. cit. p. 26.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">17 Wanda DEIFELT, &ldquo;Os tortuosos caminhos de Deus: Igreja e homossexualidade&rdquo;. Estudos Teol&oacute;gicos, v. 39, n. 1. Escola Superior de Teologia da IECLB, S&atilde;o Leopoldo, RS. Brasil, 1999, p. 43.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">18 Para os defensores do homossexualismo, &ldquo;aquilo que &eacute; considerado &lsquo;natural&rsquo; pela tradi&ccedil;&atilde;o &eacute; o que est&aacute; de acordo com a vontade de Deus&rdquo; . N. SCHNEIDER, op. cit. p. 30.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">19 Wanda DEIFELT, op. cit. p. 45.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">20 Anete ROESE, &ldquo;Deus escolheu as cousas loucas&hellip; para envergonhar as fortes&rdquo;, Trabalho de conclus&atilde;o de curso da EST, S&atilde;o Leopoldo, RS. Brasil, 1997, p. 46. Citado por W. DEIFELT, op. cit. p. 45.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">21 James THOMPSON &amp; M. V. THOMPSON, Gen&eacute;tica M&eacute;dica. Tradu&ccedil;&atilde;o Paulo &ordf; Motta, UFRJ, Livraria Atheneu, Rio de Janeiro, 1976, p. 170.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">22 O hipoganadismo &eacute; uma anormalidade testicular que pode existir desde o nascimento, j&aacute; seja por anomalia gen&eacute;tica ou embriol&oacute;gica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">23 THOMPSON &amp; THOMPSON. Gen&eacute;tica M&eacute;dica. Editorial Guanabara, Koogan, 5&ordf; edi&ccedil;&atilde;o. Rio de Janeiro, 1993, p. 163.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">24 A ginecomastia &eacute; caracterizada pelo desenvolvimento excessivo da gl&acirc;ndula mam&aacute;ria em pessoas do sexo masculino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">25 O Hermafroditismo verdadeiro pode ser: lateral, onde se verifica a presen&ccedil;a do ov&aacute;rio num lado do corpo e test&iacute;culo do outro. Na maioria por&eacute;m, os dois &oacute;rg&atilde;os coexistem numa &uacute;nica estrutura chamada Ovotestis. Bernardo BEIGUELMAN. Gen&eacute;tica M&eacute;dica, v. 1, Citogen&eacute;tica Humana, 2da. ed. Editora EDART, S&atilde;o Paulo, 1977, p. 91.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">26 M. MAXWELL &amp; outros. Medicina Interna, Tomo I, 4a Edici&oacute;n Espa&ntilde;ola. La Prensa M&eacute;dica Mexicana, Ciudad de M&eacute;xico, 1973, p. 614.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">27 Ibid. p. 616.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">28 D. COON, op. cit. p. 495.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">29 N. WRIGHT. Op. cit. p. 33.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">30 R. LAIRD HARRIS &amp; outros. Dicion&aacute;rio Internacional de Teologia do Antigo Testamento, Sociedade Religiosa Edi&ccedil;&otilde;es Vida Nova, S&atilde;o Paulo, 1998, verbete zakar , p. 393.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">31 Anotado por Anibal PONCE. Psicologia de la Adolescendia. Editora Universitaria, UTHEA, M&eacute;xico, 1960, pp. 27,28.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">32 Norman L. GEISLER. Ethics, Alternatives and Issues, Zondervan Publishing House, Grand Rapid, Michigan. 1971, p. 204.<\/p>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conceitos Pr&eacute;vios A Homossexualidade, definindo com simplicidade, &eacute; uma conduta que se manifesta na pr&aacute;tica do relacionamento sexual entre pessoas do mesmo sexo. A palavra &ldquo;Homossexual&rdquo; foi utilizada pela primeira vez em 1869 pelo escritor vienense Benkert, tratando de demonstrar que as pessoas que seguiam essa conduta constitu&iacute;am um terceiro sexo1. 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