{"id":490,"date":"2014-08-05T06:00:47","date_gmt":"2014-08-05T06:00:47","guid":{"rendered":"http:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=490"},"modified":"2014-08-05T00:57:14","modified_gmt":"2014-08-05T00:57:14","slug":"os-criticos-e-a-integridade-dos-profetas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/os-criticos-e-a-integridade-dos-profetas\/","title":{"rendered":"Os cr\u00edticos e a integridade dos profetas"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><p style=\"text-align: justify;\">Os registros da Hist&oacute;ria Sagrada revelam que, em muitas ocasi&otilde;es e circunst&acirc;ncias, a integridade dos profetas foi posta &agrave; prova e investigada por in&uacute;meras pessoas imbu&iacute;das do prop&oacute;sito de criticar, censurar e condenar o exerc&iacute;cio desse of&iacute;cio sagrado. Dentre os muitos exemplos de profetas b&iacute;blicos que foram alvo de cr&iacute;ticas, destacamos os seguintes:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">JESUS &mdash; &ldquo;Responderam-Lhe os judeus: N&atilde;o &eacute; por obra boa que Te apedrejamos, e sim por causa da blasf&ecirc;mia, pois, sendo Tu homem, Te fazes Deus a Ti mesmo&rdquo; (Jo 10:33).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam mat&aacute;-Lo, porque n&atilde;o somente violava o s&aacute;bado, mas tamb&eacute;m dizia que Deus era Seu pr&oacute;prio Pai, fazendo-Se igual a Deus&rdquo; (Jo 5:18).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Muitos deles diziam: Ele tem dem&ocirc;nio e enlouqueceu; por que O ouvis?&rdquo; (Jo 10:20).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Ent&atilde;o, os judeus se maravilhavam e diziam: Como sabe este letras, sem ter estudado?&rdquo; (Jo 7:15).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mois&eacute;s &mdash; &ldquo;E se ajuntaram contra Mois&eacute;s e contra Ar&atilde;o e lhes disseram: Basta! Pois que toda a congrega&ccedil;&atilde;o &eacute; santa, cada um deles &eacute; santo, e o Senhor est&aacute; no meio deles; por que, pois, vos exaltais sobre a congrega&ccedil;&atilde;o do Senhor?&rdquo; (Nm 16:3).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sou um homem mudado. Nunca mais serei o mesmo. &ndash; Vincent Ramik<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jeremias &ndash; &ldquo;Ent&atilde;o, falou Azarias, filho de Hosa&iacute;as, e Joana, filho de Care&aacute;, e todos os homens soberbos, dizendo a Jeremias: &Eacute; mentira isso que dizes; o Senhor, nosso Deus, n&atilde;o te enviou a dizer: N&atilde;o entreis no Egito, para morar. Baruque, filho de Nerias, &eacute; que te incita contra n&oacute;s, para nos entregar nas m&atilde;os dos caldeus, afim de nos matarem ou nos exilarem na Babil&ocirc;nia&rdquo; (Jr 43:2, 3).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paulo &mdash; &ldquo;Dizendo ele estas coisas em sua defesa, Festo o interrompeu em alta voz: Est&aacute;s louco, Paulo! As muitas letras te fazem delirar!&rdquo; (At 26:24).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Por&eacute;m, n&atilde;o os encontrando, arrastaram Jasom e alguns irm&atilde;os perante as autoridades, clamando: Estes que t&ecirc;m transtornado o mundo chegaram tamb&eacute;m aqui&rdquo; (At 17:6).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Estais vendo e ouvindo que n&atilde;o s&oacute; em &Eacute;feso, mas em quase toda a &Aacute;sia, este Paulo tem persuadido e desencaminha do muita gente, afirmando n&atilde;o serem deuses os que s&atilde;o feitos por m&atilde;os humanas. N&atilde;o somente h&aacute; o perigo de a nossa profiss&atilde;o cair em descr&eacute;dito, como tamb&eacute;m o de o pr&oacute;prio templo da grande deusa, Diana, ser estimado em nada, e ser mesmo destru&iacute;da a majestade daquela que toda a &Aacute;sia e o mundo adoram&rdquo; (At 19:26, 27).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos os exemplos citados acima revelam, de modo convincente que, nas mais variadas &eacute;pocas, os profetas b&iacute;blicos (can&oacute;nicos) tiveram que aprender a conviver com as adversidades do esp&iacute;rito cr&iacute;tico. Sua integridade foi constantemente provada em diferentes circunst&acirc;ncias e experi&ecirc;ncias. E quanto aos profetas modernos? Ellen G. White, por exemplo? Foi ela alvo de cr&iacute;ticas por parte de seus advers&aacute;rios? Foi sua integridade pessoal, bem como a integridade de seus escritos, provada durante os setenta anos de seu of&iacute;cio prof&eacute;tico?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atualmente, alguns cr&iacute;ticos dentro e fora da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia (IASD) escrevem livros, artigos e mat&eacute;rias na internet com o prop&oacute;sito de questionar o minist&eacute;rio prof&eacute;tico de Ellen G. White. De acordo com o Dr. Jemison1, as cr&iacute;ticas mais comuns dizem respeito &agrave;s seguintes quest&otilde;es: (a) desordem nervosa; (b) falsos ensinos; (c) pl&aacute;gio; (d) profecias n&atilde;o cumpridas e (e) aspectos da vida pessoal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Raz&otilde;es para cr&iacute;ticas &ndash; Quando analisamos mais detidamente o assunto, verificamos que as mesmas cr&iacute;ticas dirigidas aos profetas b&iacute;blicos foram direcionadas a Ellen G. White, o que revela um paralelismo entre ambas as realidades, em circunst&acirc;ncias e &eacute;pocas completamente diferentes. Muitas cr&iacute;ticas dirigidas a ela se manifestam numa cad&ecirc;ncia c&iacute;clica. As acusa&ccedil;&otilde;es levantadas, hoje, n&atilde;o s&atilde;o novas. De fato, tiveram in&iacute;cio no come&ccedil;o do minist&eacute;rio dela e continuaram ao longo de sua vida. E muitas delas persistem mesmo ap&oacute;s sua morte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando uma nova gera&ccedil;&atilde;o entra em cena, os cr&iacute;ticos suscitam temas antigos &ndash; algumas vezes com novas roupagens. Essas gera&ccedil;&otilde;es, inconscientes de que se trata de &ldquo;temas antigos&rdquo; e de que j&aacute; foram completamente respondidos no passado, muitas vezes se assustam e se julgam enganados. Alguns v&atilde;o mais longe: ao negar sua cren&ccedil;a em Ellen White como profetisa genu&iacute;na, acabam por abandonar a igreja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o Dr. Herbert E. Douglass2, h&aacute; pelo menos sete motivos tidos como principais agentes causadores das cr&iacute;ticas e acusa&ccedil;&otilde;es &agrave; vida e obra de Ellen G. White: 1) os que rejeitam qualquer pessoa que afirme ser um profeta moderno, inclusive Ellen G. White; 2) os que deixam de utilizar as regras de interpreta&ccedil;&atilde;o b&aacute;sicas e comumente aceitas; 3) os que confiam em rumores e boatos sem nenhuma evid&ecirc;ncia documental para suas alega&ccedil;&otilde;es; 4) os que veem mudan&ccedil;as editoriais nos escritos de um profeta e as chamam de &ldquo;supress&otilde;es&rdquo;; 5) os que ficam perturbados com a aparente depend&ecirc;ncia liter&aacute;ria; 6) os que carregam consigo pressuposi&ccedil;&otilde;es pessoais sobre a maneira de um profeta atuar [acreditam, por exemplo, que os profetas &ldquo;devem ter conhecimento completo&rdquo; desde o in&iacute;cio de seu minist&eacute;rio; suas predi&ccedil;&otilde;es devem ser inalter&aacute;veis; seus escritos precisam estar isentos de erros, discrep&acirc;ncias e equ&iacute;vocos, e jamais incluir fontes n&atilde;o inspiradas; para eles, os profetas nunca expressam opini&otilde;es meramente pessoais em seus escritos]; 7) os que aceitam Ellen White como escritora devocional inspirada, mas rejeitam seu minist&eacute;rio teol&oacute;gico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os mais acirrados cr&iacute;ticos de Ellen G. White se apegam normalmente a um ou dois itens dessa lista. Na vis&atilde;o do Dr. Coon3, &ldquo;de todos os assuntos considerados problemas&rdquo;, talvez dois deles tenham causado mais impacto para destruir a confian&ccedil;a na credibilidade de Ellen G. White como profetisa do Senhor: 1) questionamento de afirma&ccedil;&otilde;es de natureza cient&iacute;fica, que motivaram sarcasmo e d&uacute;vidas por parecerem contr&aacute;rias &agrave; forma em que a ci&ecirc;ncia v&ecirc; esses assuntos hoje e 2) alega&ccedil;&atilde;o de &ldquo;pl&aacute;gio&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, pode-se notar que grande parte das cr&iacute;ticas direcionadas a Ellen G. White tem sua raiz ligada &agrave; quest&atilde;o da depend&ecirc;ncia liter&aacute;ria, ou seja, pl&aacute;gio. De acordo com o dicion&aacute;rio4, a palavrapl&aacute;gio indica uma &ldquo;c&oacute;pia fraudulenta do trabalho de outrem que um autor apresenta como sua&ldquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse ponto, &eacute; de vital import&acirc;ncia diferenciar tecnicamente dois termos: pl&aacute;gio e empr&eacute;stimo liter&aacute;rio. &Eacute; necess&aacute;rio fazer distin&ccedil;&atilde;o entre pl&aacute;gio (que Ellen G. White n&atilde;o cometeu) e &ldquo;empr&eacute;stimos liter&aacute;rios&rdquo; (pr&aacute;tica adotada por ela e usada repetidamente pelos escritores da B&iacute;blia). A seguir, apresentamos uma breve distin&ccedil;&atilde;o entre esses termos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pl&aacute;gio &ndash; Na concep&ccedil;&atilde;o do Dr. Roger Coon5, h&aacute; pl&aacute;gio quando um escritor toma propositalmente o material liter&aacute;rio de outro escritor e o transforma para seu pr&oacute;prio uso (tipo de &ldquo;apropria&ccedil;&atilde;o&rdquo; liter&aacute;ria). Tal atitude visa a persuadir o leitor de que ele &ndash; o &ldquo;copiador&rdquo; &ndash; &eacute; na verdade o criador original dessas palavras e ideias. Em suma, pl&aacute;gio &eacute; uma literatura mascarada no que diz respeito &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o do verdadeiro autor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Empr&eacute;stimo liter&aacute;rio &ndash; &Eacute; caracterizado o empr&eacute;stimo liter&aacute;rio quando um escritor utiliza e emprega as ideias (&agrave;s vezes, at&eacute; a fraseologia) de outro escritor para refor&ccedil;ar determinado aspecto, a fim de salientar uma ideia em seu texto. Sendo assim, de acordo com as leis liter&aacute;rias, a pr&aacute;tica do empr&eacute;stimo liter&aacute;rio n&atilde;o constitui pl&aacute;gio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitos insinuam que grandes por&ccedil;&otilde;es dos escritos de Ellen G. White s&atilde;o produto da mente e literatura de outras pessoas. Partindo dessa premissa, perguntamos: Tal acusa&ccedil;&atilde;o tem fundamento? A seguir, apresentaremos alguns argumentos que refutam essas insinua&ccedil;&otilde;es. Em 1981, a Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia se posicionou favoravelmente a uma an&aacute;lise t&eacute;cnica, ap&oacute;s sucessivas acusa&ccedil;&otilde;es quanto &agrave; pr&aacute;tica de pl&aacute;gio nos escritos de Ellen G. White.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent&atilde;o, a Associa&ccedil;&atilde;o Geral contratou os servi&ccedil;os de um advogado especialista em leis de direitos autorais, Dr. Vincent Ramik, a fim de saber se Ellen G. White era ou n&atilde;o culpada de tais den&uacute;ncias. Primeiramente, Ramik foi informado de todas as acusa&ccedil;&otilde;es contra Ellen G. White e foram-lhe passados todos os documentos de defesa preparados pela Igreja, bem como os livros de Ellen G. White que eram objeto de acusa&ccedil;&otilde;es de pl&aacute;gio. Em sua primeira leitura, Ramik ficou inicialmente inclinado em favor da posi&ccedil;&atilde;o dos cr&iacute;ticos. Mas, depois de investir cerca de trezentas horas no estudo de mais de mil casos de lei liter&aacute;ria norteamericana (1790-1915), Coon descreveu o processo de an&aacute;lise do Dr. Ramik6 da seguinte maneira: (a) Ele tamb&eacute;m dedicou tempo consider&aacute;vel &agrave; leitura dos livros de Ellen White, especialmente O Grande Conflito; (b) apesar de Ramik ser um cat&oacute;lico romano por persuas&atilde;o religiosa, n&atilde;o se sentiu ofendido nem afrontado pelas refer&ecirc;ncias no Grande Conflito em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; institui&ccedil;&atilde;o do papado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Dr. Ramik obteve os resultados de suas an&aacute;lises ap&oacute;s algumas semanas de intenso trabalho e estudo. Ent&atilde;o, ele preparou um documento com cerca de 50 p&aacute;ginas. Eis uma s&iacute;ntese de suas conclus&otilde;es:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">a) Ellen White n&atilde;o pode ser acusada de plagiadora; &ldquo;tal afirma&ccedil;&atilde;o n&atilde;o procede&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">b) Creio que os cr&iacute;ticos perderam uma grande oportunidade de focalizar sua aten&ccedil;&atilde;o nas mensagens de Ellen G. White, em vez de focar apenas nos seus escritos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">c) Ellen White usou escritos de outros autores, mas a maneira em que ela os utilizou foi &uacute;nica e pessoal, de forma &eacute;tica e legal. Portanto, ela est&aacute; dentro dos padr&otilde;es legais &ldquo;do uso correto&rdquo; de materiais de outros autores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">d) Ellen White [usou]&hellip; palavras, frases, senten&ccedil;as, par&aacute;grafos, sim, e mesmo p&aacute;ginas dos escritos de outros autores. Por&eacute;m, ela permaneceu dentro dos par&acirc;metros legais e em todo o tempo ela criava algo que era substancialmente maior (e ainda mais belo) do que a soma das partes dos conte&uacute;dos de seu empr&eacute;stimo liter&aacute;rio. E penso que a trag&eacute;dia maior &eacute; que os cr&iacute;ticos deixaram de ver esse detalhe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">e) No fim do processo, o advogado deu seu testemunho pessoal sem que tenha sido solicitado a faz&ecirc;-lo: &ldquo;Sou um homem mudado. Nunca mais serei o mesmo.&rdquo; &ndash; Vincent Ramik*.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al&eacute;m do estudo conduzido por Ramik, destacamos a pesquisa feita pelo Patrim&ocirc;nio Liter&aacute;rio Ellen G. White, que se tornou conhecida como &ldquo;Projeto Surpresa&ldquo;7. No mesmo ano de 1981, Tim Poirier, arquivista do Patrim&ocirc;nio White, recebeu uma cole&ccedil;&atilde;o completa de todos os escritos de Ellen White publicados em ingl&ecirc;s. Ao receb&ecirc;-los, foi-lhe solicitado que: (a) Tomasse nota, nas margens, de todas as refer&ecirc;ncias aos conte&uacute;dos de autores citados por Ellen White, trechos evidentes ou par&aacute;frases; e (b) reunisse todas as descobertas dos cr&iacute;ticos de Ellen G. White (pl&aacute;gio), para ser avaliadas. O objetivo dessa tarefa era descobrir paralelos liter&aacute;rios entre os escritos dela e os de outros autores. O &ldquo;Projeto Surpresa&rdquo;, conclu&iacute;do em cinco anos, foi designado dessa maneira porque n&atilde;o importava o quanto fosse encontrado. Se Ellen White tivesse tomado emprestado, muito ou pouco, isso, sem sombra de d&uacute;vidas, seria uma &ldquo;surpresa&rdquo; para alguns da igreja. Em 1986, Poirier apresentou o relat&oacute;rio de sua pesquisa, cuja s&iacute;ntese revelou o seguinte:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A maior porcentagem de empr&eacute;stimos liter&aacute;rios foi encontrada no livro O Grande Conflito &ndash; 20,16%.<br>\nNo livro Sketches From de Life of Paul (Relatos da Vida de Paulo) &ndash; 12,23%.<br>\nNo restante dos livros inclu&iacute;dos nesse estudo, foram encontrados 2% ou menos, do total de empr&eacute;stimos liter&aacute;rios. (Ver box abaixo.)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Poss&iacute;veis raz&otilde;es para o uso de &ldquo;empr&eacute;stimo liter&aacute;rio&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Para ajud&aacute;-la a expressar melhor as ideias e verdades reveladas em vis&otilde;es &ndash; (a) Educa&ccedil;&atilde;o formal limitada [conforme declara&ccedil;&otilde;es do filho William C. White]; (b) Quantidade limitada de tempo dispon&iacute;vel para escrever a vis&atilde;o total de seu minist&eacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Suplementar detalhes n&atilde;o dados a ela em vis&atilde;o &ndash; (a) Ela se o brigava a fazer pesquisas ap&oacute;s as vis&otilde;es para a primorar o texto. Ex.: Detalhes hist&oacute;ricos, geogr&aacute;ficos, cronol&oacute;gicos, etc. (b) Ela usou materiais hist&oacute;ricos para ilustrar e n&atilde;o para provar (inten&ccedil;&atilde;o).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Embelezar os elementos liter&aacute;rios com bonitas p&eacute;rolas de pensamento &ndash; (a) Raz&otilde;es est&eacute;ticas: beleza pelo seu pr&oacute;prio objetivo; (b) Raz&otilde;es de respeito: para honrar a Deus; (c) Raz&otilde;es psicol&oacute;gicas: como dispositivo pedag&oacute;gico para impressionar a mem&oacute;ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. Explicar as posi&ccedil;&otilde;es doutrin&aacute;rias da IASD para nosso povo &ndash; (a) Relatos da situa&ccedil;&atilde;o das Confer&ecirc;ncias Sab&aacute;ticas de 1848-50 foram entendidos em consenso, (b) Todos contribu&iacute;ram e se sentiram livres para us&aacute;-los posteriormente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5. Poss&iacute;vel exerc&iacute;cio do subconsciente de eventual mem&oacute;ria fotogr&aacute;fica de Ellen White &ndash; (a) Durante a semana, ela lia artigos de v&aacute;rios autores; (b) No s&aacute;bado, falando de modo improvisado, sem anota&ccedil;&otilde;es, ela refletia algumas das verdades expressas por outros autores n&atilde;o inspirados<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As conclus&otilde;es de Poirier lan&ccedil;aram por terra as declara&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas de um dos maiores cr&iacute;ticos de Ellen G. White quanto &agrave; quest&atilde;o de pl&aacute;gio, Dr. Walter Rea, autor do livro The White Lie. Nessa obra, ele afirma que ela havia usado cerca de 80 a 90% de empr&eacute;stimos liter&aacute;rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conclus&atilde;o &ndash; Na vis&atilde;o do Dr. Pfandl9, &ldquo;Ellen White lia muito. Al&eacute;m disso, tinha mem&oacute;ria retentiva [fotogr&aacute;fica], o que significa que frequentemente ela usava conte&uacute;dos de materiais que tinha lido sem se reportar a sua biblioteca para encontrar a fonte exata de onde ela havia retirado tal empr&eacute;stimo liter&aacute;rio&rdquo;. Ainda assim, Deus lhe revelara &ldquo;que ao ler os livros e peri&oacute;dicos religiosos, ela encontraria gemas preciosas de verdades expressas numa linguagem aceit&aacute;vel e que ela receberia aux&iacute;lio celestial para reconhec&ecirc;-los e separ&aacute;-los dos res&iacute;duos de erros que por vezes pudesse encontrar&rdquo;.10<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao enfatizar a import&acirc;ncia do uso de ideias de outros pensadores no livro O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es,11 ela afirmou: &ldquo;O mundo tem tido seus grandes ensinadores, homens de c&eacute;rebro gigantesco e dotados de admir&aacute;vel capacidade de investiga&ccedil;&atilde;o; homens cujas declara&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m estimulado o pensamento e aberto &agrave; vis&atilde;o vastos campos de conhecimento; e esses homens t&ecirc;m sido honrados como guias e benfeitores de sua ra&ccedil;a. Algu&eacute;m existe, por&eacute;m, que os supera a todos. A todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus. &ldquo;Ningu&eacute;m jamais viu a Deus; o Deus unig&eacute;nito, que est&aacute; no seio do Pai, &eacute; quem O revelou&rdquo; (Jo 1:12 e 18). Podemos seguir os passos dos grandes homens do mundo at&eacute; onde se estende o registro da hist&oacute;ria humana; a Luz, por&eacute;m, existia antes deles. Como a Lua e as estrelas de nosso sistema solar brilham pelo reflexo da luz do Sol, assim, no que h&aacute; de verdadeiro em seus ensinos, refletem os grandes pensadores do mundo os raios do Sol da Justi&ccedil;a. Toda j&oacute;ia de pensamento, todo lampejo de intelecto, prov&eacute;m da luz do mundo.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em vez de tentar esconder as fontes liter&aacute;rias de onde efetuava seus empr&eacute;stimos, Ellen G. White muitas vezes recomendava que as pessoas lessem os livros que ela utilizava para compor o conte&uacute;do de seus escritos. Dessa forma, podemos inferir que sua obra como autora estava em comum acordo com os costumes de sua &eacute;poca. Como vimos, ela n&atilde;o quebrou nenhuma das regras de direitos autorais e sua conduta como autora foi moralmente correta e &eacute;tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Podemos afirmar que, durante os setenta anos de of&iacute;cio prof&eacute;tico, Ellen G. White jamais teve a inten&ccedil;&atilde;o de enganar ningu&eacute;m ao fazer empr&eacute;timos liter&aacute;rios. Isso n&atilde;o afeta sua integridade nem p&otilde;e em descr&eacute;dito a genu&iacute;na inspira&ccedil;&atilde;o que a capacitou a ser considerada a Mensageira do Senhor. Podemos ressaltar que seu prop&oacute;sito foi sempre comunicar a Verdade a fim de exaltar e glorificar a Deus e conduzir leitores aos p&eacute;s de Jesus Cristo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 Jemison, T. H. A prophet among you. Mountain View, CA: Pacific Press Publishing Association, 1955, p. 413.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2 Douglass, H. E. Mensageira do Senhor. Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, p. 468.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 Coon, R. Ellen G. White e &ldquo;empr&eacute;stimos liter&aacute;rios&rdquo;: A quest&atilde;o do pl&aacute;gio. Apostila do Curso de Mestrado em Teologia do SALT\/SUL para a disciplina de Escritos de Ellen G. White. [Org] Renato Stencel: Engenheiro Coelho, SP, p. 116.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4 Priberam, Dicion&aacute;rio da L&iacute;ngua Portuguesa on-line: http:\/www.priberam.pt\/dlpo\/definir_resultados.aspx.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5 Coon, p. 116,117.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6 Ibid, p. 122.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7 Ibid, p. 122.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">8 Ibid, p. 123.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">9 Pfandl, G. The gift of prophecy &ndash; The role of Ellen White in God&rsquo;s remnant church, Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2008, p. 86.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">10 White, E. G. Brief statement regarding the writings of Ellen G. White, reedi&ccedil;&atilde;o (St. Helena, Calif.: Elmshaven Office of the Ellen G. White Estate, 1935). Citado por Pfandl, G. The gift of prophecy -The role of EIIen White in God&rsquo;s remnant church, Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2008, p. 86.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">11 White, E. G. O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es, Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, p. 464, 465.<\/p>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os registros da Hist&oacute;ria Sagrada revelam que, em muitas ocasi&otilde;es e circunst&acirc;ncias, a integridade dos profetas foi posta &agrave; prova e investigada por in&uacute;meras pessoas imbu&iacute;das do prop&oacute;sito de criticar, censurar e condenar o exerc&iacute;cio desse of&iacute;cio sagrado. 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