{"id":496,"date":"2014-08-07T06:00:18","date_gmt":"2014-08-07T06:00:18","guid":{"rendered":"http:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=496"},"modified":"2014-08-07T00:24:21","modified_gmt":"2014-08-07T00:24:21","slug":"a-ira-de-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/a-ira-de-deus\/","title":{"rendered":"A Ira de Deus"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><p style=\"text-align: justify;\">Voc&ecirc; se recorda da &uacute;ltima vez em que voc&ecirc; pregou sobre a Ira de Deus?<br>\nProvavelmente n&atilde;o. Entretanto, provavelmente voc&ecirc; se lembrar&aacute; da &uacute;ltima vez em que&nbsp;voc&ecirc; pregou sobre o amor de Deus. Mas como &eacute; isso? &Eacute; a ira de Deus incompat&iacute;vel com&nbsp;a doutrina crist&atilde; do amor de Deus? &Eacute; essa ideia in&uacute;til na teologia moderna, como disse&nbsp;Helmer Ringgren?1&nbsp;&Eacute; &ldquo;a no&ccedil;&atilde;o do sentimento da ira de Deus&rdquo; sem qualquer &ldquo; valor&nbsp;religioso para os crist&atilde;os?&rdquo;2 N&atilde;o &eacute; a ideia de um Deus irado e nervoso uma concep&ccedil;&atilde;o&nbsp;pr&eacute;-crist&atilde;, ou mesmo pag&atilde;, e que n&atilde;o se encaixa com a vis&atilde;o que Jesus Cristo mesmo&nbsp;nos deu a respeito de Deus? &Eacute; a ira de Deus representativa da forma de pensar no&nbsp;Antigo Testamento? N&atilde;o &eacute; ela de nenhuma relev&acirc;ncia para os crist&atilde;os devendo,&nbsp;portanto, ser evitada em nossas prega&ccedil;&otilde;es, ensinos, e evangelismo?3 Devemos&nbsp;abandonar o conceito da ira em favor dos conceitos da gra&ccedil;a e do amor de Deus? Est&atilde;o&nbsp;a ira e o amor de Deus em contradi&ccedil;&atilde;o incapaz de ser harmonizada?<br>\nDe fato, o que a B&iacute;blia ensina sobre a ira de Deus?<br>\nO Antigo Testamento freq&uuml;entemente fala da ira de Deus. De acordo com J.&nbsp;Fichtner, das 455 refer&ecirc;ncias no Antigo Testamento para &ldquo;ira&rdquo; como substantivo, 375&nbsp;falam da ira de Deus, e as restantes falam da ira dos seres humanos.4 O Novo<br>\nTestamento nem descontinua nem abandona o conceito da ira Divina.5 A ira de Deus&nbsp;permanece um elemento fundamental na proclama&ccedil;&atilde;o das boas novas sobre Deus no&nbsp;Novo Testamento, seja com Jo&atilde;o Batista (Mateus 3:7), ou pelo pr&oacute;prio Senhor,&nbsp;6&nbsp;ou por&nbsp;Paulo (Romanos 1:18; 5:8-11), ou como parte das cenas do apocalipse (Apocalipse&nbsp;6:16-17).7<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Antropomorfismo?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por que, ent&atilde;o, existe essa rejei&ccedil;&atilde;o da doutrina da ira de Deus? Duas raz&otilde;es poss&iacute;veis devem ser consideradas. Primeira, a sugest&atilde;o de que a frase reflete uma figura de linguagem antropom&oacute;rfica que atribui caracter&iacute;sticas humanas a Deus. &Eacute; afirmado que tal atribui&ccedil;&atilde;o reduz a Deus ao n&iacute;vel finito e pecaminoso segundo a compreens&atilde;o humana e, portanto, desonra a Ele por tentar adapt&aacute;-lo para caber dentro dos conceitos humanos. Conquanto essa linha de argumenta&ccedil;&atilde;o tenha se tornado proeminente no decorrer, e depois, do iluminismo, ela representa um argumento antigo.8 Desde tempos muito antigos era dito que Deus n&atilde;o experimentava sensa&ccedil;&otilde;es\/sentimentos. A dignidade de Deus exigia a abstin&ecirc;ncia de emo&ccedil;&otilde;es. A ira n&atilde;o era apenas uma emo&ccedil;&atilde;o, mas um de fraqueza. Considerem, por exemplo, o deus da filosofia grega. Ele &eacute; o Nous, a mente; a ess&ecirc;ncia de seu ser &eacute; o pensamento.9<br>\nEle est&aacute; acima e al&eacute;m da alegria e da .10 Arist&oacute;teles identifica tal divindade como a primeira causa, aquele que era capaz de mover todas as coisas, mas que ele mesmo ficava parado. Sua &uacute;nica atividade era pensar.11 Ele n&atilde;o tinha empatia\/simpatia.12 Essas ideias gregas influenciaram os pais igreja primitiva e tiveram um impacto duradouro sobre a teologia crist&atilde;.13<br>\nEm contraste com essa vis&atilde;o, o Deus da B&iacute;blia &eacute; um ser repleto de sentimentos. Ele se importa com seu povo. Ele est&aacute; envolvido na hist&oacute;ria humana e &eacute; &ldquo;afetado&rdquo; pelas a&ccedil;&otilde;es humanas. Paulo Althaus apontou que a ira de Deus n&atilde;o &eacute; mais antropom&oacute;rfica do que o amor de Deus!14 Se algu&eacute;m rejeita a ira de Deus deve rejeitar tamb&eacute;m o amor de Deus, pois a nega&ccedil;&atilde;o de um desses pontos, de fato, destr&oacute;i o car&aacute;ter pessoal de Deus. O Antigo Testamento &ndash; que fala tanto do &ldquo;mist&eacute;rio,&rdquo; da dist&acirc;ncia, e da impossibilidade de&nbsp;se &ldquo;chegar&rdquo; a Deus &ndash; fala tamb&eacute;m de seu Ser e de suas a&ccedil;&otilde;es em termos tang&iacute;veis\/palp&aacute;veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ontologia b&iacute;blica n&atilde;o separa o ser do fazer. O que &eacute; se manifesta em a&ccedil;&otilde;es. O Deus da B&iacute;blia &eacute; um Deus Poderoso, ativo em seu amor por salvar pecadores, e ativo em sua ira em oposi&ccedil;&atilde;o a qualquer coisa que ameace seu dom&iacute;nio e seus prop&oacute;sitos de salva&ccedil;&atilde;o. Privar a Deus de sua forma volitiva, ativa, e viva de Ser, como a B&iacute;blia afirma em cada uma de suas p&aacute;ginas, &eacute; destruir sua personalidade. E da mesma forma como o amor de Deus &eacute; maior do que o nosso amor imperfeito, assim tamb&eacute;m sua ira est&aacute; livre de quaisquer imperfei&ccedil;&otilde;es pecaminosas que acompanham a ira humana, e assim por diante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al&eacute;m disso, a ideia da ira Divina demonstra que a humanidade &eacute; relevante para Deus. Deus. Deus est&aacute; interessado na humanidade, uma vez que Ele comanda e pro&iacute;be, admoesta e ordena, busca e rejeita. Ele &eacute; um Deus irado e &ldquo;zeloso, que visita a<br>\niniq&uuml;idade dos pais nos filhos at&eacute; a terceira ou quarta gera&ccedil;&atilde;o dos que me odeiam, mas mostro miseric&oacute;rdia &agrave; milhares de gera&ccedil;&otilde;es quando me amam e guardam os meus mandamentos (&Ecirc;xodo 20:5-6). Uma vez que a humanidade foi criada &agrave; imagem de, certamente h&aacute; uma antropologia teom&oacute;rfica. Portanto &eacute; prefer&iacute;vel descrever a ira de Deus em termos teom&oacute;rficos ao inv&eacute;s de antropom&oacute;rficos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Um conceito somente Veterotestament&aacute;rio?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda raz&atilde;o da neglig&ecirc;ncia do conceito da ira de Deus nas prega&ccedil;&otilde;es crist&atilde;s &eacute; a ideia de que isso &eacute; um conceito presente somente no Antigo Testamento. Contudo a evid&ecirc;ncia textual do Novo Testamento se coloca fortemente contra tal vis&atilde;o. Jesus,15&nbsp;Jo&atilde;o Batista,16 Paulo,17 e Jo&atilde;o em seu evangelho,18 e no apocalipse19&nbsp;pregaram um evangelho que inclui a proclama&ccedil;&atilde;o da ira de Deus. Em nenhum lugar o Novo Testamento substitui a ira de Deus com seu amor;20 Pelo contr&aacute;rio, ele v&ecirc; a ira de Deus como uma caracter&iacute;stica essencial e indispens&aacute;vel Sua. Ele apresenta a Deus n&atilde;o apenas como um Senhor que salva, mas tamb&eacute;m como um juiz que traz consigo a julgamento da sua ira. As boas do evangelho n&atilde;o s&atilde;o de que a ira de Deus n&atilde;o exista, mas de que a &eacute; salva da ira atrav&eacute;s da f&eacute; em Jesus Cristo. &ldquo;Mas Deus prova o seu pr&oacute;prio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por n&oacute;s, sendo n&oacute;s ainda pecadores.&nbsp;Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da.&rdquo; (Romanos 5:8-9). E portanto n&oacute;s aguardamos, dos c&eacute;us, &ldquo;o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura.&rdquo; (1 Tessalonicenses 1:10).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Novo Testamento, ent&atilde;o, a ira de Deus nunca &eacute; vista como uma rel&iacute;quia inconsistente que pertencia &agrave; religi&atilde;o do Antigo Testamento. Os fatos b&iacute;blicos n&atilde;o nos permitem compartimentalizar a ira de Deus como pertencendo ao AT, e o amor de Deus como pertencendo ao NT. Ambos os Testamentos falam abundantemente sobre o amor e sobre a ira de Deus.21 De fato, como Tasker conclui, a ideia da ira de Deus &eacute; um dos muitos fatores que apontam para a unidade interna das teologias do Novo e do Antigo Testamento.&nbsp;22<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro ponto significativo sobre a compreens&atilde;o b&iacute;blica da ira de Deus &eacute; encontrado na escolha e usa das palavras. O NT e a Septuaginta (LXX) nunca usam os termos da poesia grega para a implac&aacute;vel ira dos deuses (Menis e Xolos), mas usam orge (ira) e thumos (raiva, ira). Isso parece indicar que os autores b&iacute;blicos n&atilde;o associavam a ira de Deus com uma hostilidade eterna entre o c&eacute;u e a humanidade, isso por que eles conheciam o amor de Deus, que se manifesta na salva&ccedil;&atilde;o da humanidade.23 O mesmo entendimento sobre a ira de Deus pode ser encontrado no Antigo Testamento.24<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Ira n&atilde;o &eacute; &ldquo;raivosa&rdquo; <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">M&aacute;s compreens&otilde;es a respeito da ira de Deus, contudo, t&ecirc;m conduzido a uma falsa representa&ccedil;&atilde;o de Deus. Uma delas &eacute; ler na frase &ldquo;a ira de Deus&rdquo; a ideia de um Deus raivoso, nervoso. O retrato muda dramaticamente: Deus &eacute; visto como severo e cruel, um &nbsp;vil que ama a vingan&ccedil;a e punir a humanidade quando quer que Ele tenha a oportunidade para assim proceder, e o faz muitas vezes de forma arbitr&aacute;ria.25 Tal vis&atilde;o de Deus, contudo, &eacute; uma grave distor&ccedil;&atilde;o de Seu car&aacute;ter e muitas vezes conduz &agrave; uma obedi&ecirc;ncia baseada no medo e desconectada do amor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A B&iacute;blia, &eacute; claro, torna muito n&iacute;tido que a ira de Deus n&atilde;o &eacute; o &uacute;ltimo horizonte a ser contemplado. Deus &eacute; amor (1 Jo&atilde;o 4:16).26 Ele n&atilde;o tem prazer na morto do &iacute;mpio, mas se agrada que ele se converta e viva (Ezequiel 18:23). Deus quer que todos sejam salvos e que cheguem ao conhecimento da verdade salvadora (1 Tim&oacute;teo 2:4-6). A reconcilia&ccedil;&atilde;o tem seu ponto de partida em Deus! E Ele quer que o mundo se reconcilie com Ele (2 Cor&iacute;ntios 5:18-21; Romanos 5:8-11). Ele n&atilde;o deseja a puni&ccedil;&atilde;o vingativa por mesma. De fato, o julgamento &eacute; a &ldquo;obra estranha&rdquo; de Deus (Isa&iacute;as 28:21). Dentro do contexto b&iacute;blico a respeito do julgamento, a ira de deus n&atilde;o &eacute; a express&atilde;o de uma deidade desp&oacute;tica, mas apenas uma rea&ccedil;&atilde;o leg&iacute;tima contra o pecado. A ira de Deus n&atilde;o &eacute; caprichosa, nem arbitr&aacute;ria.27 Ela surge contra o pecado por ser este a rebeli&atilde;o contra a natureza de Deus e seu car&aacute;ter. Mas mesmo em sua ira Deus se lembra de sua miseric&oacute;rdia (Isa&iacute;as 54:7-8); sua ira dura apenas um momento (Salmo 30:5); e por causa seu pr&oacute;prio nome Ele n&atilde;o a executa em sua plenitude (Isa&iacute;as 48:9). Atrav&eacute;s da manifesta&ccedil;&atilde;o de sua ira Deus quer que os homens criem consci&ecirc;ncia e se afastem de seus maus caminhos (Jeremias 36:7; Isa&iacute;as 42:25; 12:1). Portanto, &eacute; errado e tomar a ira de Deus e com ela pintar um quadro de medo na mente das pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tome, por exemplo, o ju&iacute;zo vindouro. Esse &eacute; um assunto s&eacute;rio e que n&atilde;o deve ser passado por alto. Contudo, se a prega&ccedil;&atilde;o a respeito do ju&iacute;zo causar apesar uma sensa&ccedil;&atilde;o de medo, n&oacute;s estaremos apontando n&atilde;o para Aquele que est&aacute; vindo, mas sim para as coisas que est&atilde;o vindo. A &ecirc;nfase &eacute; diferente. Parece-me que nossa tarefa n&atilde;o deveria ser apenas descrever o terr&iacute;vel julgamento que vem de Deus, mas antes disso devemos descrever a necessidade de que as pessoas se voltem para Jesus Cristo que &eacute; tanto nosso como salvador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Implica&ccedil;&otilde;es<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um entendimento b&iacute;blico da ira de Deus conduz a v&aacute;rias conseq&uuml;&ecirc;ncias e implica&ccedil;&otilde;es importantes. Primeiro, como j&aacute; notado, toda prega&ccedil;&atilde;o das boas novas, desde os profetas no Antigo Testamento at&eacute; Jesus e os ap&oacute;stolos no Novo, come&ccedil;a com<br>\na proclama&ccedil;&atilde;o da ira de Deus. Essa abordagem destr&oacute;i toda justi&ccedil;a pr&oacute;pria e todas as ideologias religiosas humanas, e o pecador fica numa posi&ccedil;&atilde;o onde ele encara a realidade de encontrar um Deus vivo e Santo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo, a ira de Deus notifica o fato de que Deus leva o pecado a s&eacute;rio. A ira de Deus revela a natureza detest&aacute;vel do pecado de um lado, e a avers&atilde;o de Deus por ele de outro. O pecado &eacute; incompat&iacute;vel com a santidade de Deus.28 A Santidade (do hebraico Kadosh, separar) distingue a Deus de todas as outras formas de exist&ecirc;ncia &eacute; um fator importante no plano da salva&ccedil;&atilde;o. A ira de Deus nos ensina que Ele est&aacute; pessoal e profundamente envolvido na batalha contra o mal, e que Ele &eacute; capaz de reagir da forma forte poss&iacute;vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Terceiro, uma consci&ecirc;ncia da ira de Deus cria uma nova forma de aprecia&ccedil;&atilde;o pelo amor de Deus. O pecado nos colocou em oposi&ccedil;&atilde;o a Deus. Por natureza n&oacute;s somos objetos de sua Ira (Ef&eacute;sios 2:3). A justi&ccedil;a demanda que n&oacute;s recebamos a nossa puni&ccedil;&atilde;o, a morte. E ainda assim Deus nos amou enquanto ainda &eacute;ramos seus inimigos (Romanos 5:8-10). Ele nos amou de tal maneira que tornou poss&iacute;vel nossa reden&ccedil;&atilde;o pela morte de seu Filho. Seu amor e miseric&oacute;rdia ganham novas profundidades e significados quando sob o pano de fundo daquilo que n&oacute;s merecemos!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quarto, negar a ira de Deus &eacute; paralisar o governo de Deus: uma rendi&ccedil;&atilde;o aos poderes do mal que desejam a destrui&ccedil;&atilde;o da cria&ccedil;&atilde;o do Senhor. Deus seria moralmente justo caso Ele n&atilde;o fosse capaz de reagir contra a presen&ccedil;a\/exist&ecirc;ncia do mal no mundo? Deus seria Santo e amante se Ele n&atilde;o fosse capaz de detestar o pecado e reagir contra ele? Deus seria o redentor caso Ele tivesse algum compromisso com o mal?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quinto, a ira de Deus mostra que Deus avalia a decis&atilde;o individual de um ser humano seriamente. Se eu decidir viver sem Deus, Ele n&atilde;o impede a minha decis&atilde;o, mas me permite encontrar a conseq&uuml;&ecirc;ncia dessa escolha. (Romanos 1:18ss.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finalmente, a ira de Deus mostra que a culpa &eacute; mais do que um mero sentimento subjetivo. O pecado requer expia&ccedil;&atilde;o e entre a ira de Deus e a morte substitutiva de Cristo existe uma &iacute;ntima rela&ccedil;&atilde;o. O Novo Testamento traz isso &agrave; tona em seu uso de diferentes palavras para reconcilia&ccedil;&atilde;o, como Heppenstall aponta: &ldquo;Elas [as palavras para reconcilia&ccedil;&atilde;o] d&atilde;o clara express&atilde;o &agrave; inevit&aacute;vel oposi&ccedil;&atilde;o de Deus contra o pecado, ao fato que existe um problema real para Deus e que demanda resolu&ccedil;&atilde;o, que existe uma Divina do mundo e no universo, e que existe a necessidade de que quando o pecado &eacute; perdoado, ele seja perdoado de tal forma a tornar clara a necessidade de Deus em executar o julgamento contra o pecado.&rdquo;&nbsp;29<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ira de Deus, ent&atilde;o, n&atilde;o &eacute; um embara&ccedil;o a ser evitado em nossa prega&ccedil;&atilde;o. &Eacute; a maneira b&iacute;blica de se proclamar a completa oposi&ccedil;&atilde;o de Deus ao pecado. Ela me diz que Deus leva o pecado seriamente e quer traz&ecirc;-lo a um fim; Cria em mim uma nova aprecia&ccedil;&atilde;o pela cruz; Ajuda-me a entender o minist&eacute;rio mediador de Cristo no c&eacute;u e a natureza do ju&iacute;zo final. Constr&oacute;i a minha confian&ccedil;a em Deus e me d&aacute; gra&ccedil;a e seguran&ccedil;a para esperar a consuma&ccedil;&atilde;o de Seu prop&oacute;sito na Segunda Vinda de Cristo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a title=\"A Ira de Deus\" href=\"https:\/\/adventistbiblicalresearch.org\/sites\/default\/files\/pdf\/A%20Ira%20de%20Deus%5B2%5D.pdf\" target=\"_blank\"><strong>Arquivo em PDF<\/strong><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Referencias&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 &ndash; Helmer Ringgren, &ldquo;Einige Schilderungen des g&ouml;ttlichen Zorns,&rdquo; inTradition und Situation. Schilderungen zur alttestamentlichen Prophetie.Festschrift f&uuml;r Arthur Weiser (G&ouml;ttingen: Vanden-hoeck and Ruprecht, 1963), p. 107.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2 &ndash; Albrecht Ritschl, Die Christliche Lehre von der Rechtfertigung und Vers&ouml;hnung (Bonn: 1882), p. 154; &nbsp;cf. The English translation The Christian Doctrine of Justification and Reconciliation: The Positive Development of the Doctrine, trans. and ed. H.R. Mackintosh and A.B. Macaulay (Clifton, N.Y.: Reference Book Pub., 1966); Nicolas Berdyaev goes even further, saying that &ldquo;anger in every shape and form is foreign to God&rdquo; (Nicolas Berdyaev, Freedom and the Spirit, trans. O.F. Clarke [New York: Scribner&rsquo;s and Sons, 1936], p. 175).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 &ndash; This was the conviction of Friedrich Schleiermacher, who expressed his ideas in a sermon entitled: &ldquo;Dass wir nichts vom Zorne Gottes zu lehren haben,&rdquo; in Hayo Gerdes and Emanuel Hirsch, eds.,Dogmatische Predigten der Reifezeit, Kleine Schriften und Predigten(Berlin: Walter de Gruyter, 1969), pp. 123-135.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4 &ndash;&nbsp;J. Fichtner, &ldquo;The Wrath of God,&rdquo; in G. Friedrich, ed., Theological Dictionary of the New Testament, trans. G.W. Bromiley (Grand Rapids: Eerdmans, 1967), vol. 5, p. 395, note 92. (Hereafter cited as TDNT.)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5 &ndash;&nbsp;For a more in-depth discussion of the concept of the wrath of God in the New Testament, see G. Bornkamnn, Early Christian Experience(New York: Harper and Row, 1969); H. Conzelmann, &ldquo;Zorn Gottes, III. In Judentum und NT,&rdquo; in K. Galling, ed., RGG, 3&nbsp;rd rev. ed. (Tubingen: J.C.B. Mohr, 1962), vol. 6, pp. 1931, 1932; A. Diekmann, &ldquo;Die Christliche Lehre vom Zorne Gottes nebst Kritik der 5&nbsp;betreffenden Lehre A. Ritschl&rsquo;s,&rdquo;Zeitschrift f&uuml;r Wissenschaftliche Theologie 36, No. 2 (1893): 321-377; G.H.C. MacGregor, &ldquo;The concept of the Wrath of God in the New Testament,&rdquo; New Testament Studies 7 (1960\/1961): 101-109; D. G. Schrenk, Unser Glaube and den Zorn Gottes nach dem R&ouml;merbrief(Basel: Verlag von H. Majer, 1947); G. Stahlin, &ldquo;The Wrath of Man and the Wrath of God in the New Testament,&rdquo; TDNT, vol. 5, pp. 419-447; R.V.G. Tasker, The Biblical Doctrine of the Wrath of &nbsp;God (London: Tyndale Press, 1951).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6 &ndash;&nbsp;&ldquo;When we consider carefully the evidence of the Gospels, it is clear that the revelation of the wrath of God in Jesus Christ is in fact to be found as part both of His prophetic and His priestly ministy&rdquo; (Tasker, p. 28).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7 &ndash; Cf. X. Leon-Dufour, W&ouml;rterbuch zur Biblischen Botschaft (Freiburg: Herder, 1964), p. 805; Walter K&uuml;nneth, Fundamente des Glaubens&rsquo;(Wuppertal: Brockhaus Verlag, 1980), p. 71.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">8 &ndash; Cf. the through study by Max Pohlenz, Vom Zorne Gottes. Eine Studie &uuml;ber den Einfluss der Philosophie au das alte Christentum, FRLANT (Gottingen: Vandenhoeck and Ruprecht, 1909), vol. 12, pp. 3-9.<br>\n9 &ndash;&nbsp;Plato, Philebus 22c, 28c; Phaedrus 247d.<br>\n10 &ndash; Plato, Philebus 33b; Republic 2. 377e.<br>\n11 &ndash; Aristotle, Nicomachean Ethics 1178b.<br>\n12 &ndash; For an excellent description on the Greek philosophy of pathos and its implications, see Abraham J. Heschel, The Prophets (New York: Jewish Publication Society of America, 1962), pp. 247-306.<br>\n13 &ndash; Pohlenz, pp. 16-156.<br>\n14 &ndash; Paul Althaus, Die Christliche Wahrheit. Lehrbuch der Dogmatick(Gutersloh: Verlagshaus Gerd Mohn, 1969), p. 397.<br>\n15 &ndash; Even though express reference to Jesus and wrath is rare, &ldquo;wrath is an integral characteristic of the Jesus of the Gospels.&rdquo; (G. Stahlin, &ldquo;The Wrath of Man and the Wrath of God in the New Testament,&rdquo;&nbsp;in TDNT,vol. 5, p. 427. Cf. Mark 3:5; 1:41, 43; Matt.9:30; John 11:33, 38).<br>\n16 &ndash; Cf. Matt. 3:7.<br>\n17 &ndash; Cf. Rom. 1:18; 2:5, 8; 5:9; 12:19; 13:4, 5; Eph. 2:3; 5:6; Col. 3:6; 1 Thess. 1:10; 2:16; 5:9; Heb. 2:2-3; &nbsp;10:26-31.<br>\n18 &ndash; Cf. John 3:36.<br>\n19 &ndash; Cf. Rev. 6:16, 17; 11:18; 14:10, 19; 15:1; 16:1; 19:15.<br>\n20 &ndash; Cf. Conzelmann, p. 1931.<br>\n21 &ndash; &ldquo;In point of fact, however, the Hebrew Scriptures (partly because they make up three fourths of the Bible) contain far more verses on the mercy and lovingkindness of God than the New Testament does&rdquo;&nbsp;(Gleason L. Archer, Encyclopedia of Bible Difficulties [Grand Rapids: Zondervan, 1982], p. 309).<br>\n22 &ndash; Tasker, p. 45.<br>\n23 &ndash; Cf. H. Kleinknecht, &ldquo;Wrath in Classical Antiquity,&rdquo; TDNT, vol. 5, pp. 383-392.<br>\n24 &ndash; &nbsp;Cf. J. Bergmann and E. Johnson, &ldquo;&lsquo;anaph, &lsquo;aph,&rdquo; in G.J. Botterweck and H. Ringgren, eds. Theological Dictionary of the Old Testament(Grand Rapids: Eerdmans, 1974), vol. 1, pp. 348-360.<br>\n25 &ndash; Some, like Democrit, have seen the fear of God as the origin of religion. H.F. Fuhs, &ldquo;jare&rsquo;,&rdquo; in G.J. Botterweck and H. Ringgren, eds.Theologisches W&ouml;rterbuch zum Altgen Testament (Stuttgart: W. Kohlhammer, 1982), vol. 3, p. 876.<br>\n26 &ndash; Interestingly, nowhere in the Bible do we find the expression &ldquo;God is wrath.&rdquo; Does this suggest that God&rsquo;s nature is love and that wrath is provoked only when His saving purpose is jeopardized?<br>\n27 &ndash; Cf. Bergmann and Johnson, pp. 348-360.<br>\n28 &ndash; On the relation of God&rsquo;s wrath and God&rsquo;s holiness, cf. Emil Brunner. The Christian Doctrine of God (Philadelphia: Westminster Press, 1949), pp. 157-174.<br>\n29 &ndash; E. Heppenstall, &ldquo;Subjective and Objective Aspects of the Atonement,&rdquo; in The Sanctuary and the Atonement. Biblical, Historical, and Theological Studies (Washington, D.C.: Review and Herald Pub. Assn., 1981), p. 686.<\/p>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc&ecirc; se recorda da &uacute;ltima vez em que voc&ecirc; pregou sobre a Ira de Deus? Provavelmente n&atilde;o. Entretanto, provavelmente voc&ecirc; se lembrar&aacute; da &uacute;ltima vez em que&nbsp;voc&ecirc; pregou sobre o amor de Deus. 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