{"id":594,"date":"2014-09-05T06:00:02","date_gmt":"2014-09-05T06:00:02","guid":{"rendered":"http:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=594"},"modified":"2014-09-04T21:12:07","modified_gmt":"2014-09-04T21:12:07","slug":"hermeneutica-antitrinitariana-moderna-analise-metodologica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/hermeneutica-antitrinitariana-moderna-analise-metodologica\/","title":{"rendered":"Hermen\u00eautica antitrinitariana moderna: an\u00e1lise metodol\u00f3gica"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #4d4d4d;\">O presente artigo analisa criticamente a hermen&ecirc;utica antitrinitariana adventista moderna. Aten&ccedil;&atilde;o especial &eacute; dada &agrave; maneira como essa hermen&ecirc;utica (1) utiliza o desvio de foco; (2) faz releituras hist&oacute;ricas; (3) sugere uma estagna&ccedil;&atilde;o doutrin&aacute;ria adventista p&oacute;s-1855; (4) acredita em uma inspira&ccedil;&atilde;o est&aacute;tica; (5) reivindica para si infalibilidade interpretativa; (6) incorre em uma seletividade de textos; (7) emprega uma &ecirc;nfase dicot&ocirc;mico-quantitativa; (8) interpreta de uma perspectiva exclusivista-reducionista; (9) encontra supostas ambiguidades nos escritos inspirados; (10) pretende receber endossos prof&eacute;ticos; (11) identifica pretensas adultera&ccedil;&otilde;es do texto b&iacute;blico e dos escritos de Ellen G. White; (12) acredita em uma sacudidura escatol&oacute;gica inversa; e (13) se vale de uma ironia vulgar.<\/span><\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Introdu&ccedil;&atilde;o<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Em meados de 1519 ocorreu em Leipzig, Alemanha, um dos mais famosos debates da hist&oacute;ria do cristianismo.1&nbsp;De um lado estava Johann von Eck, renomado te&oacute;logo cat&oacute;lico alem&atilde;o, e de outro, se encontravam, inicialmente, Andreas von Carlstadt, e depois, Martinho Lutero, defendendo a causa protestante. O debate se estendeu de 27 de junho a 14 de julho, mas Carlstadt e Lutero n&atilde;o conseguiram convencer Eck a mudar de posi&ccedil;&atilde;o, e nem este convencer aqueles. N&atilde;o houve acordo hermen&ecirc;utico, pois Carlstadt e Lutero enfatizavam a autoridade exclusiva da Escritura, e a interpretavam com base no m&eacute;todo gram&aacute;tico-hist&oacute;rico, enquanto Eck se apegava &agrave; tradi&ccedil;&atilde;o da Igreja, e relia a B&iacute;blia com a inconsist&ecirc;ncia t&iacute;pica do m&eacute;todo aleg&oacute;rico de interpreta&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">A experi&ecirc;ncia de Carlstadt e Lutero com Eck nos leva a indagar: N&atilde;o estaria hoje acontecendo algo semelhante nas tentativas adventistas de di&aacute;logo com os antitrinitarianos? N&atilde;o seria &ldquo;malhar em ferro frio&rdquo; tentar convencer, com base no m&eacute;todo gram&aacute;tico-hist&oacute;rico de interpreta&ccedil;&atilde;o, os antitrinitarianos caracterizados por uma inconsist&ecirc;ncia hermen&ecirc;utica semelhante &agrave; de Eck? &Eacute; curioso observar como alguns antitrinitarianos chegam mesmo a negar a necessidade de princ&iacute;pios de interpreta&ccedil;&atilde;o, alegando que, com ora&ccedil;&atilde;o sincera, podemos assegurar que a B&iacute;blia se interpretar&aacute; a si mesma. Outros antitrinitarianos, mais cautelosos, acabam enunciando determinados princ&iacute;pios de interpreta&ccedil;&atilde;o, mas demonstram grande inconsist&ecirc;ncia no uso desses princ&iacute;pios.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Seja como for, uma coisa &eacute; certa: os discursos antitrinitarianos est&atilde;o fundamentados em uma hermen&ecirc;utica peculiar, sem a qual o antitrinitarianismo jamais sobreviveria. Essa hermen&ecirc;utica se assemelha &agrave; das testemunhas de Jeov&aacute; (ou jeovistas), em alguns aspectos, mas dela diverge, em outros.2&nbsp;Enquanto os jeovistas s&atilde;o normalmente homog&ecirc;neos em seus postulados unitarianos (cren&ccedil;a em uma &uacute;nica pessoa divina), os antitrinitarianos adventistas se demonstram heterog&ecirc;neos, e at&eacute; mesmo contradit&oacute;rios, em suas exposi&ccedil;&otilde;es de uma suposta bindade divina (cren&ccedil;a na exist&ecirc;ncia de apenas duas pessoas divinas).<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Os discursos antitrinitarianos se caracterizam por uma superficial ret&oacute;rica interpretativa, destitu&iacute;da de uma an&aacute;lise mais profunda da problem&aacute;tica hermen&ecirc;utica envolvida. Em minhas resenhas cr&iacute;ticas dos livros antitrinitarianos&nbsp;<i>&ldquo;Eu e o Pai Somos Um&rdquo;<\/i>, de Ricardo Nicotra,3e&nbsp;<i>A Divindade<\/i>, organizado por Jairo Carvalho,4j&aacute; mencionei alguns componentes b&aacute;sicos da hermen&ecirc;utica antitrinitariana.5Mas o presente artigo prov&ecirc; uma exposi&ccedil;&atilde;o mais sistem&aacute;tica desses componentes, com o prop&oacute;sito de ajudar o leitor a entender melhor a hermen&ecirc;utica na qual se ap&oacute;iam os postulados antitrinitarianos.<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Desvio de foco<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">O movimento antitrinitariano adventista possui hoje adeptos que foram eliminados do rol de membros da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia por descrerem da Trindade e passarem a fazer proselitismo a favor da&nbsp; id&eacute;ia antitrinitariana. Mas esse n&atilde;o foi o caso da maioria dos principais l&iacute;deres desse movimento no Brasil. Muitos deles j&aacute; haviam deixado a Igreja por outros motivos, em grande parte por n&atilde;o viverem em plena conformidade com os princ&iacute;pios comportamentais ensinados por essa denomina&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o aceitando a disciplina eclesi&aacute;stica &agrave; qual foram submetidos, v&aacute;rios deles passaram, n&atilde;o apenas a alimentar um acentuado ressentimento contra a Igreja e sua lideran&ccedil;a, como tamb&eacute;m a advogar diversos conceitos doutrin&aacute;rios controvertidos. Com o tempo, o antitrinitarianismo se transformou na mais importante &ldquo;justificativa teol&oacute;gica&rdquo; dos dissidentes. Assim, a teoria antitrinitariana passou a ser usada por eles como uma forma de desviar a aten&ccedil;&atilde;o de seus problemas pessoais.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Atribui-se a Blaise Pascal a c&eacute;lebre declara&ccedil;&atilde;o: &ldquo;N&atilde;o &eacute; a incredulidade que gera a desobedi&ecirc;ncia; &eacute; a desobedi&ecirc;ncia que gera a incredulidade.&rdquo; N&atilde;o resta d&uacute;vida que a conduta de muitos antitrinitarianos confirma esse princ&iacute;pio. &Eacute; comum encontrar entre eles pessoas que, depois de passarem por s&eacute;rias crises pessoais ou familiares, buscam no discurso antitrinitariano uma forma de dissimula&ccedil;&atilde;o, autoafirma&ccedil;&atilde;o e transfer&ecirc;ncia de culpa, projetando sobre outros suas frustra&ccedil;&otilde;es particulares (ver Pv 9:8, 9; 19:25). Reflex&otilde;es mais detidas sobre essa problem&aacute;tica aparecem em meus artigos na&nbsp;<i>Revista Adventista<\/i>&nbsp;(Brasil), intitulados &ldquo;Em crise com a mensagem&rdquo; (junho de 1999),6&ldquo;O drama da apostasia&rdquo; (maio de 2003)7e &ldquo;A Igreja e seus cr&iacute;ticos&rdquo; (abril de 2005).8&nbsp;Esses artigos abordam especificamente o perfil dos dissidentes, sem contudo considerar as inconsist&ecirc;ncias hermen&ecirc;uticas que caracterizam as suas releituras hist&oacute;ricas e interpreta&ccedil;&otilde;es b&iacute;blicas e dos escritos de Ellen G. White.<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Releituras hist&oacute;ricas<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Os antitrinitarianos adventistas alegam fundamentar seus postulados apenas na B&iacute;blia e, sempre que conveniente, tamb&eacute;m nos escritos de Ellen G. White. Mas a cunha de entrada para conseguir adeptos para suas id&eacute;ias &eacute; quase sempre o apelo hist&oacute;rico, mostrando alguns documentos em ingl&ecirc;s que, segundo eles, &ldquo;comprovam&rdquo; a apostasia doutrin&aacute;ria da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia. Como muitos membros da igreja desconhecem a hist&oacute;ria das doutrinas adventistas, e nunca viram documentos semelhantes, tudo o que &eacute; mostrado acaba impressionando &agrave;queles que gostam de novidades antag&ocirc;nicas &agrave; lideran&ccedil;a da Igreja (cf. 2Tm 4:2, 3; 2Pe 2:10). Com sua cren&ccedil;a constru&iacute;da sobre uma plataforma cr&iacute;tica semelhante &agrave; dos assim chamados &ldquo;reformistas&rdquo;,9&nbsp;tais dissidentes raramente retornam ao seio da denomina&ccedil;&atilde;o, pois cr&ecirc;em que finalmente conseguiram se libertar da &ldquo;apostasia cat&oacute;lica&rdquo; &agrave; qual estavam submetidos como membros da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">As exposi&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas de Jerry Moon, intituladas &ldquo;Trindade e antitrini-tarianismo na hist&oacute;ria adventista&rdquo;10&nbsp;e &ldquo;O debate adventista sobre a Trindade&rdquo;,11fornecem um embasamento confi&aacute;vel, baseado em fontes prim&aacute;rias, a respeito de como a Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia aceitou a doutrina da Trindade. Desconhecendo todas as evid&ecirc;ncias hist&oacute;ricas encontradas nessas exposi&ccedil;&otilde;es, os antitrinitarianos sugerem diferentes alternativas para a assim chamada &ldquo;apostasia trinitariana&rdquo; da referida igreja. Alguns antitrinitarianos, com os quais tive contato pessoal, afirmam categoricamente que essa &ldquo;apostasia&rdquo; s&oacute; ocorreu em 1980, quando foram votadas, na Confer&ecirc;ncia Geral em Dallas, Texas, as 27 Cren&ccedil;as Fundamentais da denomina&ccedil;&atilde;o.12&nbsp;Outros alegam que o problema j&aacute; havia come&ccedil;ado em 1971, quando LeRoy E. Froom publicou o seu livro intitulado&nbsp;<i>Movement of Destiny<\/i>.13Ainda outros sugeriam que o problema teve in&iacute;cio em 1957, com a publica&ccedil;&atilde;o do livro&nbsp;<i>Questions on Doctrine<\/i>.14&nbsp;Um grupo significativo prefere acreditar que o trinitarianismo adventista se oficializou j&aacute; em 1931, com a publica&ccedil;&atilde;o das 22 Cren&ccedil;as Fundamentais da denomina&ccedil;&atilde;o.15<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Lendo a literatura antitrinitariana sobre o assunto, tem-se a impress&atilde;o de que, para os antitrinitarianos, qualquer recurso &eacute; v&aacute;lido, conquanto que consigam desacreditar a doutrina da Trindade e, desta maneira, a pr&oacute;pria Igreja. &Eacute; curioso encontrar antitrinitarianos que, mesmo n&atilde;o tendo consultado as fontes prim&aacute;rias sobre o assunto, se sentem plenamente qualificados a reinventar a hist&oacute;ria adventista e a ensinar outros sobre o assunto. Que eles n&atilde;o concordem com a doutrina da Trindade e da personalidade do Esp&iacute;rito Santo, j&aacute; &eacute; lament&aacute;vel. Mas que eles se sintam na liberdade de distorcer maliciosamente a hist&oacute;ria adventista, &eacute; digno de reprova&ccedil;&atilde;o e pass&iacute;vel de se questionar a pr&oacute;pria honestidade desse grupo dissidente.<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Estagna&ccedil;&atilde;o doutrin&aacute;ria p&oacute;s-1855<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Um dos principais fundamentos da hermen&ecirc;utica antitrinitariana adventista &eacute; a autoridade normativa da tradi&ccedil;&atilde;o adventista inicial. O antitrinitariano Jairo Carvalho, organizador de&nbsp;<i>A Divindade<\/i>, restringe a forma&ccedil;&atilde;o doutrin&aacute;ria adventista ao per&iacute;odo de 1844 a 1855, quando, em sua opini&atilde;o, todas as doutrinas fundamentais da f&eacute; adventista j&aacute; estavam plenamente definidas.16Se esse fosse o caso, ent&atilde;o ter&iacute;amos que admitir que, a partir de 1855, o adventismo acabou entrando em uma esp&eacute;cie de estagna&ccedil;&atilde;o doutrin&aacute;ria. Mesmo tolerando aparentemente os desenvolvimentos doutrin&aacute;rios ocorridos entre 1855 e 1888, Jairo n&atilde;o se inibe em declarar que &ldquo;a partir de 1888 iniciou-se um processo de apostasia dentro da igreja adventista, encabe&ccedil;ado pela lideran&ccedil;a&rdquo;.17<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Lamentavelmente, por&eacute;m, a teoria antitrinitariana da estagna&ccedil;&atilde;o doutrin&aacute;ria p&oacute;s-1855 encerra s&eacute;rios problemas hermen&ecirc;uticos. Em primeiro lugar, ela n&atilde;o consegue distinguir entre (1) a forma&ccedil;&atilde;o e a integra&ccedil;&atilde;o inicial das doutrinas&nbsp;<i>distintivas adventistas<\/i>&nbsp;ao sistema da &ldquo;verdade presente&rdquo; e (2) o redescobrimento e a integra&ccedil;&atilde;o posterior de doutrinas&nbsp;<i>b&aacute;sicas evang&eacute;licas<\/i>&nbsp;ao mesmo sistema.18&nbsp;No per&iacute;odo p&oacute;s-1844 foram definidas e integradas, aos temas fundamentais do santu&aacute;rio de Daniel 8:14 e das tr&ecirc;s mensagens ang&eacute;licas de Apocalipse 14:6-12, as doutrinas distintivas adventistas (1) da perpetuidade da lei de Deus e do s&aacute;bado, (2) do minist&eacute;rio celestial de Cristo, (3) da segunda vinda de Cristo, (4) da imortalidade condicional da alma e (5) do dom prof&eacute;tico de Ellen G. White.19&nbsp;&Eacute; precisamente a esse processo que Ellen G. White se refere ao mencionar em 1855 que &ldquo;a verdade presente&rdquo; j&aacute; estava clara naquela &eacute;poca.20<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Mas n&atilde;o podemos nos esquecer de que, no per&iacute;odo p&oacute;s-1888, ocorreu tamb&eacute;m a redescoberta e a integra&ccedil;&atilde;o de algumas doutrinas b&aacute;sicas evang&eacute;licas como, por exemplo, a justifica&ccedil;&atilde;o pela f&eacute; e a Trindade. Se aceit&aacute;ssemos a teoria da estagna&ccedil;&atilde;o doutrin&aacute;ria p&oacute;s-1855, ent&atilde;o ter&iacute;amos que continuar, ainda hoje, com a mesma &ecirc;nfase legalista do per&iacute;odo pr&eacute; 1888. Ter&iacute;amos de continuar crendo, como os pioneiros a princ&iacute;pio, que depois de 1844 apenas a &uacute;ltima das tr&ecirc;s mensagens ang&eacute;licas de Apocalipse 14:6-12 deveria ser pregada. Embora Ellen G. White houvesse mencionado em 1850 que &ldquo;a ess&ecirc;ncia da mensagem deveria ser a primeira, a segunda e a terceira mensagens ang&eacute;li-cas&rdquo;,21&nbsp;foi somente em 1858 que ela afirmou explicitamente que muitos que n&atilde;o haviam aceitado as duas primeiras mensagens, proclamadas pelos mileritas antes de 1844, ainda podiam receber todas elas &ldquo;em sua ordem&rdquo;, e pela f&eacute; seguir &ldquo;a Jesus no santu&aacute;rio celestial&rdquo;.22<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Outro grande problema hermen&ecirc;utico da id&eacute;ia da estagna&ccedil;&atilde;o doutrin&aacute;ria &eacute; colocar a tradi&ccedil;&atilde;o adventista pr&eacute;-1855 acima da autoridade normativa das Escrituras e dos escritos de Ellen G. White. Por conseguinte, o crit&eacute;rio dos adeptos dessa id&eacute;ia, n&atilde;o &eacute; se determinada doutrina possui base b&iacute;blica e se &eacute; endossada por Ellen G. White, e sim, se tal doutrina est&aacute; em conformidade com a tradi&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-1855. Com isso, os antitrinitarianos adventistas acabam se aproximando demasiadamente da postura cat&oacute;lica romana, que advoga uma esp&eacute;cie de inspira&ccedil;&atilde;o da hist&oacute;ria eclesi&aacute;stica, e atribui um car&aacute;ter normativo &agrave; tradi&ccedil;&atilde;o religiosa antiga. Em contraste com os antitrinitarianos, os adventistas do s&eacute;timo dia aceitam de sua tradi&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica apenas aqueles elementos doutrin&aacute;rios que est&atilde;o fundamentados na Palavra de Deus.<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Inspira&ccedil;&atilde;o est&aacute;tica<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Alguns antitrinitarianos possuem uma compreens&atilde;o est&aacute;tica de inspira&ccedil;&atilde;o divina, que os impede de reconhecer que profetas verdadeiros acabam ampliando, por vezes, o significado de suas declara&ccedil;&otilde;es anteriores. Um dos textos de Ellen G. White preferidos dos antitrinitarianos &eacute; a declara&ccedil;&atilde;o encontrada em&nbsp;<i>Manuscript Releases<\/i>, volume 14, de que &ldquo;o Esp&iacute;rito Santo &eacute; Ele [Cristo] pr&oacute;prio despojado da personalidade humana e independente dela&rdquo;.23&nbsp;Os antitrinitarianos v&ecirc;em nesse texto uma afirma&ccedil;&atilde;o da sra. White de que o Esp&iacute;rito Santo &eacute; Cristo. Mas o contexto torna evidente o sentido de que a presen&ccedil;a do Esp&iacute;rito Santo seria t&atilde;o eficaz para os crist&atilde;os como se o pr&oacute;prio Cristo estivesse entre eles. O mesmo conceito &eacute; confirmado posteriormente em&nbsp;<i>O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es<\/i>&nbsp;como &ldquo;o Esp&iacute;rito Santo &eacute; o representante de Cristo, mas despojado da personalidade humana, e dela independente&rdquo;.24&nbsp;Os antitrinitarianos alegam que Ellen G. White, como profetisa verdadeira, jamais poderia ter substitu&iacute;do a express&atilde;o &ldquo;&eacute; Ele pr&oacute;prio&rdquo; por &ldquo;&eacute; o representante de Cristo&rdquo;. Para eles, essa altera&ccedil;&atilde;o &eacute; uma adultera&ccedil;&atilde;o acrescida ao texto original pela lideran&ccedil;a da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia, na inten&ccedil;&atilde;o de distinguir Cristo do Esp&iacute;rito Santo, favorecendo assim a cren&ccedil;a na doutrina da Trindade.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Mas, se os pr&oacute;prios profetas n&atilde;o podem elucidar e expandir posteriormente algumas de suas declara&ccedil;&otilde;es, ent&atilde;o grandes por&ccedil;&otilde;es da B&iacute;blia e dos escritos de Ellen G. White deveriam ser descartadas como esp&uacute;rias. Alguns relatos registrados no Evangelho de Marcos foram ampliados nos Evangelhos de Mateus e Lucas. Por exemplo, a inscri&ccedil;&atilde;o colocada no topo da cruz de Cristo &eacute; referida em Marcos apenas como &ldquo;O Rei dos Judeus&rdquo; (Mc 15:26). Mas Lucas a menciona como &ldquo;Este &eacute; o Rei dos Judeus&rdquo; (Lc 23:38); Mateus, como &ldquo;Este &eacute; Jesus, o Rei dos Judeus&rdquo; (Mt 27:37); e Jo&atilde;o, como &ldquo;Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus&rdquo; (Jo 19:19). Se us&aacute;ssemos o princ&iacute;pio interpretativo dos antitrinitarianos, ter&iacute;amos de considerar esp&uacute;rias as tr&ecirc;s &uacute;ltimas variantes dessa inscri&ccedil;&atilde;o. No entanto, Samuel Koranteng-Pipim sugere que essas express&otilde;es podem ter sido extra&iacute;das de uma inscri&ccedil;&atilde;o mais ampla como &ldquo;Este &eacute; Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus&rdquo;.25&nbsp;Seja como for, elas n&atilde;o se contradizem, pois todas preservam a express&atilde;o b&aacute;sica &ldquo;o Rei dos Judeus&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">&Agrave; luz dessa no&ccedil;&atilde;o est&aacute;tica de inspira&ccedil;&atilde;o, advogada pelos antitrinitarianos, Ellen G. White n&atilde;o poderia ter escrito o seu &ldquo;Suplemento&rdquo; (1854),26com explica&ccedil;&otilde;es sobre algumas declara&ccedil;&otilde;es encontradas em sua &ldquo;Experi&ecirc;ncia e vis&otilde;es&rdquo; (1851).27&nbsp;Al&eacute;m disso, seria inadmiss&iacute;vel que o conte&uacute;do de &ldquo;Dons espirituais&rdquo;, vol. 1 (1858),28&nbsp;fosse ampliado significativamente pela mesma autora, ao longo dos anos, dando origem, primeiro, aos quatro volumes da s&eacute;rie &ldquo;O Esp&iacute;rito de Profecia&rdquo; (1870-1884)29e, por &uacute;ltimo, aos cinco volumes da s&eacute;rie de &ldquo;O Conflito dos S&eacute;culos&rdquo; (1888-1916).30&nbsp;Tais amplia&ccedil;&otilde;es podem representar um s&eacute;rio problema para os antitrinitarianos, que acreditam em uma forma quase mec&acirc;nica de inspira&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o o s&atilde;o para os adventistas do s&eacute;timo dia, que cr&ecirc;em na inspira&ccedil;&atilde;o prof&eacute;tica de pensamento.31&nbsp;Portanto, amplia&ccedil;&otilde;es elucidativas, como de&nbsp;<i>O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es<\/i>&nbsp;em rela&ccedil;&atilde;o a&nbsp;<i>Manuscript Releases<\/i>, volume 14, acima mencionadas, s&atilde;o perfeitamente aceit&aacute;veis para aqueles que compreendem o conceito b&iacute;blico de inspira&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Infalibilidade interpretativa<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Um l&iacute;der antitrinitariano brasileiro me disse por telefone que princ&iacute;pios de interpreta&ccedil;&atilde;o b&iacute;blica s&atilde;o desnecess&aacute;rios, pois, para aqueles que oram com sinceridade, a B&iacute;blia interpreta-se a si mesma. O indiv&iacute;duo me deixou com a impress&atilde;o de serem ele e seus colegas antitrinitarianos os &uacute;nicos crist&atilde;os contempor&acirc;neos que oravam sinceramente, e que suas preces lhes concediam uma esp&eacute;cie de infalibilidade interpretativa. Depois de encerrado o telefonema, continuei ponderando comigo mesmo: Por que ele cr&ecirc; que suas ora&ccedil;&otilde;es pessoais s&atilde;o mais sinceras e eficazes do que as de todos os adventistas trinitarianos juntos? Por mais importante que a ora&ccedil;&atilde;o seja para a compreens&atilde;o da verdade, teria ela a capacidade de garantir a infalibilidade interpretativa? At&eacute; que ponto estaria ele ecoando ainda hoje a mesma postura de superioridade espiritual refletida na ora&ccedil;&atilde;o do fariseu, em contraste com a do publicano, mencionados em Lucas 18:9-14?<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Mesmo a ora&ccedil;&atilde;o, por mais indispens&aacute;vel ao estudo genu&iacute;no da Palavra de Deus como possa ser, n&atilde;o garante em si mesma uma compreens&atilde;o correta da verdade. Ellen G. White afirma que &ldquo;nunca se deve estudar a B&iacute;blia sem ora&ccedil;&atilde;o&rdquo;, pois &ldquo;somente o Esp&iacute;rito Santo nos pode fazer compreender a import&acirc;ncia das coisas f&aacute;ceis de se perceberem, ou impedir-nos de torcer verdades dif&iacute;ceis de serem entendidas&rdquo;.32&nbsp;Agora, se a ora&ccedil;&atilde;o prepara a mente para que o Esp&iacute;rito Santo ilumine a compreens&atilde;o da verdade, como pode Este exercer essa fun&ccedil;&atilde;o na mente daqueles que nem ao menos cr&ecirc;em em Sua exist&ecirc;ncia como revelada nas Escrituras e nos escritos de Ellen G. White? Para que o Esp&iacute;rito Santo possa atuar na vida de tais pessoas, n&atilde;o deveriam elas se submeter &agrave; atua&ccedil;&atilde;o dEle e ser rebatizadas, &agrave; semelhan&ccedil;a dos crentes de &Eacute;feso, que nem ao menos haviam ouvido falar &ldquo;que existe o Esp&iacute;rito Santo&rdquo; (At 19:1-7)?<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Seletividade de textos<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">O mais indispens&aacute;vel recurso da hermen&ecirc;utica antitrinitariana &eacute;, sem d&uacute;vida, a releitura seletiva da B&iacute;blia e dos escritos de Ellen G. White. Sob a alega&ccedil;&atilde;o de estarem provendo uma interpreta&ccedil;&atilde;o mais honesta e imparcial, os antitrinitarianos enfatizam dos escritos inspirados apenas o que lhes interessa, e ignoram ou distorcem o que n&atilde;o favorece os seus postulados. Esse recurso &eacute; usado freq&uuml;entemente nas abordagens antitrinitarianas de textos b&iacute;blicos que falam, por exemplo, do batismo &ldquo;em nome do Pai, e do Filho, e do Esp&iacute;rito Santo&rdquo; (Mt 28:19), tido pelos antitrinitarianos como n&atilde;o aut&ecirc;ntico; da b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o apost&oacute;lica em 2 Cor&iacute;ntios 13:13, relegada por eles como irrelevante; do rebatismo de &ldquo;uns doze homens&rdquo; que n&atilde;o haviam ouvido falar &ldquo;que existe o Esp&iacute;rito Santo&rdquo; (At 19:1-7), n&atilde;o explicada a contento pelos antitrinitarianos. O problema da releitura seletiva transparece tamb&eacute;m na forma como os antitrinitarianos interpretam as declara&ccedil;&otilde;es de Ellen G. White nas p&aacute;ginas 613-617 do livro&nbsp;<i>Evangelismo<\/i>,33&nbsp;consideradas por eles como esp&uacute;rias.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">A seletividade hermen&ecirc;utica antitrinitariana &eacute; justificada frequentemente com o argumento de que n&atilde;o se pode construir uma doutrina baseada em um s&oacute; texto b&iacute;blico.34&nbsp;&Eacute; certo que uma doutrina, para ser verdadeira, deve ser apoiada pelo consenso das Escrituras. Mas a genuinidade de uma doutrina acaba questionada se ela tamb&eacute;m desconhecer textos b&iacute;blicos. Cristo afirmou que os verdadeiros filhos de Deus vivem &ldquo;de toda palavra que procede da boca de Deus&rdquo; (Mt 4:4) e ensinam &ldquo;todas as coisas&rdquo; que Cristo ordenou (Mt 28:20). De igual forma, o livro do Apocalipse condena quaisquer acr&eacute;scimos ou supress&otilde;es ao texto sagrado (ver Ap 22:18, 19). E, al&eacute;m disso, Cristo prometeu que o Esp&iacute;rito Santo viria com o prop&oacute;sito de guiar os genu&iacute;nos crist&atilde;os &ldquo;a toda a verdade&rdquo; (Jo 16:13). &Eacute; por esta raz&atilde;o que os adventistas do s&eacute;timo dia aceitam tanto o princ&iacute;pio da&nbsp;<i>sola Scriptura<\/i>&nbsp;(exclusividade das Escrituras) quanto o da&nbsp;<i>tota Scriptura<\/i>&nbsp;(totalidade das Escrituras).35<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Lamentavelmente, por&eacute;m, pessoas que t&ecirc;m coragem de negar a pr&oacute;pria personalidade do Esp&iacute;rito Santo tamb&eacute;m n&atilde;o se constrangem em impedir que Ele as guie &ldquo;a toda a verdade&rdquo;. Para elas, a seletividade na aceita&ccedil;&atilde;o e rejei&ccedil;&atilde;o de textos inspirados parece normal e aceit&aacute;vel! Valendo-se de uma esp&eacute;cie de &ldquo;malabarismo hermen&ecirc;utico&rdquo;, os antitrinitarianos preferem, sempre que poss&iacute;vel, simplesmente ignorar os textos que n&atilde;o favorecem a sua ideia. Mas, quando confrontados diretamente com tais textos, eles se valem de diferentes evasivas para invalidar a for&ccedil;a dos argumentos b&iacute;blicos. Algumas das evasivas mais comuns ser&atilde;o consideradas a seguir.<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">&Ecirc;nfase dicot&ocirc;mico-quantitativa<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Uma das principais evasivas interpretativas para induzir pessoas a aceitar a ideia antitrinitariana &eacute; a &ecirc;nfase dicot&ocirc;mico-quantitativa no estudo da B&iacute;blia e dos escritos de Ellen G. White. Os adeptos dessa ideia dividem os textos sagrados sobre a Divindade em dois grupos b&aacute;sicos. De um lado, eles colocam alguns textos &ldquo;irrelevantes&rdquo; que poderiam favorecer de alguma forma a doutrina da Trindade. Do outro lado, eles mencionam um grande n&uacute;mero de textos &ldquo;importantes&rdquo; que, segundo eles, negam definitivamente essa doutrina. Um exemplo desse tipo de interpreta&ccedil;&atilde;o &eacute; proposto por Ricardo Nicotra em seu livro&nbsp;<i>&ldquo;Eu e o Pai Somos Um&rdquo;<\/i>. Na p&aacute;gina 48 do livro aparece &ldquo;A balan&ccedil;a das evid&ecirc;ncias&rdquo;, com um prato bem mais pesado do que o outro. No prato leve foi colocado &ldquo;apenas um verso &lsquo;<i>em nome do Pai, do Filho e do Esp&iacute;rito Santo<\/i>&rsquo;&rdquo;, e o prato pesado est&aacute; repleto de &ldquo;36 versos &lsquo;<i>em nome de Jesus<\/i>&rsquo;&rdquo;. A conclus&atilde;o &oacute;bvia do autor &eacute; que 36 textos s&atilde;o mais do que suficientes para neutralizar o ensino de &ldquo;apenas um texto&rdquo;.36<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">A estrat&eacute;gia usada por Nicotra e outros antitrinitarianos &eacute;, primeiro, identificar uma aparente contradi&ccedil;&atilde;o na B&iacute;blia; depois, resolver o suposto problema confirmando a posi&ccedil;&atilde;o aparentemente endossada pelo maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de textos; e, por &uacute;ltimo, negar a validade dos textos, em menor n&uacute;mero, que est&atilde;o em desacordo com a referida posi&ccedil;&atilde;o. Assim, para os antitrinitarianos, o crit&eacute;rio interpretativo deixa de ser&nbsp;<i>qualitativo<\/i>&nbsp;para ser&nbsp;<i>quantitativo<\/i>, ou seja, quanto mais um assunto &eacute; repetido nas Escrituras, mais importante ele se torna! Esse argumento &eacute; muito parecido com o dos oponentes do s&aacute;bado, que tentam invalidar a observ&acirc;ncia do quarto mandamento (&Ecirc;x 20:8-1), pelo simples fato desse mandamento n&atilde;o ter sido repetido muitas vezes no Novo Testamento (cf. Lc 23:56).<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Se us&aacute;ssemos interpreta&ccedil;&otilde;es dicot&ocirc;mico-quantitativas semelhantes &agrave;s dos antitrinitarianos, acabar&iacute;amos mutilando o texto b&iacute;blico com uma s&eacute;rie de indaga&ccedil;&otilde;es artificiais: Dever&iacute;amos dar import&acirc;ncia aos relatos da cria&ccedil;&atilde;o do mundo, que aparecem em sua forma expandida apenas duas vezes na B&iacute;blia (Gn 1 e 2)? Dever&iacute;amos tomar a s&eacute;rio o Dec&aacute;logo, que &eacute; mencionado na &iacute;ntegra apenas duas vezes no Antigo Testamento (&Ecirc;x 20:3-17; Dt 5:7-21)? E o que dizer das 2.300 tardes e manh&atilde;s (Dn 8:14), que s&atilde;o mencionadas apenas uma vez em toda a B&iacute;blia? Seria esse per&iacute;odo prof&eacute;tico menos importante do que os 1.260 dias, que s&atilde;o mencionados, em suas v&aacute;rias formas, em pelo menos sete textos b&iacute;blicos (Dn 7:25; 12:7; Ap 11:2, 3; 12:6, 14; 13:5)? N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que um assunto repetido frequentemente acaba se tornando um tema predominante. Mas a mera repeti&ccedil;&atilde;o de determinado assunto n&atilde;o o torna mais importante do que os demais.<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Perspectiva exclusivista-reducionista<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Outra evasiva interpretativa dos antitrinitarianos &eacute; a perspectiva exclusivista-reducionista, por meio da qual os textos que falam explicitamente na exist&ecirc;ncia do Pai, do Filho e do Esp&iacute;rito Santo s&atilde;o relidos da perspectiva das declara&ccedil;&otilde;es que mencionam apenas o Pai e o Filho. A B&iacute;blia menciona o Esp&iacute;rito Santo como distinto da gl&oacute;ria de Deus (Ez 8:3, 4; 43:4, 5; cf. 9:3; 10:4, 18, 19); como visivelmente presente no batismo de Cristo (Mt 3:13-17; Mc 1:9-11; Lc 3:21, 22; Jo 1:32-34); como o &ldquo;outro Consolador&rdquo; enviado pelo Pai em nome de Cristo (Jo 14:16, 26; cf. Is 48:16); como junto com o Pai e o Filho, tanto na grande comiss&atilde;o (Mt 28:19) quanto na b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o apost&oacute;lica (2Co 13:13). Mas nada disso faz sentido para os antitrinitarianos, uma vez que o livro do Apocalipse menciona apenas a Deus e o Cordeiro assentados no trono celestial (Ap 22:1, 3).37&nbsp;Em outras palavras, passagens de natureza reducionista s&atilde;o usadas em substitui&ccedil;&atilde;o indevida aos textos com um escopo mais amplo. Dessa perspectiva, algu&eacute;m poderia usar outros textos b&iacute;blicos, que mencionam apenas o Pai, para negar a exist&ecirc;ncia do Filho (ver Dt 4:39; 2Cr 6:14; Sl 73:25).<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Por tr&aacute;s dessa perspectiva est&aacute; uma leitura indutiva e fragment&aacute;ria da B&iacute;blia, que parte do espec&iacute;fico para o geral, em vez de mover-se do geral para o espec&iacute;fico. Ekkehardt Mueller toca no &acirc;mago do problema ao afirmar que<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">uma abordagem indutiva busca discrep&acirc;ncias e observa tais fen&ocirc;menos. Frequentemente, ela n&atilde;o permite a harmoniza&ccedil;&atilde;o, mesmo quando esta parece poss&iacute;vel e aconselh&aacute;vel. Ela est&aacute; preocupada em encontrar diferen&ccedil;as em vez de acordo e unidade; e sempre fica apenas com partes do completo quebra-cabe&ccedil;a.38<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">O crist&atilde;o que vive &ldquo;de toda palavra que procede da boca de Deus&rdquo; (Mt 4:4) n&atilde;o pode se contentar com uma leitura fragment&aacute;ria das Escrituras. Para evitarmos esse problema, devemos usar sempre os relatos mais abrangentes como referenciais interpretativos, complementando-os com os detalhes encontrados nos textos mais resumidos.39&nbsp;Assim, quando Marcos e Lucas falam de um cego de Jeric&oacute; sendo curado por Cristo (Mc 10:46-52; Lc 18:35-43), e Mateus relata que foram dois (Mt 20:29-34), cremos que o milagre ocorreu realmente com dois cegos, como mencionado por Mateus, mas que o interesse de Marcos e Lucas se restringiu apenas a um deles.40&nbsp;De igual forma, quando Mateus e Marcos mencionam um anjo no sepulcro de Cristo na manh&atilde; da ressurrei&ccedil;&atilde;o (Mt 28:1-7; Mc 16:1-7), e Lucas e Jo&atilde;o falam de dois (Lc 24:1-7; Jo 20:11-13), cremos que eram realmente dois anjos, como referido por Lucas e Jo&atilde;o, mas que Mateus e Marcos mencionaram apenas o anjo que dialogou mais diretamente com as mulheres.41<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Portanto, jamais dever&iacute;amos usar os textos que mencionam apenas um cego e um anjo, bem como apenas o Pai e o Filho, com o prop&oacute;sito de neutralizar outros textos que mencionam, respectivamente, dois cegos e dois anjos, bem como o Pai, o Filho e o Esp&iacute;rito Santo. A B&iacute;blia n&atilde;o fala explicitamente do Esp&iacute;rito Santo como entronizado com o Pai e o Filho e sendo objeto de adora&ccedil;&atilde;o. Mas isto n&atilde;o significa que Ele n&atilde;o participe da Divindade e tampouco que n&atilde;o seja digno de adora&ccedil;&atilde;o. O sil&ecirc;ncio de alguns textos nunca deve ser usado para se neutralizar outros textos mais abrangentes.<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Supostas ambiguidades<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Al&eacute;m das evasivas anteriores, tamb&eacute;m o argumento da ambiguidade &eacute; usado pelos antitrinitarianos. Um exemplo disso &eacute; a forma como Jairo Carvalho interpreta a seguinte declara&ccedil;&atilde;o de Ellen G. White: &ldquo;Ao pecado s&oacute; se poderia resistir e vencer por meio da poderosa opera&ccedil;&atilde;o da terceira pessoa da Trindade [<i>of the Godhead<\/i>, em ingl&ecirc;s], a qual viria, n&atilde;o com energia modificada, mas na plenitude do divino poder.&rdquo;42&nbsp;O texto &eacute; perfeitamente claro, tanto em portugu&ecirc;s como em ingl&ecirc;s. Mas Jairo, com muita criatividade e imagina&ccedil;&atilde;o, conseguiu tornar amb&iacute;guo o termo &ldquo;<i>of&nbsp;<\/i>&rdquo; (da) que antecede a palavra &ldquo;<i>Godhead<\/i>&rdquo;, de modo a atribuir-lhe o sentido de&nbsp;<i>from<\/i>&nbsp;(a partir da). Segundo ele, o sentido correto da express&atilde;o seria a &ldquo;terceira pessoa a partir da Divindade&rdquo;. Tal tradu&ccedil;&atilde;o &eacute; sugerida pelo autor na tentativa de acomodar ao texto a abomin&aacute;vel ideia de que essa &ldquo;pessoa&rdquo; n&atilde;o seria o Esp&iacute;rito Santo, e sim L&uacute;cifer, que ap&oacute;s sua queda foi substitu&iacute;do por Gabriel.43<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">N&atilde;o podemos negar o fato de que existem algumas express&otilde;es amb&iacute;guas na B&iacute;blia e nos escritos de Ellen G. White, que devem ser cuidadosamente estudadas a fim de n&atilde;o se chegar a alguma interpreta&ccedil;&atilde;o equivocada. Mas o problema que estamos considerando, n&atilde;o &eacute; a forma como os antitrinitarianos interpretam as express&otilde;es realmente amb&iacute;guas, e sim, o motivo que os leva a considerar como amb&iacute;guas algumas declara&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o o s&atilde;o. Podem existir outras raz&otilde;es para isso, mas o motivo mais claro &eacute;, sem d&uacute;vida, o desejo de neutralizar a for&ccedil;a de tais declara&ccedil;&otilde;es. Esse &eacute; mais um aspecto no qual transparece a postura antitrinitariana de adaptar a revela&ccedil;&atilde;o divina &agrave;s suas ideias pessoais, em vez de permitir que estas sejam por ela corrigidas e guiadas.<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Endossos prof&eacute;ticos<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Outro aspecto que merece ser destacado &eacute; a manifesta&ccedil;&atilde;o de pretensas revela&ccedil;&otilde;es prof&eacute;ticas em alguns c&iacute;rculos antitrinitarianos. Devemos ressaltar que essa n&atilde;o &eacute; uma caracter&iacute;stica geral do movimento, e talvez nem todos aceitem esse tipo de profetismo popular. Mas M&aacute;rcio Nastrini, que foi pastor distrital da Igreja Central de Curitiba, PR, declarou que os ensinos antitrinitarianos propagados pelo Minist&eacute;rio 4 Anjos, com sede em Contenda, PR, foram corroborados em grande parte por supostas revela&ccedil;&otilde;es sobrenaturais recebidas por alguns integrantes daquele minist&eacute;rio.44&nbsp;Robson Ramos alega ter recebido um sonho a respeito de um &ldquo;beb&ecirc; que falava pelos p&eacute;s&rdquo;, interpretado por ele como um endosso divino a uma &ldquo;&lsquo;nova&rsquo; igreja adventista do s&eacute;timo dia que pode surgir aqui na Am&eacute;rica do Sul&rdquo; livre, n&atilde;o apenas de uma estrutura organizacional como a da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia, mas tamb&eacute;m de muitas de suas doutrinas e pr&aacute;ticas.45&nbsp;Um dos exemplos mais claros do profetismo antitrinitariano aparece no texto intitulado &ldquo;Adventista argentino tem vis&atilde;o que confirma origem sat&acirc;nica da doutrina da Trindade&rdquo;, que menciona revela&ccedil;&otilde;es prof&eacute;ticas antitrinitarianas recebidas tanto por &ldquo;A.V.&rdquo; (Alejandro Villacentro?) quanto pelo pr&oacute;prio Robson Ramos.46<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">O mero recebimento de revela&ccedil;&otilde;es prof&eacute;ticas, quer por sonhos ou por vis&otilde;es, n&atilde;o garante em si que o profeta seja verdadeiro. A B&iacute;blia menciona que nos &uacute;ltimos dias surgiriam manifesta&ccedil;&otilde;es prof&eacute;ticas tanto verdadeiras (Jl 2:28-31) quanto falsas (Mt 24:24; cf. 1Jo 4:1). A express&atilde;o &ldquo;falsos profetas&rdquo; (Mt 24:24) se refere, em sentido prim&aacute;rio, a pessoas que recebem revela&ccedil;&otilde;es sobrenaturais de origem sat&acirc;nica. Mas, em sentido secund&aacute;rio, ela pode ser aplicada tamb&eacute;m &agrave;queles que distorcem a palavra prof&eacute;tica registrada na B&iacute;blia e nos escritos de Ellen G. White. Com essa atitude, eles colocam suas ideias pessoais acima da revela&ccedil;&atilde;o divina, o que n&atilde;o deixa de ser uma forma secund&aacute;ria de profetismo, que acaba neutralizando a pr&oacute;pria palavra prof&eacute;tica. Toda pretensa revela&ccedil;&atilde;o prof&eacute;tica, para ser verdadeira, deve estar em plena conformidade com os ensinos b&iacute;blicos (ver Is 8:20; Mt 4:4; 7:15-23; Gl 1:8, 9).<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Pretensas adultera&ccedil;&otilde;es<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Quando todos os demais recursos hermen&ecirc;uticos falham, os antitrinitarianos apelam para uma das mais conden&aacute;veis posturas que um ser humano pode assumir em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; B&iacute;blia e aos escritos de Ellen G. White: a acusa&ccedil;&atilde;o de que os pr&oacute;prios textos inspirados, que n&atilde;o concordam com os seus postulados pessoais, n&atilde;o passam de meras adultera&ccedil;&otilde;es her&eacute;ticas. Por exemplo, a declara&ccedil;&atilde;o de que no C&eacute;u testificam &ldquo;o Pai, a Palavra e o Esp&iacute;rito Santo; e estes tr&ecirc;s s&atilde;o um&rdquo; (1Jo 5:7), considerada pelos eruditos b&iacute;blicos como uma interpola&ccedil;&atilde;o ao texto original, &eacute; qualificada por Ricardo Nicotra como &ldquo;uma ousada tentativa de adultera&ccedil;&atilde;o da Palavra de Deus&rdquo;.47Postura semelhante &eacute; assumida pelo mesmo autor em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; express&atilde;o &ldquo;batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Esp&iacute;rito Santo&rdquo; (Mt 28:19).48&nbsp;Jairo Carvalho acrescenta que &ldquo;a partir de 1888 iniciou-se um processo de apostasia dentro da igreja adventista, encabe&ccedil;ado pela lideran&ccedil;a&rdquo;, que chegou, n&atilde;o apenas a &ldquo;forjar&rdquo; textos, mas tamb&eacute;m a &ldquo;manufaturar&rdquo; e &ldquo;produzir&rdquo; at&eacute; mesmo compila&ccedil;&otilde;es de textos, atribu&iacute;dos indevidamente a Ellen G. White.49<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Se Deus n&atilde;o preservou a B&iacute;blia e os escritos de Ellen G. White livres de ensinos her&eacute;ticos em suas respectivas l&iacute;nguas originais, ent&atilde;o n&atilde;o podemos mais consider&aacute;-los como infal&iacute;veis e confi&aacute;veis. Nesse caso, Ellen G. White teria se equivocado em afirmar: &ldquo;Irm&atilde;os, apegai-vos &agrave; B&iacute;blia, tal como ela reza, parai com vossas cr&iacute;ticas relativamente a sua validade, e obedecei &agrave; Palavra, e nenhum de v&oacute;s se perder&aacute;.&rdquo;50&nbsp;&ldquo;Se n&atilde;o quisermos construir nossas esperan&ccedil;as celestiais sobre um falso fundamento, precisamos aceitar a B&iacute;blia como se l&ecirc; e crer que o Senhor quer dizer o que diz&rdquo;.51Se adultera&ccedil;&otilde;es her&eacute;ticas foram incorporadas ao texto sagrado, ent&atilde;o ter&iacute;amos que corrigir at&eacute; mesmo estas afirma&ccedil;&otilde;es de Ellen G. White, de forma a dizerem: &ldquo;N&atilde;o aceitem a B&iacute;blia e os escritos de Ellen G. White &lsquo;como se l&ecirc;&rsquo;, pois se encontram adulterados. Aceitem apenas as vers&otilde;es da B&iacute;blia e dos escritos de Ellen G. White como corrigidas pelos antitrinitarianos!&rdquo;<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Digam as pessoas o que quiserem, mas uma quest&atilde;o n&atilde;o pode ser negada: &Eacute; precisamente neste ponto que os antitrinitarianos assumem a sua mais arrogante postura de ju&iacute;zes das pr&oacute;prias Escrituras Sagradas! Esta postura, por si s&oacute;, &eacute; suficiente para que todo o sistema antitrinitariano moderno seja rejeitado como esp&uacute;rio e inspirado por outro esp&iacute;rito, que n&atilde;o &eacute; o verdadeiro Esp&iacute;rito Santo. Por mais que eles se escondam atr&aacute;s de uma capa de pretensa &ldquo;santidade&rdquo;, a sua obra tem contribu&iacute;do, mais do que qualquer outra coisa, para colocar em descr&eacute;dito tanto o texto b&iacute;blico bem como os escritos de Ellen G. White! N&atilde;o &eacute; sem motivo que a Sra. White advertiu que &ldquo;o &uacute;ltimo engano de Satan&aacute;s seria anular o testemunho do Esp&iacute;rito de Deus&rdquo;.52<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Sacudidura inversa<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">O antitrinitariano Robson Ramos j&aacute; sugeria em seu texto &ldquo;Sonho: beb&ecirc; que falava pelos p&eacute;s&rdquo; (2001), acima mencionado, que o beb&ecirc; do seu sonho seria &ldquo;a &lsquo;nova&rsquo; igreja adventista do s&eacute;timo dia que pode surgir aqui na Am&eacute;rica do Sul, atrav&eacute;s desse despertamento que resultou no congresso da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Adventistas Leigos [ABA-Lei]. Uma IASD livre, cuja cabe&ccedil;a &eacute; apenas Cristo&rdquo;. No mesmo texto ele apresenta &ldquo;Novas bem-aventuran&ccedil;as&rdquo;, sendo a primeira delas: &ldquo;Bem-aventurados os adventistas-livres, a quem a Organiza&ccedil;&atilde;o exclui e remove de seus registros meramente terrestres. Sobre eles, j&aacute; n&atilde;o poder&aacute; haver controle nem amea&ccedil;as de perda de cargos ou desligamento. E seus nomes permanecem nos livros do C&eacute;u!&rdquo;53&nbsp;Aparentemente, parte desse &ldquo;sonho&rdquo; acabou se concretizando em julho de 2005, quando foi inaugurado na cidade de S&atilde;o Paulo o templo da assim chamada &ldquo;Igreja Crist&atilde; B&iacute;blica Adventista&rdquo;,54&nbsp;um movimento antitrinitariano dissidente da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia, liderado por Ricardo Nicotra.55<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Para os antitrinitarianos modernos, a Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia apostatou a ponto de se tornar Babil&ocirc;nia (Ap 14:8), por aceitar a doutrina &ldquo;cat&oacute;lica&rdquo; da Trindade. Consequentemente, a advert&ecirc;ncia apocal&iacute;ptica: &ldquo;Retirai-vos dela, povo meu, para n&atilde;o serdes c&uacute;mplices dos seus pecados&rdquo; (Ap 18:4) se transforma em um chamado para que os &ldquo;verdadeiros&rdquo; adventistas antitrinitarianos saiam dentre os &ldquo;apostatados&rdquo; adventistas trinitarianos. Neste caso, no seio da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia podem ficar os membros em estado de apostasia; mas dela devem sair os genu&iacute;nos filhos de Deus para um movimento &ldquo;livre, cuja cabe&ccedil;a &eacute; apenas Cristo&rdquo;, descomprometido da Trindade e da cren&ccedil;a na personalidade do Esp&iacute;rito Santo.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">A ideia de que o povo remanescente de Deus deve se retirar da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia est&aacute; em direto antagonismo com o conceito de Ellen G. White sobre a &ldquo;sacudidura&rdquo; final da Igreja. Um estudo mais detido desse tema revela que, segundo ela, no seio da Igreja permanecer&atilde;o os verdadeiros filhos de Deus, e dela sair&atilde;o apenas os apostatados.56A Sra. White adverte enfaticamente:<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Os que se p&otilde;em a proclamar uma mensagem sob sua responsabilidade pessoal, e que, ao mesmo tempo que declaram ser ensinados e guiados por Deus, constituem sua obra especial derrubar aquilo que Deus durante anos tem estado a erguer, n&atilde;o est&atilde;o cumprindo a vontade de Deus. Saiba-se que esses homens se encontram do lado do grande enganador. N&atilde;o os creiais. Est&atilde;o se aliando com os inimigos de Deus e da verdade. Por&atilde;o a rid&iacute;culo a ordem estabelecida no pastorado, considerando-a um sistema eclesi&aacute;stico imperialista. Afastai-vos desses; n&atilde;o tenhais comunh&atilde;o com sua mensagem por muito que eles citem os&nbsp;<i>Testemunhos<\/i>&nbsp;e atr&aacute;s deles busquem entrincheirar-se. N&atilde;o os recebais; pois Deus n&atilde;o os incumbiu dessa obra. O resultado de semelhante obra ser&aacute; incredulidade nos<i>Testemunhos<\/i>, e nos limites do poss&iacute;vel, tornar&atilde;o sem efeito a obra que por anos tenho estado a fazer.57<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Ironia vulgar<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Uma caracter&iacute;stica marcante da literatura antitrinitariana brasileira &eacute; o uso de uma forma vulgar de ironia, n&atilde;o condizente com a seriedade com que se deveria estudar a doutrina de Deus. Por exemplo, a s&iacute;ndrome do her&oacute;i e dos vil&otilde;es aparece claramente refletida no t&iacute;tulo &ldquo;Resposta do Davizinho leigo aos 10 Golias do Unasp!&rdquo;, com o qual aparecem anunciados os &ldquo;coment&aacute;rios&rdquo; de Ricardo Nicotra &agrave; resenha cr&iacute;tica a seu livro&nbsp;<i>&ldquo;Eu e o Pai Somos Um&rdquo;<\/i>.58&nbsp;Tales Fonseca chegou mesmo a sugerir ironicamente que, &ldquo;para responder ao Nicotra, foram necess&aacute;rios 10&rdquo; te&oacute;logos.59&nbsp;A mensagem nas entrelinhas &eacute; que Davi conseguiu matar apenas a um Golias (ver 1Sm 17), mas Ricardo Nicotra foi capaz de derrubar 10 Golias. Nessa analogia, Nicotra &eacute; considerado como excedendo em muito ao pr&oacute;prio Davi! Mas, diante da ideia do &ldquo;quanto mais, melhor&rdquo; (como no contraste entre &ldquo;apenas um verso&rdquo; e os &ldquo;36 versos&rdquo;, acima mencionada), por que ent&atilde;o a opini&atilde;o de 10 pessoas n&atilde;o seria mais abalizada do que a de apenas uma? Seria mais conveniente trabalharmos hoje cada um por conta pr&oacute;pria, do que buscarmos o conselho dos irm&atilde;os (ver Pv 15:22)?<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Mas a vulgaridade antitrinitariana brasileira atingiu o seu cl&iacute;max com os textos de Tales Fonseca como, por exemplo, &ldquo;Afinal, para que servem os te&oacute;logos?&rdquo;60;&ldquo;Tales Fonseca desiste de colocar todos os te&oacute;logos num saco e jogar no rio&rdquo;61;&ldquo;2 testes simples para verificar se o Dr. Jos&eacute; Carlos Ramos &eacute; Deus&rdquo;62;&ldquo;O que o Pel&eacute; e os te&oacute;logos adventistas t&ecirc;m em comum?&rdquo;63;&ldquo;Que Indiana Jones que nada, Dr. Rodrig&atilde;o &eacute; que &eacute; o cara!&rdquo;64;e &ldquo;Por que Alberto Timm merece a chuteira de ouro apesar da cabe&ccedil;ada contra Nicotra&rdquo;.65A analogia entre as diferentes compreens&otilde;es da natureza de Deus e o futebol j&aacute; parece um tanto vulgar para aqueles que ainda respeitam o texto sagrado. No entanto, quando o referido autor reproduz ironicamente uma charge mostrando, n&atilde;o apenas Ad&atilde;o completamente despido, com o seu &oacute;rg&atilde;o genital exposto, mas tamb&eacute;m a pr&oacute;pria pessoa de Deus, como se fosse um velho irritado,66&nbsp;n&atilde;o resta a menor d&uacute;vida de que esse autor j&aacute; perdeu completamente o respeito para com Deus e as coisas sagradas!<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Embora alguns l&iacute;deres antitrinitarianos n&atilde;o se constranjam em escrever e publicar esse tipo de ironia vulgar, eu apelo aos membros da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia a que jamais incorram em uma forma semelhante de vulgaridade, pois isso &eacute; uma blasf&ecirc;mia contra o Esp&iacute;rito Santo. A verdade, para ser verdade, n&atilde;o necessita disso. Somente quando os argumentos s&atilde;o fracos e n&atilde;o convincentes &eacute; que a pessoa precisa apelar para a ironia vulgar como um mecanismo de autodefesa e de sustenta&ccedil;&atilde;o para suas ideias. Nas p&aacute;ginas 636-637 do livro&nbsp;<i>Evangelismo<\/i>, Ellen G. White admoesta a que nos afastemos de &ldquo;toda vulgaridade&rdquo; e de &ldquo;tudo quanto &eacute; r&uacute;stico&rdquo;, pois Deus n&atilde;o considera &ldquo;tais peculiaridades como virtudes&rdquo;.67Fiquei chocado, no entanto, quando um antitrinitariano me disse que eu poderia jogar no lixo esse livro, por ter sido compilado ap&oacute;s a morte da Sra. White!68Al&eacute;m disso, como disse algu&eacute;m, &ldquo;julga-se melhor uma pessoa, n&atilde;o pelo que os outros dizem dela, mas pelo que ela diz dos outros&rdquo;.<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Considera&ccedil;&otilde;es Adicionais<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">O antitrinitarianismo adventista brasileiro &eacute; um movimento religioso relativamente novo e, consequentemente, ainda heterog&ecirc;neo em sua hermen&ecirc;utica. Mesmo assim, &eacute; poss&iacute;vel observar algumas de suas caracter&iacute;sticas hermen&ecirc;uticas predominantes. Sem sombra de d&uacute;vidas, existe uma grande diferen&ccedil;a entre o m&eacute;todo gram&aacute;tico-hist&oacute;rico dos adventistas do s&eacute;timo dia69e as livres interpreta&ccedil;&otilde;es (por vezes aleg&oacute;ricas) dos antitrinitarianos. Como no caso de Carlstadt e Lutero contra Eck, &eacute; imposs&iacute;vel qualquer acordo interpretativo entre os adventistas do s&eacute;timo dia e os antitrinitarianos, enquanto estes &uacute;ltimos mantiverem o malabarismo hermen&ecirc;utico e as inconsist&ecirc;ncias interpretativas que os caracterizam. Se a Igreja tolerasse em seu meio esse tipo de livre interpreta&ccedil;&atilde;o, ela estaria abdicando do seu compromisso com os princ&iacute;pios da&nbsp;<i>exclusividade<\/i>&nbsp;das Escrituras e da<i>totalidade<\/i>&nbsp;das Escrituras.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Somos alertados pelo Esp&iacute;rito de Profecia de que &ldquo;os piores inimigos que temos s&atilde;o os que procuram destruir a influ&ecirc;ncia dos vigias sobre os muros de Si&atilde;o&rdquo;.70<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado f&eacute; na mensagem do terceiro anjo, mas n&atilde;o tem sido santificada pela obedi&ecirc;ncia &agrave; verdade, abandona sua posi&ccedil;&atilde;o, passando para as fileiras do advers&aacute;rio. Unindo-se ao mundo e participando de seu esp&iacute;rito, chegaram a ver as coisas quase sob a mesma luz; e, em vindo a prova, est&atilde;o prontos a escolher o lado f&aacute;cil, popular. Homens de talento e maneiras agrad&aacute;veis, que se haviam j&aacute; regozijado na verdade, empregam sua capacidade em enganar e transviar as almas. Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irm&atilde;os.71<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Creio que a Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia tem o dever, por um lado, de esclarecer seus membros a respeito dos s&eacute;rios riscos envolvidos com a aceita&ccedil;&atilde;o dos princ&iacute;pios hermen&ecirc;uticos antitrinitarianos acima expostos. Mas, por outro lado, ela jamais deve permitir que seus esfor&ccedil;os mission&aacute;rios sejam inibidos pelo esp&iacute;rito pol&ecirc;mico e difamador dos antitrinitarianos. Ellen G. White admoesta na p&aacute;gina 376 do seu livro&nbsp;<i>Obreiros Evang&eacute;licos<\/i>:<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Podereis hoje remover todos os pontos de apoio, tapando a boca dos contraditores de maneira que nada mais possam dizer, e amanh&atilde; eles percorrer&atilde;o o mesmo terreno outra vez. Assim acontecer&aacute; sempre e sempre, porque eles n&atilde;o amam a verdade, e n&atilde;o vir&atilde;o para a luz, para que as trevas e os erros n&atilde;o sejam deles afastados.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">O minist&eacute;rio de Cristo durou apenas tr&ecirc;s anos, mas uma grande obra foi feita nesse breve per&iacute;odo. Nestes &uacute;ltimos dias, h&aacute; uma obra vasta a ser feita dentro de pouco tempo. Enquanto muitos se est&atilde;o preparando para fazer qualquer coisa, almas h&atilde;o de perecer por falta de luz e conhecimento.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Se homens empenhados em apresentar e defender a verdade b&iacute;blica passarem a pesquisar e a mostrar a fal&aacute;cia e incoer&ecirc;ncia dos homens que transformam a verdade de Deus em mentira, Satan&aacute;s h&aacute; de levantar advers&aacute;rios suficientes para lhes manter a pena constantemente ocupada, enquanto outros ramos da obra ter&atilde;o de sofrer. Devemos possuir mais do esp&iacute;rito daqueles homens que estavam reedificando os muros de Jerusal&eacute;m. Estamos fazendo uma grande obra, e n&atilde;o podemos descer. Se Satan&aacute;s for capaz de manter homens ocupados em responder &agrave;s obje&ccedil;&otilde;es dos oponentes, impedindo-os assim, de realizar a mais importante obra para o tempo atual, seu objetivo ser&aacute; atingido.72<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">A Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia possui uma posi&ccedil;&atilde;o bem definida quanto &agrave; doutrina de Deus e da personalidade do Esp&iacute;rito Santo.73&nbsp;Muitas teorias procuraram mover a Igreja de sua plataforma b&iacute;blica, e aqueles que isso intentaram foram como meteoros que fulguraram intensamente a princ&iacute;pio, e depois se extinguiram. N&atilde;o podemos permitir que pessoas com uma hermen&ecirc;utica incoerente e com interpreta&ccedil;&otilde;es inconsistentes nos levem a duvidar de que Deus est&aacute; guiando a Igreja ao seu triunfo final. A promessa em Isa&iacute;as 54:17 &eacute; clara: &ldquo;Toda arma forjada contra ti n&atilde;o prosperar&aacute;; toda l&iacute;ngua que ousar contra ti em ju&iacute;zo, tu a condenar&aacute;s; esta &eacute; a heran&ccedil;a dos servos do Senhor e o seu direito que de mim procede, diz o Senhor.&rdquo;<\/p>\n<hr style=\"color: #4d4d4d;\">\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Refer&ecirc;ncias<\/h2>\n<div class=\"bibliografia\" style=\"color: #4d4d4d;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-1\" style=\"font-weight: bold;\">1<\/span>&nbsp;Uma descri&ccedil;&atilde;o elucidativa do Debate de Leipzig &eacute; provida em E. G. Schwiebert,&nbsp;<i>Luther and His Times: The Reformation from a New Perspective<\/i>&nbsp;(Saint Louis, MS: Concordia, 1950), 384-437.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-2\" style=\"font-weight: bold;\">2<\/span>&nbsp;Uma elucidativa an&aacute;lise cr&iacute;tica da hermen&ecirc;utica jeovista pode ser encontrada em Arnaldo B. Christianini,&nbsp;<i>Radiografia do Jeovismo<\/i>, 2&ordf; ed., refundida e ampliada (Santo Andr&eacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1975).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-3\" style=\"font-weight: bold;\">3<\/span>&nbsp;Ricardo Nicotra,&nbsp;<i>&ldquo;Eu e o Pai Somos Um&rdquo;. E o Esp&iacute;rito Santo? N&atilde;o Faz Parte da Trindade?<\/i>, 2&ordf; ed. (S&atilde;o Paulo: Minist&eacute;rio B&iacute;blico Crist&atilde;o, 2004).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-4\" style=\"font-weight: bold;\">4<\/span>&nbsp;[Jairo Pablo Alves de Carvalho, org.],&nbsp;<i>A Divindade, e a maravilhosa conex&atilde;o entre o c&eacute;u e a terra, chamada Esp&iacute;rito Santo<\/i>&nbsp;(Contenda, PR: Minist&eacute;rio 4 Anjos, [2003]).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-5\" style=\"font-weight: bold;\">5<\/span>&nbsp;Ver Alberto R. Timm, &ldquo;Resenha Cr&iacute;tica do Livro&nbsp;<i>&lsquo;Eu e o Pai Somos Um&rsquo;<\/i>&rdquo;,&nbsp;<i>Parousia<\/i>, ano 4, n&ordm; 2 (2&ordm; semestre de 2005): 69-93; idem, &ldquo;Resenha Cr&iacute;tica do Livro&nbsp;<i>A Divindade<\/i>&rdquo;,&nbsp;<i>Parousia<\/i>, ano 5, n&ordm; 1 (1&ordm; semestre de 2006), 79-100.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-6\" style=\"font-weight: bold;\">6<\/span>&nbsp;Alberto R. Timm, &ldquo;Em crise com a mensagem&rdquo;,&nbsp;<i>Revista Adventista<\/i>&nbsp;(Brasil), junho de 1999, 8-10.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-7\" style=\"font-weight: bold;\">7<\/span>&nbsp;Alberto R. Timm, &ldquo;O drama da apostasia&rdquo;,&nbsp;<i>Revista Adventista<\/i>&nbsp;(Brasil), maio de 2003, 6-8.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-8\" style=\"font-weight: bold;\">8<\/span>&nbsp;Alberto R. Timm, &ldquo;A Igreja e seus cr&iacute;ticos&rdquo;,&nbsp;<i>Revista Adventista<\/i>&nbsp;(Brasil), abril de 2005, 16-17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-9\" style=\"font-weight: bold;\">9<\/span>&nbsp;Uma elucidativa an&aacute;lise cr&iacute;tica dos &ldquo;reformistas&rdquo; &eacute; provida em Helmut H. Kramer,&nbsp;<i>Os Adventistas da Reforma<\/i>&nbsp;(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1991).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-10\" style=\"font-weight: bold;\">10<\/span>&nbsp;Ver [Jerry Moon], &ldquo;Trindade e antitrinita-rianismo na hist&oacute;ria adventista&rdquo;, em Woodrow Whidden, Jerry Moon e John Reeve,&nbsp;<i>A Trindade: Como Entender os Mist&eacute;rios da Pessoa de Deus na B&iacute;blia e na Hist&oacute;ria do Cristianismo<\/i>&nbsp;(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2003), 216-230.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-11\" style=\"font-weight: bold;\">11<\/span>&nbsp;Ver Jerry Moon, &ldquo;O debate adventista sobre a Trindade&rdquo;,&nbsp;<i>Parousia<\/i>, ano 4, n&ordm; 2 (2&ordm; semestre de 2005): 19-30.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-12\" style=\"font-weight: bold;\">12<\/span>&nbsp;&ldquo;Fundamental Beliefs of Seventh-day Adventists &ndash;&nbsp;<i>Church Manual<\/i>&nbsp;Revision&rdquo;,&nbsp;<i>Adventist Review<\/i>, 1&ordm; de maio de 1980, 23; republicado em&nbsp;<i>Seventh-day Adventist Church Manual<\/i>, rev. em 1981 ([Washington, DC]: General Conference of Seventh-day Adventists, 1981), 32-33.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-13\" style=\"font-weight: bold;\">13<\/span>&nbsp;LeRoy E. Froom,&nbsp;<i>Movement of Destiny<\/i>&nbsp;(Washington, DC: Review and Herald, 1971), 269-326.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-14\" style=\"font-weight: bold;\">14<\/span>&nbsp;<i>Seventh-day Adventists Answer Questions on Doctrine<\/i>&nbsp;(Washington, DC: Review and Herald, 1957), 11, 21-22, 35-49, 641-646.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-15\" style=\"font-weight: bold;\">15<\/span>&nbsp;&ldquo;Fundamental Beliefs of Seventh-day Adventists&rdquo;, em&nbsp;<i>1931 Year Book of the Seventh-day Adventist Denomination<\/i>&nbsp;(Washington, DC: Review and Herald, 1931), 377.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-16\" style=\"font-weight: bold;\">16<\/span>&nbsp;[Carvalho, org.],&nbsp;<i>A Divindade<\/i>, 40-46, 52.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-17\" style=\"font-weight: bold;\">17<\/span>&nbsp;Ibid., 59.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-18\" style=\"font-weight: bold;\">18<\/span>&nbsp;George R. Knight, em seu livro&nbsp;<i>Em Busca de Identidade: O Desenvolvimento das Doutrinas Adventistas do S&eacute;timo Dia<\/i>&nbsp;(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2005), 55-130, sugere uma distin&ccedil;&atilde;o semelhante ao considerar a &ecirc;nfase de 1844-1885 como centralizada em torno da pergunta &ldquo;O que &eacute; adventista no adventismo?&rdquo; e a &ecirc;nfase em 1886-1919 como gravitando ao redor da quest&atilde;o &ldquo;O que &eacute; crist&atilde;o no adventismo?&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-19\" style=\"font-weight: bold;\">19<\/span>&nbsp;Ver Alberto R. Timm,&nbsp;<i>O Santu&aacute;rio e as Tr&ecirc;s Mensagens Ang&eacute;licas: Fatores Integrativos no Desenvolvimento das Doutrinas Adventistas<\/i>, 4&ordf; ed., rev. (Engenheiro Coelho, SP: Imprensa Universit&aacute;ria Adventista, 2002).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-20\" style=\"font-weight: bold;\">20<\/span>&nbsp;Ellen G. White, &ldquo;To brother J. N. Andrews and sister H. N. Smith&rdquo;, em idem,&nbsp;<i>Pamphlets in the Concordance<\/i>&nbsp;(Payson, AZ: Leaves-Of-Autumn, 1983), 1:245-246.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-21\" style=\"font-weight: bold;\">21<\/span>&nbsp;Ellen G. White,&nbsp;<i>Manuscript Releases<\/i>&nbsp;(Silver Spring, MD: Ellen G. White Estate, 1990), 5:203. Cf. Timm,&nbsp;<i>O Santu&aacute;rio e as Tr&ecirc;s Mensagens Ang&eacute;licas<\/i>, 184-185.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-22\" style=\"font-weight: bold;\">22<\/span>&nbsp;Ellen G. White,&nbsp;<i>Primeiros Escritos<\/i>, 6&ordf; ed. (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1999), 256.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-23\" style=\"font-weight: bold;\">23<\/span>&nbsp;White,&nbsp;<i>Manuscript Releases<\/i>, 14:23-24.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-24\" style=\"font-weight: bold;\">24<\/span>&nbsp;Ellen G. White,&nbsp;<i>O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es<\/i>, 22&ordf; ed. (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2003), 669.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-25\" style=\"font-weight: bold;\">25<\/span>&nbsp;Ver Samuel Koranteng-Pipim,&nbsp;<i>Receiving the Word: How New Approaches to the Bible Impact Our Biblical Faith and Lifestyle<\/i>&nbsp;(Berrien Springs, MI: Berean Books, 1996), 298-300.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-26\" style=\"font-weight: bold;\">26<\/span>&nbsp;White,&nbsp;<i>Primeiros Escritos<\/i>, 85-127.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-27\" style=\"font-weight: bold;\">27<\/span>&nbsp;Ibid., 11-83.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-28\" style=\"font-weight: bold;\">28<\/span>&nbsp;Ibid., 129-295.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-29\" style=\"font-weight: bold;\">29<\/span>&nbsp;Ellen G. White,&nbsp;<i>The Spirit of Prophecy<\/i>, 4 vols. (Battle Creek, MI: Steam Press of the Seventh-day Adventist Publishing Association, Review and Herald, 1870-1884).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-30\" style=\"font-weight: bold;\">30<\/span>&nbsp;Ellen G. White,&nbsp;<i>Patriarcas e Profetas<\/i>, 15&ordf; ed. (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1997); idem,<i>Profetas e Reis<\/i>, 8&ordf; ed. (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1996); idem,&nbsp;<i>O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es<\/i>; idem,&nbsp;<i>Atos dos Ap&oacute;stolos<\/i>, 8&ordf; ed. (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1999); idem,&nbsp;<i>O Grande Conflito<\/i>, 41&ordf; ed. (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2001).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-31\" style=\"font-weight: bold;\">31<\/span>&nbsp;Ver Alberto R. Timm, &ldquo;Os adventistas e a inspira&ccedil;&atilde;o&rdquo;,&nbsp;<i>Minist&eacute;rio<\/i>&nbsp;(Brasil), mar&ccedil;o-abril de 1999, 9-12.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-32\" style=\"font-weight: bold;\">32<\/span>&nbsp;White,&nbsp;<i>O Grande Conflito<\/i>, 599-600.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-33\" style=\"font-weight: bold;\">33<\/span>&nbsp;Ver Ellen G. White,&nbsp;<i>Evangelismo<\/i>, 3&ordf; ed. (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1997), 613-617. A autenticidade das declara&ccedil;&otilde;es que aparecem nessas p&aacute;ginas do livro&nbsp;<i>Evangelismo<\/i>&nbsp;&eacute; atestada em &ldquo;Original Sources for Ellen White&rsquo;s Statements on the Godhead Printed in&nbsp;<i>Evangelism<\/i>, pp. 613-617&rdquo; (Silver Spring, MD: Ellen G. White Estate, 2003).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-34\" style=\"font-weight: bold;\">34<\/span>&nbsp;Nicotra,&nbsp;<i>&ldquo;Eu e o Pai Somos Um&rdquo;<\/i>, 40, 48-49, 54, 75.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-35\" style=\"font-weight: bold;\">35<\/span>&nbsp;Ver Alberto R. Timm, &ldquo;O adventismo e o princ&iacute;pio da&nbsp;<i>sola Scriptura<\/i>&rdquo;,&nbsp;<i>Minist&eacute;rio<\/i>&nbsp;(Brasil), janeiro-fevereiro de 1998, 18-20.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-36\" style=\"font-weight: bold;\">36<\/span>&nbsp;Nicotra,&nbsp;<i>&ldquo;Eu e o Pai Somos Um&rdquo;<\/i>, 47-49.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-37\" style=\"font-weight: bold;\">37<\/span>&nbsp;Ibid., 34-35.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-38\" style=\"font-weight: bold;\">38<\/span>&nbsp;Ekkehardt Mueller, &ldquo;The Revelation, Inspiration, and Authority of Scripture&rdquo;,&nbsp;<i>Ministry<\/i>, abril de 2000, 22.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-39\" style=\"font-weight: bold;\">39<\/span>&nbsp;Ver Francis D. Nichol, ed.,&nbsp;<i>The Seventh-day Adventist Bible Commentary<\/i>, ed. rev. (Washington, DC: Review and Herald, 1980), 5:306-307 (&ldquo;Note 2&rdquo;).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-40\" style=\"font-weight: bold;\">40<\/span>&nbsp;Ibid., 640.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-41\" style=\"font-weight: bold;\">41<\/span>&nbsp;Ibid., 555.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-42\" style=\"font-weight: bold;\">42<\/span>&nbsp;White,&nbsp;<i>O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es<\/i>, 671.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-43\" style=\"font-weight: bold;\">43<\/span>&nbsp;[Carvalho, org.],&nbsp;<i>A Divindade<\/i>, 107-145.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-44\" style=\"font-weight: bold;\">44<\/span>&nbsp;M&aacute;rcio Nastrini, e-mail para Alberto R. Timm, contendo um relat&oacute;rio datado de 15 de maio de 2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-45\" style=\"font-weight: bold;\">45<\/span>&nbsp;Robson Ramos, &ldquo;Sonho: O beb&ecirc; que falava pelos p&eacute;s&rdquo;, em http:\/\/www.adventistas.com\/novembro2001\/congresso\/sonho_robson.htm, acessado em 7\/9\/2006. Cf. Ex-pastor K., &ldquo;A profetiza do pretenso movimento leigo do Brasil&rdquo;, em http:\/\/www. adventista-aconselho.com\/profetiza_do %pretenso %20mov.%20leigo.htm.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-46\" style=\"font-weight: bold;\">46<\/span>&nbsp;Jairo Carvalho, &ldquo;Adventista argentino tem vis&atilde;o que confirma origem sat&acirc;nica da doutrina da Trindade&rdquo;, em http:\/\/www.adventistas.com\/junho2002\/visao_trindade.htm, acessado em 11\/9\/2006; Robson Ramos, &ldquo;Nota do editor&rdquo;, em ibid.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-47\" style=\"font-weight: bold;\">47<\/span>&nbsp;Nicotra,&nbsp;<i>&ldquo;Eu e o Pai Somos Um&rdquo;<\/i>, 38.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-48\" style=\"font-weight: bold;\">48<\/span>&nbsp;Ibid., 39-56.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-49\" style=\"font-weight: bold;\">49<\/span>&nbsp;[Carvalho, org.],&nbsp;<i>A Divindade<\/i>, 59, 84.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-50\" style=\"font-weight: bold;\">50<\/span>&nbsp;Ellen G. White,&nbsp;<i>Mensagens Escolhidas<\/i>, 2&ordf; ed. (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1985), 1:18.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-51\" style=\"font-weight: bold;\">51<\/span>&nbsp;Ellen G. White,&nbsp;<i>Testimonies for the Church<\/i>&nbsp;(Mountain View, CA: Pacific Press, 1948), 5:171.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-52\" style=\"font-weight: bold;\">52<\/span>&nbsp;White,&nbsp;<i>Mensagens Escolhidas<\/i>, 2:78.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-53\" style=\"font-weight: bold;\">53<\/span>&nbsp;Ramos, &ldquo;Sonho: O beb&ecirc; que falava pelos p&eacute;s&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-54\" style=\"font-weight: bold;\">54<\/span>&nbsp;Mais informa&ccedil;&otilde;es sobre a Igreja Crist&atilde; B&iacute;blica Adventista podem ser encontradas no site www.igrejacrista.com.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-55\" style=\"font-weight: bold;\">55<\/span>&nbsp;Ver Timm, &ldquo;Resenha Cr&iacute;tica do Livro&nbsp;<i>&lsquo;Eu e o Pai Somos Um&rsquo;<\/i>&rdquo;, 70-71.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-56\" style=\"font-weight: bold;\">56<\/span>&nbsp;Ver o cap&iacute;tulo intitulado &ldquo;A Sacadidura&rdquo; em Ellen G. White,&nbsp;<i>Eventos Finais<\/i>, 3&ordf; ed. (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1995), 149-157. Ver tamb&eacute;m Ellen G. White,&nbsp;<i>Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evang&eacute;licos<\/i>, 4&ordf; ed. (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2002), 15-62.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-57\" style=\"font-weight: bold;\">57<\/span>&nbsp;White,&nbsp;<i>Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evang&eacute;licos<\/i>, 51.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-58\" style=\"font-weight: bold;\">58<\/span>&nbsp;Ricardo Nicotra, &ldquo;Coment&aacute;rios Sobre a Resenha Cr&iacute;tica do Livro&nbsp;<i>&lsquo;Eu e o Pai Somos Um&rsquo;<\/i>&rdquo;, em http:\/\/www.adventistas.com\/julho2006\/replica_nicotra_parousia.htm, acessado em 07\/09\/2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-59\" style=\"font-weight: bold;\">59<\/span>&nbsp;Tales Fonseca, &ldquo;Porque Alberto Timm merece a chuteira de ouro apesar da cabe&ccedil;ada contra Nicotra&rdquo;, http:\/\/www.adventistas.com\/julho2006\/timm_chuteiradeouro.htm, acessado em 07\/09\/2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-60\" style=\"font-weight: bold;\">60<\/span>&nbsp;Tales Fonseca, &ldquo;Afinal, para que servem os te&oacute;logos?&rdquo;, http:\/\/www.adventistas.com\/fevereiro2003\/tales_teologos.htm, acessado em 11\/09\/2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-61\" style=\"font-weight: bold;\">61<\/span>&nbsp;Tales Fonseca, &ldquo;Tales Fonseca desiste de colocar todos os te&oacute;logos num saco e jogar no rio&rdquo;, http:\/\/www.adventistas.com\/marco2003\/tales_teologos 2.htm, acessado em 11\/09\/2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-62\" style=\"font-weight: bold;\">62<\/span>&nbsp;Tales Fonseca, &ldquo;2 testes simples para verificar se o Dr. Jos&eacute; Carlos Ramos &eacute; Deus&rdquo;, http:\/\/www.adventistas.com\/maio2005\/2_testes _ramos.htm, acessado em 07\/09\/2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-63\" style=\"font-weight: bold;\">63<\/span>&nbsp;Tales Fonseca, &ldquo;O que o Pel&eacute; e os te&oacute;logos adventistas t&ecirc;m em comum?&rdquo;, http:\/\/www. adventistas.com\/junho2005\/pele_teologos.htm, acessado em 07\/09\/2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-64\" style=\"font-weight: bold;\">64<\/span>&nbsp;Tales Fonseca, &ldquo;Que Indiana Jones que nada, Dr. Rodrig&atilde;o &eacute; que &eacute; o cara!&rdquo;, http:\/\/www.adventistas. com\/abril2006\/rodrigo_jones.htm, acessado em 07\/09\/2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-65\" style=\"font-weight: bold;\">65<\/span>&nbsp;Fonseca, &ldquo;Porque Alberto Timm merece a chuteira de ouro apesar da cabe&ccedil;ada contra Nicotra&rdquo;, http:\/\/www.adventistas.com\/julho2006\/timm_ chuteiradeouro.htm, acessado em 07\/09\/2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-66\" style=\"font-weight: bold;\">66<\/span>&nbsp;Fonseca, &ldquo;Que Indiana Jones que nada, Dr. Rodrig&atilde;o &eacute; que &eacute; o cara!&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-67\" style=\"font-weight: bold;\">67<\/span>&nbsp;White,&nbsp;<i>Evangelismo<\/i>, 636-637.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-68\" style=\"font-weight: bold;\">68<\/span>&nbsp;Ellen G. White sugeriu que os deposit&aacute;rios do seu Patrim&ocirc;nio Liter&aacute;rio preparassem compila&ccedil;&otilde;es dos seus escritos. Essa quest&atilde;o &eacute; abordada em Herbert E. Douglass,&nbsp;<i>Mensageira do Senhor<\/i>&nbsp;(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2001), 528-533.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-69\" style=\"font-weight: bold;\">69<\/span>&nbsp;Ver o documento &ldquo;M&eacute;todos de estudo da B&iacute;blia&rdquo; em&nbsp;<i>Declara&ccedil;&otilde;es da Igreja<\/i>, 2&ordf; ed. (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2003), 179-189.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-70\" style=\"font-weight: bold;\">70<\/span>&nbsp;Ellen G. White,&nbsp;<i>Testemunhos Para a Igreja<\/i>&nbsp;(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004), 5:294.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-71\" style=\"font-weight: bold;\">71<\/span>&nbsp;E. G. White,&nbsp;<i>O Grande Conflito<\/i>, 608.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-72\" style=\"font-weight: bold;\">72<\/span>&nbsp;E. G. White,&nbsp;<i>Obreiros Evang&eacute;licos<\/i>, 376.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-73\" style=\"font-weight: bold;\">73<\/span>&nbsp;Ver&nbsp;<i>Nisto Cremos: 27 Ensinos B&iacute;blicos dos Adventistas do S&eacute;timo Dia<\/i>, 8&ordf; ed. (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2003), 31-98.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<\/p><\/div>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presente artigo analisa criticamente a hermen&ecirc;utica antitrinitariana adventista moderna. 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