{"id":6146,"date":"2020-08-17T07:51:39","date_gmt":"2020-08-17T10:51:39","guid":{"rendered":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=6146"},"modified":"2020-08-17T15:21:13","modified_gmt":"2020-08-17T18:21:13","slug":"sola-scriptura-os-reformadores-e-ellen-g-white","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/sola-scriptura-os-reformadores-e-ellen-g-white\/","title":{"rendered":"Sola Scriptura: Os reformadores e Ellen G. White"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><h1 style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/\"><strong><em>Sola Scriptura<\/em><\/strong><strong>: Os reformadores e Ellen G. White<\/strong><\/a><\/h1>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>O que &eacute; o princ&iacute;pio <em>sola Scriptura <\/em>e como Ellen G. White o via?<\/strong><\/p>\n<p>O cristianismo p&oacute;s-apost&oacute;lico perdeu grande parte de sua identidade b&iacute;blica original sob a influ&ecirc;ncia paganizante da cultura greco-romana. No m&eacute;todo aleg&oacute;rico alexandrino, muitos int&eacute;rpretes crist&atilde;os encontraram liberdade suficiente para sua acomoda&ccedil;&atilde;o sincr&eacute;tica das Escrituras &agrave; cultura popular. A aceita&ccedil;&atilde;o dessa metodologia hermen&ecirc;utica come&ccedil;ou a desgastar v&aacute;rias doutrinas da B&iacute;blia do cristianismo dominante. Por si s&oacute;, o m&eacute;todo aleg&oacute;rico teria levado a igreja crist&atilde; a uma interpreta&ccedil;&atilde;o t&atilde;o pluralista das Escrituras que sua identidade religiosa acabaria desaparecendo completamente. Por&eacute;m, a Igreja de Roma aproveitou esse subjetivismo hermen&ecirc;utico religioso e a influ&ecirc;ncia sociopol&iacute;tica do Imp&eacute;rio Romano para se estabelecer como a &uacute;nica int&eacute;rprete verdadeira das Escrituras.<\/p>\n<p>Gradualmente, muitas &ldquo;tradi&ccedil;&otilde;es apost&oacute;licas&rdquo; extrab&iacute;blicas reformularam a interpreta&ccedil;&atilde;o das Escrituras e os ensinamentos da igreja. Agostinho chegou a confessar: &ldquo;Eu n&atilde;o acreditaria no Evangelho, se n&atilde;o fosse a autoridade da Igreja Cat&oacute;lica&rdquo;.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note1\"><sup>1<\/sup><\/a> Tom&aacute;s de Aquino argumentou que &ldquo;o objeto formal da f&eacute; &eacute; a Primeira Verdade, como manifestado nas Escrituras Sagradas e no ensino da Igreja, que procede da Primeira Verdade&rdquo;.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note2\"><sup>2<\/sup><\/a> Mais tarde, o Conc&iacute;lio de Trento, em sua quarta sess&atilde;o (1546) afirmou que todas as verdades de salva&ccedil;&atilde;o e regras de condutas est&atilde;o contidas &ldquo;nos livros escritos e em tradi&ccedil;&otilde;es n&atilde;o escritas&hellip; preservadas na Igreja Cat&oacute;lica&rdquo;. &Agrave; &ldquo;Santa M&atilde;e Igreja&rdquo; pertence a autoridade de julgar o &ldquo;verdadeiro sentido e interpreta&ccedil;&atilde;o&rdquo; das Escrituras Sagradas.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note3\"><sup>3<\/sup><\/a> Consequentemente, os interesses eclesi&aacute;sticos anularam a verdadeira fidelidade &agrave; Palavra de Deus e constru&iacute;ram uma forte tradi&ccedil;&atilde;o hermen&ecirc;utica n&atilde;o-b&iacute;blica.<\/p>\n<p>J&aacute; na Idade M&eacute;dia, pr&eacute;-reformadores como John Wycliffe, John Huss, Jer&ocirc;nimo de Praga e os valdenses tentaram restaurar a autoridade das Escrituras acima das tradi&ccedil;&otilde;es religiosas e das decis&otilde;es eclesi&aacute;sticas. Embora muito limitadas em abrang&ecirc;ncia, essas tentativas ajudaram a abrir o caminho para a grande Reforma hermen&ecirc;utica e eclesi&aacute;stica do s&eacute;culo XVI.<\/p>\n<p>Este artigo examina, resumidamente, como os reformadores do s&eacute;culo XVI usaram o princ&iacute;pio <em>sola Scriptura<\/em> em resposta &agrave; alega&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica romana de ser a &uacute;nica int&eacute;rprete verdadeira das Escrituras e como Ellen G. White enfatizou e aplicou esse princ&iacute;pio em suas exposi&ccedil;&otilde;es das Escrituras.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note4\"><sup>4<\/sup><\/a> Tais conceitos podem fornecer uma estrutura &uacute;til para compreender o papel fundamental de Ellen White no tempo do fim de enaltecer o princ&iacute;pio <em>sola Scriptura<\/em>.<\/p>\n<h2><strong>A RESPOSTA PROTESTANTE: O PRINC&Iacute;PIO <em>SOLA SCRIPTURA<\/em> <\/strong><\/h2>\n<p>Antes de mais nada, a Reforma do s&eacute;culo XVI foi uma reforma <em>hermen&ecirc;utica<\/em> que gerou uma reforma <em>eclesi&aacute;stica.<\/em> Um dos princ&iacute;pios mais importantes do movimento foi o princ&iacute;pio <em>Sola Scriptura<\/em>, que implicou (1) o reconhecimento <em>te&oacute;rico <\/em>das Escrituras como a &uacute;nica regra de f&eacute; e pr&aacute;tica em quest&otilde;es religiosas, e (2) a aplica&ccedil;&atilde;o <em>pr&aacute;tica<\/em> desse princ&iacute;pio na verdadeira interpreta&ccedil;&atilde;o das Escrituras. Da perspectiva te&oacute;rica, Lutero declarou claramente: &ldquo;Portanto, a Escritura &eacute; sua pr&oacute;pria luz. &Eacute; bom que a Escritura seja sua pr&oacute;pria int&eacute;rprete&rdquo;.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note5\"><sup>5<\/sup><\/a> Na Dieta de Worms (1521), Lutero afirmou que &ldquo;n&atilde;o aceitava a autoridade dos papas e dos conc&iacute;lios, pois eles se contradiziam&rdquo;. A menos que ele fosse &ldquo;convencido pelas Escrituras e por uma raz&atilde;o clara&rdquo;, ele jamais retrataria suas posi&ccedil;&otilde;es.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note6\"><sup>6<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Jo&atilde;o Calvino argumentou mais explicitamente que &ldquo;aqueles a quem o Esp&iacute;rito Santo ensinou interiormente se ancoram verdadeiramente nas Escrituras&rdquo; e que &ldquo;as Escrituras realmente s&atilde;o auto autenticadas; portanto, n&atilde;o &eacute; correto sujeit&aacute;-las &agrave; prova e argumenta&ccedil;&atilde;o.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note7\"><sup>7<\/sup><\/a> De igual forma, o artigo 6 dos Trinta e Nove Artigos da Igreja Anglicana (1571) diz: &ldquo;As Escrituras Sagradas cont&ecirc;m todas as coisas necess&aacute;rias para a salva&ccedil;&atilde;o; de modo que tudo o que nelas n&atilde;o se l&ecirc;, nem por elas se pode provar, n&atilde;o deve ser exigido de pessoa alguma que seja julgado como um artigo da F&eacute; ou considerado requisito ou necess&aacute;rio para a salva&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note8\"><sup>8<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Por&eacute;m, de uma perspectiva pr&aacute;tica, os Reformadores Magistrais n&atilde;o usaram o princ&iacute;pio <em>sola Scriptura <\/em>como uma raz&atilde;o para rejeitar todas as outras fontes de conhecimento religioso. Lutero n&atilde;o apenas aceitou os primeiros Credos Ecum&ecirc;nicos e muitos dos Padres da Igreja, mas tamb&eacute;m escreveu o <em>Catecismo Menor de Lutero <\/em>(1529) e <em>Catecismo Maior de Lutero<\/em> (1529). Igualmente, Calvino escreveu suas famosas <em>Institutas da Religi&atilde;o Crist&atilde;<\/em> (1536, revisadas em 1559) e seu pr&oacute;prio Catecismo (1538). Muitas outras confiss&otilde;es e artigos de f&eacute; foram elaborados, expondo uma variedade de cren&ccedil;as e nuances protestantes. Al&eacute;m disso, enquanto Zu&iacute;nglio e Carlstadt rejeitavam o que a B&iacute;blia n&atilde;o endossava, Lutero tendia a permitir o que a B&iacute;blia n&atilde;o proibia.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note9\"><sup>9<\/sup><\/a> Presumindo que &ldquo;o que n&atilde;o &eacute; contra as Escrituras &eacute; para as Escrituras, e as Escrituras para ele&rdquo;,<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note10\"><sup>10<\/sup><\/a> Lutero manteve v&aacute;rios componentes da missa cat&oacute;lica em seu pr&oacute;prio modelo lit&uacute;rgico.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note11\"><sup>11<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Foram feitas diferentes tentativas para definir a rela&ccedil;&atilde;o entre as Escrituras inspiradas e outras declara&ccedil;&otilde;es e escritos crist&atilde;os n&atilde;o inspirados. Por exemplo, a F&oacute;rmula Luterana de Conc&oacute;rdia, Declara&ccedil;&atilde;o S&oacute;lida (1577) sugeria &ldquo;uma tripla camada de autoridade&rdquo;,<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note12\"><sup>12<\/sup><\/a> compreendendo (1) as Escrituras prof&eacute;ticas e apost&oacute;licas do Antigo e do Novo Testamentos, que s&atilde;o &ldquo;o &uacute;nico verdadeiro padr&atilde;o ou norma pela qual todos os professores e doutrinas devem ser julgados&rdquo;; (2) &ldquo;a verdadeira doutrina crist&atilde;&rdquo; coletada da Palavra de Deus nos tr&ecirc;s credos ecum&ecirc;nicos&mdash;o Credo dos Ap&oacute;stolos, o Credo Niceno e o Credo de Atan&aacute;sio&mdash;e a primeira confiss&atilde;o luterana e os artigos doutrin&aacute;rios; e (3) &ldquo;outros livros bons, &uacute;teis e puros, exposi&ccedil;&otilde;es das Escrituras Sagradas, refuta&ccedil;&otilde;es de erros e explica&ccedil;&otilde;es de artigos doutrin&aacute;rios&rdquo;.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note13\"><sup>13<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Lutero enfatizou a autoridade <em>incondicional <\/em>das Escrituras em contraste com a autoridade <em>relativa <\/em>e <em>condicional <\/em>dos te&oacute;logos da igreja. Foi concedida uma autoridade derivada somente &agrave;quelas partes da tradi&ccedil;&atilde;o da igreja &ldquo;que provam estar fundamentadas nas Escrituras&rdquo; e aos tr&ecirc;s credos ecum&ecirc;nicos, &ldquo;porque ele estava convencido de que eles estavam em conformidade com as Escrituras&rdquo;.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note14\"><sup>14<\/sup><\/a> Consequentemente, de uma perspectiva protestante, um credo &eacute; apenas uma <em>norma normata <\/em>(regra secund&aacute;ria de f&eacute;) com &ldquo;apenas autoridade eclesi&aacute;stica e, portanto, relativa, que depende da medida de sua concord&acirc;ncia com a B&iacute;blia,&rdquo; que &eacute; a <em>norma normans <\/em>(regra prim&aacute;ria de f&eacute;).<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note15\"><sup>15<\/sup><\/a><\/p>\n<p>No entanto, Alister E. McGrath argumenta que &ldquo;a &uacute;nica ala da Reforma a aplicar consistentemente o princ&iacute;pio <em>scriptura sola <\/em>foi a Reforma Radical, ou &lsquo;Anabatismo&rsquo;&rdquo;.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note16\"><sup>16<\/sup><\/a> No entanto, mesmos os anabatistas que assinaram os sete artigos da confiss&atilde;o de Schleitheim (1527) n&atilde;o foram muito longe no processo de restaurar as verdades b&iacute;blicas por meio do princ&iacute;pio <em>sola Scriptura<\/em>. Portanto, o lema &ldquo;a igreja reformada, sendo sempre reformada de acordo com a Palavra de Deus&rdquo;(<em>ecclesia reformata, semper reformanda, secundum verbum Dei<\/em>)<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note17\"><sup>17<\/sup><\/a> deve permanecer como princ&iacute;pio duradouro daqueles que querem continuar o processo de restaura&ccedil;&atilde;o iniciado pela Reforma Protestante.<\/p>\n<p>Em vez de prosseguir com tais esfor&ccedil;os, muitos protestantes e evang&eacute;licos p&oacute;s-Reforma come&ccedil;aram a abra&ccedil;ar uma hermen&ecirc;utica alternativa que obscureceu o amplo princ&iacute;pio <em>sola Scriptura <\/em>e uma interpreta&ccedil;&atilde;o historicista mais espec&iacute;fica das profecias b&iacute;blicas. Essas alternativas inclu&iacute;am as interpreta&ccedil;&otilde;es futuristas e preteristas cat&oacute;licas romanas da profecia b&iacute;blica; o m&eacute;todo hist&oacute;rico-cr&iacute;tico liberal afastando o elemento sobrenatural das Escrituras; e a fragmenta&ccedil;&atilde;o dispensacional da unidade geral das Escrituras. Cada um deles usou um princ&iacute;pio humano no lugar da B&iacute;blia, assim, distorcendo ou mesmo destruindo o princ&iacute;pio <em>sola Scriptura. <\/em>Durante o s&eacute;culo XX, v&aacute;rias hermen&ecirc;uticas s&oacute;cio cient&iacute;ficas apareceriam em cena, desafiando ainda mais o princ&iacute;pio <em>sola Scriptura.<\/em><\/p>\n<h2><strong>A &Ecirc;NFASE DE ELLEN G. WHITE NO PRINC&Iacute;PIO <em>SOLA SCRIPTURA<\/em><\/strong><\/h2>\n<p>Muitos restauracionistas e revivalistas norte-americanos do s&eacute;culo XIX enfatizaram a necessidade de redescobrir alguns ensinamentos da igreja apost&oacute;lica. Mas nenhum outro movimento religioso contempor&acirc;neo aplicou t&atilde;o consistentemente o princ&iacute;pio <em>sola Scriptura <\/em>para restaurar a verdade B&iacute;blica como fizeram os adventistas guardadores do s&aacute;bado (fundadores da Igreja Adventistas do S&eacute;timo Dia). Fundamental nesse processo foi o minist&eacute;rio prof&eacute;tico de Ellen G. White, que, sem substituir ou ofuscar a B&iacute;blia (como alguns cr&iacute;ticos alegam), na verdade, leva as pessoas a um comprometimento incondicional com a B&iacute;blia como seu pr&oacute;prio expositor. Isso &eacute; evidente tanto nos conselhos dela sobre como as Escrituras devem ser interpretadas quanto na maneira como ela realmente as interpretou.<\/p>\n<p>Sem mencionar pelo nome as teorias futuristas e preteristas, White manteve a identifica&ccedil;&atilde;o historicista protestante do papado como o &ldquo;pequeno chifre&rdquo; de <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Dan%207.8\">Daniel 7:8<\/a>, <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Daniel%207.11\">11<\/a>, <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Daniel%207.21\">21<\/a>, <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Daniel%207.22\">22<\/a>, <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Daniel%207.24%E2%80%9326\">24&ndash;26<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Daniel%208.9%E2%80%9314\">8:9&ndash;14<\/a>, o anticristo de <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/2%20Thess%202.1%E2%80%9312\">2 Tessalonicenses 2:1&ndash;12<\/a> e a besta que emerge do mar de Apocalipse 13:1&ndash;9.<sup>18<\/sup> Ela tamb&eacute;m endossou a vis&atilde;o dos 1.260 dias simb&oacute;licos de <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Rev%2011.3\">Apocalipse 11:3<\/a> e <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Revelation%2012.6\">12:6<\/a> (cf. <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Dan.%207.25\">Dan. 7:25<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Rev.%2011.2\">Ap. 11:2<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Rev%2012.14\">12:14<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Rev%2013.5\">13:5<\/a>) como o per&iacute;odo da supremacia papal entre 538 e 1798 d.C.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note19\"><sup>19<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Por outro lado, Ellen White alertou fortemente que a f&eacute; na B&iacute;blia estava sendo &ldquo;destru&iacute;da t&atilde;o eficazmente pela alta cr&iacute;tica e as especula&ccedil;&otilde;es&hellip; como o era pela tradi&ccedil;&atilde;o e o rabinismo dos dias de Jesus&rdquo;.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note20\"><sup>20<\/sup><\/a> Ela explicou ainda: &ldquo;A obra da &lsquo;alta cr&iacute;tica&rsquo;, em dissecar, conjeturar e reconstruir est&aacute; destruindo a f&eacute; na B&iacute;blia como uma revela&ccedil;&atilde;o divina. Est&aacute; roubando a Palavra de Deus em seu poder de controlar, erguer e inspirar vidas humanas&rdquo;.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note21\"><sup>21<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Em contraste com a teoria dispensacionalista, que divide a hist&oacute;ria da B&iacute;blia em v&aacute;rias (geralmente sete) dispensa&ccedil;&otilde;es distintas, Ellen White falou de duas dispensa&ccedil;&otilde;es (o Antigo e o Novo Testamentos), ligadas entre si por uma interrela&ccedil;&atilde;o tipol&oacute;gica. Ela declarou: &ldquo;N&atilde;o h&aacute; tal contraste, como frequentemente se alega existir entre o Antigo e o Novo Testamento, entre a lei de Deus e o evangelho de Cristo, entre os requisitos da dispensa&ccedil;&atilde;o judaica e os da dispensa&ccedil;&atilde;o crist&atilde;. Cada alma salva na antiga dispensa&ccedil;&atilde;o foi salva por Cristo t&atilde;o verdadeiramente quanto somos salvos por Ele hoje. Os patriarcas e profetas eram crist&atilde;os. A promessa do evangelho foi dada ao primeiro casal no &Eacute;den, quando, pela transgress&atilde;o, eles foram separados de Deus. O evangelho foi pregado a Abra&atilde;o. Todos os hebreus beberam daquela Rocha espiritual, que era Cristo&rdquo;.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note22\"><sup>22<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Reconhecendo a exist&ecirc;ncia de &ldquo;graus diversos de desenvolvimento&rdquo; da revela&ccedil;&atilde;o de Deus para satisfazer as necessidades das pessoas nas v&aacute;rias &eacute;pocas, White argumenta que em ambas as dispensa&ccedil;&otilde;es &ldquo;as reivindica&ccedil;&otilde;es de Deus s&atilde;o as mesmas&rdquo; e &ldquo;os mesmos s&atilde;o os princ&iacute;pios de Seu governo&rdquo;.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note23\"><sup>23<\/sup><\/a> &ldquo;O Velho Testamento &eacute; o evangelho em figuras e s&iacute;mbolos. O Novo Testamento &eacute; o corpo, ou subst&acirc;ncia. Um &eacute; t&atilde;o essencial como o outro.&rdquo;<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note24\"><sup>24<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Al&eacute;m de negar as alternativas hermen&ecirc;uticas mencionadas acima, Ellen White tamb&eacute;m forneceu outras dicas perspicazes para uma interpreta&ccedil;&atilde;o<em> sola Scriptura<\/em> da B&iacute;blia. Falando da B&iacute;blia como aquela que &ldquo;interpreta a si mesma&rdquo;, ela destacou que a B&iacute;blia deveria ser estudada dentro do &acirc;mbito do grande conflito c&oacute;smico-hist&oacute;rico entre Deus e Satan&aacute;s.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note25\"><sup>25<\/sup><\/a> Ela tamb&eacute;m promoveu um equil&iacute;brio adequado entre o estudo exeg&eacute;tico de determinada passagem<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note26\"><sup>26<\/sup><\/a> e sua interpreta&ccedil;&atilde;o &agrave; luz da analogia das Escrituras.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note27\"><sup>27<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Reiterando em outro lugar sua &ecirc;nfase na analogia das Escrituras, Ellen White confirmou seu resultado positivo: &ldquo;A B&iacute;blia &eacute; seu pr&oacute;prio int&eacute;rprete, uma passagem explicando a outra. Mediante a compara&ccedil;&atilde;o de textos referentes aos mesmos assuntos, voc&ecirc; ver&aacute; beleza e harmonia com que nunca sonhou&rdquo;.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note28\"><sup>28<\/sup><\/a> Esses conceitos fundamentaram a maneira como ela realmente usou o princ&iacute;pio<em> sola Scriptura<\/em> para interpretar a B&iacute;blia.<\/p>\n<h2><strong>O USO DE ELLEN G. WHITE DO PRINC&Iacute;PIO <em>SOLA SCRIPTURA<\/em><\/strong><\/h2>\n<p>O fato de Ellen White n&atilde;o ter feito uma an&aacute;lise exeg&eacute;tica moderna do texto b&iacute;blico jamais deveria ser usado para negar suas exposi&ccedil;&otilde;es das Escrituras. Seu uso das Escrituras &eacute; de fato <em>prof&eacute;tico, <\/em>revelando em muitos casos as motiva&ccedil;&otilde;es internas dos indiv&iacute;duos envolvidos e as lutas espirituais que estavam acontecendo nos bastidores. Al&eacute;m disso, as pr&oacute;prias exposi&ccedil;&otilde;es de Ellen White sobre as Escrituras estavam em harmonia com o princ&iacute;pio<em> sola Scriptura<\/em>, permitindo que a B&iacute;blia fosse sua pr&oacute;pria int&eacute;rprete.<\/p>\n<p>Enquanto muitos cr&iacute;ticos da B&iacute;blia questionaram a historicidade de <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Gen%201%E2%80%9311\">G&ecirc;nesis 1&ndash;11<\/a> e negaram seus milagres, Ellen White permaneceu alinhada com os profetas b&iacute;blicos que confirmaram a historicidade e a veracidade desses relatos. Por exemplo, enquanto a historicidade dos relatos da cria&ccedil;&atilde;o (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Gen.%201\">Gen. 1<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Gen%201.2\">2<\/a>) foi confirmada por outros textos do Antigo Testamento (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Ps.%2033.6%E2%80%939\">Sl. 33:6&ndash;9<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Ps%2094.9\">94:9<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Ps%2095.4\">95:4<\/a>, <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Ps%2095.5\">5<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Ps%20121.2\">121:2<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Ps%20136.5%E2%80%939\">136:5&ndash;9<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Ps%20146.5\">146:5<\/a>, <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Ps%20146.6\">6<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Ps%20148.1%E2%80%935\">148:1&ndash;5<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Isa.%2040.26\">Isa. 40:26<\/a>) e do Novo Testamento (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Acts%2017.24%E2%80%9326\">Atos 17:24&ndash;26<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Col.%201.15\">Col. 1:15<\/a>, <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Col%201.16\">16<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Heb.%204.4\">Hb. 4:4<\/a>, <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Heb%204.10\">10<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Rev.%2014.7\">Apo. 14:7<\/a>), Ellen White tamb&eacute;m a confirmou.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note29\"><sup>29<\/sup><\/a> A B&iacute;blia se refere &agrave; queda de Ad&atilde;o e Eva por instiga&ccedil;&atilde;o da serpente (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Gen.%203\">Gen. 3<\/a>) como literal (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Rom.%205.12\">Rom. 5:12<\/a>, <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Rom%205.14\">14<\/a>, <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Rom%205.18\">18<\/a>, <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Rom%205.19\">19<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/2%20Cor.%2011.3\">2 Cor. 11:3<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Rev.%2012.9\">Apo. 12:9<\/a>), e Ellen White compreendeu isso da mesma forma.<u><sup>30<\/sup><\/u> Tanto o Antigo Testamento (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Ps.%20104.6%E2%80%939\">Sl. 104:6&ndash;9<\/a>) quanto o Novo (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Matt.%2024.37%E2%80%9339\">Mat. 24:37&ndash;39<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Heb.%2011.7\">Heb. 11:7<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/1%20Pet.%203.20\">1 Pd. 3:20<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/2%20Pet.%202.5\">2 Pd. 2:5<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/2%20Pet%203.6\">3:6<\/a>) consideram a hist&oacute;ria de No&eacute; e o dil&uacute;vio universal literais (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Gen.%206%E2%80%938\">Gen. 6&ndash;8<\/a>); e Ellen White tamb&eacute;m.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note31\"><sup>31<\/sup><\/a><\/p>\n<p>A destrui&ccedil;&atilde;o de Sodoma e Gomorra (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Gen.%2019.23%E2%80%9329\">Gen. 19:23&ndash;29<\/a>) foi compreendida como um evento hist&oacute;rico pelo Antigo Testamento (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Deut.%2029.23\">Deut. 29:23<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Isa.%2013.19\">Isa. 13:19<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Jer.%2049.18\">Jer. 49:18<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Jer%2050.40\">50:40<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Amos%204.11\">Am&oacute;s 4:11<\/a>) e pelo Novo (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Luke%2017.28\">Lucas 17:28<\/a>, <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Luke%2017.29\">29<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/2%20Pet.%202.6%E2%80%938\">2 Pd. 2:6&ndash;8<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Jude%207\">Judas 7<\/a>); Ellen White tamb&eacute;m entendeu assim.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note32\"><sup>32<\/sup><\/a> A historicidade dos milagres relacionados ao &Ecirc;xodo e &agrave; peregrina&ccedil;&atilde;o no deserto foi confirmada por outras passagens n&atilde;o apenas do Antigo Testamento (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Ps.%2066.6\">Sl. 66:6<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Pss%2078.10%E2%80%9355\">78:10&ndash;55<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Pss%20105.26%E2%80%9345\">105:26&ndash;45<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Pss%20106.7%E2%80%9333\">106:7&ndash;33<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Pss%20136.10%E2%80%9316\">136:10&ndash;16<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Mal.%204.4\">Mal. 4:4<\/a>), mas tamb&eacute;m do Novo (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Acts%207.17%E2%80%9344\">Atos 7:17&ndash;44<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Heb.%2011.22%E2%80%9330\">Heb. 11:22&ndash;30<\/a>); Ellen White tamb&eacute;m confirma.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note33\"><sup>33<\/sup><\/a> A hist&oacute;ria de Jonas no ventre do grande peixe (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Jonah%201.17\">Jonas 1:17<\/a>; <a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Jonah%202.10\">2:10<\/a>) realmente aconteceu como registrada na B&iacute;blia, de acordo com Jesus (<a href=\"https:\/\/biblia.com\/bible\/esv\/Matt.%2012.39%E2%80%9341\">Mat. 12:39&ndash;41<\/a>) e conforme afirmada por Ellen White.<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note34\"><sup>34<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Em contraste com as tentativas cr&iacute;ticas de descobrir o &ldquo;Jesus hist&oacute;rico&rdquo; (Albert Schweitzer) e de &ldquo;desmitificar&rdquo; os quatro Evangelhos (Rudolf Bultmann), Ellen White reconheceu as narrativas e os milagres do Evangelho como hist&oacute;ricos. Seu livro cl&aacute;ssico <em>O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es<\/em><a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note35\"><sup>35<\/sup><\/a> cria confian&ccedil;a na maneira como Jesus e Seu minist&eacute;rio s&atilde;o retratados nos Evangelhos can&ocirc;nicos e fornece muitas informa&ccedil;&otilde;es &uacute;teis sobre essas narrativas. Esse livro &eacute; um bom exemplo de seu compromisso com o princ&iacute;pio <em>sola Scriptura<\/em> ao estudar a B&iacute;blia e expor sua mensagem.<\/p>\n<h2><strong>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS<\/strong><\/h2>\n<p>&Eacute; preciso perceber que o compromisso de Ellen White com o princ&iacute;pio <em>sola Scriptura <\/em>n&atilde;o &eacute; aceit&aacute;vel por aqueles que leem a B&iacute;blia de qualquer outra perspectiva hermen&ecirc;utica, que negam qualquer manifesta&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-can&ocirc;nica de dom de profecia ou que discordam de suas exposi&ccedil;&otilde;es das doutrinas b&iacute;blicas. Por&eacute;m, em uma &eacute;poca em que o cristianismo &eacute; dividido em muitas escolas conflitantes de interpreta&ccedil;&atilde;o b&iacute;blica e em mais de 45.000 &ldquo;denomina&ccedil;&otilde;es&rdquo; crist&atilde;s diferentes (at&eacute; 2014),<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note36\"><sup>36<\/sup><\/a> os escritos de Ellen White funcionam como &ldquo;um filtro prof&eacute;tico divino&rdquo;, capaz de remover falsas interpreta&ccedil;&otilde;es artificialmente impostas &agrave; B&iacute;blia,<a href=\"https:\/\/www.ministrymagazine.org\/#note37\"><sup>37<\/sup><\/a> permitindo que ela se interprete e toque nossas vidas com sua mensagem transformadora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>1 St. Augustine, &ldquo;Against the Epistle of Manich&aelig;us, Called Fundamental,&rdquo; ch. 5, sec. 6, in <em>A Select Library of the Nicene and Post-Nicene Fathers of the Christian Church (NPNF<\/em>), Series I, 4:215.<\/p>\n<p>2 Thomas Aquinas, <em>Summa Theologica<\/em>, II-II, q. 5, a. 3, acessado em 12 de nov., 2014, <a href=\"http:\/\/www.documentacatholicaomnia.eu\/\">www.documentacatholicaomnia.eu<\/a>.<\/p>\n<p>3 Council of Trent, 4th session, in <em>The Canons and Decrees of the Council of Trent<\/em>, trans. H. J. Schroeder (Rockford, IL: TAN, 1978), 17, 19.<\/p>\n<p>4 Este artigo &eacute; uma vers&atilde;o abreviada do cap&iacute;tulo &ldquo;<em>Sola Scriptura<\/em> and Ellen G. White: Historical Reflections&rdquo; do <em>The Gift of Prophecy in Scripture and History<\/em>, eds. Alberto R. Timm and Dwain N. Esmond (Silver Spring, MD: Review and Herald Pub. Assn., 2015).<\/p>\n<p>5 Martin Luther, WA 10\/III: 238, lines 10, 11 (Also &ldquo;ist die schrifft jr selbs ain aigen liecht. Das ist dann fein, wenn sich die schrifft selbs au&szlig;legt.&rdquo; [original spelling]); WA 7:97, line 23 (<em>&ldquo;scriptura . . . sui ipsius interpres<\/em>&rdquo;).<\/p>\n<p>6 Roland H. Bainton, <em>Here I Stand: A Life of Martin Luther<\/em> (Nashville, TN: Abingdon, 1990), 144.<\/p>\n<p>7 John Calvin, <em>Institutes of the Christian Religion<\/em> 1.7.5, trans. Ford L. Battles (Philadelphia, PA: Westminster Press, 1960), 1:80.<\/p>\n<p>8 &ldquo;The Thirty Nine Articles, 1571, 1662,&rdquo; accessed on Nov. 16, 2014, <a href=\"http:\/\/www.fordham.edu\/halsall\/mod\/1571-39articles.asp\">www.fordham.edu\/halsall\/mod\/1571-39articles.asp<\/a>.<\/p>\n<p>9 Roland H. Bainton, <em>Christendom: A Short History of Christianity and Its Impact on Western Civilization<\/em> (New York: Harper &amp; Row, 1966), 31.<\/p>\n<p>10 Barnas Sears, <em>The Life of Luther; With Special Reference to Its Earlier Periods and the Opening Scenes of the Reformation<\/em> (Philadelphia, PA: American Sunday-School Union, 1850), 370, 371.<\/p>\n<p>11 See Luther&rsquo;s &ldquo;The New Ecclesiastical System, 1523-4,&rdquo; in B. J. Kidd, ed.,<em> Documents Illustrative of the Continental Reformation<\/em> (Oxford: Clarendon, 1911), 121&ndash;133.<\/p>\n<p>12 Robert D. Preus, <em>Getting Into the Theology of Concord: A Study of the Book of Concord<\/em> (Saint Louis, MO: Concordia, 1977), 22.<\/p>\n<p>13 <em>Concordia: The Lutheran Confessions: A Reader&rsquo;s Edition of the Book of Concord<\/em>, 2nd ed. (Saint Louis, MO: Concordia, 2006), 508, 509.<\/p>\n<p>14 Paul Althaus, <em>The Theology of Martin Luther<\/em> (Philadelphia, PA: Fortress, 1966), 6, 7.<\/p>\n<p>15 <em>The Creeds of Christendom: With a History and Critical Notes<\/em>, ed. Philip Schaff (Grand Rapids, MI: Baker, 1990), 1:7.<\/p>\n<p>16 Alister E. McGrath, <em>Reformation Thought: An Introduction<\/em>, 4th ed. (Oxford: Wiley-Blackwell, 2012), 101 (&ldquo;scriptura sola&rdquo; in the original).<\/p>\n<p>17 An insightful study on the origin of this motto and other similar expressions is provided in Michael Bush, &ldquo;Calvin and the Reformanda Sayings,&rdquo; in Herman J. Selderhuis, ed., <em>Calvinus sacrarum literarum interpres: Papers of the International Congress on Calvin Research<\/em> (G&ouml;ttingen: Vandenhoeck &amp; Ruprecht, 2008), 285&ndash;299.<\/p>\n<p>18 Ellen G. White, <em>The Great Controversy Between Christ and Satan<\/em> (Washington, DC: Review and Herald Pub. Assn., 1911), 439, 443.<\/p>\n<p>19 Ibid., 439; ver tamb&eacute;m 54, 55, 266, 267.<\/p>\n<p>20 Ellen G. White, <em>A Ci&ecirc;ncia do Bom Viver<\/em> (Casa Publicadora Brasileira, 1905), 142.<\/p>\n<p>21 Ellen G. White, <em>Atos dos Ap&oacute;stolos<\/em> (Casa Publicadora Brasileira, 2007), 265; Ellen G. White, <em>Educa&ccedil;&atilde;o<\/em> (Casa Publicadora Brasileira, 2008), 227.<\/p>\n<p>22 Ellen G. White, in<em> The Seventh-day Adventist Bible Commentary<\/em>, vol. 6, rev. ed., (Washington, DC: Review and Herald Pub. Assn., 1980), 1061.<\/p>\n<p>23 Ellen G. White, <em>Patriarcas e Profetas<\/em> (Casa Publicadora Brasileira, 2007), 268.<\/p>\n<p>24 Ellen G. White, <em>Mensagens Escolhidas 2<\/em> (Casa Publicadora Brasileira, 2008), 104.<\/p>\n<p>25 Ellen G. White, <em>Counsels to Parents, Teachers, and Students<\/em> (Mountain View, CA: Pacific Press Pub. Assn., 1943), 462, 463.<\/p>\n<p>26 Ellen G. White, <em>Steps to Christ<\/em> (Battle Creek, MI: Review and Herald Pub. Assn., 1896), 90.<\/p>\n<p>27 Ellen G. White, &ldquo;The Science of Salvation the First of Sciences,&rdquo; <em>The Advent Review and Sabbath Herald<\/em>, December 1, 1891, 737.<\/p>\n<p>28 Ellen G. White, <em>Testemunhos para a Igreja 4<\/em> (Casa Publicadora Brasileira, 2007), 499.<\/p>\n<p>29 White, <em>Patriarcas and Profetas,<\/em> 44&ndash;51.<\/p>\n<p>30 Ibid., 52&ndash;62.<\/p>\n<p>31 Ibid., 90&ndash;104.<\/p>\n<p>32 Ibid., 156&ndash;170.<\/p>\n<p>33 Ibid., 241&ndash;498.<\/p>\n<p>34 Ellen G. White, <em>Profetas e Reis<\/em> (Casa Publicadora Brasileira, 2007), 265&ndash;278.<\/p>\n<p>35 Ellen G. White, <em>O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es<\/em> (Casa Publicadora Brasileira, ????).<\/p>\n<p>36 &ldquo;Status of Global Mission, 2014, in the Context of AD 1800&ndash;2025,&rdquo; no. 41, accessed Dec. 1, 2014, <a href=\"http:\/\/www.gordonconwell.edu\/resources\/documents\/%20statusofglobalmission.pdf\">www.gordonconwell.edu\/resources\/documents\/ statusofglobalmission.pdf<\/a>.<\/p>\n<p>37 Alberto R. Timm, &ldquo;Ellen G. White: Prophetic Voice for the Last Days,&rdquo;<em> Ministry<\/em>, February 2004, 20.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/deptos.adventistas.org\/ministerial\/portal-pastor\/pt\/Artigos\/Sola%20Scriptura%20os%20reformadores%20e%20Ellen%20G%20White.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Link para baixar o documento referente ao assunto acima: Download do PDF<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sola Scriptura: Os reformadores e Ellen G. 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