{"id":6610,"date":"2021-01-04T09:00:55","date_gmt":"2021-01-04T12:00:55","guid":{"rendered":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=6610"},"modified":"2020-12-11T12:21:07","modified_gmt":"2020-12-11T15:21:07","slug":"as-escrituras-e-a-experiencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/as-escrituras-e-a-experiencia\/","title":{"rendered":"As Escrituras e a Experi\u00eancia"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><div class=\"page\" data-page-number=\"1\" data-loaded=\"true\">\n<div class=\"textLayer\" style=\"text-align: center;\"><strong>As Escrituras e a Experi&ecirc;ncia<\/strong><\/div>\n<div class=\"textLayer\" style=\"text-align: center;\"><strong>Alberto R. Timm<\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div class=\"textLayer\">A Reforma Protestante do d&eacute;cimo sexto s&eacute;culo foi originalmente baseada no princ&iacute;pio hermen&ecirc;utico de sola Scriptura (a exclusividade das Escrituras). Muita &ecirc;nfase foi colocada sobre o significado gram&aacute;tico hist&oacute;rico do texto b&iacute;blico. Outras fontes de conhecimento religioso, tais como tradi&ccedil;&atilde;o, raz&atilde;o, e experi&ecirc;ncia, eram consideradas como aceit&aacute;veis somente se estivessem em harmonia com aquilo que era entendido como os ensinos da Palavra de Deus. Mas este tipo de aproxima&ccedil;&atilde;o tem perdido seu poder sob a influ&ecirc;ncia do existencialismo filos&oacute;fico, teologia do encontro, Pentecostalismo, e p&oacute;s modernismo. Hoje, muitos Crist&atilde;os confiam mais em sua pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia subjetiva do que nos ensinos objetivos das Escrituras. Por contraste, os Adventistas do S&eacute;timo Dia v&ecirc;m a si mesmos como um movimento prof&eacute;tico especial do tempo do fim levantado por Deus para manter &ldquo;a B&iacute;blia, e a B&iacute;blia s&oacute;, como norma de todas as doutrinas base de todas as reformas.&rdquo;1 Contudo, se a verdadeira religi&atilde;o Crist&atilde; consiste de uma experi&ecirc;ncia viva com Deus, que pap&eacute;is espec&iacute;ficos as Escrituras e a experi&ecirc;ncia desempenham na vida Crist&atilde;? Como podem elas ser integradas a fim de se evitar o risco de superestimar uma em detrimento da outra?O presente artigo discute brevemente quatro tentativas distintivas para integrar Escrituras e experi&ecirc;ncia na vida Crist&atilde;. O prop&oacute;sito principal &eacute; avaliar criticamente cada uma dessas tentativas &agrave; luz da Palavra de Deus, tentando identificar o modelo que reflete melhor o ponto de vista b&iacute;blico do assunto.<\/div>\n<div><\/div>\n<div class=\"textLayer\"><strong>1. As Escrituras Dominando a Experi&ecirc;ncia<\/strong><\/div>\n<div class=\"textLayer\">As denominac&otilde;es Crist&atilde;s tendem com o tempo substituir os ensinos das Escrituras pelos componentes antib&iacute;blicos da cultura contempor&acirc;nea.2 Tentando reverter esse processo, algumas pessoas terminam dominando a experi&ecirc;ncia pessoal com uma forte &ecirc;nfase sobre os ensinos das Escrituras. Sob este modelo, a dimens&atilde;o objetiva da religi&atilde;o fala muito mais alto do que a subjetiva, e a obedi&ecirc;ncia a um dado corpo de regras ofusca um relacionamento vivo com Deus. O resultado natural deste tipo de aproxima&ccedil;&atilde;o pode ser formalismo e legalismo. Indubitavelmente, o conte&uacute;do cognitivo das Escrituras desempenha um papel fundamental dentro da vida Crist&atilde;. O ap&oacute;stolo Paulo argumenta que, para algu&eacute;m crer em Deus, ele ou ela precisa ter um conhecimento objetivo de Deus (Rom 10:13-15). De acordo com Alister McGrath, &ldquo;n&oacute;s n&atilde;o apenas cremos em Deus, cremos em certas coisas totalmente definidas a respeito de Ele. Em outras palavras, a f&eacute; possui um conte&uacute;do bem como um objeto.&rdquo;3Cristo definiu Seus verdadeiros seguidores como aqueles que vivem &ldquo;de toda palavra que procede da boca de Deus&rdquo; (Mt 4:4),4 e que ouvem Suas &ldquo;palavras&rdquo; e as colocam &ldquo;em pr&aacute;tica&rdquo; (Mt 7:24). No Apocalipse de Jo&atilde;o somos admoestados que &ldquo;se algu&eacute;m adicionar alguma coisa&rdquo; &agrave;s palavras da profecia desse livro, &ldquo;Deus adicionar&aacute; a ele as pragas descritas&rdquo; nele; e &ldquo;se algu&eacute;m tirar as palavras desse&rdquo; livro, &ldquo;Deus tirar&aacute; dele sua participa&ccedil;&atilde;o na &aacute;rvore da vida e na cidade santa&rdquo; (Ap 22:18, 19). E Pedro acrescenta, &ldquo;temos ainda mais firme a palavra dos profetas, e voc&ecirc;s far&atilde;o bem se a elas prestarem aten&ccedil;&atilde;o, como uma candeia que brilha em lugar escuro, at&eacute; que o dia clareie e a estrela da alva nas&ccedil;a no cora&ccedil;&atilde;o de voc&ecirc;s&rdquo; (2 Pe 1:19). Desse modo, n&atilde;o nos &eacute; permitido desconsiderar o teor das Escrituras, porque ela &eacute; verdadeiramente a Palavra de Deus na linguagem humana.Entretanto, t&atilde;o significativas quanto as doutrinas b&iacute;blicas possam ser, a verdadeira religi&atilde;o &eacute; muito mais do que apenas convic&ccedil;&otilde;es intelectuais. Ela significa uma convers&atilde;o espiritual que opera de dentro para fora da pessoa (veja Jo 3:1-21), de modo que ele ou ela se torna uma &ldquo;nova cria&ccedil;&atilde;o&rdquo; (2 Co 5:17). Nem o racionalismo nem o ativismo social podem gerar tal experi&ecirc;ncia salv&iacute;fica.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"page\" data-page-number=\"2\" data-loaded=\"true\">\n<div class=\"canvasWrapper\"><\/div>\n<div class=\"textLayer\"><strong>2. A Experi&ecirc;ncia Dominando as Escrituras<\/strong><\/div>\n<div class=\"textLayer\">Partindo do formalismo frio de uma religi&atilde;o meramente intelectual, muitos Crist&atilde;os t&ecirc;m dominado o componente cognitivo das Escrituras com alguma forma de religi&atilde;o existencial ou charism&aacute;tica.5 Influente neste processo foi o Eu Tu de Martin Buber, sugerindo que nosso relacionamento formal &ldquo;Eu-Coisa&rdquo; deveria ser substitu&iacute;do pelo mais pessoal &ldquo;Eu-Tu&rdquo;, isto &eacute;, tratando as pessoas (e Deus) como indiv&iacute;duos com quem relacionamentos plenos podem ser formados em vez de como objetos para satisfazerem nossas necessidades.6 Este modo de aproxima&ccedil;&atilde;o ajudou a dar forma a assim chamada &ldquo;teologia do encontro&rdquo;7 atrav&eacute;s da qual conhecer a Deus pessoal e individualmente &eacute; o alvo em vez de saber a respeito de Ele.8Muitos Crist&atilde;os modernos, que confiam na suposta &ldquo;voz do Esp&iacute;rito&rdquo; falando &agrave;s suas pr&oacute;prias mentes mais do que o texto da B&iacute;blia, tentam justificar tal atitude com a declara&ccedil;&atilde;o de Paulo que &ldquo;a letra [gramma] mata, mas o Esp&iacute;rito [pneuma] d&aacute; vida&rdquo; (2 Co 3:6). Por&eacute;m, o contexto da declara&ccedil;&atilde;o revela que Paulo est&aacute; simplesmente contrastando o velho e o novo concerto. O velho (referido como &ldquo;a letra&rdquo;) realmente era uma sombra limitada do novo (veja Hb 8). Contudo, se assumirmos que o velho era defeituoso em sua pr&oacute;pria ess&ecirc;ncia, ent&atilde;o temos que assumir tamb&eacute;m que Deus estabeleceu um modo err&ocirc;neo de salva&ccedil;&atilde;o para Israel. O problema n&atilde;o estava apenas com o concerto em si mesmo, mas com a sua interpreta&ccedil;&atilde;o errada, primeiro, pelo antigo Israel, e, mais tarde, pela igreja em Corinto. Ralph Martin sugere que a &ldquo;letra&rdquo; aqui se refere a &ldquo;uma certa interpreta&ccedil;&atilde;o da Tor&aacute; que prevalecia em Corinto&rdquo; ou, em outras palavras, &ldquo;um uso errado da lei de Mois&eacute;s como um fim em si mesma que falhava em apreciar seu verdadeiro prop&oacute;sito (Rm 10:4: telos) como conduzindo a Cristo, seu cumprimento.&rdquo;9 Apesar das distor&ccedil;&otilde;es propostas tanto pela teologia do encontro como pela teologia carism&aacute;tica, a experi&ecirc;ncia pessoal com Deus &eacute; b&aacute;sica para a religi&atilde;o Crist&atilde;. Em contraste com a &ecirc;nfase Grega do conhecimento em si mesmo, a B&iacute;blia coloca o relacionamento com Deus como a base do verdadeiro conhecimento. Isa&iacute;as convida Israel, &ldquo;Busque o Senhor enquanto ele pode ser encontrado; chame-o enquanto ele est&aacute; pr&oacute;ximo&rdquo; (Isa 55:7). Os&eacute;ias adiciona, &ldquo;Conhe&ccedil;amos, esforcemo-nos para conhecer o Senhor&rdquo; (Os 6:3, NASB). Jesus declarou que &ldquo;a vida eterna&rdquo; significa conhecer a Deus o Pai bem como ao Pr&oacute;prio Cristo (Jo 17:3). Tal conhecimento inclui um aspecto relacional profundo, bem expresso na pr&oacute;pria analogia de Cristo da videira e os ramos (Jo 15:1-17), na express&atilde;o de Paulo &ldquo;em Cristo&rdquo; (Rm 8:1, 39; 16:3, 7, 9, 10; 1 Co 1:30; 2 Co 5:17; Gl 1:22; 5:6; Ef 1:13), e na men&ccedil;&atilde;o de Jo&atilde;o &ldquo;o Filho de Deus&rdquo; (1 Jo 5:12). Reconhecendo que as Escrituras bem como a experi&ecirc;ncia desempenham um papel fundamental dentro da religi&atilde;o Crist&atilde;, permanece ainda a necessidade de considerar mais detalhadamente como elas se relacionam dentro da vida Crist&atilde;. 3. A Experi&ecirc;ncia Igualada Com as EscriturasVendo a necessidade de manter unidas as Escrituras e a experi&ecirc;ncia, alguns Crist&atilde;os s&atilde;o tentados a igualar a experi&ecirc;ncia com as Escrituras. Um exemplo cl&aacute;ssico disto &eacute; o assim chamado &ldquo;quadril&aacute;tero Wesleyano,&rdquo; no qual Escrituras, tradi&ccedil;&atilde;o, raz&atilde;o, e experi&ecirc;ncia s&atilde;o colocadas no mesmo n&iacute;vel de autoridade. Entretanto, Donald A. D. Thorsen afirma que a imagem de um quadril&aacute;tero pode n&atilde;o ser a melhor representa&ccedil;&atilde;o da teologia de John Wesley:Se algu&eacute;m insiste em escolher uma figura geom&eacute;trica como um paradigma para Wesley, um tetraedro &ndash; uma pir&acirc;mide tetraedral &ndash; seria mais apropriada. As Escrituras serviriam como a base da pir&acirc;mide, com os tr&ecirc;s lados rotulados tradi&ccedil;&atilde;o, raz&atilde;o, e experi&ecirc;ncia como complement&aacute;rias mas n&atilde;o como fontes de autoridade religiosa.10Qualquer tentativa para elevar a experi&ecirc;ncia ao mesmo n&iacute;vel das Escrituras cria uma certa esp&eacute;cie de lealdade dividida, na qual algumas vezes as Escrituras dominam a experi&ecirc;ncia e outras vezes a<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"page\" data-page-number=\"3\" data-loaded=\"true\">\n<div class=\"canvasWrapper\"><\/div>\n<div class=\"textLayer\"><strong>3 experi&ecirc;ncia toma o lugar das Escrituras<\/strong><\/div>\n<div class=\"textLayer\">Muitas vezes a raz&atilde;o humana e o gosto pessoal decidem quais destes elementos deveriam ter primazia. Desse modo, estes ensinos da B&iacute;blia com os quais algu&eacute;m concorda e que est&atilde;o ligados a algu&eacute;m s&atilde;o normativos. Por um lado, essas por&ccedil;&otilde;es escritur&iacute;sticas que ele ou ela considera sem sentido ou ins&iacute;pidas s&atilde;o consideradas como condicionadas culturalmente e obsoletas. Mesmo embora a autoridade das Escrituras seja reconhecida, essa autoridade &eacute; frequentemente obscurecida pela experi&ecirc;ncia.Em contraste com a teologia do encontro e a teologia carism&aacute;tica, que tendem a substituir as Escrituras pela experi&ecirc;ncia, o pr&oacute;prio texto b&iacute;blico parece ser considerado mais seriamente nas hermen&ecirc;uticas p&oacute;s modernistas. Mas, por empregar uma &ldquo;leitura orientada pelo criticismo&rdquo; em conex&atilde;o com as Escrituras,11 o m&eacute;todo de aproxima&ccedil;&atilde;o p&oacute;s moderno est&aacute; preocupado n&atilde;o tanto com o que o texto b&iacute;blico diz ou como ele foi entendido por seus leitores originais mas com como as pessoas de hoje entendem o texto e que significado ele realmente tem para elas. Movendo o foco da autoridade das Escrituras para seus leitores, os p&oacute;s modernistas abrem o texto b&iacute;blico para uma variedade de interpreta&ccedil;&otilde;es subjetivas, considerando todas elas igualmente v&aacute;lidas. Consequentemente, n&atilde;o existe mais uma Palavra de Deus clara e consistente, mas sim muitas palavras conflitantes atribu&iacute;dassupostamente a Deus.Tratando o assunto da &ldquo;relev&acirc;ncia e ambiguidade da experi&ecirc;ncia&rdquo;, Anthony C. Thiselton admoesta que se a experi&ecirc;ncia &ldquo;for separada das Escrituras, tradi&ccedil;&atilde;o, e raz&atilde;o, ela &eacute; notoriamente capaz de interpreta&ccedil;&atilde;o desestabilizadora ou diversa.&rdquo;12 Por isto, a fim de evitar este perigo, temos de levar mais seriamente em considera&ccedil;&atilde;o o que a B&iacute;blia tem a dizer a respeito de si mesma e seu relacionamento com a experi&ecirc;ncia.<\/div>\n<div><\/div>\n<div class=\"textLayer\"><strong>4. As Escrituras Mediando a Experi&ecirc;ncia<\/strong><\/div>\n<div class=\"textLayer\">A B&iacute;blia declara claramente que nossa experi&ecirc;ncia salv&iacute;fica com Deus deve ser instru&iacute;da e mediada pela palavra escrita de Deus. No livro dos Salmos a palavra de Deus &eacute; metaforicamente chamada de &ldquo;uma l&acirc;mpada&rdquo; para nossos p&eacute;s e de &ldquo;uma luz&rdquo; para nosso caminho (Sl 119:105). Cristo declarou que Seus seguidores deveriam viver &ldquo;de toda palavra que procede da boca de Deus&rdquo; (Mt 4:4). Paulo explica, &ldquo;Todo aquele que invocar o nome do Senhor ser&aacute; salvo. Como, pois, invocar&atilde;o aquele em quem n&atilde;o creram? E como crer&atilde;o naquele de quem n&atilde;o ouviram falar? E como ouvir&atilde;o, se n&atilde;o houver quem pregue? E como pregar&atilde;o se n&atilde;o forem enviados?&rdquo; (Rm 10:13-15). Esses e outros convites b&iacute;blicos para viver fielmente pela Palavra de Deus implicam que a Palavra precede a experi&ecirc;ncia. De acordo com Arthur Weiser, &ldquo;a f&eacute; &eacute; sempre a rea&ccedil;&atilde;o do homem &agrave; a&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria de Deus.&rdquo;13Evid&ecirc;ncias escritur&iacute;sticas indicam que a &ldquo;palavra&rdquo; pela qual os Crist&atilde;os deveriam viver n&atilde;o &eacute; impress&otilde;es subjetivas do Esp&iacute;rito Santo sobre a consci&ecirc;ncia do Crist&atilde;o. Essa &ldquo;palavra&rdquo; se refere &agrave;s vozes prof&eacute;ticas objetivas registradas nas Escrituras. Isa&iacute;as aconselha, &ldquo;&Agrave; lei e ao testemunho! Se eles n&atilde;o falarem segundo esta palavra, nunca ver&atilde;o a alva&rdquo; (Is 8:20). O ap&oacute;stolo Pedro explica, &ldquo;Assim, temos ainda mais firme a palavra dos profetas, e voc&ecirc;s far&atilde;o bem se a ela prestarem aten&ccedil;&atilde;o, como a uma candeia que brilha em lugar escuro, at&eacute; que o dia clareie e a estrela da alva nas&ccedil;a no cora&ccedil;&atilde;o de voc&ecirc;s. Antes de mais nada, saibam que nenhuma profecia da Escritura prov&eacute;m de interpreta&ccedil;&atilde;o pessoal, pois jamais a profecia teve origem na vontade humana, mas homens falaram da parte de Deus, impelidos pelo Esp&iacute;rito Santo&rdquo; (2 Pe 1:19-21).Mesmo aceitando a primazia das Escrituras sobre a experi&ecirc;ncia, muitos Crist&atilde;os hoje leem a B&iacute;blia n&atilde;o mais para aprender a verdade, mas apenas para nutrir seu relacionamento m&iacute;stico com Cristo.14 A obedi&ecirc;ncia aos valiosos componentes da &eacute;tica b&iacute;blica &eacute; considerada como derivando espontaneamente de um relacionamento pessoal com Cristo. Aqueles componentes que n&atilde;o derivam dessa maneira s&atilde;o considerados sem sentido e irrelevantes. T&atilde;o atrativa como essa no&ccedil;&atilde;o possa ser, temos que aprender que a aceita&ccedil;&atilde;o de Cristo como Salvador pessoal n&atilde;o leva automaticamente &agrave; obedi&ecirc;ncia concreta aos componentes de um estilo de vida tais como a observ&acirc;ncia do S&aacute;bado, a devolu&ccedil;&atilde;o do d&iacute;zimo, e reforma de sa&uacute;de. Quando algu&eacute;m aceita a Cristo, o princ&iacute;pio e motiva&ccedil;&atilde;o para a obedi&ecirc;ncia s&atilde;o implantados em sua vida (veja Fp 2:13), n&atilde;o deixando lugar para qualquer m&eacute;rito humano na salva&ccedil;&atilde;o; mas a obedi&ecirc;ncia em termos concretos tem que ser aprendida das Escrituras.Falando da pr&oacute;pria obedi&ecirc;ncia de Cristo, a B&iacute;blia declara que &ldquo;ele crescia em sabedoria&rdquo; (Lc 2:52). Ellen G. White adiciona que dos &ldquo;l&aacute;bios&rdquo; de Maria &ldquo;e dos rolos dos profetas, Ele [Jesus] aprendeu as coisas celestiais. As pr&oacute;prias palavras por Ele ditas a Mois&eacute;s para Israel, eram-Lhes agora ensinadas aos joelhos de Sua m&atilde;e.&rdquo;15 E o ap&oacute;stolo Paulo aconselhou Tim&oacute;teo a permanecer &ldquo;nas coisas que aprendeu e das quais tem convic&ccedil;&atilde;o, pois voc&ecirc; sabe de quem o aprendeu. Porque desde crian&ccedil;a voc&ecirc; conhece as Sagradas Letras, que s&atilde;o capazes de torna-lo s&aacute;bio para a salva&ccedil;&atilde;o mediante a f&eacute; em Cristo Jesus&rdquo; (2 Tm 3:14, 15). Isto significa que o conhecimento salv&iacute;fico de Deus deve ser aprendido das Escrituras e praticada na vida di&aacute;ria.<\/div>\n<div><\/div>\n<div class=\"textLayer\"><strong>Observa&ccedil;&otilde;es Conclusivas<\/strong><\/div>\n<div class=\"textLayer\">Visto que a religi&atilde;o Crist&atilde; &eacute; uma experi&ecirc;ncia pessoal com Deus e com os seres humanos (Mt 22:34-40), n&atilde;o podemos descartar seu elemento experiencial sem arruinar toda a nossa religi&atilde;o. Mas muitos Crist&atilde;os hoje est&atilde;o aceitando um modo de aproxima&ccedil;&atilde;o centralizado na experi&ecirc;ncia que deixa as Escrituras abertas a uma vasta variedade de interpreta&ccedil;&otilde;es subjetivas. Aqueles que apoiam o princ&iacute;pio sola Scriptura nunca considerar&atilde;o a experi&ecirc;ncia como possuindo o mesmo valor ou valor mais elevado do que as Escrituras. O mesmo Esp&iacute;rito Santo que inspirou os profetas can&ocirc;nicos guiar&aacute; os crentes em plena conformidade com a palavra de Deus. De acordo com as pr&oacute;prias palavras de Cristo, &ldquo;Mas quando o Esp&iacute;rito da verdade vier, ele os guiar&aacute; a toda a verdade&rdquo; (Jo 16:13). &ldquo;Santifica-os na verdade; a tua palavra &eacute; a verdade&rdquo; (Jo 17:17). Em outras palavras, nossa experi&ecirc;ncia deveria ser mediada e guiada pelas Escrituras. Isto significa que nossa experi&ecirc;ncia pessoal com Deus, em vez de nos afastar de Sua Palavra, deveria nos aproximar mais e mais de ela. Pensar de modo independente &eacute; considerado como a caracter&iacute;stica b&aacute;sica de uma pessoa madura. Indubitavelmente, os Crist&atilde;os deveriam ser &ldquo;pensantes e n&atilde;o meros refletores do pensamento de outrem.&rdquo;16 Mas, ao mesmo tempo, maturidade Crist&atilde; tamb&eacute;m significa tornar-se cada vez mais dependente de Deus e de Sua Palavra. Na verdade, &ldquo;Toda a humanidade &eacute; como a relva, e toda a sua gl&oacute;ria como as flores do campo. A relva murcha e cai a sua flor, quando o vento do Senhor sopra sobre eles (sic); o povo n&atilde;o passa de relva. A relva murcha, e as flores caem, mas a palavra de nosso Deus permanece para sempre&rdquo; (Is 40:6-8). Alberto R. Timm &eacute; o Reitor do Semin&aacute;rio Adventista Latino-Americano de Teologia e Coordenador do Esp&iacute;rito de Profecia para a Divis&atilde;o Sul Americana dos Adventistas do S&eacute;timo Dia.______________________ 1 Ellen G. White, O Grande Conflito (Tatu&iacute;, SP, Casa Publicadora Brasileira, 2008), 595. 2 Um excelente m&eacute;todo de aproxima&ccedil;&atilde;o desse processo &eacute; fornecido por Jacques Ellul em seu livro The Subversion of Christianity (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1986). 3 Alister McGrath, Understanding Doctrine: Its Relevance and Purpose for Today (Grand Rapids, MI: Zondervan, 1990), 39. 4 A menos que indicado de outro modo, todas as cita&ccedil;&otilde;es das Escrituras s&atilde;o da Nova Vers&atilde;o Internacional (NVI). 5 Uma avalia&ccedil;&atilde;o &uacute;til deste fen&ocirc;meno pode ser encontrada em Vanderlei Dorneles, Crist&atilde;os em Busca do &Ecirc;xtase, 2&ordf; ed. (Engenheiro Coelho, SP, Brasil: Unaspress, 2003). 6 Veja Martin Buber, I and Thou, traduzido por Walter Kaufmann (New York: Charles Scribner&rsquo;s Sons, 1970).7 Este modo de aproxima&ccedil;&atilde;o permeia todo o livro de Charles B. Ketcham, A Theology of Encounter: The Ontological Ground for a New Christology (University Park, PA: Pennsylvania State University Press, 1978). 8 Um exemplo negativo de tal teologia sobre a autoridade e fun&ccedil;&atilde;o da B&iacute;blia pode ser encontrado em Herold Weiss, &ldquo;Revelation and the Bible: Beyond Verbal Inspiration,&rdquo; Spectrum 7, n&ordm; 3 (1975): 53. 9 Ralph P. Martin, 2 Corinthians (Word Biblical Commentary; 52 vols.; Waco, TX: Word Books, 1986), 40:55. 10 Donald A. D. Thorsen, The Wesleyan Quadrilateral: Scripture, Tradition, Reason &amp; Experience as a Model of Evangelical Theology (Grand Rapids, MI: Zondervan, 1990), 71. 11 Para exposiss&otilde;es n&atilde;o-Adventistas da hermen&ecirc;utica p&oacute;s modernista, veja, e.g., Edgar V. McKnight, Postmodern Use of the Bible: The Emergence of Reader-oriented Criticism (Nashville, TN: Abingdon, 1988); Anthony C. Thiselton, New Horizons in Hermeneutics (Grand Rapids, MI: Zondervan, 1992); George Aichele et al., The Postmodern Bible: The Bible and Culture Collective (New Haven, CT: Yale University Press, 1995). 12 Anthony C. Thiselton, The Hermeneutics of Doctrine (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 2007), 451, 453. 5.13Artur Weiser, &ldquo;pisteu&#333;,&rdquo; in Gerhard Friedrich, ed., Theological Dictionary of the New Testament, traduzido por Geoffrey W. Bromiley (10 vols.; Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1968), 6:182. 14 Veja Morris Venden, Love God and Do as You Please: A New Look at the Old Rules (Nampa, ID: Pacific Press, 1992). 15 Ellen G. White, O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007), 70. 16 Ellen G. White, Educa&ccedil;&atilde;o (Santo Andr&eacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007), 17.4\/09Copyright &copy; Biblical Research Institute General Conference of Seventh-day Adventists&reg;<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"page\" data-page-number=\"5\" data-loaded=\"true\">\n<div class=\"canvasWrapper\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"textLayer\"><a href=\"https:\/\/deptos.adventistas.org\/ministerial\/portal-pastor\/pt\/Artigos\/As%20Escrituras%20e%20a%20Experi%C3%AAncia.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Download em PDF<\/a><\/div>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As Escrituras e a Experi&ecirc;ncia Alberto R. Timm A Reforma Protestante do d&eacute;cimo sexto s&eacute;culo foi originalmente baseada no princ&iacute;pio hermen&ecirc;utico de sola Scriptura (a exclusividade das Escrituras). Muita &ecirc;nfase foi colocada sobre o significado gram&aacute;tico hist&oacute;rico do texto b&iacute;blico. 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