{"id":6616,"date":"2021-01-11T09:00:20","date_gmt":"2021-01-11T12:00:20","guid":{"rendered":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=6616"},"modified":"2020-12-14T14:29:24","modified_gmt":"2020-12-14T17:29:24","slug":"autoridade-da-escritura-abordando-revelacao-e-inspiracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/autoridade-da-escritura-abordando-revelacao-e-inspiracao\/","title":{"rendered":"Autoridade da Escritura &#8211; Abordando Revela\u00e7\u00e3o e Inspira\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><p style=\"text-align: center;\"><strong>Autoridade da Escritura &mdash; Abordando Revela&ccedil;&atilde;o e Inspira&ccedil;&atilde;o<\/strong><br>\n<strong>Ekkehardt Mueller<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Autoridade da Escritura &mdash; Abordando Revela&ccedil;&atilde;o e Inspira&ccedil;&atilde;o Ekkehardt Mueller O estudo apresenta uma vis&atilde;o geral de como interpretar as Escrituras. A B&iacute;blia, a revela&ccedil;&atilde;o, a inspira&ccedil;&atilde;o e a confiabilidade e autoridade da Escrituras s&atilde;o debatidas hoje, com repercuss&otilde;es para os Adventistas. Em alguns casos mesmo a possibilidade de revela&ccedil;&atilde;o e inspira&ccedil;&atilde;o divina &eacute; totalmente rejeitada. Em outros revela&ccedil;&atilde;o e inspira&ccedil;&atilde;o s&atilde;o reinterpretadas.[1] As quest&otilde;es s&atilde;o sendo muito discutidas porque esses temas pertencem aos mais fundamentais na teologia, tendo um forte impacto sobre as cren&ccedil;as e a vida cotidiana dos Crist&atilde;os. Embora Jesus e a salva&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s Dele formem o centro de nossa teologia e experi&ecirc;ncia, &eacute;, em &uacute;ltima an&aacute;lise, apenas atrav&eacute;s das Escrituras que recebemos informa&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria sobre Ele e a reden&ccedil;&atilde;o. Ali conhecemos Jesus &ndash; em Seu minist&eacute;rio multifacetado em nosso favor. Como entendemos a Escritura moldar&aacute; nossa percep&ccedil;&atilde;o Dele e nossa compreens&atilde;o do discipulado. Este artigo centraliza-se nos m&eacute;todos de estudo da revela&ccedil;&atilde;o, inspira&ccedil;&atilde;o e autoridade da Escritura. Ele n&atilde;o discutir&aacute; essas doutrinas b&iacute;blicas por si s&oacute;, mas fornece defini&ccedil;&otilde;es curtas limitadas.<\/p>\n<p><strong>1. Defini&ccedil;&otilde;es <\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o testemunho b&iacute;blico a revela&ccedil;&atilde;o especial[2] &eacute; um ato de Deus no qual Ele revela a pessoas espec&iacute;ficas (1) a Si mesmo, (2) verdades de v&aacute;rias naturezas, e\/ou (3) Sua vontade. Como resultado da iniciativa e a&ccedil;&atilde;o de Deus estes seres humanos, chamados profetas, t&ecirc;m acesso a uma experi&ecirc;ncia que de outra forma n&atilde;o est&aacute; aberta aos seres humanos, recebendo conhecimento n&atilde;o dispon&iacute;vel de outra forma. De acordo com a Escritura inspira&ccedil;&atilde;o &eacute; o ato de Deus atrav&eacute;s do qual Ele capacita o profeta a compreender e comunicar a mensagem recebida. Por este processo a mensagem proclamada se torna palavra de Deus e n&atilde;o &eacute; apenas palavra humana. A fim de comunicar a revela&ccedil;&atilde;o de forma confi&aacute;vel, a inspira&ccedil;&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria. No entanto, a revela&ccedil;&atilde;o e a inspira&ccedil;&atilde;o n&atilde;o podem ser claramente separadas. Falando da autoridade da Escritura, cremos que a ela &eacute; &ldquo;a revela&ccedil;&atilde;o infal&iacute;vel de sua vontade,&rdquo;[3] &eacute; o padr&atilde;o para uma vida Crist&atilde;. Tudo tem que ser testado por ela. Cada doutrina deve ser fundamentada sobre ela. A Escritura, ent&atilde;o, tem prioridade sobre todo o pensamento humano, pesquisa e emo&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>2. Metodologia <\/strong><\/p>\n<p>Nenhum erudito ou cientista trabalha sem certos pressupostos. Sobre este tema, alguns v&atilde;o negar abertamente coisas como a revela&ccedil;&atilde;o divina e inspira&ccedil;&atilde;o. Outros reclamam o oposto. Alguns asseguram que ali pode haver inspira&ccedil;&atilde;o divina. Com base nestes pressupostos, alguns estudiosos consideram que a B&iacute;blia &eacute; meramente um livro humano, ou um livro divino, uma mistura dos dois, ou um livro com ambas as caracter&iacute;sticas ao mesmo tempo. Tais id&eacute;ias preconcebidas influenciam a pesquisa. V&aacute;rias abordagens s&atilde;o apresentadas. Elas n&atilde;o s&atilde;o exclusivas, mas podem ser combinadas com uma outra. Uma op&ccedil;&atilde;o &eacute; proceder indutivamente. Uma outra &eacute; trabalhar dedutivamente. No primeiro caso o pesquisador pode escolher estudar a inspira&ccedil;&atilde;o por meio de fontes extrab&iacute;blicas e tirar conclus&otilde;es que ent&atilde;o s&atilde;o aplicadas &agrave; B&iacute;blia. Outra possibilidade &eacute; criar analogias a fim de demonstrar como a inspira&ccedil;&atilde;o funciona e fazer dedu&ccedil;&otilde;es. Novamente a abordagem respectiva selecionada moldar&aacute; o resultado.<\/p>\n<p><strong>a. Indutivo versus Dedutivo <\/strong><\/p>\n<p>A escolha principal &eacute; proceder indutivamente ou dedutivamente. Normalmente, uma abordagem indutiva come&ccedil;a com a investiga&ccedil;&atilde;o do fen&ocirc;meno b&iacute;blico. Algu&eacute;m l&ecirc;, por exemplo, os Evangelhos, compara-os uns com os outros, e detecta as diferen&ccedil;as e as chamadas discrep&acirc;ncias. Algu&eacute;m estuda Cr&ocirc;nicas e Reis e observa lacunas e diferen&ccedil;as. Uma compara&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia de Paulo como relatada em Atos e em G&aacute;latas parece revelar diferen&ccedil;as. Supostamente, mesmo os relatos de sua convers&atilde;o em Atos n&atilde;o combinam. Uma aproxima&ccedil;&atilde;o indutiva muitas vezes n&atilde;o permite a harmoniza&ccedil;&atilde;o mesmo onde parece 2 ser poss&iacute;vel e aconselh&aacute;vel. Ela est&aacute; preocupada em encontrar diferen&ccedil;as em vez de acordo e unidade. E ela sempre trabalha apenas com partes de todo o enigma. No entanto, com base nesse tipo de dados coletados e interpretados, uma doutrina de inspira&ccedil;&atilde;o &eacute; formulada. O problema com essa abordagem &eacute; que, em grande parte, ela desconsidera o auto testemunho da Escritura. O ponto de partida n&atilde;o &eacute; o que a Escritura reivindica ser, mas o fen&ocirc;meno dos textos b&iacute;blicos como vistos e interpretados por um ser humano racional dos s&eacute;culos XX e XXI. Uma abordagem dedutiva come&ccedil;a com o auto testemunho das Escrituras, ou seja, os textos que, direta ou indiretamente, se referem &agrave; revela&ccedil;&atilde;o, &agrave; inspira&ccedil;&atilde;o e &agrave; autoridade das Escrituras. A doutrina de inspira&ccedil;&atilde;o, por exemplo, &eacute; formulada com base nas reivindica&ccedil;&otilde;es das Escrituras e suas in&uacute;meras refer&ecirc;ncias a este tema. Provavelmente, a quest&atilde;o da indutiva versus dedutiva n&atilde;o &eacute; simplesmente uma quest&atilde;o de qualquer um\/ou. Ambas as abordagens s&atilde;o necess&aacute;rias. Para formular uma doutrina de inspira&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se pode desconsiderar o fen&ocirc;meno textual e n&atilde;o se deve descartar o auto testemunho das Escrituras. A B&iacute;blia deve ser autorizada a falar por si mesma. Assim, a quest&atilde;o &eacute; como come&ccedil;armos? Ou qual abordagem vem primeiro? Em um julgamento, &eacute; justo escutar primeiramente uma testemunha e leva-la a s&eacute;rio antes que algu&eacute;m questione suas declara&ccedil;&otilde;es. At&eacute; certo grau, Heinrich Schliemann f&ecirc;z exame at&eacute; mesmo dos escritos de Homero em seu valor real e escavou Tr&oacute;ia, uma cidade acreditada previamente ser apenas fict&iacute;cia.[4] Porque a B&iacute;blia reivindica a revela&ccedil;&atilde;o e a inspira&ccedil;&atilde;o, &eacute; justo come&ccedil;ar da&iacute; e se perguntar como o fen&ocirc;meno pode ser reconciliado com esta afirma&ccedil;&atilde;o.[5]<\/p>\n<p><strong>b. Uso de Fontes Extrab&iacute;blicas <\/strong><\/p>\n<p>Entre outros, a hist&oacute;ria da escola de religi&otilde;es tem usado fontes extrab&iacute;blicas para interpretar as Escrituras, tais como os mitos Babil&ocirc;nicos, os cultos de mist&eacute;rio Helen&iacute;stico, e as ideias do culto ao Imperador Romano.[6] Seus pontos de vistas t&ecirc;m sido lidos de volta para a B&iacute;blia. Dever&iacute;amos ser muito hesitantes em usar tal procedimento, visto que os Adventistas aceitam o princ&iacute;pio da Escritura como sendo sua pr&oacute;pria int&eacute;rprete. No entanto, devemos ir um passo adiante. Para estudar a inspira&ccedil;&atilde;o em um profeta inspirado, n&atilde;ocan&ocirc;nico, por exemplo, em E. G. White, e ler os dados reunidos de volta para a B&iacute;blia &eacute; &ndash; com base no princ&iacute;pio sola scriptura tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; aceit&aacute;vel. A B&iacute;blia pode ficar por conta pr&oacute;pria, e uma doutrina b&iacute;blica de inspira&ccedil;&atilde;o deve ser derivada da B&iacute;blia e da B&iacute;blia somente. Profetas n&atilde;o-can&ocirc;nicos genu&iacute;nos podem fornecer informa&ccedil;&otilde;es &uacute;teis, mas ver a B&iacute;blia atrav&eacute;s dos processos envolvidos na inspira&ccedil;&atilde;o de um profeta n&atilde;o-can&ocirc;nico &eacute; o racioc&iacute;nio circular.[7] Al&eacute;m disso, devemos perguntar se, ao permitir tal abordagem, uma esp&eacute;cie de princ&iacute;pio de uniformidade est&aacute; em opera&ccedil;&atilde;o. Embora a B&iacute;blia n&atilde;o forne&ccedil;a evid&ecirc;ncias de est&aacute;gios de inspira&ccedil;&atilde;o, ou seja, um profeta sendo mais inspirado do que outro, permanece a quest&atilde;o se a inspira&ccedil;&atilde;o realmente funcionou da mesma forma em todos os profetas. O resultado &eacute; igual enquanto essa revela&ccedil;&atilde;o, a mensagem de Deus, &eacute; transmitida fielmente, mas os processos n&atilde;o s&atilde;o necessariamente id&ecirc;nticos. A experi&ecirc;ncia de Jeremias em ditar a mensagem de Deus a Baruque enquanto estava inspirado (Jr 36), obviamente &eacute; diferente da experi&ecirc;ncia de Lucas reunindo informa&ccedil;&otilde;es e sob inspira&ccedil;&atilde;o comp&ocirc;s seu Evangelho.<\/p>\n<p><strong>c. Uso de Analogias <\/strong><\/p>\n<p>Analogias podem ser extremamente &uacute;teis. Elas s&atilde;o como fotos que tornam familiar um argumento para o p&uacute;blico. Mas analogias, como par&aacute;bolas, t&ecirc;m limita&ccedil;&otilde;es. Elas n&atilde;o devem ser interpretadas como que seus m&iacute;nimos detalhes possu&iacute;ssem algum significado. Criar uma analogia e fazer dedu&ccedil;&otilde;es a partir dessa analogia pode n&atilde;o mais corresponder &agrave; realidade.[8] Portanto, precisamos ter cautela. Uma das analogias mais comuns &eacute; o chamado modelo encarnacional. Neste caso, a Escritura est&aacute; em paralelo com Jesus Cristo. H&aacute; te&oacute;logos que negam o car&aacute;ter divino das Escrituras. H&aacute; outros que omitem ou subestimam o fator humano. O modelo encarnacional salienta tanto o humano quanto o divino. No entanto, mesmo depois de aceitar a &uacute;ltima op&ccedil;&atilde;o, resta uma pergunta. S&atilde;o os lados humanos e divinos complementares, contudo separ&aacute;veis? Ou existe uma unidade insepar&aacute;vel entre o humano e o divino? No caso de Jesus, os Crist&atilde;os afirmam que ele era verdadeiramente Deus e tornou-se tamb&eacute;m verdadeiramente homem. Humano e divino n&atilde;o podem ser separados em Jesus. Isto parece tamb&eacute;m ser verdade para as Escrituras. 2 Pedro 1:21 aponta para uma coopera&ccedil;&atilde;o entre o Esp&iacute;rito Santo e os agentes 3 humanos, reconhecendo o divino e o humano. No entanto, as Escrituras n&atilde;o foram criadas por humanos. Atrav&eacute;s de Deus, os profetas falaram sobre Deus. Deus &eacute; a origem e o autor final das Escrituras. Gerhard Maier resume isto em tr&ecirc;s pontos: &ldquo;1) &lsquo;Homens falaram;&rsquo; isto &eacute;, representantes de pessoas &lsquo;normais&rsquo; em um determinado lugar e tempo, e n&atilde;o &lsquo;instrumentos,&rsquo; &lsquo;escrevendo implementos,&rsquo; ou o semelhante; e eles usaram uma linguagem humana &lsquo;normal&rsquo; &hellip; #2) Nenhum deles, curiosamente, falou do ponto de vista dos homens, mas &lsquo;de Deus;&rsquo; o que &eacute; enviado a partir dele, com poderes, procedendo de seu ponto de vista e trazendo atrav&eacute;s de uma mensagem dele que &eacute; nada menos do que uma &lsquo;mensagem divina. #3) Aquele que trouxe este estado peculiar de coisas &eacute; o &lsquo;Esp&iacute;rito Santo.&rsquo;&rdquo;[9] Mensagens prof&eacute;ticas e escritos prof&eacute;ticos s&atilde;o as palavras do Senhor e s&atilde;o aceitas por Deus como tais.[10] Os livros b&iacute;blicos s&atilde;o a palavra do Senhor. [11] Assim, o humano e o divino nas Escrituras n&atilde;o s&atilde;o complementares. Eles est&atilde;o integrados. Consequentemente, diferentes conjuntos de ferramentas para estudar o lado humano e o lado divino da B&iacute;blia n&atilde;o podem fazer justi&ccedil;a &agrave; sua natureza unificada, o car&aacute;ter verdadeiramente encarnacional das Escrituras. E a prop&oacute;sito, muitas ferramentas da erudi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&atilde;o exatamente neutras. Eles est&atilde;o ligadas a tantos pressupostos que eliminando esses pressupostos, as pr&oacute;prias ferramentas t&ecirc;m evaporado.[12] Em todas essas quest&otilde;es, os Crist&atilde;os s&atilde;o sempre encaminhados de volta a Jesus Cristo, seu Senhor e Salvador e seu Exemplo. Como Jesus chegou a lidar com as Escrituras em seu tempo, com quest&otilde;es tais como revela&ccedil;&atilde;o, inspira&ccedil;&atilde;o e autoridade? Jesus fez afirma&ccedil;&otilde;es sobre as Escrituras, e usou profusamente as Escrituras. Certamente, ele n&atilde;o era ing&ecirc;nuo ou ignorante no que diz respeito &agrave;s quest&otilde;es que levantamos. A posi&ccedil;&atilde;o Jesus sobre as Escrituras: Jesus confiou nas Escrituras. Para ele, o VT, sua B&iacute;blia, &eacute; a palavra de Deus. Deus falou atrav&eacute;s de agentes humanos. Jesus aceitava os profetas como comunicadores confi&aacute;veis das palavras de Deus e aceitava que a inspira&ccedil;&atilde;o da parte dos escritores da Escritura do VT cont&eacute;m uma verdadeira profecia preditiva. Muitas dessas profecias ele considerava serem cumpridas em si mesmo. Jesus aceitava a confiabilidade hist&oacute;rica das Escrituras, incluindo todos os acontecimentos importantes na hist&oacute;ria de Israel, bem como a cria&ccedil;&atilde;o e o dil&uacute;vio. Jesus considerava como autor de um livro a pessoa que era identificada como tal no respectivo livro b&iacute;blico. As interven&ccedil;&otilde;es divinas na hist&oacute;ria, tais como os milagres, n&atilde;o representavam nenhum problema para Jesus. Jesus interpretava as Escrituras literalmente e tipologicamente. Os m&eacute;todos cr&iacute;ticos na exposi&ccedil;&atilde;o da B&iacute;blia eram estranhos para ele. Embora ele deva ter conhecido as chamadas discrep&acirc;ncias nas Escrituras, ele nunca se concentrou sobre eles e nem sequer as mencionou. Jesus considerava as Escrituras n&atilde;o apenas como dirigidas aos leitores e ouvintes originais, mas tamb&eacute;m &agrave; sua gera&ccedil;&atilde;o. A escritura transcende a cultura. A compreens&atilde;o de Jesus sobre a vontade de Deus e suas a&ccedil;&otilde;es na hist&oacute;ria s&atilde;o fundamentadas nas Escrituras. As doutrinas b&iacute;blicas podem ser derivadas do VT. Ao mesmo tempo, o VT era o padr&atilde;o para a sua vida, bem como uma justificava para o seu comportamento. A Escritura tem valor pr&aacute;tico. Promove a f&eacute;. Pode ser usada como autoridade e arma contra as tenta&ccedil;&otilde;es. Jesus esperava que seus contempor&acirc;neos conhecessem a Escritura.[13]<\/p>\n<p><strong>3. Sugest&otilde;es<\/strong><\/p>\n<p>Como ent&atilde;o podemos lidar com essas quest&otilde;es de revela&ccedil;&atilde;o, inspira&ccedil;&atilde;o e autoridade das Escrituras? Aqui est&atilde;o algumas sugest&otilde;es: Comece com uma atitude de confian&ccedil;a em vez de uma posi&ccedil;&atilde;o de d&uacute;vida. Isto n&atilde;o exclui a abertura. Leve a s&eacute;rio o auto testemunho da Escritura. N&atilde;o negue ou subestime problemas no texto b&iacute;blico. Tome cuidado, no entanto, para n&atilde;o exagera-los. Tenha cuidado com as posi&ccedil;&otilde;es extremas sobre inspira&ccedil;&atilde;o personalizada, bem como inspira&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica. 4 Procure solu&ccedil;&otilde;es no que diz respeito aos fen&ocirc;menos b&iacute;blicos sem tentar faz&ecirc;-los se encaixar artificialmente e ser capaz de suspender o julgamento. Se voc&ecirc; n&atilde;o conseguir encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o isso n&atilde;o que significa que n&atilde;o existe nenhuma.14 Use um m&eacute;todo interpretativo apropriado e ferramentas exeg&eacute;ticas adequadas que se encaixam em a natureza da palavra de Deus. Viva a palavra de Deus. Proclame-a, fortalecido pelo Esp&iacute;rito Santo.<\/p>\n<p>[1]. Cf. Wolfhart Pannenberg, &ldquo;The Revelation of God in Jesus of Nazareth&rdquo;, J. M. Robinson und J. B. Cobb, Jr.,<br>\nHrsg., em Theology as History, New Frontiers in Theology, Bd. 3 (New York: Harper and Row, 1967), pp. 101-133;<br>\nGabriel Moran, The Present Revelation: The Search for Religious Foundations (New York: Herder and Herder,<br>\n1972), pp. 38-40, 130, 227, 299, 341; Gerhard Maier, Biblical Hermeneutics (Wheaton, IL: Crossway Books, 1994),<br>\np. 97.<br>\n[2]. Os te&oacute;logos fazem distin&ccedil;&atilde;o entre revela&ccedil;&atilde;o geral, que, e.g., &eacute; encontrada em a natureza, e na revela&ccedil;&atilde;o especial.<br>\n[3]. Veja Fundamental Beliefs of Seventh-day Adventists, n&ordm; 1, em Seventh-day Adventist Church Manual,<br>\n(Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 1995), p. 7.<br>\n[4]. Cf. Encyclopaedia Britannica: Micropaedic (Chicago: Encyclopaedia Britannica, 1981), VIII: p. 965.<br>\n[5]. Cf. Peter M. van Bemmelen, Issues in Biblical Inspiration: Sanday and Warfield (Berrien Springs, MI: Andrews<br>\nUniversity Press, 1987), pp. 377, 378.<br>\n[6]. Estas foram propostas por Gunkel, Reitzenstein e Bousset.<br>\n[7]. Por meio de crit&eacute;rios b&iacute;blicos um profeta &eacute; declarado genu&iacute;no e inspirado. Ent&atilde;o este profeta &eacute; usado para<br>\nformular uma doutrina de inspira&ccedil;&atilde;o da B&iacute;blia.<br>\n[8]. Pode ser &uacute;til comparar a natureza da Escritura com a natureza da luz. No entanto, concluir que para os diferentes<br>\naspectos da luz devem ser usadas diferentes ferramentas e aplicar isto &agrave; Escritura parece ir longe demais. A Escritura<br>\npode ser semelhante &agrave; luz, mas n&atilde;o &eacute; luz no sentido literal. Cf. Richard W. Coffen, &ldquo;A Fresh Look at the Dynamics<br>\nof Inspiration: Parte 2,&rdquo; Ministry, February 2000, pp. 20-23.<br>\n[9]. Maier, p. 102.<br>\n[10]. Veja Jeremias 36:1-6 e 25:2-8.<br>\n[11]. Veja Miqu&eacute;ias 1:1; Os&eacute;ias 1:1; Sofonias 1:1.<br>\n[12]. Veja, e.g., criticismo da forma que investiga o est&aacute;gio oral do material, ainda que sejam unidades menores, por<br>\nexemplo, criado em uma fogueira ou uma prociss&atilde;o f&uacute;nebre. N&atilde;o ocorreu nenhuma revela&ccedil;&atilde;o. Textos desenvolvidos<br>\nparalelos a linhas evolucion&aacute;rias.<br>\n[13]. Refer&ecirc;ncias podem ser encontradas em Ekkehardt Mueller, &ldquo;Jesus and Scripture in the Gospels,&rdquo; manuscrito<br>\nn&atilde;o publicado, Mar&ccedil;o de 1999.<br>\n[14]. Veja Edwin R. Thiele, The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings (Grand Rapids: William B. Eerdmans<br>\nPublishing Company, 1951).<br>\n6\/16\/06<br>\nCopyright &copy; Biblical Research Institute General Conference of Seventh-day Adventists&reg;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/deptos.adventistas.org\/ministerial\/portal-pastor\/pt\/Artigos\/Autoridade%20da%20Escritura%20-%20Abordando%20Revelac%CC%A7a%CC%83o%20e%20Inspirac%CC%A7a%CC%83o.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Download em PDF<\/a><\/p>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autoridade da Escritura &mdash; Abordando Revela&ccedil;&atilde;o e Inspira&ccedil;&atilde;o Ekkehardt Mueller &nbsp; Autoridade da Escritura &mdash; Abordando Revela&ccedil;&atilde;o e Inspira&ccedil;&atilde;o Ekkehardt Mueller O estudo apresenta uma vis&atilde;o geral de como interpretar as Escrituras. 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