{"id":6961,"date":"2021-06-28T08:59:49","date_gmt":"2021-06-28T11:59:49","guid":{"rendered":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=6961"},"modified":"2021-06-28T09:00:04","modified_gmt":"2021-06-28T12:00:04","slug":"o-uso-de-ilustracoes-e-narrativas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/o-uso-de-ilustracoes-e-narrativas\/","title":{"rendered":"O USO DE ILUSTRA\u00c7\u00d5ES E NARRATIVAS"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><p><b>O uso de ilustra&ccedil;&otilde;es e narrativas<\/b><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1zeL_JmTXmhWvtcS7rpfeLqaeuTGl7ViD\/view?usp=sharing\">PDF<\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O uso de ilustra&ccedil;&otilde;es &eacute; recomendado como um dos m&eacute;todos de Cristo. Segundo White, Jesus ilustrava suas li&ccedil;&otilde;es t&atilde;o claramente que at&eacute; os ouvintes mais ignorantes conseguiam aproveitar algo do que ouviam. Ele n&atilde;o usava palavras dif&iacute;ceis, mas linguagem simples, adequada ao esp&iacute;rito do povo comum, e &ldquo;n&atilde;o ia, no assunto que expunha, mais longe do que eles O poderiam acompanhar&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As ilustra&ccedil;&otilde;es devem falar por si mesmas, tendo um sentido facilmente compreens&iacute;vel.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> A virtude da ilustra&ccedil;&atilde;o est&aacute; na capacidade de se comunicar com clareza, conquistando o maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de interlocutores.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma boa fonte de ilustra&ccedil;&otilde;es &eacute; a pr&oacute;pria B&iacute;blia, com suas hist&oacute;rias e par&aacute;bolas. As hist&oacute;rias da B&iacute;blia s&atilde;o um sinal de que &ldquo;nosso Pai celestial, ao dar Sua Palavra, n&atilde;o deixou despercebidas as crian&ccedil;as&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Para White, contar as hist&oacute;rias b&iacute;blicas pode ajudar a esclarecer os grandes princ&iacute;pios da lei de Deus &agrave;s crian&ccedil;as.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O uso de hist&oacute;rias b&iacute;blicas est&aacute; no centro da atual discuss&atilde;o da &ldquo;teologia narrativa&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Para o te&oacute;logo e educador Rem&iacute; Klein, &ldquo;a narra&ccedil;&atilde;o de hist&oacute;rias aparece como tarefa fundamental em toda a B&iacute;blia e na Educa&ccedil;&atilde;o Crist&atilde;, desde o in&iacute;cio da Igreja Crist&atilde;&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Para Klein, a narra&ccedil;&atilde;o de hist&oacute;rias b&iacute;blicas &eacute; &ldquo;um princ&iacute;pio pedag&oacute;gico, teol&oacute;gico e metodol&oacute;gico por excel&ecirc;ncia na Educa&ccedil;&atilde;o Crist&atilde; com crian&ccedil;as&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al&eacute;m dessa centralidade que a narra&ccedil;&atilde;o exerce na f&eacute; crist&atilde;, Ponick acrescenta que &ldquo;s&oacute; o fato de que as crian&ccedil;as gostam de ouvir hist&oacute;rias b&iacute;blicas j&aacute; &eacute; uma contribui&ccedil;&atilde;o teol&oacute;gica importante para a vida comunit&aacute;ria crist&atilde; no sentido de reacender, em n&oacute;s, pessoas adultas, o gosto por essa pr&aacute;tica&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Gostar de narrar e ouvir hist&oacute;rias, como diz Ponick, talvez seja &ldquo;mais uma caracter&iacute;stica do tornar-se como crian&ccedil;a para receber o reino de Deus&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em sua pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia religiosa, White relembra, com apenas onze anos de idade, ela ouviu um pastor ler o relato b&iacute;blico da pris&atilde;o de Pedro (Atos 5) de maneira t&atilde;o impressionante que &ldquo;os detalhes da hist&oacute;ria em toda sua realidade pareciam estar passando diante dos meus olhos. T&atilde;o profunda foi a impress&atilde;o causada em minha mente, que jamais esqueci&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa orienta&ccedil;&atilde;o vai ao encontro do que sugere Maldonado: num serm&atilde;o, as hist&oacute;rias devem ser contadas de um modo que as pessoas simples as entendam.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> A linguagem empolada, inacess&iacute;vel e prolixa pode at&eacute; impressionar (resqu&iacute;cio de uma &eacute;poca em que falar assim era tido como express&atilde;o de sabedoria e elevada erudi&ccedil;&atilde;o) e tomar o tempo alheio, mas n&atilde;o comunica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por&eacute;m, &eacute; preciso dizer que, segundo os conceitos da teologia narrativa, as hist&oacute;rias n&atilde;o devem for&ccedil;ar uma conclus&atilde;o por parte das crian&ccedil;as. Quando houver uma preocupa&ccedil;&atilde;o com os &ldquo;objetivos e compreens&otilde;es que as crian&ccedil;as devem alcan&ccedil;ar ao ouvir essa ou aquela hist&oacute;ria, estaremos trilhando a t&ecirc;nue linha que separa a narra&ccedil;&atilde;o coerciva da narra&ccedil;&atilde;o libertadora&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> De acordo com Klein, &ldquo;a narra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode ser objeto de coer&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>A linguagem simples e acess&iacute;vel<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para incluir crian&ccedil;as, o pregador deve evitar o excesso de abstra&ccedil;&otilde;es, usando linguagem simples e ilustra&ccedil;&otilde;es que esclare&ccedil;am os conceitos te&oacute;ricos. Fazendo assim, o pregador, segundo White, estar&aacute; seguindo o exemplo e Cristo, que tomou cuidados &ldquo;para fazer que os mist&eacute;rios n&atilde;o mais fossem mist&eacute;rios, mas verdades claras e singelas! N&atilde;o h&aacute; em Sua instru&ccedil;&atilde;o nada vago [&hellip;]&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A simplicidade na linguagem &eacute; sempre bem vinda. &Eacute; uma virtude tanto diante dos audit&oacute;rios mais incultos quanto dos mais instru&iacute;dos.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Certamente as crian&ccedil;as seriam beneficiadas por essa pr&aacute;tica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A narra&ccedil;&atilde;o de hist&oacute;rias &eacute; um m&eacute;todo muito apropriado para ser usado com crian&ccedil;as, pois &ldquo;enquanto o teologizar discursivo ou conceitual &eacute;, muitas vezes, dif&iacute;cil para as crian&ccedil;as, uma `teologia narrativa` pode corresponder &agrave;s suas possibilidades lingu&iacute;sticas e reflexivas&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um dos objetivos da homil&eacute;tica &eacute; encurtar a dist&acirc;ncia entre o pregador e os ouvintes. Por isso, a eloq&uuml;&ecirc;ncia n&atilde;o deve ser o mais elevado objetivo da prega&ccedil;&atilde;o.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen White desaprovou o uso de &ldquo;discursos floreados&rdquo;, a &ldquo;torrente de palavras destitu&iacute;das de significa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, e apelou aos ministros: &ldquo;Meus irm&atilde;os, n&atilde;o vos alceis a alturas em que o povo comum n&atilde;o vos possa seguir [&hellip;]&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>A brevidade<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">S&atilde;o muitas as recomenda&ccedil;&otilde;es de Ellen White para que os serm&otilde;es n&atilde;o sejam &ldquo;discursos longos e elaborados&rdquo;, mas &ldquo;palestras breves e incisivas, isto &eacute;, que v&atilde;o diretamente ao ponto&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> A justificativa &eacute; que os serm&otilde;es prolongados &ldquo;fatigam a resist&ecirc;ncia do orador e a paci&ecirc;ncia dos ouvintes&rdquo;. Os pregadores n&atilde;o devem dar &agrave;s pessoas mais do que elas podem reter.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em seu tempo, era comum um orador adventista falar por mais de uma ou duas horas. White denunciou que os discursos geralmente tinham &ldquo;o dobro do que deviam ter&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como se estivesse falando exclusivamente para professores da educa&ccedil;&atilde;o infantil, White d&aacute; aos pregadores uma recomenda&ccedil;&atilde;o perfeita para quem, na prega&ccedil;&atilde;o, deseja falar tamb&eacute;m &agrave;s crian&ccedil;as:&nbsp;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dai li&ccedil;&otilde;es curtas, em linguagem clara e simples, e repeti-as muitas vezes. Os serm&otilde;es curtos ser&atilde;o muito mais lembrados do que os longos. Aqueles que falam devem lembrar que os assuntos que est&atilde;o apresentando talvez sejam novos para alguns dos ouvintes; portanto, os pontos principais devem ser repassados uma e outra vez.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A brevidade &eacute; um item importante na prega&ccedil;&atilde;o sadia. Em sua tese doutoral, Castro demonstrou a import&acirc;ncia da brevidade para que a prega&ccedil;&atilde;o seja relevante.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ap&oacute;s superar o uso da linguagem desnecessariamente dif&iacute;cil, est&aacute; na hora dos pregadores fazerem outra revolu&ccedil;&atilde;o: a da brevidade. &Eacute; a qualidade do argumento, e n&atilde;o o volume de palavras que faz a diferen&ccedil;a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao lidar com crian&ccedil;as, o pregador tem o tempo como seu advers&aacute;rio. O que demora demais dispersa facilmente o interesse do ouvinte, independentemente da idade. Por isso, fazer serm&otilde;es longos &eacute; pr&aacute;tica fortemente criticada por Ellen White. Diversas vezes ela orientou que os oradores fossem breves, evitando &ldquo;longos e elaborados discursos&rdquo;, utilizando &ldquo;pequenas apresenta&ccedil;&otilde;es, diretamente ao ponto&rdquo;, em &ldquo;linguagem direta e simples&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Certamente, essas orienta&ccedil;&otilde;es gerais visavam facilitar a compreens&atilde;o da mensagem por parte dos novos membros e tamb&eacute;m das crian&ccedil;as.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Escrevendo diretamente aos que lidam com jovens e crian&ccedil;as, White repete o mesmo conceito dado aos oradores em geral:<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os que d&atilde;o instru&ccedil;&otilde;es &agrave; inf&acirc;ncia e &agrave; mocidade devem evitar observa&ccedil;&otilde;es enfadonhas. Falar com brevidade, indo direto ao ponto, ter&aacute; uma feliz influ&ecirc;ncia. [&hellip;] Longos discursos fatigam a mente dos jovens. Falar demasiado lev&aacute;-los-&aacute; mesmo a aborrecer as instru&ccedil;&otilde;es espirituais. [&hellip;] As crian&ccedil;as devem ser atra&iacute;das para o C&eacute;u, n&atilde;o asperamente, mas com muita brandura.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A prega&ccedil;&atilde;o nas principais reuni&otilde;es adventistas (aos s&aacute;bados) deveria ser breve, deixando tempo para que os ouvintes participassem, dando testemunhos p&uacute;blicos e a&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> O serm&atilde;o n&atilde;o pode sufocar a participa&ccedil;&atilde;o dos membros, impedindo que eles falem sobre sua pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia espiritual.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White afirma que n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio que o pregador fa&ccedil;a &ldquo;longo serm&atilde;o e tome a maior parte do tempo destinado ao culto&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Certamente, essa orienta&ccedil;&atilde;o favorece a inclus&atilde;o das crian&ccedil;as como alvo do serm&atilde;o. Talvez, o seu passado metodista tenha alguma influ&ecirc;ncia nessa orienta&ccedil;&atilde;o de White, que vai na contram&atilde;o das pr&aacute;ticas evang&eacute;licas tanto do s&eacute;culo XIX quanto de hoje, cujo centro do culto &eacute; o serm&atilde;o, geralmente ocupando a maior parte da reuni&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Curiosamente, a palavra grega utilizada diversas vezes para descrever a prega&ccedil;&atilde;o e o ensino do primeiro s&eacute;culo &eacute; <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">dialegomai <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Atos 17:2,17; 18:4,19; 19:8, 9; 20:7,9; 24:25). Da&iacute; vem a palavra &ldquo;di&aacute;logo&rdquo;. Aparentemente, a prega&ccedil;&atilde;o na igreja crist&atilde; primitiva era mais di&aacute;logo que mon&oacute;logo.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>O envolvimento dos pais<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os pais t&ecirc;m uma tarefa essencial para garantir que as crian&ccedil;as se sintam inclu&iacute;das na prega&ccedil;&atilde;o. Durante a apresenta&ccedil;&atilde;o do serm&atilde;o, Ellen White sugere que pais e filhos criem alguma forma curiosa de acompanhar o pregador (anotando os versos b&iacute;blicos utilizados, por exemplo).&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al&eacute;m disso, o serm&atilde;o deve servir como o instigador de conversas espirituais entre pais e filhos em casa.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Os pais devem explicar &agrave;s crian&ccedil;as o serm&atilde;o apresentado no culto, apresentando curiosidades e tirando d&uacute;vidas.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> O objetivo de White &eacute; garantir que a B&iacute;blia n&atilde;o seja um livro enfadonho, mas que atraia e encante crian&ccedil;as e jovens.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os pregadores podem sugerir algumas atividades &agrave;s crian&ccedil;as que j&aacute; sabem escrever, tais como anotar os versos b&iacute;blicos mencionados, as palavras desconhecidas, ou alguma palavra-chave. Depois do culto, em casa, os pais utilizam essas anota&ccedil;&otilde;es para retomar e explicar aos filhos o que foi pregado.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Os pais deveriam explorar em casa os temas levantados no serm&atilde;o, perguntando: &ldquo;Voc&ecirc; se lembra do que o pastor disse? Teve alguma coisa que ele falou que voc&ecirc; n&atilde;o entendeu?&rdquo;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa &eacute; uma pr&aacute;tica que reflete o costume das fam&iacute;lias de Israel nos tempos b&iacute;blicos. A P&aacute;scoa, por exemplo, era estatuto para pais e filhos. E quando os filhos perguntassem &ldquo;que culto &eacute; este?&rdquo;, ent&atilde;o os pais deveriam contar-lhes a hist&oacute;ria do &Ecirc;xodo (Ex 12:24-27). Ou seja, as cerim&ocirc;nias religiosas deveriam ser feitas diante das crian&ccedil;as, de maneira did&aacute;tica. O ensino religioso oferecido &agrave;s crian&ccedil;as deveria ser em tempo integral (Dt 6:5-9). O objetivo &eacute; que os filhos recebessem instru&ccedil;&atilde;o tal como Tim&oacute;teo, que, desde a inf&acirc;ncia, j&aacute; sabia as &ldquo;sagradas letras&rdquo; (2 Tm 3:15).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A pr&oacute;pria forma&ccedil;&atilde;o da B&iacute;blia est&aacute; fundada na tradi&ccedil;&atilde;o oral de narrar as hist&oacute;rias da caminhada de Deus com seu povo, de pais para filhos, em ambiente familiar.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>A apresenta&ccedil;&atilde;o informal<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A formalidade &eacute; uma caracter&iacute;stica indesej&aacute;vel para os serm&otilde;es inclusivos. Ellen White reprova, como &ldquo;erro grave&rdquo;, os pregadores que &ldquo;organizam todas as min&uacute;cias&rdquo; do serm&atilde;o com tanta exatid&atilde;o e inflexibilidade que s&atilde;o incapazes de se afastar do plano estabelecido e variar a maneira habitual de um discurso. Os resultados s&atilde;o discursos sem vida, formais. Os serm&otilde;es lidos s&atilde;o, por esse motivo, vistos negativamente por White.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Adequa&ccedil;&atilde;o da forma e do conte&uacute;do aos ouvintes<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outro conceito homil&eacute;tico encontrado nas obras de Ellen White que pode ser &uacute;til na prega&ccedil;&atilde;o para crian&ccedil;as &eacute; o da adequa&ccedil;&atilde;o. Ela alerta que nem todas as mensagens &ldquo;s&atilde;o igualmente apropriadas para as congrega&ccedil;&otilde;es&rdquo;, e recomenda aos pregadores que se esforcem &ldquo;por apresentar a verdade de um modo que as pessoas estejam preparadas para ouvir e apreciar seu valor&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Essa era uma pr&aacute;tica de Jesus, que, segundo White, variava suas mensagens &ldquo;a fim de ajustar-se ao Seu audit&oacute;rio&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa adequa&ccedil;&atilde;o da mensagem est&aacute; ligada ao conceito de progress&atilde;o do conhecimento b&iacute;blico. &Eacute; dever do pregador usar as verdades j&aacute; conhecidas pelas pessoas como plataformas para o lan&ccedil;amento de outras verdades: &ldquo;Mostrem-lhes o valor dessas verdades [j&aacute; conhecidas], e a rela&ccedil;&atilde;o das mesmas com outras que ainda n&atilde;o s&atilde;o compreendidas. Assim se despertar&aacute; o desejo de maior luz&rdquo;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao falar da B&iacute;blia para crian&ccedil;as, deve-se levar em conta &ldquo;a propens&atilde;o de seu esp&iacute;rito, as coisas pelas quais se interessam, e despertando-lhes o interesse para verem o que diz a B&iacute;blia a respeito dessas coisas&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al&eacute;m de adequar o conte&uacute;do do serm&atilde;o aos ouvintes, Ellen White aconselha o pregador a adequar a forma de apresenta&ccedil;&atilde;o (o que envolve cuidados com a voz, a roupa e a gesticula&ccedil;&atilde;o).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A comunidade s&oacute; tem a ganhar quando um pregador reflete sobre a import&acirc;ncia de uma linguagem apropriada no culto com crian&ccedil;as. Sua mensagem ser&aacute; mais simples, objetiva e compreens&iacute;vel; ele poder&aacute; buscar a interatividade e outras formas de comunica&ccedil;&atilde;o em linguagem multissensorial.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Refletindo sobre a quest&atilde;o da adapta&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os e encontros institucionalizados &agrave;s crian&ccedil;as, Ponick afirma que &ldquo;das narrativas em que Jesus coloca a crian&ccedil;a no centro, podemos deduzir que ele espera que elas sejam agentes de reflex&atilde;o e de transforma&ccedil;&atilde;o da nossa mentalidade <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">adultoc&ecirc;ntrica<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Considera&ccedil;&otilde;es finais<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os antigos conceitos homil&eacute;ticos de Ellen White parecem ir na dire&ccedil;&atilde;o de conceitos contempor&acirc;neos, como a &ldquo;teologia narrativa&rdquo;, a &ldquo;teologia da crian&ccedil;a&rdquo; e do que se denomina de &ldquo;Nova Homil&eacute;tica&rdquo;: uma teoria na qual os ouvintes s&atilde;o o ponto de partida. Nesse conceito, a prega&ccedil;&atilde;o &eacute; entendida como um acontecimento oral, e n&atilde;o meramente liter&aacute;rio. O serm&atilde;o deixa de ser um texto escrito e passa a ser um evento que acontece no tempo (o momento da prega&ccedil;&atilde;o). Na Nova Homil&eacute;tica, a &ldquo;pr&eacute;dica &eacute; muito mais o resultado final, aquilo que &eacute; ouvido, do que as palavras escritas ou mesmo ditas por quem prega&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa reorienta&ccedil;&atilde;o da prega&ccedil;&atilde;o a partir dos ouvintes j&aacute; est&aacute; presente, ainda que de forma difusa, no conceito homil&eacute;tico de Ellen White. A adequa&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do e da forma de apresenta&ccedil;&atilde;o do serm&atilde;o ao p&uacute;blico, a interatividade, o uso de narrativas, a rejei&ccedil;&atilde;o da leitura fria e da linguagem rebuscada s&atilde;o uma valoriza&ccedil;&atilde;o dos ouvintes. Como afirma Kirst, &ldquo;pr&eacute;dica n&atilde;o &eacute; aquilo que o pregador (emissor) d&aacute; de si: pr&eacute;dica &eacute; aquilo que acaba se produzindo pela intera&ccedil;&atilde;o dos diversos componentes deste sistema de comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Aparentemente, Ellen White j&aacute; apresentava instintivamente um pouco dessa no&ccedil;&atilde;o no s&eacute;culo XIX.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As coloca&ccedil;&otilde;es de White podem parecer anacr&ocirc;nicas e simplistas. Mas a virtude de suas orienta&ccedil;&otilde;es &eacute; ineg&aacute;vel. Em estilo direto, White pede que os pregadores fa&ccedil;am exposi&ccedil;&otilde;es e aplica&ccedil;&otilde;es simples das Escrituras, de maneira que atraia, em algum momento, a aten&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as. Para a mente calejada de pregadores do s&eacute;culo XXI, tais orienta&ccedil;&otilde;es podem parecer distantes da realidade. Mas trata-se de uma voz do passado que nos lembra de que &ldquo;crian&ccedil;a tamb&eacute;m &eacute; gente&rdquo;, que elas pertencem &agrave; comunidade do Reino de Deus, pois o Reino pertence a elas. Ao pedir que os pregadores deixem &ldquo;um lugarzinho para benef&iacute;cio delas&rdquo;, Ellen White est&aacute; apenas reivindicando um <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">direito<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> das crian&ccedil;as.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Refer&ecirc;ncias<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">BARCLAY, William. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Communicating the Gospel<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Sterling: The Drummond Press, 1968.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">DOUGLASS, Herbert. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Mensageira do Senhor:<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> o minist&eacute;rio prof&eacute;tico de Ellen G. White. Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2001.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">FASSONI, K.; DIAS, L.; PEREIRA, W. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Uma crian&ccedil;a os guiar&aacute;: <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">por uma teologia da crian&ccedil;a. Vi&ccedil;osa: Ultimato, 2010<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">KIRST, Nelson. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Rudimentos de homil&eacute;tica<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. S&atilde;o Leopoldo: Sinodal; S&atilde;o Paulo: Paulinas, 1985.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">KLEIN, Rem&iacute;. A crian&ccedil;a e a narra&ccedil;&atilde;o. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Protestantismo em Revista<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. S&atilde;o Leopoldo, v. 24, jan-abr, 2011a. p. 42-61.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">______. A crian&ccedil;a, a B&iacute;blia e a hist&oacute;ria. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Protestantismo em Revista<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. S&atilde;o Leopoldo, v. 25, maio-ago, 2011b. p. 40-58.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">MALDONADO, Luis. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">A homilia: <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">prega&ccedil;&atilde;o, liturgia, comunidade. S&atilde;o Paulo: Paulus, 1997.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">MCGRATH, Alister E. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Teologia Sistem&aacute;tica, hist&oacute;rica e filos&oacute;fica: <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">uma introdu&ccedil;&atilde;o &agrave; teologia crist&atilde;. S&atilde;o Paulo: Shedd, 2010.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">MORAES, Jilton. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O valor da brevidade para a relev&acirc;ncia da prega&ccedil;&atilde;o: <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">ensaio a partir da an&aacute;lise cr&iacute;tica do trabalho homil&eacute;tico de David Mein. Tese (Doutorado em Teologia). Semin&aacute;rio Teol&oacute;gico Batista do Norte do Brasil. Recife, 1993.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">PONICK, Edson. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Teologia das e com crian&ccedil;as:<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> caracter&iacute;sticas, possibilidades e desafios<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">S&atilde;o Leopoldo: EST, 2014. (Tese de Doutorado).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">SEGURA, Harold; PEREIRA, Welinton (orgs.). <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Para falar de crian&ccedil;a:<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> teologia, b&iacute;blia e pastoral para a inf&acirc;ncia. Rio de Janeiro: Novos Di&aacute;logos, 2012.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">SMIRNOV, A. A; GONOBOLIN, F. N. La atenci&oacute;n. In: SMIRNOV, A. A. et alii. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Psicologia.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> M&eacute;xico: Grijalbo, 1969. p. 179.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">SOUZA, Mauro Batista de. A Nova Homil&eacute;tica: ouvintes como ponto de partida na prega&ccedil;&atilde;o crist&atilde;. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Estudos Teol&oacute;gicos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. v. 47, n. 1, p. 5-24, 2007. Dispon&iacute;vel em: &lt;file:\/\/\/C:\/Users\/junior\/Downloads\/458-1778-1-PB.pdf&gt; Acesso em: 22 ago. 2015.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">WHITE, Ellen. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Conselhos sobre a Escola Sabatina.<\/span><\/i> <span style=\"font-weight: 400;\">Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">______. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Conselhos sobre educa&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2002.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">______. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Educa&ccedil;&atilde;o<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Santo Andr&eacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1977.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">______. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Evangelismo.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> Tatu&iacute;: Casa Publicadora Brasileira, 1997.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">______. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Minist&eacute;rio pastoral:<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> conselhos aos pastores adventistas. Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2015.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">______. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Obreiros evang&eacute;licos. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">Tatu&iacute;, SP : Casa Publicadora Brasileira, 2007.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">______. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Orienta&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2010.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">______. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Par&aacute;bolas de Jesus.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1998.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">______. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos para a igreja.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> Vol 6. Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2005.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">______. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos para a Igreja<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Vol. 7. Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008.<\/span><\/p>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O uso de ilustra&ccedil;&otilde;es e narrativas PDF O uso de ilustra&ccedil;&otilde;es &eacute; recomendado como um dos m&eacute;todos de Cristo. Segundo White, Jesus ilustrava suas li&ccedil;&otilde;es t&atilde;o claramente que at&eacute; os ouvintes mais ignorantes conseguiam aproveitar algo do que ouviam. 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