{"id":6990,"date":"2021-07-22T13:40:52","date_gmt":"2021-07-22T16:40:52","guid":{"rendered":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=6990"},"modified":"2021-07-22T13:41:12","modified_gmt":"2021-07-22T16:41:12","slug":"casamento-divorcio-e-novo-casamento-nos-escritos-de-ellen-g-white-parte-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/casamento-divorcio-e-novo-casamento-nos-escritos-de-ellen-g-white-parte-i\/","title":{"rendered":"Casamento, div\u00f3rcio e novo casamento nos escritos de Ellen G. White Parte I"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><p><b>Casamento, div&oacute;rcio e novo casamento nos escritos de Ellen G. White<\/b><b>&nbsp;Parte I<\/b><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1Y8WX2EB84rg8QPic0BLdBsuTgAx1rpqr\/view?usp=sharing\">PDF<\/a><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Elbio Pereyra, Doutor em Teologia<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"><br>\n<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Pastor jubilado, reside em Bella Vista, Corrientes, Argentina<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"><br>\n<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Tradu&ccedil;&atilde;o: Sonia Maria M. Gazeta<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><b>Fonte:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;Revista&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Parousia<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 2&deg; Semestre, UNASPRESS<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Resumo:&nbsp;<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">A discuss&atilde;o entre adventistas quanto ao div&oacute;rcio e novas n&uacute;pcias remonta ao in&iacute;cio da hist&oacute;ria da IASD, por ocasi&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o de sua primeira associa&ccedil;&atilde;o. No entanto, uma posi&ccedil;&atilde;o da institui&ccedil;&atilde;o sobre o assunto s&oacute; definiu-se em tempos mais recentes. Diante disso, v&ecirc;-se como pertinente uma compreens&atilde;o da postura da IASD sobre a quest&atilde;o em suas primeiras d&eacute;cadas, por meio do posicionamento de Ellen G. White expresso em seus escritos. Este artigo discorre sobre a posi&ccedil;&atilde;o de Ellen G. White a respeito de casamento, div&oacute;rcio e novo casamento. Descreve sucintamente sua vis&atilde;o sobre a natureza e preparo para o matrim&ocirc;nio e procura sistematizar os conselhos dados por ela &agrave;s fam&iacute;lias que se depararam com essas situa&ccedil;&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><b>Abstract:&nbsp;<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">The discussion regarding to divorce and remarriage among Seventh-day Adventists Christians&nbsp; can be traced back to the historical beginnings of the denomination, in fact, by the time of the organization of its first Conference. However, the official position of the SDA Church about the topic was taken only in relatively recent times. It is considered important to understand the position of the Adventist Church in the first decades of its existence, through the position expressed in the writings of Ellen G. White, one of the leading pioneers of the movement. This article describes the understanding of&nbsp; Mrs. White about marriage, divorce and remarriage. It summarizes also her vision on the nature and preparation for marriage and provides her counsels to families facing those situations.<\/span><\/p>\n<p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De acordo com o relato b&iacute;blico foi o pr&oacute;prio Criador que formou Eva e ent&atilde;o a conduziu a Ad&atilde;o para ser sua mulher. Ellen G. White declara que, no des&iacute;gnio de Deus, o casamento &eacute; &ldquo;uma das maiores b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os para a fam&iacute;lia humana&rdquo; (Ms 16, 1899). O matrim&ocirc;nio proveria as necessidades sociais do homem, preservaria a pureza da ra&ccedil;a e elevaria a natureza f&iacute;sica, mental e moral, trazendo felicidade e contentamento (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">PP,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">46).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Cristo sancionou o casamento ao realizar seu primeiro milagre em uma festa de bodas e Ele ainda se rejubila com aqueles que se alegram em uma festividade nupcial (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">LA,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">100). Ele se deleita com &ldquo;casamentos felizes, felizes lares&rdquo; (99). &ldquo;O C&eacute;u contempla com prazer um casamento formado com um sincero desejo de seguir a dire&ccedil;&atilde;o dada nas Escrituras&rdquo; (Carta 17, 1896).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os conselhos de Ellen G. White incluem muitas condi&ccedil;&otilde;es que, se forem seguidas, resultar&atilde;o em casamentos felizes. Uma delas &eacute;: Cristo deve ser o centro tanto na vida do marido como na vida da mulher (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">CBV,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">358).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ellen White escreveu para a irm&atilde; L:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Que a mulher se entregue a Cristo antes de se entregar a qualquer amigo terreno, e n&atilde;o assuma nenhuma rela&ccedil;&atilde;o que entre em atrito com isto. [&hellip;] Minha irm&atilde;, a menos que desejes ter um lar de onde nunca se levantem as sombras, n&atilde;o te unas com um homem que &eacute; inimigo de Deus (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">TS,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">vol. 2, 120).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ela ainda argumenta que seria melhor permanecer solteiro do que se unir a uma pessoa mundana (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">LA,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">68). Os adventistas deveriam se casar com adventistas, e n&atilde;o simplesmente com crentes em Cristo. Ellen G. White escreveu posteriormente a irm&atilde; L: &ldquo;Mesmo que o companheiro de tua escolha fosse em todos os outros respeitos digno (o que, por&eacute;m, ele n&atilde;o &eacute;), no entanto&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">ele n&atilde;o aceitou a verdade para este tempo; &eacute;&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">um&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">descrente,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">e &eacute;s pelo C&eacute;u proibida de unir-te a ele&rdquo; (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">TS,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">vol. 2, 121, grifo meu).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ambos, noivo e noiva, deveriam ser adultos e maduros o suficiente para pesar cuidadosamente todas as suas chances para a felicidade. &ldquo;Casamentos precoces n&atilde;o devem ser encorajados&rdquo; (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">LA,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">79). &ldquo;Um jovem adolescente n&atilde;o possui crit&eacute;rio para julgar a conveni&ecirc;ncia de ter como companheiro para a vida outro jovem t&atilde;o imaturo como ele mesmo&rdquo; (Ibidem). Os casamentos precipitados devem ser evitados, pois frequentemente levam &agrave; separa&ccedil;&atilde;o, ao div&oacute;rcio e &agrave; confus&atilde;o na igreja (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">MJ,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">458).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os atributos pessoais do esposo e da esposa devem ser compat&iacute;veis, &ldquo;escolhei vossa esposa de uma classe que esteja mais de acordo com a vossa&rdquo;, Ellen G. White escreveu para um homem que estava planejando se casar. Ele era rude e a mulher delicada e refinada; nela as qualidades intelectuais predominavam (Carta<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">21, 1860).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As caracter&iacute;sticas raciais devem tamb&eacute;m ser semelhantes. Ellen G. White n&atilde;o afirma que uma ra&ccedil;a &eacute; superior a outra. &ldquo;Todos os homens&rdquo;, ela diz, &ldquo;brancos e negros, s&atilde;o iguais&rdquo; (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">ME,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">vol. 2, 341 e 342). Seu conselho, contra casamentos inter-raciais &eacute; baseado primeiramente nos problemas e consequ&ecirc;ncias que deles resultam. Os filhos se amarguram pelos seus pais, cria-se controv&eacute;rsia e a obra de Deus se retrai ao inv&eacute;s de avan&ccedil;ar. Em virtude dessas considera&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas, n&atilde;o se devem encorajar tais uni&otilde;es. O conselho inequ&iacute;voco &eacute; oferecido: &ldquo;Esse passo n&atilde;o deve ser dado&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A mulher deve saber como educar seus filhos nos aspectos pr&aacute;ticos da vida, tais como os cuidados do lar, com os doentes, al&eacute;m de princ&iacute;pios de higiene, etc. (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">CBV<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 302;&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">LA<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 90 e&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">FEC,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">75).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Marido e mulher devem manter sua pr&oacute;pria individualidade (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">CBV,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">361). A esposa n&atilde;o deve subjugar sua pr&oacute;pria identidade e se tornar, simplesmente, uma m&aacute;quina dirigida pela vontade de seu c&ocirc;njuge (Carta 25,<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">1885).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J&aacute; quanto a poligamia, embora praticada nos tempos do Antigo Testamento, nunca foi uma op&ccedil;&atilde;o leg&iacute;tima para os seguidores de Deus, em qualquer pa&iacute;s ou &eacute;poca. &ldquo;Deus n&atilde;o sancionou a poligamia em um &uacute;nico caso&rdquo;&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">(SG,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">vol. 3, 100).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por fim, ambos, marido e mulher, devem reconhecer os privil&eacute;gios do relacionamento conjugal que inclui o amor sexual praticado sem &ldquo;excesso&rdquo; (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">LA<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">,<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">121-128).<\/span><\/p>\n<p><b>Div&oacute;rcio<\/b><\/p>\n<p><b>Um antigo problema da Igreja<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&ldquo;Como devemos tratar casamentos divorciados?&rdquo; Este era o primeiro item da agenda da delega&ccedil;&atilde;o, de nove ministros adventistas do s&eacute;timo dia, que se encontrou em Monterey, Michigan, de 4 a 6 de outubro de 1862, para a organiza&ccedil;&atilde;o da primeira associa&ccedil;&atilde;o da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia (IASD), naquele estado. O problema que estava afetando alguns irm&atilde;os em Illinois e Wisconsin foi apresentado pelo irm&atilde;o Sanborn. Quando Tiago White solicitou uma explica&ccedil;&atilde;o para a express&atilde;o &ldquo;casamentos divorciados&rdquo;, Sanborn disse que se referia &agrave;s pessoas divorciadas que se casaram novamente, sem as bases para a separa&ccedil;&atilde;o, mencionadas em Mateus 19. A pergunta dele era: esses indiv&iacute;duos poderiam ser aceitos como membros da igreja?<\/span><a href=\"http:\/\/www.centrowhite.org.br\/pesquisa\/artigos\/casamento-divorcio-e-novo-casamento-nos-escritos-de-ellen-g-white\/#nota-rodape-1\"><span style=\"font-weight: 400;\">1<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Deste modo, casamento, div&oacute;rcio e novo casamento s&atilde;o problemas muito antigos na IASD, como a organiza&ccedil;&atilde;o de sua primeira sede administrativa, a Associa&ccedil;&atilde;o de Michigan. O problema continua a ser um tema em discuss&atilde;o, demandando aten&ccedil;&atilde;o de comiss&otilde;es de igrejas locais e comit&ecirc;s especiais representados por associa&ccedil;&otilde;es e uni&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><b>A vis&atilde;o documentada da Igreja sobre o problema<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesse breve documento n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel considerar a atmosfera social semipuritana que caracterizava os dias de Ellen G. White, nem mesmo comentar suas atitudes crist&atilde;s gerais em rela&ccedil;&atilde;o ao div&oacute;rcio e novo casamento. Estamos lidando simplesmente com Ellen White e seus escritos. Para tanto, a posi&ccedil;&atilde;o de um documento geral da IASD atrav&eacute;s desses anos se mostra de grande utilidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Review and Herald<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;publicou, de 1862 a 1900, 15 artigos, coment&aacute;rios, respostas a perguntas e r&eacute;plicas de leitores a respeito do assunto do div&oacute;rcio e novo casamento. A posi&ccedil;&atilde;o adotada pela revista foi consistente no decorrer desses anos. Adult&eacute;rio era a &uacute;nica raz&atilde;o para o div&oacute;rcio, e novo casamento s&oacute; seria admiss&iacute;vel apenas para a parte inocente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A opini&atilde;o do peri&oacute;dico aparece bem definida, todavia, um tanto r&iacute;gida. Se isto representa a posi&ccedil;&atilde;o oficial da IASD, n&atilde;o podemos afirmar. Pelo menos, representa o ponto de vista de Uriah Smith, quando foi redator da revista. Duas notas publicadas por ele em 1887 (11 de janeiro e 8 de fevereiro) s&atilde;o de particular interesse. A primeira, mostra um caso espec&iacute;fico de um novo casamento, que n&atilde;o foi por raz&atilde;o de adult&eacute;rio. A segunda, trata de outros casos citados por leitores e suas respostas, bem como a posi&ccedil;&atilde;o do redator.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A posi&ccedil;&atilde;o de Ellen G. White parece ser menos r&iacute;gida, pelo menos quando trata de alguns casos espec&iacute;ficos, em particular, por meio de sua correspond&ecirc;ncia. Esse material ser&aacute; mostrado posteriormente nesse estudo. Tais casos representam exce&ccedil;&otilde;es e n&atilde;o a regra, mas isso tamb&eacute;m &eacute; evidenciado na B&iacute;blia algumas vezes.<\/span><\/p>\n<p><b>A &uacute;nica raz&atilde;o para a dissolu&ccedil;&atilde;o do voto conjugal: adult&eacute;rio<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O casamento &ldquo;deve ser cuidadosamente considerado&rdquo;, pois &eacute; um &ldquo;passo tomado para a vida toda&rdquo; (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">LA<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 34). &ldquo;&Eacute; uma institui&ccedil;&atilde;o sagrada&rdquo; (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Nos Lugares Celestiais, MM<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 202) semelhante &agrave; uni&atilde;o de Cristo e sua igreja (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">TS<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 7, 46).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nos tempos de Jesus, os judeus repudiavam as mulheres pelas ofensas mais triviais (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">MDC<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 63), por&eacute;m, Cristo rejeitou aquela pr&aacute;tica. O padr&atilde;o moral n&atilde;o deveria se basear em legisla&ccedil;&otilde;es ou inclina&ccedil;&otilde;es humanas, mas na lei de Deus, na &ldquo;elevada norma moral de justi&ccedil;a divina&rdquo; (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">LA<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 342). &ldquo;Se a esposa &eacute; incr&eacute;dula e opositora, o marido n&atilde;o pode, em face da lei de Deus, abandon&aacute;-la s&oacute; por isto (Ibid, 344). Nem os c&ocirc;njuges podem se separar por incompatibilidade de g&ecirc;nios; mas sim, devem procurar mudar a pr&oacute;pria disposi&ccedil;&atilde;o (Carta 168, 1901).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N&atilde;o se deve considerar a falta de amor como uma raz&atilde;o suficiente para o div&oacute;rcio ap&oacute;s o voto solene feito, na presen&ccedil;a de Deus e dos santos anjos, ainda que por um c&ocirc;njuge imperfeito. &ldquo;Quando conduzirdes mais a vontade em vosso aux&iacute;lio e conscienciosamente andardes no temor do Senhor, ent&atilde;o o amor que agora supondes estar morto ressuscitar&aacute;. [&hellip;] A fonte do amor aumentar&aacute; dia a dia e toda a amargura e decep&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o exclu&iacute;das a seu tempo&rdquo; (Carta 57, 1888).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quanto a essa quest&atilde;o ainda, Ellen G. White comenta: &ldquo;Digo-vos que n&atilde;o podeis quebrar vosso voto conjugal e permanecerdes sem culpa diante de Deus. [&hellip;] Apegai-vos a vossos votos conjugais porque sois reta de cora&ccedil;&atilde;o e sentireis arrependimento quando fordes vestida com as vestes da justi&ccedil;a de Cristo&rdquo; (Ibidem).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em contraste &agrave;s ofensas triviais, Ellen G. White deu a &uacute;nica raz&atilde;o para o div&oacute;rcio: &ldquo;Nada sen&atilde;o a viola&ccedil;&atilde;o do leito conjugal pode quebrar ou anular o voto conjugal&rdquo; (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">LA<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 341). &ldquo;S&oacute; h&aacute; uma raz&atilde;o pela qual o marido pode legitimamente separar-se de sua esposa ou a esposa de seu marido: o adult&eacute;rio&rdquo; (Ibid, 345).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ela salientou que Jesus aprovou a dissolu&ccedil;&atilde;o do casamento apenas em caso de adult&eacute;rio (Ibid., 340). Em seu Serm&atilde;o do Monte, Cristo declarou &ldquo;plenamente&rdquo; que havia uma &uacute;nica raz&atilde;o para o fim do casamento: infidelidade ao voto conjugal (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">MDC<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 63). Em resumo, Ellen G. White declarou que Jesus permite um novo casamento apenas quando o direito ao div&oacute;rcio existe.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A um certo m&eacute;dico casado com uma incr&eacute;dula, o qual possu&iacute;a algumas ideias err&ocirc;neas a respeito do casamento e queria repudiar sua mulher, ela disse: &ldquo;Deus reconhece apenas um motivo&rdquo; para o div&oacute;rcio: o adult&eacute;rio. Ela convidou esse obreiro a trazer sua esposa de volta ao seu lado, quando j&aacute; haviam se separado (Ibid, 342-343).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&ldquo;O div&oacute;rcio &eacute; uma eterna e sincera m&aacute;goa. O casamento deveria ser muito bem considerado antes de ser contra&iacute;do&rdquo;, escreveram Tiago e Ellen G. White em 1868, referindo-se a uma mulher que tinha que viver com um ad&uacute;ltero (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">RH<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 24\/03\/1868, 236). Ela ainda acrescenta que os casados deveriam possuir a t&ecirc;mpera do a&ccedil;o em rela&ccedil;&atilde;o a seus votos conjugais (Carta 321, 1903).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 1863, Ellen G. White escreveu:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma mulher pode estar legalmente divorciada do marido pelas leis do pa&iacute;s, mas n&atilde;o divorciada &agrave; vista de Deus e de acordo com a lei mais alta. [&hellip;] Embora as leis do pa&iacute;s possam permitir o div&oacute;rcio &agrave; luz da B&iacute;blia, continuam como marido e esposa, segundo as leis de Deus.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E acrescentou: &ldquo;Vi que a irm&atilde; A, por ora, n&atilde;o tem direito de desposar outro homem; mas se ela, ou qualquer outra mulher, obtiver um div&oacute;rcio legal na base de adult&eacute;rio por parte do marido, ent&atilde;o est&aacute; livre para casar com quem quiser&rdquo; (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">LA<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 344).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 1888, ao lidar com uma situa&ccedil;&atilde;o muito delicada envolvendo dois colportores, ela registrou o seguinte em seu di&aacute;rio: &ldquo;Tive uma longa conversa com a irm&atilde; B mostrando-lhe que o voto conjugal &eacute; um v&iacute;nculo e que nenhuma das partes pode abdicar de seus direitos, salvo em caso de adult&eacute;rio, a viola&ccedil;&atilde;o do leito conjugal&rdquo; (Ms<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;22<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 1888).<\/span><\/p>\n<p><b>Novo casamento<\/b><\/p>\n<p><b>Tr&ecirc;s casos de novo casamento<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em seus escritos, Ellen G. White apresenta, pelo menos, tr&ecirc;s situa&ccedil;&otilde;es envolvendo novo casamento: ap&oacute;s a morte do c&ocirc;njuge, ap&oacute;s o div&oacute;rcio baseado em adult&eacute;rio e ap&oacute;s div&oacute;rcio permitido por outras causas que n&atilde;o o adult&eacute;rio. O problema da separa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m merece uma considera&ccedil;&atilde;o aqui.<\/span><\/p>\n<p><b>(1) Novo casamento ap&oacute;s a morte de um c&ocirc;njuge<\/b><\/p>\n<p><b>(A) Casamento de um vi&uacute;vo<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 1890, um vi&uacute;vo idoso escreveu a Ellen White solicitando orienta&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a um novo casamento. Ela respondeu-lhe:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eu sei, conforme dizeis, que deveis ser muito s&oacute; em vossa idade e n&atilde;o vejo obje&ccedil;&atilde;o se h&aacute; algu&eacute;m a quem possais amar e retribuir vosso amor. Por&eacute;m, como n&atilde;o conhe&ccedil;o a senhora que tendes em mente, n&atilde;o posso aconselhar como algu&eacute;m que conhece ambas as partes (Carta 70, 1898).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O segundo casamento do irm&atilde;o Haskell tamb&eacute;m &eacute; outro que pode ser citado. A esposa dele faleceu em 1894. Tr&ecirc;s anos depois, aos 64 anos de idade, ele se casou novamente. Ellen G. White escreveu ao casal: &ldquo;Alegramo-nos ao ouvir de v&oacute;s que vossos interesses est&atilde;o unidos como se fossem um. Que o Senhor aben&ccedil;&otilde;e essa uni&atilde;o. [&hellip;] Estou feliz, irm&atilde;o Haskell, porque tendes uma ajudadora. Isto &eacute; o que tenho desejado por algum tempo&rdquo; (Carta 74a, 1897).<\/span><\/p>\n<p><b>(B) O segundo casamento do irm&atilde;o Butler<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A primeira esposa do irm&atilde;o G. I. Butler morreu ap&oacute;s 42 anos de uni&atilde;o conjugal. Quando ele tinha 68 anos, teve oportunidade de se casar com uma mulher de 35 anos &ldquo;em cuja convers&atilde;o &agrave; verdade ele f&ocirc;ra um instrumento&rdquo; (Carta 117, cc 1902). Por&eacute;m, ele encontrou forte oposi&ccedil;&atilde;o por parte da irm&atilde; e cunhado da mulher. O pr&oacute;prio filho de Butler se op&ocirc;s tamb&eacute;m ao plano. Ellen G. White enviou tr&ecirc;s cartas aos familiares endere&ccedil;adas a irm&atilde; e ao cunhado da mulher e uma ao filho de Butler, desaprovando tal oposi&ccedil;&atilde;o (Cartas 77, 78, 117 e 118, 1902).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ela assim os aconselhou:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eu vos suplico que n&atilde;o repreendais vosso pai. N&atilde;o dev&iacute;eis sentir o que sentis, pois vosso pai n&atilde;o est&aacute; fazendo nada que Deus condena. A condena&ccedil;&atilde;o existe apenas na mente dos homens. Em nada ele tem desonrado seus filhos e tem se mantido no caminho do Senhor. [&hellip;] Esta mulher &eacute; jovem, mas est&aacute; em uma idade em que pode ajud&aacute;-lo em seu trabalho. A idade de vosso pai n&atilde;o deve ser uma barreira para sua felicidade? (Carta 117, 1902).<\/span><a href=\"http:\/\/www.centrowhite.org.br\/pesquisa\/artigos\/casamento-divorcio-e-novo-casamento-nos-escritos-de-ellen-g-white\/#nota-rodape-2\"><span style=\"font-weight: 400;\">2<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ademais, quando ele completou 73 anos de idade tornou a se casar com outra mulher. Ellen G. White se sentiu feliz por eles. (Carta 390, 1907).<\/span><\/p>\n<p><b>(C) Conselho a um vi&uacute;vo<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ap&oacute;s a morte de sua esposa, J. N. Andrews decidiu permanecer vi&uacute;vo, uma posi&ccedil;&atilde;o que Ellen G. White n&atilde;o apoiou. Ela julgava que um novo casamento traria equil&iacute;brio &agrave; sua vida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ela expressou:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tendes tido id&eacute;ias err&ocirc;neas em rela&ccedil;&atilde;o a vos manterdes vi&uacute;vo, por&eacute;m nada mais falarei sobre este assunto. A influ&ecirc;ncia de uma nobre mulher crist&atilde; de habilidades distintas serviria para neutralizar as tend&ecirc;ncias de vossa mente. A habilidade de concentra&ccedil;&atilde;o, a intensa luz com que considerais todas as coisas de car&aacute;ter religioso ligadas a causa e &agrave; obra de Deus t&ecirc;m trazido depress&atilde;o em vosso esp&iacute;rito, um peso de ansiedade que vos tem enfraquecido f&iacute;sica e mentalmente. Se estiv&eacute;sseis ligado a algu&eacute;m com sentimentos opostos, ter&iacute;eis for&ccedil;a para descartar pensamentos melanc&oacute;licos. A individualidade dela n&atilde;o seria subjugada, mas sua identidade preservada e sua influ&ecirc;ncia seria modeladora sobre vossa mente. Se assim fosse, hoje ter&iacute;eis for&ccedil;a f&iacute;sica e poder para resistir a doen&ccedil;a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em outro momento ela tamb&eacute;m disse:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eu vos aconselhei a casardes antes de retornardes a &uacute;ltima vez &agrave; Europa por estas raz&otilde;es. Primeiro, precis&aacute;veis de uma esposa para cuidar de v&oacute;s e n&atilde;o dev&iacute;eis ter levado vossa fam&iacute;lia &agrave; Europa sem uma boa companhia para ser uma m&atilde;e para vossos filhos. [&hellip;] Precisais de outro elemento em vossos labores que n&atilde;o possu&iacute;s e que n&atilde;o compreendeis ser realmente essencial (Carta 9, 1883).<\/span><\/p>\n<p><b>(2) Novo casamento de uma parte &lsquo;inocente&rsquo;<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo Ellen G. White, a parte &ldquo;injuriada&rdquo; tem tr&ecirc;s possibilidades em face de um div&oacute;rcio: (A) Permanecer com a parte &ldquo;culpada&rdquo;. O inocente n&atilde;o se torna culpado por manter o casamento com o c&ocirc;njuge infrator (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">LA<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 346); (B) Novo casamento. Um segundo matrim&ocirc;nio &eacute; justific&aacute;vel para a parte inocente,<\/span><a href=\"http:\/\/www.centrowhite.org.br\/pesquisa\/artigos\/casamento-divorcio-e-novo-casamento-nos-escritos-de-ellen-g-white\/#nota-rodape-3\"><span style=\"font-weight: 400;\">3<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;em um div&oacute;rcio permitido por adult&eacute;rio (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">ME<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 2, 339-349) e; (C) Permanecer s&oacute;. Em resposta a um colportor que foi abandonado pela esposa por outros motivos que n&atilde;o o adult&eacute;rio, Ellen G. White escreveu:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N&atilde;o vejo que mais se pode fazer neste caso, e penso que a &uacute;nica coisa que podeis fazer &eacute; abandonar vossa esposa. Se ela est&aacute; assim determinada a n&atilde;o viver em vossa companhia, sereis ambos muito infelizes se o tentardes. Visto que ela inteira e determinadamente escolheu sua sorte, a &uacute;nica coisa que podeis fazer &eacute; tomar vossa cruz e proceder como homem. [&hellip;] V&oacute;s me perguntastes se poder&iacute;eis casar outra vez visto que vossa esposa vos deixou. Eu diria que se algu&eacute;m compreendesse todas as circunst&acirc;ncias, poderia escolher casar-se convosco. Se n&atilde;o tiv&eacute;sseis sido casado, n&atilde;o veria obje&ccedil;&otilde;es. [&hellip;] Espero que procedais como homem. Ponde de lado este assunto, voltai ao trabalho, cumpri vossos deveres independente de qualquer pessoa na Terra, abnegando-vos, sacrificando-vos, esquecendo-vos. [&hellip;] Entregai vosso caso a Deus. [&hellip;] N&atilde;o deixeis que o desapontamento vos arru&iacute;ne. Expulsai a melancolia. [&hellip;]&nbsp; Desviai-vos das coisas terrenas, &iacute;dolos terrenos, e louvai o Senhor Deus, servindo-o de todo o vosso cora&ccedil;&atilde;o e toda a vossa alma, ent&atilde;o consagrar-vos-ei totalmente ao Senhor&rdquo; (Carta 40, 1888 e&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">LA<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 344).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ap&oacute;s certo tempo, a mulher se divorciou e se casou novamente, e o colportor fez o mesmo. Sua nova sogra escreveu a Ellen G. White pedindo-lhe que ela intervisse para separ&aacute;-los, pois o homem havia se mutilado. Ela recebeu essa resposta:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J n&atilde;o repudiou sua esposa. Ela o deixou e casou-se com outro homem. Nada vejo nas Escrituras que o pro&iacute;ba de casar-se no Senhor. Ele tem direito ao afeto de uma mulher. [&hellip;] N&atilde;o vejo porque essa nova uni&atilde;o deve ser perturbada. [&hellip;] Nada vejo na Palavra de Deus que poderia exigir a separa&ccedil;&atilde;o de ambos. Como pedistes meu conselho, dou-o francamente (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">ME,<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;vol. 2, 339 e 340).<\/span><a href=\"http:\/\/www.centrowhite.org.br\/pesquisa\/artigos\/casamento-divorcio-e-novo-casamento-nos-escritos-de-ellen-g-white\/#nota-rodape-4\"><span style=\"font-weight: 400;\">4<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Referindo-se a um membro de igreja cujo marido quebrou o voto conjugal por adult&eacute;rio, Ellen G. White disse que ap&oacute;s o div&oacute;rcio por motivo de adult&eacute;rio, ela ou outra mulher nas mesmas circunst&acirc;ncias poderia casar-se outra vez (344).<\/span><\/p>\n<p><b>(3) Novo casamento ap&oacute;s o div&oacute;rcio por outra causa que n&atilde;o o adult&eacute;rio<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma das secret&aacute;rias da senhora White se apaixonou por um homem, que um ano ou dois antes havia abandonado sua esposa e filhos. Deixando-os com seu sogro, viajou para outro continente. A esposa dele buscou o div&oacute;rcio por motivo de abandono. Antes que o div&oacute;rcio fosse concedido, esse homem come&ccedil;ou a cortejar a secret&aacute;ria. A senhora White insistiu em que nenhum dos dois tinha o direito de se casar. O homem ainda estava legalmente ligado a sua esposa, e a secret&aacute;ria n&atilde;o tinha o direito de se casar com ele, mesmo ap&oacute;s a concess&atilde;o do div&oacute;rcio (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">ME<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 2, 340 e 341). Ela escreveu: &ldquo;Quero que ambos compreendam mediante a luz que Deus deu considerando o passado e o presente, n&atilde;o poderia pensar em empregar a ambos se derdes este passo&rdquo; (Carta 14, 1895).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Escrevendo ao homem, ela disse que ele estava tentando &ldquo;sacrificar a verdade para obter uma esposa&rdquo;, &ldquo;obter uma esposa por deslealdade a Deus&rdquo;. E ainda acrescentou: &ldquo;Aquele que n&atilde;o &eacute; sincero para com Deus n&atilde;o pode ser sincero para com sua esposa&rdquo; (Carta 17, 1896). Em outra ocasi&atilde;o, ela disse: &ldquo;Haveis, ambos, violado a lei s&oacute; com o pensar que v&oacute;s pod&iacute;eis unir em matrim&ocirc;nio. Dev&iacute;eis haver repelido o pensamento &agrave; sua primeira sugest&atilde;o (Carta 14, 1893). Deste modo, fica claro que Ellen G. White via o adult&eacute;rio como a &uacute;nica base para o div&oacute;rcio e novo casamento, para a parte inocente, enquanto o c&ocirc;njuge ainda vive.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Casamento, div&oacute;rcio e novo casamento nos escritos de Ellen G. White&nbsp;Parte I PDF Elbio Pereyra, Doutor em Teologia Pastor jubilado, reside em Bella Vista, Corrientes, Argentina Tradu&ccedil;&atilde;o: Sonia Maria M. 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