{"id":7016,"date":"2021-09-21T12:32:49","date_gmt":"2021-09-21T15:32:49","guid":{"rendered":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=7016"},"modified":"2021-09-21T12:33:27","modified_gmt":"2021-09-21T15:33:27","slug":"ellen-g-white-e-a-pratica-adventista-do-jejum","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/ellen-g-white-e-a-pratica-adventista-do-jejum\/","title":{"rendered":"Ellen G. White e a pr\u00e1tica adventista do jejum"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><p><b>Ellen G. White e a pr&aacute;tica adventista do jejum<\/b><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1BkxggZ1bqZOfTWd35nOu3XBzY9VaQAC3\/view?usp=sharing\">PDF<\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eduardo Franco<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Universidade Adventista do Chile, Chill&aacute;n<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">eduardofranco@unach.cl<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O jejum &eacute; uma pr&aacute;tica profundamente enraizada na cultura semita e mu&ccedil;ulmana. No cristianismo, &eacute; uma heran&ccedil;a do juda&iacute;smo e &eacute; praticada para uma variedade de prop&oacute;sitos. Por exemplo, David Lambert observa que o jejum pode ser motivado por: um ato de penit&ecirc;ncia, de expia&ccedil;&atilde;o, um rito de prepara&ccedil;&atilde;o antes de uma recep&ccedil;&atilde;o sacramental, uma cerim&ocirc;nia de luto, uma s&eacute;rie de ritos de purifica&ccedil;&atilde;o, um meio de induzir sonhos ou vis&otilde;es, ou um m&eacute;todo de adicionar for&ccedil;a a ritos m&aacute;gicos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Curtis C. Mitchell, por sua vez, aponta que no juda&iacute;smo e no cristianismo ele &eacute; praticado como um exerc&iacute;cio asc&eacute;tico. John A. MacCulloch classificou o jejum em quatro categorias: como causa de luto; como um ato de penit&ecirc;ncia; como um auxiliar &agrave; ora&ccedil;&atilde;o e como uma prepara&ccedil;&atilde;o para encontrar a divindade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No catolicismo romano, o jejum &eacute; parte do ritual que permite ao crente se separar do material para acessar o espiritual. Tamb&eacute;m &eacute; praticado como penit&ecirc;ncia, j&aacute; sugerido pelos padres da igreja.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">1<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Para os reformadores, como Calvino, o ritual assume um componente disciplinar, onde o jejum, junto com a catequese, as censuras da igreja e a excomunh&atilde;o, pode servir como meio de manter a disciplina da igreja.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">2<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Como vemos, no cristianismo, a pr&aacute;tica do jejum foi justificada de v&aacute;rias maneiras, embora a penit&ecirc;ncia se destaque.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel perceber vis&otilde;es contradit&oacute;rias. Por um lado, h&aacute; quem pense que o jejum &eacute; coisa do passado e que n&atilde;o &eacute; uma ordenan&ccedil;a dada por Deus. Seria uma pr&aacute;tica de origem hebraica influenciada por religi&otilde;es pag&atilde;s<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">3<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e, por outro lado, h&aacute; quem veja o jejum como requisito necess&aacute;rio para obter o favor divino por meio da penit&ecirc;ncia.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">4<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Entre outros pontos de vista est&atilde;o aqueles que consideram o jejum como uma instrumento de press&atilde;o pol&iacute;tica leg&iacute;tima,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">5<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e aqueles que o valorizam como apropriado para demonstrar piedade a outros crist&atilde;os.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">6<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> No catolicismo romano a controv&eacute;rsia &eacute; antiga e tem sido tratada a partir da jurisprud&ecirc;ncia do direito can&ocirc;nico,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">7<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> at&eacute; consider&aacute;-la como uma pr&aacute;tica individual e privada na vida do crente.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">8<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No adventismo, o jejum tem sido praticado desde o seu in&iacute;cio de v&aacute;rias maneiras<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">9<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e por v&aacute;rios motivos, como pedido por sa&uacute;de, pedido de ajuda em situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis e como parte da prepara&ccedil;&atilde;o para o cumprimento da miss&atilde;o, entre outros,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">10<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> buscando permanentemente instru&ccedil;&atilde;o sobre a sua observa&ccedil;&atilde;o na B&iacute;blia.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">11<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Por outro lado, Ellen G. White tamb&eacute;m escreve sobre a pr&aacute;tica do jejum,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">12<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> contribuindo para o pensamento adventista sobre sua pr&aacute;tica.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">13<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Este estudo examina a rela&ccedil;&atilde;o entre o que a B&iacute;blia ensina sobre o tema, sua pr&aacute;xis na Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia (IASD), e o que Ellen G. White escreve sobre o jejum.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>A B&iacute;blia e o jejum<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na B&iacute;blia, vemos que o jejum &eacute; praticado como um complemento da ora&ccedil;&atilde;o pela sa&uacute;de (2Sm 12:16-21); como um pedido de ajuda divina em situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis (2Cr 29:3; Ed 8:23); como um sinal de dor (Sl 35:13; 69:10; Ne 1:4); como prepara&ccedil;&atilde;o para um grande desafio (Et 3:6-13); como uma express&atilde;o de arrependimento e confiss&atilde;o de pecados (Ne 9:1; Jl 1:14; 2:12, 14; Jn 3:5); como um pedido de orienta&ccedil;&atilde;o em decis&otilde;es dif&iacute;ceis (Jz 20:26); como um pedido de prote&ccedil;&atilde;o divina (Sl 109:24); como prepara&ccedil;&atilde;o para uma obra especial (At 14:23; Mt 17:21; Mc 9:29); e como complemento da ora&ccedil;&atilde;o e da busca da comunh&atilde;o com Deus (Lc 2:37). O termo jejum tamb&eacute;m &eacute; usado para descrever a condi&ccedil;&atilde;o fisiol&oacute;gica de falta de ingest&atilde;o de alimentos (Mt 15:32; Mc 8:3; At 27:33; 2Co 6:5; 11:21).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Desaprovado por Deus<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Embora o jejum seja indicado por Deus em certos contextos, &eacute; condenado em outros. Em Isa&iacute;as 58, por exemplo, o jejum &eacute; rejeitado quando n&atilde;o &eacute; acompanhado de arrependimento genu&iacute;no, mas &eacute; motivado por comportamento ego&iacute;sta e pecaminoso.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">14<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Jeremias 14:12 registra que, devido &agrave; inclina&ccedil;&atilde;o constante para a iniquidade, Deus disse: &ldquo;Quando jejuarem, n&atilde;o ouvirei o seu clamor&rdquo;. No mesmo sentido, o jejum &eacute; reprovado em Zacarias 7:5, onde &eacute; reprovada a motiva&ccedil;&atilde;o ego&iacute;sta com que &eacute; praticada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No Serm&atilde;o da Montanha (Mt 6:16-18), Jesus instruiu a multid&atilde;o reunida a n&atilde;o jejuar como os hip&oacute;critas, porque o faziam para serem vistos pelo povo e para se mostrarem piedosos. Em vez disso, Ele instruiu Seus seguidores que quando jejuassem, o fizessem em segredo. O que Jesus est&aacute; fazendo neste texto n&atilde;o &eacute; desaprovar a pr&aacute;tica do jejum em si, mas reorientar a forma e as motiva&ccedil;&otilde;es para observ&aacute;-lo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 1 Reis 21:9, 10 o jejum &eacute; mencionado como parte de um esquema perverso. A ideia era proclamar o jejum para esconder os erros e os crimes com uma apar&ecirc;ncia de religiosidade e dar a impress&atilde;o de que Deus puniria a cidade pelo pecado. Assim, ao colocar dois homens <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">in&iacute;quos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> para testemunhar falsamente perante o povo contra Nabote a fim de apedrej&aacute;-lo, se impediria a destrui&ccedil;&atilde;o de toda a cidade e seria poss&iacute;vel ficar com a sua vinha. Obviamente, tal jejum n&atilde;o pode ser aceito por Deus.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Um dia de autoavalia&ccedil;&atilde;o e arrependimento<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O jejum aparece pela primeira vez em Lev&iacute;tico 16:29 no contexto do Dia da Expia&ccedil;&atilde;o. Nesse sentido, o jejum n&atilde;o era uma penit&ecirc;ncia pesada, mas sim um dia de celebra&ccedil;&atilde;o do perd&atilde;o de Deus. Al&eacute;m disso, era o &uacute;nico jejum exigido por Deus, por isso foi chamado de &ldquo;o jejum&rdquo;. De acordo com Jeremias, este jejum era acompanhado de ora&ccedil;&atilde;o (Jr 14:12), e por Samuel sabemos que durou um dia (Jz 20:26), embora em ocasi&otilde;es especiais sejam observados jejuns que se estendem por outros per&iacute;odos de tempo, como no caso da rainha Ester (Et 4:16).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Posteriormente, outros dias de jejum foram acrescentados, como o que lembra a queda de Jerusal&eacute;m (Zc 7:3, 5; 8:19). Em N&iacute;nive, o rei proclamou o jejum como sinal de arrependimento e consagra&ccedil;&atilde;o, como fruto da prega&ccedil;&atilde;o de Jonas e do an&uacute;ncio do julgamento (Jn 3:5).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Uma quest&atilde;o de adora&ccedil;&atilde;o<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Edward J. Young ressalta o fato de que, para Isa&iacute;as (cap. 58), o jejum &eacute; uma quest&atilde;o de adora&ccedil;&atilde;o, e fazer um jejum externo n&atilde;o &eacute; louvar a Deus, mas louvar a si mesmo. Isso n&atilde;o &eacute; apenas n&atilde;o louvar a Deus, mas constitui uma ofensa repulsiva a Ele.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">15<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> As palavras dos profetas Jeremias (14:12) e Zacarias (8:19) mostram que o jejum &eacute; um ato de louvor a Deus e deve ser um momento de regozijo, alegria e gratid&atilde;o a Deus por Sua bondade. Fica ent&atilde;o evidente que o jejum no Antigo Testamento &eacute;, em seu sentido original, um momento de adora&ccedil;&atilde;o especial, conectado ao perd&atilde;o dos pecados no Dia da Expia&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Prepara&ccedil;&atilde;o para uma obra especial<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O jejum &eacute; amplamente comentado no Novo Testamento; o pr&oacute;prio Jesus come&ccedil;a seu minist&eacute;rio jejuando por quarenta dias. O jejum &eacute;, portanto, uma prepara&ccedil;&atilde;o para a miss&atilde;o, um tempo de recolhimento e comunh&atilde;o com o Pai (Mc 1:12; Lc 4:1-13; Mt 4:1-11).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em outra ocasi&atilde;o, o pr&oacute;prio Jesus anuncia que o jejum &eacute; necess&aacute;rio para enfrentar certos tipos de dem&ocirc;nios (Mc 9:14; Lc 9:37), acrescentando a conota&ccedil;&atilde;o de prepara&ccedil;&atilde;o espiritual e fonte de for&ccedil;a na luta contra o mal.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">O jejum como uma experi&ecirc;ncia individual<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As palavras de Jesus registradas em Mateus 6:17 enfatizam o jejum como uma experi&ecirc;ncia individual e privada, o que pode ser inferido da mudan&ccedil;a no n&uacute;mero de verbos em 6:16 e 6:17, quando Jesus introduz a f&oacute;rmula &ldquo;mas voc&ecirc;, quando jejuar&rdquo;, passando do plural para o singular, e assim continua at&eacute; o final do trecho: &ldquo;unja a cabe&ccedil;a e lave o rosto, a fim de n&atilde;o parecer aos outros que voc&ecirc; est&aacute; jejuando, e sim ao seu Pai, em secreto. E o seu Pai, que v&ecirc; em secreto, lhe dar&aacute; a recompensa&rdquo; (Mt 6:17b-18c).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esta mudan&ccedil;a n&atilde;o pode ser ignorada. Jesus compara Seus disc&iacute;pulos com os hip&oacute;critas e depois fala a cada disc&iacute;pulo individualmente para faz&ecirc;-los meditar em sua pr&aacute;tica particular de jejum. O jejum individual &eacute; encorajado a fim de estabelecer uma conex&atilde;o pessoal com Deus, que no julgamento de Cristo deve ser &ldquo;em segredo&rdquo;, sem mostrar a outras pessoas que se est&aacute; jejuando.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O ensino de Cristo sobre o jejum inclui um convite ao jejum pessoal, secreto e significativo para a vida espiritual particular. Este &eacute; provavelmente um dos aspectos esquecidos da pr&aacute;tica do jejum na igreja crist&atilde; em geral, e na Igreja Adventista em particular. Por&eacute;m, devido ao seu car&aacute;ter pessoal e por indica&ccedil;&atilde;o de Cristo, quando &eacute; &ldquo;secreto&rdquo; n&atilde;o h&aacute; como verificar sua exist&ecirc;ncia ou aus&ecirc;ncia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A seguir est&aacute; uma tabela descritiva na qual as formas e motivos registrados na B&iacute;blia para o jejum s&atilde;o observados.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Formas b&iacute;blicas de jejum<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><i><span style=\"font-weight: 400;\">Motivos<\/span><\/i><\/td>\n<td><i><span style=\"font-weight: 400;\">Formas<\/span><\/i><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Autoavalia&ccedil;&atilde;o e arrependimento&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Coletiva&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Em situa&ccedil;&otilde;es de crise<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Pessoal&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Como prepara&ccedil;&atilde;o para uma obra especial&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Total&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Como express&atilde;o de dor e sofrimento&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Parcial&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Em busca de dire&ccedil;&atilde;o divina&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Por um dia&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Para pedir a prote&ccedil;&atilde;o divina<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Por v&aacute;rios dias&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Para interceder pelo povo&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Pessoal e coletiva&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><span style=\"font-weight: 400;\">Para pedir perd&atilde;o pelos pecados&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><span style=\"font-weight: 400;\">Em luta contra o pecado e Satan&aacute;s&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>O jejum na Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os adventistas t&ecirc;m praticado o jejum desde seu in&iacute;cio por v&aacute;rias raz&otilde;es, procurando na B&iacute;blia as instru&ccedil;&otilde;es para observ&aacute;-lo, embora nem sempre tenham estado em acordo sobre ele. Uma revis&atilde;o de seus apelos para o jejum, prestando aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s raz&otilde;es e maneiras de jejuar, mostra seu apego &agrave; B&iacute;blia como a autoridade m&aacute;xima, n&atilde;o apenas em quest&otilde;es de f&eacute;, mas tamb&eacute;m de pr&aacute;tica. No entanto, tamb&eacute;m &eacute; observada a falta de uma teologia b&iacute;blica que ilustre a pr&aacute;tica do jejum.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">1844-1885<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Durante este per&iacute;odo, o grupo de crentes na segunda vinda de Cristo concentrou sua aten&ccedil;&atilde;o em estudar e aprofundar as doutrinas distintas mantidas pelo movimento adventista. Na d&eacute;cada de 1850, a tarefa &eacute; orientada para expor e expandir suas cren&ccedil;as fundamentais. Este per&iacute;odo foi caracterizado por uma &ecirc;nfase marcante no princ&iacute;pio da <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Sola Scriptura<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, uma obra de evangeliza&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Convencidos de que as Escrituras deveriam ser o &uacute;nico credo<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">16<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> do movimento, os pioneiros adventistas buscaram praticar o jejum de acordo com o modelo b&iacute;blico. H&aacute; um registro de numerosas men&ccedil;&otilde;es de jejum nos primeiros anos da Igreja Adventista. S&atilde;o exorta&ccedil;&otilde;es e apelos ao jejum em datas espec&iacute;ficas, com motivos especiais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Durante este per&iacute;odo, a Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia realizou jejuns por v&aacute;rias raz&otilde;es: em prepara&ccedil;&atilde;o para o tempo do fim,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">17<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> para pedir por sa&uacute;de,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">18<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> para pedir orienta&ccedil;&atilde;o em quest&otilde;es doutrin&aacute;rias,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">19<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> para buscar maior consagra&ccedil;&atilde;o a Deus,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">20<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> para pedir aux&iacute;lio em situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis, como as dificuldades em torno da Guerra de Secess&atilde;o, para a obten&ccedil;&atilde;o do reconhecimento de n&atilde;o-combatentes para os adventistas,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">21<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> o que estava causando problemas para os adventistas com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; observ&acirc;ncia do s&aacute;bado e a absten&ccedil;&atilde;o do porte de armas.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">22<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outros motivos de ora&ccedil;&atilde;o foram para o aux&iacute;lio divino do cumprimento da miss&atilde;o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">23<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e a express&atilde;o de gratid&atilde;o a Deus.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">24<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; dura&ccedil;&atilde;o do jejum, nesse per&iacute;odo &eacute; poss&iacute;vel observar que na maioria das vezes o jejum era de um dia, mas os jejuns tamb&eacute;m eram convocados por mais tempo,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">25<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> os quais eram chamados de jejuns parciais. Al&eacute;m disso, deve-se notar que desde o in&iacute;cio, os adventistas alertaram sobre a necessidade de evitar ver o jejum como algo merit&oacute;rio em termos de penit&ecirc;ncia.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">26<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Muitas igrejas praticavam o jejum neste per&iacute;odo e enviavam &agrave; <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Review and Herald<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> relatos de suas reuni&otilde;es de ora&ccedil;&atilde;o e as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os que recebiam por causa delas,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">27<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> mas embora o jejum fosse frequentemente praticado, alguns pensavam que ele deveria ser praticado ainda mais em raz&atilde;o da &eacute;poca delicada que a igreja vivia.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">1886-1919<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os anos de 1886 a 1919 foram caracterizados pelo entusiasmo e comprometimento de alguns l&iacute;deres em favor do jejum e por um ponto de virada ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o de um artigo escrito por E. J. Waggoner.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os adventistas, nesse per&iacute;odo, jejuaram por v&aacute;rios motivos, para pedir aux&iacute;lio no cumprimento da miss&atilde;o,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">29<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> como forma de expressar gratid&atilde;o a Deus,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">30<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e para pedir aux&iacute;lio em situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">31<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As formas de jejum eram variadas em forma e dura&ccedil;&atilde;o; &agrave;s vezes jejuns parciais eram convocados e instru&iacute;dos;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">32<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> &agrave;s vezes por um ou mais dias;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">33<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e a posi&ccedil;&atilde;o de que o jejum n&atilde;o &eacute; merit&oacute;rio diante de Deus foi confirmada.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">34<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A mudan&ccedil;a na forma como o jejum era realizado ocorreu coincidentemente com a publica&ccedil;&atilde;o de dois artigos sobre jejum publicados por E. Waggoner. Neles, ele mant&eacute;m a ideia de que o jejum &eacute; a absten&ccedil;&atilde;o total de alimentos, e que jejuar e comer, mesmo que alimentos leves, seria t&atilde;o imposs&iacute;vel quanto dormir e estar acordado ao mesmo tempo.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">35<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Embora os adventistas continuassem a convocar jejuns, ap&oacute;s esses artigos, jejuns totais por mais de um dia n&atilde;o foram convocados novamente. No entanto, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel determinar nesta pesquisa se os argumentos de Waggoner foram a causa dessa mudan&ccedil;a na forma de praticar o jejum.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">1920-2015<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entre 1920 e 2015, o n&uacute;mero de convoca&ccedil;&otilde;es globais para o jejum diminuiu, mas muito mais se escreveu sobre isso. Durante este per&iacute;odo se jejuou para pedir o aux&iacute;lio de Deus no cumprimento da miss&atilde;o,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">36<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> para pedir aux&iacute;lio na prepara&ccedil;&atilde;o para a chuva ser&ocirc;dia,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">37<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> para pedir aux&iacute;lio para enfrentar situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">38<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> para pleitear o reavivamento da igreja,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">39<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> expressar gratid&atilde;o a Deus<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">40<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e buscar a dire&ccedil;&atilde;o de Deus nas decis&otilde;es que precisavam ser tomadas.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">41<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O jejum tendia a ser parcial porque algumas pessoas n&atilde;o conseguiam seguir um jejum absoluto<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">42 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">e foi promovida a ideia de que o jejum era de acordo com a prefer&ecirc;ncia pessoal, visto que, segundo Neal Wilson, a B&iacute;blia n&atilde;o fornece orienta&ccedil;&otilde;es sobre como jejuar.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">43<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Perto do final do per&iacute;odo, na li&ccedil;&atilde;o da Escola Sabatina do terceiro trimestre do ano 2000, em 6 de julho, o jejum foi estudado no contexto do livro de Atos. O autor, citando a Enciclop&eacute;dia Adventista do S&eacute;timo Dia, analisa as raz&otilde;es pelas quais a igreja primitiva jejuava e menciona que, se o jejum for considerado apenas um problema de sa&uacute;de, ent&atilde;o tamb&eacute;m poder&iacute;amos passar o tempo assistindo televis&atilde;o ou navegando pela internet.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">44<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entre 1980 e 2013 n&atilde;o houve apelos para um jejum que inclu&iacute;sse a igreja global at&eacute; outubro de 2013, quando Ted Wilson convocou um jejum para orar pelos l&iacute;deres adventistas presos em Togo.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">45<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao final desse per&iacute;odo, dois artigos foram escritos. Um deles por &Aacute;ngel Manuel Rodr&iacute;guez (2001), defendendo o jejum parcial e para diversos fins, e enfatizando que o jejum n&atilde;o &eacute; de forma alguma merit&oacute;rio.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">46<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> O outro artigo &eacute; de Laurita Ludwing, que prop&otilde;e um jejum parcial que inclui a absten&ccedil;&atilde;o de m&iacute;dias eletr&ocirc;nicas e redes sociais.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">47<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um aspecto que podemos observar at&eacute; agora &eacute; que os adventistas t&ecirc;m observado o jejum ao longo de sua hist&oacute;ria, mas com muito pouca produ&ccedil;&atilde;o teol&oacute;gica sobre isso.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Ellen G. White e a pr&aacute;tica do jejum<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como em muitos outros aspectos da vida da igreja, Ellen G. White tamb&eacute;m falou sobre o jejum. Nem sempre aconselhou um jejum completo, mas sim um jejum parcial, no qual se utilizam alimentos saud&aacute;veis &#8203;&#8203;e simples de maneira adequada. Ela diz que o jejum que deve ser recomendado &eacute; a abstin&ecirc;ncia de todos os alimentos estimulantes, bem como o uso adequado de alimentos saud&aacute;veis &#8203;&#8203;e simples, enfatizando n&atilde;o a alimenta&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria, mas a celestial.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">48<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ellen G. White tamb&eacute;m menciona que n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio abster-se absolutamente dos alimentos.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">49<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Para ela, a prioridade n&atilde;o &eacute; a absten&ccedil;&atilde;o, mas a comunh&atilde;o com o Senhor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ela cita v&aacute;rios motivos v&aacute;lidos para o jejum, encontrando motivos de natureza particular, referindo-se &agrave; experi&ecirc;ncia espiritual do indiv&iacute;duo, ou coletiva, aludindo &agrave; necessidade da igreja como corpo para a pr&aacute;tica do jejum.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><b>Formas de jejum na Igreja Adventista<\/b><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><i><span style=\"font-weight: 400;\">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s motiva&ccedil;&otilde;es<\/span><\/i><\/td>\n<td><i><span style=\"font-weight: 400;\">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; forma<\/span><\/i><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Como prepara&ccedil;&atilde;o para a miss&atilde;o&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Por um dia&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Para pedir por sa&uacute;de&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Por v&aacute;rios dias&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Para buscar dire&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis e decis&otilde;es que precisam ser tomadas<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Absoluto&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Para orar pelos desafios nos campos mission&aacute;rios&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Livre (cada membro define como praticar)&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Para uma maior consagra&ccedil;&atilde;o&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Parcial: ingerindo alimentos leves e saud&aacute;veis&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Por dire&ccedil;&atilde;o em assuntos doutrinais&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Normalmente corporativo&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Para interceder em momentos de conflitos pol&iacute;ticos ou guerras<\/span><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Para receber as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os de Deus&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Pelo reavivamento da Igreja mundial e o derramamento do Esp&iacute;rito Santo&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ela acrescenta que foi neste aspecto que Ad&atilde;o e Eva foram seduzidos,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">50<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e que o jejum fortaleceu Cristo para suportar a prova, vencendo onde Ad&atilde;o e Eva haviam falhado.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">51<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&ldquo;Ad&atilde;o caiu pela condescend&ecirc;ncia com o apetite; Cristo venceu pela nega&ccedil;&atilde;o do apetite. E nossa &uacute;nica esperan&ccedil;a de reaver o &Eacute;den est&aacute; no firme dom&iacute;nio pr&oacute;prio. Se o poder da condescend&ecirc;ncia com o apetite era t&atilde;o forte sobre os homens que, para lhe quebrar as garras, o divino Filho de Deus, em favor do homem, teve de suportar um jejum de quase seis semanas, que tarefa se depara ao crist&atilde;o! Entretanto, por grande que seja a luta, ele pode vencer&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">52<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">White acrescenta que o principal motivo de Cristo para suportar aquele longo jejum foi nos ensinar a necessidade de abnega&ccedil;&atilde;o e temperan&ccedil;a, um aprendizado que deve come&ccedil;ar em nossa mesa.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">53<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Al&eacute;m disso, Ele indica que se o apetite exige carne, &eacute; necess&aacute;rio jejuar e orar para domar os apetites carnais.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">54<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Jejum por dire&ccedil;&atilde;o divina para resolver quest&otilde;es dif&iacute;ceis e pedir sabedoria<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outro motivo para o jejum, de acordo com White, &eacute; pedir sabedoria ao Senhor. Ela observa que o jejum e a ora&ccedil;&atilde;o fervorosa levam Deus a &ldquo;abrir-lhes ao entendimento os Seus tesouros de verdade&rdquo; e encoraja a membresia a se unirem em jejum para pedir sabedoria.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">55<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ellen G. White ressalta que quando algu&eacute;m enfrenta quest&otilde;es dif&iacute;ceis que n&atilde;o podem ser resolvidas sozinhas, deve-se jejuar e orar, e continuar tentando encontrar a solu&ccedil;&atilde;o at&eacute; que se supere o problema, visto que o jejum e a ora&ccedil;&atilde;o podem ajudar nessas ocasi&otilde;es.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">56<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ela acrescenta que se as coisas derem errado e surgir oposi&ccedil;&atilde;o, em vez de se fugir das dificuldades, devemos buscar a &ldquo;Deus com jejum, ora&ccedil;&atilde;o e pranto, e pela f&eacute;, apego &agrave; fonte de luz, capacidade e fortaleza at&eacute; que as nuvens se desfa&ccedil;am e se disperse a escurid&atilde;o&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">White aconselha a pr&aacute;tica do jejum como um meio de pedir ajuda a Deus e convida os crentes a expor todos os planos diante de Deus com jejum. Ela ressalta que como consequ&ecirc;ncia &ldquo;Ele endireitar&aacute; as tuas veredas&rdquo;,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">57<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> indicando que quando surgirem situa&ccedil;&otilde;es de dif&iacute;cil solu&ccedil;&atilde;o, a dire&ccedil;&atilde;o divina deve ser buscada com jejum e ora&ccedil;&atilde;o.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">58<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Jejum para enfrentar oposi&ccedil;&atilde;o no cumprimento da miss&atilde;o<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Falando sobre a obra de Neemias, ela observa: &ldquo;Quanta ang&uacute;stia de esp&iacute;rito essa necess&aacute;ria severidade custou ao fiel obreiro de Deus, somente o ju&iacute;zo revelar&aacute;. Houve uma constante luta com elementos opositores; e somente com jejum, humilha&ccedil;&atilde;o e ora&ccedil;&atilde;o, o progresso foi conseguido&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">59<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Jejum para expressar arrependimento<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De acordo com White, a express&atilde;o de arrependimento tamb&eacute;m pode ser um motivo para o jejum. Ela sugere que, devido ao zelo e &agrave; espiritualidade decadentes, &eacute; necess&aacute;rio buscar a Deus em jejum e ora&ccedil;&atilde;o.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">60<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Al&eacute;m disso, observa que aqueles que cometeram o erro de querer dominar os outros devem se arrepender com jejum e ora&ccedil;&atilde;o.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">61<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ela cita o jejum de Daniel como exemplo de arrependimento e confiss&atilde;o de pecados.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">62<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Jejum para ser guiado &agrave; verdade<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">White encoraja os crentes a buscarem um entendimento completo da verdade, baseando-se na B&iacute;blia, por meio de um estudo dedicado com jejum e ora&ccedil;&atilde;o.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">63<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ela acrescenta que este jejum deve estar presente no contexto de um exame cr&iacute;tico das cren&ccedil;as que se sustentam.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">64<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Este tipo de estudo dedicado tamb&eacute;m ser&aacute; praticado no tempo do fim, quando o mundo deve &ldquo;ser provado quanto &agrave; verdade para aquele tempo, mentes ser&atilde;o despertadas pelo Seu Esp&iacute;rito para pesquisarem as Escrituras, mesmo com jejum e ora&ccedil;&atilde;o, at&eacute; que se descubra elo ap&oacute;s elo&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">65<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um uso semelhante &eacute; observado ao lidar com debates doutrin&aacute;rios. Nesse contexto, White declara que quando for necess&aacute;rio defender a doutrina de ataques, e o debate se tornar inevit&aacute;vel, aqueles com a responsabilidade de expor a verdade devem se preparar com jejum e ora&ccedil;&atilde;o.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">66<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Jejum em prepara&ccedil;&atilde;o para a obra confiada<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Desde o seu in&iacute;cio, a Igreja Adventista teve uma identidade mission&aacute;ria significativa, e este aspecto central da vida da igreja &eacute; uma das raz&otilde;es pelas quais White enfatiza para a pr&aacute;tica do jejum. Ela afirma que: &ldquo;Nossa obra tem de ser acompanhada de profunda humilha&ccedil;&atilde;o, jejum e ora&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">67<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ela tamb&eacute;m esclarece que Jesus foi ao deserto para jejuar a fim de se preparar para a obra que O esperava.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">68<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Falando sobre as reformas de Esdras e Neemias, White diz que quando eles foram a Jerusal&eacute;m para construir o templo de Deus e restaurar Sua adora&ccedil;&atilde;o, eles n&atilde;o quiseram pedir ajuda ao rei para auxili&aacute;-los no caminho, mas buscaram a ajuda de Deus por meio de jejum e ora&ccedil;&atilde;o. Eles acreditavam que Deus iria defend&ecirc;-los e os faria prosperar em raz&atilde;o de seus esfor&ccedil;os para servi-Lo.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">69<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Jejum pessoal<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 1900, White escreveu uma carta ao ent&atilde;o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Geral, Pr. George A. Irwin. Nela se destaca a alus&atilde;o ao jejum pessoal, o que seria muito ben&eacute;fico para a fortaleza espiritual das pessoas. &ldquo;Se todo indiv&iacute;duo proclamasse um jejum para sua pr&oacute;pria alma, estudando a Palavra de Deus com fervorosa ora&ccedil;&atilde;o e lendo somente tais livros que o ajudassem a obter mais clara compreens&atilde;o da Palavra, o povo de Deus teria muito mais sa&uacute;de e for&ccedil;a espirituais&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">70<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">O jejum como aux&iacute;lio contra a tenta&ccedil;&atilde;o<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Citando o jejum de Jesus, White aponta que isso O ajudou a enfrentar a prova&ccedil;&atilde;o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">71<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, visto que Satan&aacute;s foi ao deserto para tent&aacute;-Lo,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">72<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> acrescentando que com esse jejum, Ele adquiriu uma for&ccedil;a que somente Deus poderia Lhe dar.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">73<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">O verdadeiro jejum<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em mais de uma ocasi&atilde;o, White descreve o que ela considera ser o verdadeiro jejum, e aponta que ele n&atilde;o deve ser uma pr&aacute;tica ritual, que o verdadeiro esp&iacute;rito de devo&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se manifesta em pranto ocioso, ou mera humilha&ccedil;&atilde;o corporal ou m&uacute;ltiplos sacrif&iacute;cios, mas na dedica&ccedil;&atilde;o de si mesmo a um servi&ccedil;o volunt&aacute;rio a Deus e ao ser humano.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">74<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A autora ensina que o verdadeiro jejum n&atilde;o coloca &ecirc;nfase na absten&ccedil;&atilde;o, mas na obten&ccedil;&atilde;o de alimento espiritual, afirmando: &ldquo;Precisam os homens pensar menos acerca do que h&atilde;o de comer e beber de alimento temporal, e muito mais acerca do alimento do C&eacute;u, que dar&aacute; tono e vitalidade &agrave; experi&ecirc;ncia religiosa toda&rdquo;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">75<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Nesse sentido, ela sugere que n&atilde;o se deve for&ccedil;ar a absten&ccedil;&atilde;o absoluta de alimentos, mas o uso correto de alimentos simples e saud&aacute;veis. Afirma, ainda, que o verdadeiro jejum &eacute; mais do que uma formalidade limitada &agrave; absten&ccedil;&atilde;o de alimentos,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">76<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> que o prop&oacute;sito do jejum n&atilde;o &eacute; afligir o corpo, mas nos ajudar a perceber a natureza grave do pecado, a fim de nos humilharmos diante de Deus e receber a Sua gra&ccedil;a perdoadora.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">77<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ela, ent&atilde;o, acrescenta que se deve estudar o jejum recomendado por Isa&iacute;as e realizar um autoavalia&ccedil;&atilde;o cuidadoso para receber as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os de Deus,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">78<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> n&atilde;o permanecendo no jejum, mas preparando-se para ser obediente a Deus em tudo.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">79<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O verdadeiro jejum n&atilde;o consiste na mera absten&ccedil;&atilde;o de alimentos, mas deve ser acompanhado por um desejo profundo de buscar a presen&ccedil;a de Deus, reconhecer e pedir perd&atilde;o pelos pecados e reconhecer a necessidade de Sua orienta&ccedil;&atilde;o e poder. Para ela, isso &eacute; mais importante do que a forma. Como voc&ecirc; pode ver, ela at&eacute; aconselha um jejum que consiste na absten&ccedil;&atilde;o parcial de alimentos.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Valor medicinal do jejum<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ellen G. White tamb&eacute;m reconheceu o valor medicinal da pr&aacute;tica do jejum. Ela lembra que, em muitos casos de enfermidade, o melhor rem&eacute;dio para o paciente &eacute; um jejum curto, omitindo-se uma ou duas refei&ccedil;&otilde;es para que os &oacute;rg&atilde;os cansados pelo trabalho da digest&atilde;o descansem. White tamb&eacute;m indica que uma dieta de jejum parcial pode ser praticada por alguns dias sendo de grande ajuda.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">80<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ela chega a dizer que, em alguns casos, o jejum ser&aacute; mais ben&eacute;fico do que os rem&eacute;dios, devido &agrave; carga que o est&ocirc;mago tenha sofrido.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">81<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Jejum no contexto da mudan&ccedil;a do s&aacute;bado para o domingo<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al&eacute;m disso, ela escreveu sobre o jejum no contexto da mudan&ccedil;a do s&aacute;bado para o domingo, observando que o diabo induziu os judeus a fazer do s&aacute;bado um dia de jejum e tristeza, transformando-o em um fardo pesado. Essa atitude dos judeus acentuou o desprezo pelo juda&iacute;smo e facilitou a mudan&ccedil;a do s&aacute;bado para o domingo como festividade crist&atilde;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">82<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Jejum no Dia da Expia&ccedil;&atilde;o<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma men&ccedil;&atilde;o esclarecedora sobre o que a autora pensa sobre o jejum &eacute; aquela em que ela explica o prop&oacute;sito do jejum no Dia da Expia&ccedil;&atilde;o. A esse respeito, ela destaca que o prop&oacute;sito daquele dia era ensinar aos israelitas que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel entrar em contato com o pecado sem se contaminar e que, por isso, deveriam passar o dia deixando de lado toda ocupa&ccedil;&atilde;o e se dedicar a um profundo autoavalia&ccedil;&atilde;o em jejum e ora&ccedil;&atilde;o.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">83<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Dessa forma, o jejum &eacute; visto como um complemento da ora&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o por causa da absten&ccedil;&atilde;o de alimentos em si, mas por causa da prioriza&ccedil;&atilde;o da comunh&atilde;o com Deus sobre todas as outras atividades.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Jejum no contexto da Guerra de Secess&atilde;o e desaprova&ccedil;&atilde;o da escravid&atilde;o<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Referindo-se &agrave; posi&ccedil;&atilde;o que alguns estavam assumindo na Guerra Civil Americana, Ellen G. White expressou sua desaprova&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;tica do jejum para fins pol&iacute;ticos e para apoio a causas injustas. Ela via que naquela guerra nem todas as motiva&ccedil;&otilde;es eram claras ou justas e, citando Isa&iacute;as 58, declarou que n&atilde;o era adequado jejuar para favorecer os interesses terrenos.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">84<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foi a &uacute;nica vez que ela desaprovou o jejum, n&atilde;o sendo a forma criticada, mas a motiva&ccedil;&atilde;o. Ela acrescentou: &ldquo;Vi que esses jejuns nacionais eram um insulto a Jeov&aacute;. Ele n&atilde;o aceita tal jejum. O anjo relator escreve com respeito a eles: &lsquo;Eis que, para contendas e debates, jejuais e para dardes punhadas impiamente&rsquo;. Isa&iacute;as 58:4. Foi-me mostrado como nossos principais dirigentes trataram os pobres escravos que vieram a eles em busca de prote&ccedil;&atilde;o.&rdquo;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">85<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No dia de jejum de 3 de agosto de 1861 em Roosevelt, Nova York, Ellen G. White declarou que recebeu uma vis&atilde;o na qual foi mostrado o pecado da escravid&atilde;o e que a lei contra escravos fugitivos foi &ldquo;preparada para extinguir no cora&ccedil;&atilde;o de cada homem, os nobres sentimentos de simpatia pelos sofredores e oprimidos escravos.&rdquo;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">86<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Jejum n&atilde;o &eacute; m&eacute;rito<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O jejum deve ser acompanhado por uma atitude humilde e de confian&ccedil;a apenas nos m&eacute;ritos de Cristo. Sua pr&aacute;tica n&atilde;o &eacute; merit&oacute;ria perante o Senhor e &eacute; in&uacute;til quando &eacute; realizada com a pretens&atilde;o de apresent&aacute;-la perante Deus como justi&ccedil;a pr&oacute;pria. White revela que: &ldquo;Todo o jejuar do mundo n&atilde;o substituir&aacute; a simples confian&ccedil;a na Palavra de Deus. &lsquo;Pedi&rsquo;, diz Ele, &lsquo;e recebereis&rsquo;. &hellip; N&atilde;o sois chamados a jejuar quarenta dias. O Senhor suportou esse jejum por v&oacute;s, no deserto da tenta&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o haveria virtude em semelhante jejum; h&aacute;, por&eacute;m, virtude no sangue de Cristo.&rdquo;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">87<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">White acrescenta que o jejum e a ora&ccedil;&atilde;o n&atilde;o levar&atilde;o a nada enquanto o cora&ccedil;&atilde;o do crente estiver alienado de Deus por um comportamento err&ocirc;neo.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">88<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Em vez disso, ela explica que nossas pr&oacute;prias obras n&atilde;o podem comprar a salva&ccedil;&atilde;o e que &ldquo;jejuar ou orar quando imbu&iacute;dos de um esp&iacute;rito de justifica&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria, &eacute; uma abomina&ccedil;&atilde;o aos olhos de Deus.&rdquo;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">89<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Os que assim praticam o jejum t&ecirc;m uma justi&ccedil;a farisaica, que n&atilde;o vem de Cristo, mas de si mesmos; eles confiam em suas pr&oacute;prias boas obras para se salvarem e est&atilde;o tentando comprar o C&eacute;u por meio de suas obras merit&oacute;rias, em vez de confiar em Jesus, como todo pecador deve fazer.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">90<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Ellen G. White e o jejum<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><i><span style=\"font-weight: 400;\">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s motiva&ccedil;&otilde;es<\/span><\/i><\/td>\n<td><i><span style=\"font-weight: 400;\">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; forma<\/span><\/i><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Como preparar para a miss&atilde;o&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">N&atilde;o especifica quantidade de dias&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Para pedir por sa&uacute;de<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Livre (cada membro define como praticar)&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Para buscar dire&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis e decis&otilde;es que devem ser tomadas&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Parcial: ingerindo alimentos leves e saud&aacute;veis&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Para orar pelos desafios dos campos mission&aacute;rios&nbsp;<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Maior &ecirc;nfase na rela&ccedil;&atilde;o com Deus do que na absten&ccedil;&atilde;o&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><span style=\"font-weight: 400;\">Por uma maior consagra&ccedil;&atilde;o&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><span style=\"font-weight: 400;\">Por dire&ccedil;&atilde;o em assuntos doutrinais&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><span style=\"font-weight: 400;\">Para dominar o apetite&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><span style=\"font-weight: 400;\">Para enfrentar a prova&ccedil;&atilde;o e a tenta&ccedil;&atilde;o&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><span style=\"font-weight: 400;\">Pelo reavivamento da Igreja mundial<\/span>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">e pelo derramamento do Esp&iacute;rito Santo&nbsp;<\/span><\/p><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><span style=\"font-weight: 400;\">Com fins medicinais&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><span style=\"font-weight: 400;\">Deve ser acompanhado de obedi&ecirc;ncia e<\/span>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">a&ccedil;&otilde;es de bondade a pr&oacute;ximo&nbsp;<\/span><\/p><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\"><span style=\"font-weight: 400;\">N&atilde;o constitui m&eacute;rito perante o Senhor&nbsp;<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Conclus&otilde;es<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">&Ecirc;nfase na comunh&atilde;o<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A B&iacute;blia apresenta o jejum como uma pr&aacute;tica que contribui para a comunh&atilde;o com Deus. N&atilde;o tem a ver com penit&ecirc;ncia nem tem valor soteriol&oacute;gico, mas antes prioriza a ora&ccedil;&atilde;o para se dedicar apenas a ela em esp&iacute;rito de arrependimento e humilha&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o se trata de uma vis&atilde;o dualista do ser humano, onde o corp&oacute;reo &eacute; pecaminoso e por isso &eacute; deixado de lado, mas se relaciona com a prioriza&ccedil;&atilde;o da ora&ccedil;&atilde;o sobre todas as demais atividades. N&atilde;o se trata apenas de se abster de comida, mas tamb&eacute;m de se abster de reuni&otilde;es sociais, neg&oacute;cios ou outras atividades que impe&ccedil;am uma comunica&ccedil;&atilde;o especial e significativa com Deus.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O jejum &eacute; um tempo de ora&ccedil;&atilde;o e adora&ccedil;&atilde;o solene, de autoavalia&ccedil;&atilde;o perante o Senhor, de rela&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima com a Divindade, e pode legitimamente expressar a dor pelo pecado e por ter que conviver com o sofrimento t&iacute;pico das circunst&acirc;ncias deste mundo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na B&iacute;blia est&aacute; registrado como o povo de Deus praticava o jejum, e tamb&eacute;m mostra que o Senhor reprovou em alguns casos a forma como era praticado, indicando claramente uma Sua reorienta&ccedil;&atilde;o para o jejum que foi acompanhado de boas obras em rela&ccedil;&atilde;o ao outros, com &ecirc;nfase na comunh&atilde;o &iacute;ntima com Deus. Biblicamente, conv&eacute;m pedir ajuda nas tarefas confiadas pelo pr&oacute;prio Senhor, suplicar por perd&atilde;o e por for&ccedil;a espiritual, orar pela sa&uacute;de e interceder pelos outros. Pode ser praticado total ou parcialmente, coletiva ou individualmente e por um ou mais dias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pode-se concluir que a prioridade do jejum &eacute; colocada na comunh&atilde;o e n&atilde;o na absten&ccedil;&atilde;o. O importante &eacute; o que acontece na intimidade com Deus, a contri&ccedil;&atilde;o, a consagra&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o o que &eacute; deixado de lado, seja comida, neg&oacute;cios, encontros sociais ou outras atividades. No sentido do que foi exposto, pode-se dizer que uma pr&aacute;tica correta de jejum, contextualizada aos tempos atuais, estaria mais voltada para a comunh&atilde;o com Deus do que para o que passamos sem. Uma vez que o objetivo &eacute; a <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">conex&atilde;o<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> com Deus, poderia incluir evitar as <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">conex&otilde;es<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> terrenas, a m&iacute;dia, as redes sociais e a tecnologia audiovisual.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">N&atilde;o constitui m&eacute;rito<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fiel &agrave; sua declara&ccedil;&atilde;o de que seu &uacute;nico credo &eacute; a B&iacute;blia, a Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia se distanciou de uma concep&ccedil;&atilde;o penitencialista do jejum desde o seu in&iacute;cio e h&aacute; um consenso de que n&atilde;o constitui m&eacute;rito perante o Senhor e que &eacute; apenas &uacute;til quando &eacute; praticado com humildade e com o cora&ccedil;&atilde;o arrependido, reconhecendo a necessidade de perd&atilde;o e aux&iacute;lio divino. A &ecirc;nfase, em termos gerais, est&aacute; na comunh&atilde;o com Deus e n&atilde;o na absten&ccedil;&atilde;o ou no sacrif&iacute;cio.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Motivos em harmonia com o ensino b&iacute;blico<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia pratica o jejum desde o seu in&iacute;cio com v&aacute;rios prop&oacute;sitos e de v&aacute;rias maneiras. Nele se observam m&uacute;ltiplos motivos pelos quais o jejum foi convocado, tais como prepara&ccedil;&atilde;o para a miss&atilde;o, pedido por sa&uacute;de, busca de dire&ccedil;&atilde;o nas situa&ccedil;&otilde;es e decis&otilde;es dif&iacute;ceis, ora&ccedil;&atilde;o por desafios nos campos mission&aacute;rios, busca por maior consagra&ccedil;&atilde;o, pedido de orienta&ccedil;&atilde;o em assuntos doutrin&aacute;rios, intercess&atilde;o em tempos de conflito pol&iacute;tico ou guerra, e para o reavivamento da igreja mundial e o derramamento do Esp&iacute;rito Santo. Todos esses motivos est&atilde;o em harmonia com os encontrados na B&iacute;blia.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">V&aacute;rias formas<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&Eacute; poss&iacute;vel observar diferentes formas de praticar o jejum na IASD, por um ou v&aacute;rios dias, jejum absoluto e parcial, bem como livre, ou seja, cada pessoa decide como pratic&aacute;-lo, geralmente sendo de maneira coletiva. O fato de n&atilde;o encontrarmos registro de jejum pessoal, obviamente, n&atilde;o &eacute; prova de que n&atilde;o seja praticado dessa forma, e outro tipo de pesquisa seria necess&aacute;rio para ajudar a determinar isso; no entanto, quanto ao exposto, tampouco &eacute; observado o convite ou a convoca&ccedil;&atilde;o formal para pratic&aacute;-lo.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Escasso estudo teol&oacute;gico sobre o jejum<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Embora a igreja, desde o seu in&iacute;cio, tenha tentado se separar das tradi&ccedil;&otilde;es, confiando apenas na B&iacute;blia para suas cren&ccedil;as e pr&aacute;ticas, n&atilde;o h&aacute; estudo teol&oacute;gico sistem&aacute;tico sobre a pr&aacute;tica do jejum, mas apenas alguns artigos nas revistas.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">91<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">A compreens&atilde;o de Ellen G. White<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No entendimento de Ellen G. White, pode-se observar que, em termos de motiva&ccedil;&otilde;es, elas se referem principalmente a: melhoria do relacionamento do crente com Deus, pedido de ajuda divina para os desafios do dever e da vida crist&atilde;, prepara&ccedil;&atilde;o para a miss&atilde;o, ora&ccedil;&atilde;o pelos campos mission&aacute;rios, reavivamento da igreja mundial, pedido de orienta&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&otilde;es e decis&otilde;es dif&iacute;ceis, pedido de restaura&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e prop&oacute;sitos medicinais. Essas s&atilde;o as principais causas v&aacute;lidas para o jejum, segundo White.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pode-se observar tamb&eacute;m que, coincidindo com o consenso do que foi escrito nos canais oficiais da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia, o jejum n&atilde;o &eacute; merit&oacute;rio em si mesmo no sentido de justi&ccedil;a pr&oacute;pria ou penit&ecirc;ncia como uma purifica&ccedil;&atilde;o do pecado, mas sim &eacute; para priorizar o relacionamento com Deus; em outras palavras, o foco n&atilde;o est&aacute; na absten&ccedil;&atilde;o ou na forma, mas no relacionamento do crente com Deus.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No sentido do que foi exposto, pode-se notar que, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s formas, para White, o jejum n&atilde;o deve constituir um fardo, mas deve ser livre, sem especificar uma quantidade de tempo e preferindo o jejum parcial ao absoluto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Deve-se notar que White cita constantemente o jejum de Cristo e dos ap&oacute;stolos ao dar indica&ccedil;&otilde;es sobre essa pr&aacute;tica, portanto, para ela, o modelo de jejum deve ser buscado na B&iacute;blia e, em particular, no Novo Testamento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">H&aacute; tamb&eacute;m uma clara correspond&ecirc;ncia no conceito de jejum que emana do que a B&iacute;blia e os escritos de Ellen G. White mostram e do que a Igreja Adventista publicou sobre o assunto.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Notas<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">1<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ambr&oacute;sio destaca que o jejum ajuda a nos purificar e a nos libertar do pecado e Atan&aacute;sio acrescenta que a alma &eacute; purificada alimentando-se somente de coisas espirituais. Ver: Ambr&oacute;sio, Carta LXIII, 14-16; Atan&aacute;sio, Carta I, Easter, 8-9.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">2<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Raymond A. Mentzer, &ldquo;Fasting, Piety, and Political Anxiety among French Reformed Protestants&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Church History<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> 76, n. 2 (2007): 357.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">3<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Frederich S. Rothenberg, &ldquo;Ayuno&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Diccionario teol&oacute;gico del Nuevo Testamento<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 4 vols., eds. Lothar<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Coenen, Erich Beyreuther y Hans Bietenhard (Salamanca: S&iacute;gueme, 1990), 1:152.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">4<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> David Lambert, &ldquo;Fasting as a Penitential Rite: a Biblical Phenomenon?&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Harvard Theological Review<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">96, n. 4 (2003): 477.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">5<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> David C. Duncombe, &ldquo;From Yale to Jail: A Journey in Ministry&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Journal of Pastoral Care<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> 50, n. 2 (1996): 193.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">6<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ibid., 194.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">7<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Gregory Bainbridge, &ldquo;Is fasting obsolete?&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Worship<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> 34, n. 9 (1960): 573-578. Tamb&eacute;m, Ioan Dura, &ldquo;The Canons of the sixth Ecumenical Synod Concerning Fasting and Their Application to the Present of the Orthodox Faithful&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Greek Orthodox Theological Review<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> 40, n. 1-2 (1995): 149-164.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">8<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Frederich S. Rothenberg, &ldquo;Ayuno&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Diccionario teol&oacute;gico del Nuevo Testamento<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 4 vols., eds. Lothar Coenen, Erich Beyreuther y Hans Bietenhard (Salamanca: Sigueme, 1990), 1:153.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">9<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> No in&iacute;cio, os jejuns eram observados por um ou mais dias, parciais e totais, ver: Daniel Bourdeau, &ldquo;Fasting&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> 46, n. 1, janeiro (1875): 3; George Butler, &ldquo;Seasons of Fasting and Seeking God&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> 59, n. 46, novembro (1882): 1; R. Conradi, &ldquo;Progress of the Cause&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> 59, n. 49, dezembro (1882): 1; William Spicer, ed., &ldquo;Fast and Prayer&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review, and Sabbath Herald<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> 98, n. 51, setembro (1921): 8; Arthur G. Daniells, &ldquo;A Day of Prayer and Fasting&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> 84, n. 35, agosto (1907): 14. Um resumo das principais maneiras pelas quais a igreja jejuava e como sua pr&aacute;tica evoluiu ao longo dos anos &eacute; apresentada posteriormente nesta mesma pesquisa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">10<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Como prepara&ccedil;&atilde;o para o tempo do fim, ver: Joseph Bates, &ldquo;The Beast with Seven Heads&rdquo;, The <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">2, n. 1, agosto (1851): 4; Para pedir por sa&uacute;de, ver James White, &ldquo;A Day of Fasting&rdquo;, The <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">6, n. 9, maio (1855): 2.; John Loughborough e John Andrews, &ldquo;Fasting Day&rdquo;, The <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">26, n. 18, outubro (1865): 1; O jejum para uma maior consagra&ccedil;&atilde;o a Deus, ver: Bro. Rhodes, &ldquo;Apointments&rdquo;, The <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">9, n. 10, janeiro (1857): 72; Pela Guerra da Secess&atilde;o ver: James White, John N. Loughborough e John N. Andrews, &ldquo;Fasting Days&rdquo;, The <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">25, n. 10, janeiro (1855): 5; Como uma maneira de expressar gratid&atilde;o a Deus, ver: James White, &ldquo;Fasting Day&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">52, n. 25, dezembro (1878): 4, 5, 10; James White, &ldquo;A Day of Fasting and Prayer&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">57, n. 18, maio (1881): 9; George I. Butler, &ldquo;Letters&rdquo; <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">82, n. 5, fevereiro (1905): 24; J. L. McElhany, &ldquo;Special Centennial Services&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">121, n. 41, outubro (1944): 1.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">11<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Isso fica evidente ao observar o que est&aacute; escrito sobre o assunto ao longo da hist&oacute;ria da igreja e o que est&aacute; documentado nesta pesquisa, cada vez que eram dadas instru&ccedil;&otilde;es sobre como jejuar, aqueles que o faziam baseavam-se no que encontraram na B&iacute;blia, por exemplo, Stephen Haskell, &ldquo;Fasting&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">63, n. 48, dezembro (1886): 9; General Conference Committee, &ldquo;A Call to Fasting and Prayer&rdquo;, 3, 4, 5, 11, 24; e &Aacute;ngel Manuel Rodr&iacute;guez, &ldquo;Go Fast&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Adventist Review<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, setembro (2001) http:\/\/archives.adventistreview.org\/2001-1537\/story3.html (21 julho de 2016). Embora, como veremos mais tarde, nem todas as opini&otilde;es sobre como jejuar estivessem de acordo.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">12<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> No desenvolvimento desta pesquisa, foram encontradas 243 cita&ccedil;&otilde;es em espanhol e 426 em ingl&ecirc;s que tratavam do tema jejum, mas nos concentramos naquelas que o abordam de forma direta e n&atilde;o tangencial; tamb&eacute;m foram omitidas as repeti&ccedil;&otilde;es que ocorreram por causa das v&aacute;rias compila&ccedil;&otilde;es.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">13<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Sobre a influ&ecirc;ncia de Ellen G. White, ver: Robert W. Olson, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">101 Preguntas acerca del Santuario y Elena G. de White <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Buenos Aires: Asociaci&oacute;n Casa Editora Sudamericana, 1982), 49; Housel Jemison, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">A Prophet Among You <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Mountain View, CA: Pac&iacute;fic Press Publishing Association, 1955), 381.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">14<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ver Isa&iacute;as 58:2-5, um estudo mais aprofundado deste texto ser&aacute; apresentado no final do artigo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">15<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Edward J. Young, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The book of Isaiah, The New International Comentary on the Old Testament <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1972), 418-420.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">16<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ibid., 23, 24.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">17<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Joseph Bates, &ldquo;The Beast with Seven Heads&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">2, n. 1, agosto (1851): 4.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">18<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Em maio de 1855, Tiago White e M. Cornell convocaram as igrejas para orar e jejuar para rogar a Deus pela sa&uacute;de de v&aacute;rios pastores. Nesta convoca&ccedil;&atilde;o, os organizadores apoiaram seus argumentos em textos b&iacute;blicos. Ver. James White, &ldquo;A Day of Fasting&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">6, n. 9, maio (1855): 2. Oraram tamb&eacute;m pela sa&uacute;de de Tiago White em outubro de 1885 ver: John Loughborough e John Andrews, &ldquo;Fasting Day&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">26, n. 18, outubro (1865): 1.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">19<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> James White, &ldquo;A Day of Fasting&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">6, n. 9, maio (1855): 2.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">20<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> James White, &ldquo;Fasting and Prayer&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> 18, n. 6, julho (1861): 60. Em julho de 1861, Tiago White, devido &agrave; crise econ&ocirc;mica que amea&ccedil;ava a editora, foi recomendado um dia de jejum e ora&ccedil;&atilde;o para que Deus operasse em Seus filhos, e naquela situa&ccedil;&atilde;o delicada. Ele foi apoiado por M. Cornell e Joseph Bates, que escreveram cartas abertas na seguinte edi&ccedil;&atilde;o da Review and Herald para apoiar a mo&ccedil;&atilde;o., ver M. E. Cornell e Joseph Bates, &ldquo;Meeting in Michigan&rdquo; <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">18, n. 7, agosto (1861): 159.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">21<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, &ldquo;Fasting and Prayer&rdquo;, 60; James White, John N. Loughborough e John N. Andrews, &ldquo;Fasting Days&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">25, n. 10, janeiro (1865): 5. O objetivo da recomenda&ccedil;&atilde;o era pedir a Deus o fim da guerra e seu apoio &agrave; justa causa do Norte, pois &ldquo;seria t&atilde;o ilus&oacute;rio culpar o governo pela guerra, como seria culpar o governo do C&eacute;u pela rebeli&atilde;o de Satan&aacute;s&rdquo;.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">22<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> George Knight, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Nuestra iglesia: Momentos decisivos <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Miami, FL: Apia, 2005), 86, 87.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">23<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Uriah Smith, &ldquo;Fasting and Praying&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">27, n. 20, mar&ccedil;o (1866): 1, 5.; tamb&eacute;m: E. P. Daniels y G. H. Randall, &ldquo;A Day of Fasting and Prayer&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">59, n. 35, agosto (1882): 9.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">24<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> James White, &ldquo;Fasting Day&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">52, n. 25, dezembro (1878): 4, 5, 10. Tamb&eacute;m, em 1881, convocou-se um jejum para orar a fim de receber as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os de Deus, convoca&ccedil;&atilde;o que foi marcada para o s&aacute;bado, dia 21 de maio daquele ano, ver Daniel Bourdeau, &ldquo;Fasting&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">46, n. 1, janeiro (1875): 3.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">25<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Em 21 de novembro de 1882, G. Butler convocou um jejum de tr&ecirc;s dias. Pelas caracter&iacute;sticas desse escrito, um espa&ccedil;o espec&iacute;fico &eacute; dedicado posteriormente. No entanto, deve-se notar que, no que diz respeito ao jejum, o convite de Butler &eacute; para um jejum parcial, passando um tempo na igreja orando e dando testemunho<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">George Butler, &ldquo;Seasons of Fasting and Seeking God&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">59, n. 46, novembro (1882): 1.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">26<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Em 1875, D. Bourdeau escreveu um artigo dedicado ao jejum no qual pretendia se separar da Igreja Cat&oacute;lica. Neste ensaio, ele apontou que muitos praticavam como a igreja popular ensina, e que faziam no contexto da justi&ccedil;a pr&oacute;pria e de penit&ecirc;ncia. No artigo indicado, ele declara que &ldquo;devemos evitar o erro de considerar o jejum uma obra pela qual o perd&atilde;o e o favor de Deus podem ser merecidos.&rdquo; Revendo uma profusa quantidade de textos b&iacute;blicos, Bourdeau concluiu que o jejum &eacute; necess&aacute;rio para a pr&aacute;tica, mas n&atilde;o como uma pr&aacute;tica estabelecida com datas espec&iacute;ficas e obrigat&oacute;rias para todos, mas como um complemento na ora&ccedil;&atilde;o e na busca do apoio divino em nossa miss&atilde;o, luta contra o mal e compreens&atilde;o das Escrituras, ver Daniel Bourdeau, &ldquo;Fasting&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">46, n. 1, janeiro (1875): 3.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">27<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> R. S. Patterson, &ldquo;Fasting Day&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">18, n. 7, agosto (1861): 1. A carta de Patterson foi escrita em 5 de agosto e publicada em 20 de agosto; entre julho e outubro, v&aacute;rios irm&atilde;os relataram as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da convoca&ccedil;&atilde;o para o jejum. Al&eacute;m disso, o precedente pode ser visto nas se&ccedil;&otilde;es de cartas da Review and Herald. Ver: <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, novembro (1866), p&aacute;gs. 4-7; dezembro (1866), p&aacute;gs. 4-8. Tamb&eacute;m &eacute; relatado que durante alguns dias de jejum as igrejas passavam tempo recebendo instru&ccedil;&otilde;es de l&iacute;deres espirituais.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">28<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Daniel Hull, &ldquo;Fasting&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">9, n. 10, janeiro (1860): 6.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">29<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Em 1886, S. Haskell<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">escreveu um artigo defendendo as convoca&ccedil;&otilde;es ao jejum, argumentando que elas v&atilde;o na dire&ccedil;&atilde;o do jejum mencionado por Joel 2; ressaltando, ainda, que o povo deve se arrepender de seus pecados, praticar a piedade e se preparar para a grande obra que deve ser realizada na imin&ecirc;ncia da volta de Cristo, ver: Stephen Haskell, &ldquo;Fasting&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">63, n. 48, dezembro (1886): 9. Al&eacute;m disso, o dia 17 de setembro de 1909 foi estabelecido como um dia de ora&ccedil;&atilde;o e jejum para a igreja nos Estados Unidos e Canad&aacute;, em vista do grande desafio evangel&iacute;stico apresentado pelas grandes cidades. Considerando as dificuldades para a obra de evangeliza&ccedil;&atilde;o, o pouco tempo das pessoas, a press&atilde;o do estilo de vida das grandes cidades, os obst&aacute;culos para o acesso de homens e mulheres que moram e trabalham em pr&eacute;dios seguros e de acesso restrito, chega-se &agrave; conclus&atilde;o de que &eacute; necess&aacute;rio pedir a ajuda de Deus com jejum e ora&ccedil;&atilde;o para o cumprimento da miss&atilde;o. A convoca&ccedil;&atilde;o foi anunciada por uma carta publicada pelo pastor Arthur G. Daniells, ver: Arthur G. Daniells, &ldquo;A Day of Prayer and Fasting&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">84, n. 35, agosto (1907): 14.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">30<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Em 2 de fevereiro de 1905, G. Butler convocou um jejum para a Uni&atilde;o do Sul, por ocasi&atilde;o da celebra&ccedil;&atilde;o do anivers&aacute;rio das reuni&otilde;es de Nashville, ver: George I. Butler, &ldquo;Letters&rdquo; <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">82, n. 5, fevereiro (1905): 24.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">31<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Arthur G. Daniells, &ldquo;A Day of Prayer and Fasting&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">84, n. 35, gosto (1907): 6.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">32<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> O pastor O. Olsen publicou uma coluna onde d&aacute; instru&ccedil;&otilde;es sobre como observar o jejum programado para os dias 3 a 6 de outubro de 1890. Nela, ele indica que as pessoas n&atilde;o devem ser for&ccedil;adas a fazer um jejum absoluto por tr&ecirc;s dias, pelo contr&aacute;rio, cada um deveria agir como cada um acreditasse ser melhor diante de Deus. Ele sugere que as pessoas com sa&uacute;de normal comessem refei&ccedil;&otilde;es leves ao chegarem em casa ap&oacute;s a segunda reuni&atilde;o, e que os idosos ou doentes comessem algo quente antes do culto; da mesma forma, ele aconselha que mais tempo fosse dedicado &agrave; ora&ccedil;&atilde;o durante o dia e menos tempo ao trabalho, tanto quanto poss&iacute;vel. O precedente, como ser&aacute; visto mais tarde, &eacute; muito pr&oacute;ximo ao proposto por Ellen G. White, ver: Ole Olsen, &ldquo;Manner of Observing the Season of Fasting and Prayer&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">63, n. 35, setembro (1890): 10. Tambi&eacute;n, Haskell, &ldquo;Fasting&rdquo;, 9, 10.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">33<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Um jejum de dois dias durante a semana foi convocado ap&oacute;s o congresso de 1888, quando foi convocado um tempo de jejum e ora&ccedil;&atilde;o para a quarta e quinta-feira, 19 e 10 de dezembro daquele ano, dias que n&atilde;o coincidem com o s&aacute;bado. S.N.H., &ldquo;Days of Fasting and Prayer&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">8, maio (1888): 7.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">34<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ole Olsen, &ldquo;Day of Fasting and Prayer&rdquo; <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">73, n. 19, maio (1896): 1.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">35<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellet Waggoner, &ldquo;Fasting and Prayer&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">73, n. 42, outubro (1896): 2.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">36<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Artur Daniells, &ldquo;Effectual Prayer&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">98, n. 51, dezembro (1921): 8; General Conference Committee, &ldquo;A Call to Fasting and Prayer&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">112, n. 32, agosto (1935): 4; J. F. Wright, &ldquo;Fasting and Prayer&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, agosto (1942): 3; D. R. Watts, &ldquo;Newly, Edged, with Power&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Ministry <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">23, junho (1970): 24, 25; Alf Lone, &ldquo;Call to Fasting and Prayer&rdquo;,<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\"> The Advent Review and Sabbath Herald<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> 153, n. 43, outubro (1976): 13.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">37<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Meade McGuire, &ldquo;Preparation for the Latter Rain&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">118, n. 33, junho (1941): 20.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">38<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Francis Mclellan Wilcox, &ldquo;A Day of Fasting and Prayer&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">119, n. 321, outubro (1927); General Conference Committee, &ldquo;A Call to Fasting and Prayer&rdquo;, 3, 4, 5, 11, 24.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">39<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ibid., 32, 24.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">40<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> J. L. McElhany, &ldquo;Special Centennial Services&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">121, n. 41, outubro (1944): 1.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">41<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> M. E. Kern, &ldquo;Day of Fasting and Praying&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">131, n. 1, maio (1954): 16. Em 1980, o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Geral, N. Wilson, convocou um jejum para o dia 12 de abril para pedir a orienta&ccedil;&atilde;o de Deus na reuni&atilde;o da Associa&ccedil;&atilde;o Geral a ser realizada em Dallas naquele ano. Ele ressaltou que o jejum e a ora&ccedil;&atilde;o foram muito importantes n&atilde;o s&oacute; para os pioneiros da Igreja Adventista, mas tamb&eacute;m para a Igreja Crist&atilde;, que n&atilde;o deviam apresentar os planos preparados ao Senhor, mas orar para que Ele mostrasse Sua vontade em rela&ccedil;&atilde;o aos planos para a prega&ccedil;&atilde;o do evangelho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">42<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Um artigo sobre o jejum em <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Ministry<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> foi publicado em janeiro de 1995. Nele, M. Johnston explora a pr&aacute;tica do jejum no Novo Testamento, na hist&oacute;ria eclesi&aacute;stica e na hist&oacute;ria da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia, produzindo um estudo muito completo sobre o assunto. Ela prop&otilde;e que devemos praticar mais, por&eacute;m com equil&iacute;brio, descrevendo como alcan&ccedil;&aacute;-lo. Sugere uma pr&aacute;tica n&atilde;o absoluta, mas parcial, cuidando para que os motivos estejam de acordo com os ensinados nas Escrituras.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">43<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Wilson, &ldquo;A call to fasting and prayer&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Adventist Review <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">and Sabbath Herald 57, n. 11, mar&ccedil;o (1980): 7, 8.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">44<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Carlos G. Martin, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Witnessing Turning the world Upside Down: Adult Sabbath Bible Study Guide <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Silver Spring: Pacific Press Publishing, 2000), 21, 22, 24.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">45<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ann Staff, &ldquo;Adventist President Calls for December 1 Day of Prayer: Fasting to Support Falsely Accused Members&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Adventist Review<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, outubro (2013) archives\/issue-2012-1533\/33cn-wilson-calls-for-dec-1-day-of-fasting-and-prayer.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">46<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">&Aacute;ngel Manuel Rodr&iacute;guez, &ldquo;Go Fast&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Adventist Review<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, setembro (2001). http:\/\/archives.adventistreview.org\/2001-1537\/story3.html <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(21 julho 2016).&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">47<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Laurita Ludwing, &ldquo;A Different Kind of Fast&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Adventist Review<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, fevereiro (2004) http:\/\/archives. adventistreview.org\/2004-1509\/ (26 julho 2016).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">48<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Conselhos sobre o Regime Alimentar <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007), 90.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">49<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ibid., 188.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">50<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Elena G. de White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cristo nuestro Salvador <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Mountain View: Pacific Press Publishing Company, 1897), 38.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">51<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Conselhos sobre o Regime Alimentar<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, p. 273.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">52<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ibid., 167.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">53<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos Seletos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 1 (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004), p. 418; ver tamb&eacute;m Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007), p. 76.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">54<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Conselhos sobre o Regime Alimentar<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 400.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">55<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos para a Igreja<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 2 (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2005), p. 650; White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Conselhos sobre o Regime Alimentar<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, p. 187; Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos sobre Conduta Sexual, Adult&eacute;rio e Div&oacute;rcio <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 234.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">56<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos Seletos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 3:216.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">57<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Mensagens Escolhidas<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 2 (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 364.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">58<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos sobre Conduta Sexual<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, p. 233.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">59<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Profetas e Reis <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007), p. 346.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">60<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos para a Igreja<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 1 (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1999), p. 609.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">61<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos para a Igreja<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 9 (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2006), p. 278.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">62<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Para Conhec&ecirc;-Lo <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1964), p. 268.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">63<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Obreiros Evang&eacute;licos <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007), p. 299.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">64<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos Seletos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 3 (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1949), p. 221.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">65<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos Seletos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 1 (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004), p. 286.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">66<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Evangelismo <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007), 165.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">67<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos Seletos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 2, p. 29.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">68<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cristo nuestro Salvador<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, p. 37.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">69<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos Seletos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 1, p. 259.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">70<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Este Dia com Deus <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1979), 153.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">71<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cristro nuestro Salvador<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, p. 37.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">72<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ibid., 37.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">73<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Mensagens Escolhidas<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 3 (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007), p. 129.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">74<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, p. 338.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">75<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Conselhos sobre o Regime Alimentar<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 188.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">76<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Maior<\/span><\/i> <i><span style=\"font-weight: 400;\">Discurso de Cristo <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 87.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">77<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ibid.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">78<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos para a Igreja<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 3 (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2006), p. 518.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">79<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos para a Igreja<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 2 (Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2005), p. 38.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">80<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">A Ci&ecirc;ncia do Bom Viver <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1997), p. 235.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">81<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Conselhos sobre o Regime Alimentar<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, p. 190.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">82<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ellen G. White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Grande Conflito <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(Tatu&iacute;, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2006), p. 52.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">83<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ibid., p. 524.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">84<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos para a Igreja<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 1, p. 284.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">85<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ibid., p. 257.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">86<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos para a Igreja<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 1, p. 264.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">87<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Conselhos sobre o Regime Alimentar<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, p. 189.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">88<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Grande Conflito<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, p. 375.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">89<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 191.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">90<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> White, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Testemunhos para a Igreja<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, vol. 3, p. 172.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">91<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Olsen, &ldquo;Manner of Observing&rdquo;, 10; Waggoner, &ldquo;Fasting&rdquo;, 10; Daniells, &ldquo;A Day of Fasting and Prayer&rdquo;, 34; W. P. Bradley, &ldquo;Sanctify a Fast&rdquo;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Advent Review and Sabbath Herald<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, mar&ccedil;o-abril (1980); Hill, &ldquo;Fasting: a discipline ministers need&rdquo;, 6-8; Johnston, &ldquo;Fasting with Balance&rdquo;, 20, 21.<\/span><\/p>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ellen G. White e a pr&aacute;tica adventista do jejum PDF Eduardo Franco Universidade Adventista do Chile, Chill&aacute;n eduardofranco@unach.cl &nbsp; Introdu&ccedil;&atilde;o &nbsp; O jejum &eacute; uma pr&aacute;tica profundamente enraizada na cultura semita e mu&ccedil;ulmana. No cristianismo, &eacute; uma heran&ccedil;a do juda&iacute;smo e &eacute; praticada para uma variedade de prop&oacute;sitos. 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