{"id":744,"date":"2014-11-11T06:00:53","date_gmt":"2014-11-11T06:00:53","guid":{"rendered":"http:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=744"},"modified":"2014-11-11T11:06:45","modified_gmt":"2014-11-11T11:06:45","slug":"ellen-white-e-a-teologia-adventista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/ellen-white-e-a-teologia-adventista\/","title":{"rendered":"Ellen White e a Teologia Adventista"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\" align=\"center\">Ellen G. White e a Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia encontram-se t&atilde;o integradas quanto a uni&atilde;o dos dialetos anglo-sax&ocirc;nicos na forma&ccedil;&atilde;o da l&iacute;ngua inglesa. Outros t&ecirc;m observado que Ellen White, &ldquo;durante um per&iacute;odo longo de vida,&hellip; exerceu a mais poderosa influ&ecirc;ncia de uma s&oacute; pessoa sobre crentes adventistas do s&eacute;timo dia&rdquo;.1&nbsp;&ldquo;A Sra. White era a inspira&ccedil;&atilde;o reconhecida do movimento&hellip; Suas id&eacute;ias estabeleceram o mundo do adventismo em sua obra m&eacute;dica, educacional e mission&aacute;ria ao redor do mundo.&rdquo;2<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Tiago White, seu marido, desenvolveu as institui&ccedil;&otilde;es e organizou a igreja com not&aacute;vel desembara&ccedil;o. Ellen, a seu lado, animada com santa sinceridade e dedica&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;o, encorajou o movimento adventista emergente com suas vis&otilde;es. Seu otimismo e encorajamento inflex&iacute;veis tornaram-se o centro de inspira&ccedil;&atilde;o para uma obra internacional que ultrapassa, em alguns aspectos, todas as outras afilia&ccedil;&otilde;es religiosas hoje.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Sim, esta equipe administrador\/profetisa fez seu trabalho sem apelar a temor ou favor. Edificaram uma igreja mundial, n&atilde;o um imp&eacute;rio pessoal de poder e riqueza. Nem um nem outro reclamou recompensa ou confortos terrenos.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">De um lado, destemidamente denunciaram males na ordem social; de outro, levaram dezenas de milhares a obter uma vis&atilde;o de como o evangelho traz restaura&ccedil;&atilde;o espiritual e f&iacute;sica nesta vida. Dessa dupla &ecirc;nfase emergiu uma rede mundial de institui&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas e educacionais, apoiadas por dezenas de casas publicadoras e um alcance mission&aacute;rio global. Mas essa dupla &ecirc;nfase era subordinada &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o irresist&iacute;vel de que estavam preparando um povo para a breve volta do Senhor.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Ellen White, a for&ccedil;a diretriz inquestion&aacute;vel por tr&aacute;s deste programa mundial, &eacute; considerada a segunda autora com mais obras traduzidas na hist&oacute;ria e a autora norte-americana mais traduzida. Durante seu minist&eacute;rio de 70 anos, ela escreveu aproximadamente 25 milh&otilde;es de palavras e 100.000 p&aacute;ginas de manuscritos (60.000 p&aacute;ginas datilografadas) que incluem cartas, di&aacute;rios, artigos em revistas e livros.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Os adventistas do s&eacute;timo dia t&ecirc;m procurado seu conselho em praticamente todas as quest&otilde;es que a igreja enfrenta. Seus escritos volumosos, bem organizados e com &iacute;ndice, s&atilde;o lidos e discutidos em grau muito maior do que os metodistas citam John Wesley ou os luteranos os escritos de Martinho Lutero.<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">O Tema do Grande Conflito<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">O que faz de Ellen White a figura central no desenvolvimento da Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia e a principal contribuidora &agrave; natureza &uacute;nica do adventismo? A doutrina adventista n&atilde;o se deriva de Ellen White; a B&iacute;blia &eacute; sua fonte ineg&aacute;vel. A singularidade da mensagem adventista, contudo, repousa sobre o pensamento aglutinante, organizador de Ellen White. Muito do que &eacute; distintivamente adventista em sua mensagem rica e sistematicamente desenvolvida resulta, com efeito, da vis&atilde;o panor&acirc;mica que Ellen White tinha da B&iacute;blia &mdash; vis&atilde;o expressa em sua &ecirc;nfase sobre o Tema do Grande Conflito. Deste princ&iacute;pio integrador flui o nexo adventista entre estudo da B&iacute;blia e piedade, a &ecirc;nfase especial sobre a rela&ccedil;&atilde;o entre sa&uacute;de f&iacute;sica e espiritualidade e o conceito de totalidade no desenvolvimento de princ&iacute;pios educacionais.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Que queremos dizer com o Tema do Grande Conflito (TGC)? Como os estudantes sabem, toda teologia ou filosofia relevante tem um princ&iacute;pio organizador. Este princ&iacute;pio, ou paradigma, torna-se vis&iacute;vel em sua filosofia ou teologia. O TGC de Ellen White fornece o princ&iacute;pio organizador e integrador para seus ensinos sobre sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o, hist&oacute;ria e ci&ecirc;ncia.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Para Ellen White, &ldquo;o tema central da B&iacute;blia, o tema em redor do qual giram todos os outros no livro, &eacute;&hellip;, a restaura&ccedil;&atilde;o da imagem de Deus na alma humana&hellip; Aquele que apreender este pensamento tem diante de si um campo infinito para estudo. Possui a chave que lhe abrir&aacute; todo o tesouro da Palavra de Deus&rdquo;.3&nbsp;A singularidade do adventismo n&atilde;o se localiza em algum elemento particular de sua teologia, mas na compreens&atilde;o abarcante deste &ldquo;tema central da B&iacute;blia&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Se j&aacute; &eacute; dif&iacute;cil para a mente humana imaginar um acontecimento como o conflito c&oacute;smico entre Deus e Satan&aacute;s, muito mais dif&iacute;cil ser&aacute; entender seus desdobramentos e implica&ccedil;&otilde;es literais. A quest&atilde;o fundamental permanece at&eacute; hoje: Que plano &eacute; o melhor para o universo? O apelo de Deus &agrave; responsabilidade ang&eacute;lica\/humana, ou a teoria de Satan&aacute;s de autonomia individual?<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">O &acirc;mago do conflito<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">O &acirc;mago deste conflito enfoca o car&aacute;ter de Deus. Satan&aacute;s alegou que Deus &eacute; injusto, inexor&aacute;vel, arbitr&aacute;rio e supremamente ego&iacute;sta. A defesa de Deus tem sido tanto passiva como ativa &mdash; passiva no sentido de que Ele permitiu que o tempo passasse para que os princ&iacute;pios de Satan&aacute;s fossem vistos em seu car&aacute;ter destrutivo; ativa no sentido de que Ele revelou Seu car&aacute;ter e confiabilidade de modo que todos os habitantes do universo pudessem concluir quem teria tido raz&atilde;o na controv&eacute;rsia.4<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Ellen White captou a vis&atilde;o mais ampla do conflito quando escreveu: &ldquo;Mas o plano da reden&ccedil;&atilde;o tinha um prop&oacute;sito ainda mais vasto e profundo do que a salva&ccedil;&atilde;o do homem. N&atilde;o foi para isto apenas que Cristo veio &agrave; Terra; n&atilde;o foi simplesmente para que os habitantes deste pequeno mundo pudessem considerar a lei de Deus como devia ela ser considerada; mas foi para reivindicar o car&aacute;ter de Deus perante o Universo&rdquo;.5<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">A ess&ecirc;ncia da resposta de Deus &agrave;s acusa&ccedil;&otilde;es de Satan&aacute;s tem sido demonstrar o resultado de Seu plano &mdash; &ldquo;a pr&oacute;pria ess&ecirc;ncia do evangelho &eacute; restaura&ccedil;&atilde;o&rdquo;.6&nbsp;Restaura&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o apenas perd&atilde;o! O plano de Deus (que conhecemos como o &ldquo;evangelho&rdquo;), mostra qu&atilde;o s&eacute;ria &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o divina de eliminar o pecado do universo, uma pessoa de cada vez, transformando rebeldes em filhos e filhas gratos e dignos de confian&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Para esclarecer o &ldquo;evangelho eterno&rdquo; que o mundo precisa ouvir nestes &uacute;ltimos dias (Apocalipse 14:6, 7), a mensagem dos adventistas do s&eacute;timo dia precisaria transcender as controv&eacute;rsias milenares que dividem a fundo o cristianismo. Ademais, o &ldquo;evangelho eterno&rdquo; precisaria ser expresso de tal modo que centenas de milh&otilde;es de maometanos, hindus, budistas e outros pudessem compreender a novidade e simplicidade do cristianismo.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">O TGC de Ellen White transcende essas tens&otilde;es, paradoxos e contradi&ccedil;&otilde;es tradicionais. Teologias e filosofias rivais s&atilde;o como dois c&iacute;rculos de verdades parciais, sem que um c&iacute;rculo saiba como se unir com o outro num todo coerente e el&iacute;ptico. O TGC muda aqueles c&iacute;rculos opostos numa elipse. Usando o princ&iacute;pio da elipse, cada c&iacute;rculo acha suas verdades preciosas preservadas com seguran&ccedil;a, e at&eacute; mesmo grandemente real&ccedil;adas. Na elipse, a verdade &eacute; unida de tal modo que todas as suas partes, dantes em conflito, s&atilde;o vistas como necess&aacute;rias para a sobreviv&ecirc;ncia m&uacute;tua.<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Componentes da verdade<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">A verdade n&atilde;o &eacute; a soma de paradoxos. A verdade &eacute; a uni&atilde;o de componentes, de tal modo que quando um componente n&atilde;o &eacute; unido ao outro, algo s&eacute;rio ocorreu &agrave; verdade. Por exemplo, H2O &eacute; outro modo de dizer &ldquo;&aacute;gua&rdquo;. Hidrog&ecirc;nio ou oxig&ecirc;nio a s&oacute;s s&atilde;o importantes. Mas sem a uni&atilde;o apropriada, n&atilde;o existe &aacute;gua. A quest&atilde;o sobre se o hidrog&ecirc;nio ou o oxig&ecirc;nio &eacute; mais importante torna-se sem sentido &mdash; se a gente quer &aacute;gua para beber! A mesma l&oacute;gica se aplica aos componentes na elipse da verdade.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Na filosofia ou teologia, os dois c&iacute;rculos s&atilde;o geralmente conhecidos como &ldquo;objetivismo&rdquo; e &ldquo;subjetivismo&rdquo;. Eminentes pensadores podem ser alistados num c&iacute;rculo ou noutro. Por exemplo, em subjetivismo epistemol&oacute;gico (<i>iman&ecirc;ncia<\/i>&nbsp;&mdash; a &ldquo;verdade&rdquo; &eacute; achada na raz&atilde;o, no sentimento, na pesquisa, etc.) esperar&iacute;amos ver Plat&atilde;o, Arist&oacute;teles, Aquino, Hegel, Schleiermacher, Bultmann, Hartshorne, etc. No objetivismo epistemol&oacute;gico (<i>transcend&ecirc;ncia<\/i>&nbsp;&mdash; a &ldquo;verdade&rdquo; vindo de fora de homens e mulheres) achamos a comunica&ccedil;&atilde;o que Deus faz de Si na B&iacute;blia e em Jesus, e podemos pensar em advogados como Lutero, Calvino, Barth, etc. A hist&oacute;ria da Igreja Crist&atilde; &eacute; a hist&oacute;ria de que um c&iacute;rculo &eacute; predominante em dado momento. A oscila&ccedil;&atilde;o entre os dois ocorre quando se procura retificar as defici&ecirc;ncias do outro. Excesso de &ecirc;nfase sobre transc&ecirc;ndencia (levando &agrave; fria ortodoxia n&atilde;o temperada por relev&acirc;ncia) invariavelmente desperta excesso de &ecirc;nfase sobre iman&ecirc;ncia (levando &agrave; autonomia da raz&atilde;o e do sentimento, sem ser temperada pela revela&ccedil;&atilde;o).<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Hoje freq&uuml;entemente nos referimos ao c&iacute;rculo objetivo como &ldquo;conservador&rdquo;, e ao outro, &ldquo;liberal&rdquo;. Cada c&iacute;rculo enfatiza algo correto e oportuno. Palavras chaves para conservadores s&atilde;o:<i>transcend&ecirc;ncia, autoridade, ra&iacute;z, lei, estrutura, seguran&ccedil;a e gra&ccedil;a<\/i>&nbsp;&mdash; todos eles termos bons que se devem conservar. A fraqueza hist&oacute;rica do objetivismo, ou conservatismo, &eacute; freq&uuml;entemente uma falta de compreens&atilde;o do car&aacute;ter de Deus (e.g. Calvino e seu Deus soberano levando &agrave; predestina&ccedil;&atilde;o, inferno eterno, etc.) que, por sua vez, leva a uma falta de compreens&atilde;o da &ldquo;f&eacute;&rdquo;. Quando a f&eacute; &eacute; mal compreendida &ldquo;cr&ecirc; somente&rdquo; &eacute; ouvido de alguma forma, levando &agrave; passividade, &agrave; &ldquo;doutrina correta&rdquo; e &agrave; supress&atilde;o de relev&acirc;ncia.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Palavras chaves para liberais s&atilde;o:&nbsp;<i>iman&ecirc;ncia, responsabilidade, raz&atilde;o, flexibilidade, significado, relev&acirc;ncia e f&eacute;<\/i>&nbsp;&mdash; tamb&eacute;m bons termos aos quais se apegar. A fraqueza hist&oacute;rica do liberalismo jaz em sua subjetividade. Pietistas, m&iacute;sticos, racionalistas, carism&aacute;ticos (e quem quer que ponha a autonomia humana &ldquo;&agrave; frente&rdquo; de verdades divinamente reveladas) fundam sua seguran&ccedil;a sobre a raz&atilde;o, intui&ccedil;&atilde;o ou pesquisa hist&oacute;rica. Raramente se apela a absolutos. A f&eacute; &eacute; mal entendida de novo, e ela descreve sentimento religioso que leva a testes aut&ocirc;nomos da verdade.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Ellen White compreendeu o impasse hist&oacute;rico entre esses dois c&iacute;rculos: &ldquo;O progresso da reforma depende de um claro reconhecimento da verdade fundamental. Se, de um lado, espreita o perigo em uma estreita filosofia e numa r&iacute;gida e fria ortodoxia, h&aacute; por outro lado, maior perigo num descuidoso liberalismo. O fundamento de toda reforma est&aacute;vel &eacute; a Lei de Deus. Cumpre-nos apresentar em linhas distintas e claras a necessidade de obedecer a essa lei.&rdquo;7&nbsp;Aqui de novo Ellen White permite que o TGC determine sua solu&ccedil;&atilde;o transcendental para a velha controv&eacute;rsia entre o plano de Deus e a rebeli&atilde;o de Satan&aacute;s.<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Verdade em forma el&iacute;ptica<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">&ldquo;R&iacute;gida e fria ortodoxia&rdquo; e &ldquo;descuidado liberalismo&rdquo; s&atilde;o os resultados finais de se permitir que a verdade fique em dois c&iacute;rculos em vez de permitir que a verdade seja verdade em sua forma el&iacute;ptica. Ellen White transcende estes dois c&iacute;rculos unindo autoridade e responsabilidade, seguran&ccedil;a doutrin&aacute;ria e seguran&ccedil;a de cora&ccedil;&atilde;o, de modo que a Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia n&atilde;o precisa recair nos argumentos teol&oacute;gicos que dividem todas as outras igrejas. A elipse da verdade mostra como opini&otilde;es importantes, tradicionalmente em conflito, s&atilde;o unidas pelo santo e &mdash; falado ou impl&iacute;cito.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">O TGC de Ellen White tornou-se o arcabou&ccedil;o el&iacute;ptico mediante o qual ela p&ocirc;de transcender os argumentos que separaram crist&atilde;os durante s&eacute;culos. Nos exemplos seguintes, notem a elipse da verdade que une verdades g&ecirc;meas t&atilde;o intimamente como o hidrog&ecirc;nio se liga ao oxig&ecirc;nio para fazer &aacute;gua:<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\"><i>A rela&ccedil;&atilde;o entre a obra de Cristo sobre a cruz e a obra do Esp&iacute;rito Santo<\/i>: &ldquo;(O Esp&iacute;rito Santo) ia ser dado como agente de regenera&ccedil;&atilde;o, sem o qual o sacrif&iacute;cio de Cristo de nenhum proveito teria sido&hellip; &Eacute; o Esp&iacute;rito que torna eficaz o que foi realizado pelo Redentor do mundo.&rdquo;8<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\"><i>A rela&ccedil;&atilde;o entre o papel de Cristo como Sacrif&iacute;cio\/Salvador e como Sumo Sacerdote\/Mediador<\/i>: &ldquo;Satan&aacute;s concebe inumer&aacute;veis planos para nos ocupar a mente, para que ela se n&atilde;o detenha no pr&oacute;prio trabalho com que deveremos estar mais bem familiarizados. O arquienganador odeia as grandes verdades que apresentam um sacrif&iacute;cio expiat&oacute;rio e um todo-poderoso Mediador. Sabe que para ele tudo depende de desviar a mente, de Jesus e de Sua verdade.&rdquo;9<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\"><i>A rela&ccedil;&atilde;o entre crer em Cristo e habitar nEle<\/i>: &ldquo;n&atilde;o basta que o pecador creia em Cristo, para obter o perd&atilde;o do pecado; deve, pela f&eacute; e obedi&ecirc;ncia, permanecer nEle.&rdquo;10<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\"><i>A rela&ccedil;&atilde;o entre o dom gratuito de Cristo de remir pecados e a d&aacute;diva de Seus atributos no desenvolvimento do car&aacute;ter crist&atilde;o<\/i>: &ldquo;Sua vida (de Cristo) substitui a dos homens. Assim obt&ecirc;m remiss&atilde;o de pecados passados, mediante a paci&ecirc;ncia de Deus. Mais que isso, Cristo lhes comunica os atributos divinos. Forma o car&aacute;ter humano segundo a semelhan&ccedil;a do car&aacute;ter de Deus, uma espl&ecirc;ndida estrutura de for&ccedil;a e beleza espirituais. Assim, a pr&oacute;pria justi&ccedil;a da lei se cumpre no crente em Cristo.&rdquo;11<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\"><i>A rela&ccedil;&atilde;o entre justi&ccedil;a imputada e justi&ccedil;a comunicada<\/i>: &ldquo;Nosso &uacute;nico motivo de esperan&ccedil;a est&aacute; em ser-nos imputada a justi&ccedil;a de Cristo &mdash; essa justi&ccedil;a produzida pelo Seu Esp&iacute;rito a operar em n&oacute;s e por n&oacute;s.&rdquo;12<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\"><i>A rela&ccedil;&atilde;o entre autoridade objetiva e responsabilidade subjetiva na experi&ecirc;ncia da f&eacute;<\/i>: &ldquo;A f&eacute; em Cristo, como o Redentor do mundo, exige o reconhecimento de uma intelig&ecirc;ncia esclarecida, dirigida por um cora&ccedil;&atilde;o que pode discernir e avaliar o tesouro celestial. Essa f&eacute; &eacute; insepar&aacute;vel do arrependimento e transforma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter. Ter f&eacute; significa achar e aceitar o tesouro do evangelho com todos os deveres que o mesmo imp&otilde;e.&rdquo;13<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\"><i>A rela&ccedil;&atilde;o entre a obra de Deus e nossa obra no processo da salva&ccedil;&atilde;o<\/i>: &ldquo;Deus trabalha e coopera com os dons que Ele comunicou ao homem, e este, sendo participante da natureza divina e fazendo a obra de Cristo, pode ser um vencedor e ganhar a vida eterna. O Senhor n&atilde;o tenciona realizar a obra que Ele concedeu ao homem poderes para efetuar. A parte do homem precisa ser realizada. Ele deve ser cooperador de Deus, jungindo-se a Cristo. (&hellip;) Deus &eacute; o poder que domina sobre tudo. Ele concede os dons; o homem os recebe e age com o poder da gra&ccedil;a de Cristo como instrumento vivo. (&hellip;) O poder divino e a atua&ccedil;&atilde;o humana combinados ser&atilde;o um &ecirc;xito total, pois a justi&ccedil;a de Cristo cumpre tudo.&rdquo;14<\/p>\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">A ruptura transcendental de White<\/h2>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Por causa de sua compreens&atilde;o do TGC, que a ajudou a transcender os impasses teol&oacute;gicos convencionais, Ellen White p&ocirc;de manter a denomina&ccedil;&atilde;o unida durante a Assembl&eacute;ia da Associa&ccedil;&atilde;o Geral de 1888 e nos anos subseq&uuml;entes. Ela p&ocirc;de elevar a vis&atilde;o dos adventistas ao ajud&aacute;-los a erguer-se acima dos objetivistas (com sua &ecirc;nfase indevida sobre doutrina) e dos subjetivistas (com sua &ecirc;nfase indevida sobre sentimento e autonomia humana).<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">Note como Ellen White contribuiu para uma ruptura transcendental: &ldquo;Enquanto uma classe de pessoas deturpa a doutrina da justifica&ccedil;&atilde;o pela f&eacute; e deixa de aceder &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es estabelecidas na Palavra de Deus &mdash; `Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos&rsquo; &mdash; h&aacute; um erro t&atilde;o grande como este da parte dos que pretendem crer nos mandamentos de Deus e obedecer-lhes mas se colocam em oposi&ccedil;&atilde;o aos preciosos raios de luz &mdash; novos para eles &mdash; refletidos da cruz do Calv&aacute;rio. A primeira classe n&atilde;o v&ecirc; as maravilhosas coisas na lei de Deus para todos os que s&atilde;o praticantes de Sua Palavra. Os outros sofismam acerca de insignific&acirc;ncias e negligenciam a quest&otilde;es mais importantes, a miseric&oacute;rdia e o amor de Deus.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">&ldquo;Muitos t&ecirc;m perdido muita coisa por n&atilde;o haverem aberto os olhos de seu entendimento para discernir as maravilhosas coisas da lei de Deus. Por outro lado, os religionistas em geral divorciam a lei do evangelho, ao passo que n&oacute;s, por outra parte, quase fizemos o mesmo de outro ponto de vista. N&atilde;o expusemos &agrave;s pessoas a justi&ccedil;a de Cristo e a ampla significa&ccedil;&atilde;o de Seu grande plano de reden&ccedil;&atilde;o. Deixamos de lado a Cristo e Seu incompar&aacute;vel amor, introduzimos teorias e racioc&iacute;nios, e pregamos serm&otilde;es argumentativos.&rdquo;15<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\">A teologia &eacute; importante. Teologia correta &eacute; mais importante ainda. Ellen White tornou-se a raz&atilde;o da peculiaridade adventista que une verdades separadas de h&aacute; muito em uma afirma&ccedil;&atilde;o coerente, intelectualmente satisfat&oacute;ria, reconfortante que Jo&atilde;o viu como &ldquo;o evangelho eterno&rdquo; nos &uacute;ltimos dias.<\/p>\n<p style=\"color: #4d4d4d; text-align: justify;\"><i>Herbert E. Douglass (Th.D., Pacific School of Theology) escreveu onze livros e muitos artigos. Seu &uacute;ltimo livro,&nbsp;<\/i>Messenger of the Lord<i>, a ser publicado pela Pacific Press, enfoca Ellen G. White como conceptualista teol&oacute;gica.<\/i><\/p>\n<hr style=\"color: #4d4d4d;\">\n<h2 style=\"color: #000300; text-align: justify;\">Notas e refer&ecirc;ncias<\/h2>\n<div class=\"bibliografia\" style=\"color: #4d4d4d;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-1\" style=\"font-weight: bold;\">1<\/span>&nbsp;<i>Dictionary of American Biography<\/i>, Vol. XX, p&aacute;g. 99.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-2\" style=\"font-weight: bold;\">2<\/span>&nbsp;&ldquo;The Story of Religions in America&mdash;Seventh-day Adventists&rdquo;,&nbsp;<i>Look<\/i>&nbsp;XXII (24 de junho de 1958), p&aacute;g. 79.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-3\" style=\"font-weight: bold;\">3<\/span>&nbsp;<i>Educa&ccedil;&atilde;o<\/i>&nbsp;(Tatu&iacute;, S. Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1977), p&aacute;gs. 125, 126.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-4\" style=\"font-weight: bold;\">4<\/span>&nbsp;<i>Caminho para Cristo<\/i>&nbsp;(Sto. Andr&eacute;, S. Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1984), p&aacute;gs. 10, 11.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-5\" style=\"font-weight: bold;\">5<\/span>&nbsp;<i>Patriarcas e Profetas<\/i>&nbsp;(Tatu&iacute;, S. Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1995), p&aacute;g. 68.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-6\" style=\"font-weight: bold;\">6<\/span>&nbsp;<i>O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es<\/i>&nbsp;(Sto. Andr&eacute;: S. Paulo, Casa Publicadora Brasileira, 1979), p&aacute;g. 788.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-7\" style=\"font-weight: bold;\">7<\/span>&nbsp;<i>A Ci&ecirc;ncia do Bom Viver<\/i>&nbsp;(Sto. Andr&eacute;, S. Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1977), p&aacute;g. 129.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-8\" style=\"font-weight: bold;\">8<\/span>&nbsp;<i>O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es<\/i>&nbsp;(Sto. Andr&eacute;, S. Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1979), p&aacute;g. 646.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-9\" style=\"font-weight: bold;\">9<\/span>&nbsp;<i>O Grande Conflito<\/i>&nbsp;(Tatu&iacute;, S. Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1988), p&aacute;g. 488.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-10\" style=\"font-weight: bold;\">10<\/span>&nbsp;<i>Patriarcas e Profetas<\/i>&nbsp;(Tatu&iacute;, S. Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1995), p&aacute;g. 517.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-11\" style=\"font-weight: bold;\">11<\/span>&nbsp;<i>O Desejado de Todas as Na&ccedil;&otilde;es<\/i>&nbsp;(Tatu&iacute;, S. Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1990), p&aacute;g. 733.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-12\" style=\"font-weight: bold;\">12<\/span>&nbsp;<i>Caminho para Cristo<\/i>&nbsp;(Sto. Andr&eacute;, S. Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1984), p&aacute;g. 63.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-13\" style=\"font-weight: bold;\">13<\/span>&nbsp;<i>Par&aacute;bolas de Jesus<\/i>&nbsp;(Sto. Andr&eacute;, S. Paulo: Casa Publicadora Brasileira), p&aacute;g. 112.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-14\" style=\"font-weight: bold;\">14<\/span>&nbsp;<i>F&eacute; e Obras<\/i>&nbsp;(Sto. Andr&eacute;, S. Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1981), p&aacute;g. 23.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span id=\"nota-rodape-15\" style=\"font-weight: bold;\">15<\/span>&nbsp;Ibidem, p&aacute;g. 13.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<\/p><\/div>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ellen G. White e a Igreja Adventista do S&eacute;timo Dia encontram-se t&atilde;o integradas quanto a uni&atilde;o dos dialetos anglo-sax&ocirc;nicos na forma&ccedil;&atilde;o da l&iacute;ngua inglesa. Outros t&ecirc;m observado que Ellen White, &ldquo;durante um per&iacute;odo longo de vida,&hellip; exerceu a mais poderosa influ&ecirc;ncia de uma s&oacute; pessoa sobre crentes adventistas do s&eacute;timo dia&rdquo;.1&nbsp;&ldquo;A Sra. 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