{"id":818,"date":"2014-11-28T05:52:49","date_gmt":"2014-11-28T05:52:49","guid":{"rendered":"http:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/?p=818"},"modified":"2014-11-25T21:50:30","modified_gmt":"2014-11-25T21:50:30","slug":"depois-do-funeral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pastor.adventistas.org\/pt\/depois-do-funeral\/","title":{"rendered":"Depois do funeral"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><\/style><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><div class=\"page\" title=\"Page 13\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-style: oblique; color: rgb(25.000000%, 23.250000%, 23.250000%);\">Chamado para consolar, o pastor deve estar sempre disponi&#769;vel nos momentos angustiosos do seu rebanho&nbsp;<\/span><\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 13\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\">A morte e&#769; uma ferida experimentada por indivi&#769;duos que [1] esta&#771;o vivos. E&#769; uma amputac&#807;a&#771;o emocinal que afeta profundamente a pessoa.[2] Significa perder um ser amado com quem se conviveu durante muito ou pouco tempo. A essa perda seguem-se a dor e o sofrimento que va&#771;o desde as primeiras reac&#807;o&#771;es ate&#769; o peri&#769;odo de reorganizac&#807;a&#771;o, de busca de uma nova identidade, com o objetivo de retomar o vi&#769;nculo com novos interesses e com as pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora haja algumas semelhan- c&#807;as, o processo de pesar na&#771;o e&#769; o mes- mo para todas as pessoas. A maneira de uma pessoa enfrentar o sofrimento depende de sua personalidade, seu ambiente cultural, crenc&#807;as religiosas e relac&#807;a&#771;o com o ente querido que faleceu, mesmo que nossas reac&#807;o&#771;es dependam, em grande medida, do modo como a morte ocorre.[3]<\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 13\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Com freque&#770;ncia, ocorrem crises de crenc&#807;as acompanhadas de sintomas fi&#769;sicos como na&#769;useas, dores estomacais e de cabec&#807;a, inso&#770;nia, perda de apetite, episo&#769;dios de aborrecimento, entre outros. Ha&#769; ocasio&#771;es em que a pessoa experimenta um peri&#769;odo de sile&#770;ncio ou sentimento de falta de propo&#769;sito. No crente, verificam-se peri&#769;odos de orac&#807;a&#771;o e leitura da Bi&#769;blia, junto com perguntas, a&#768;s vezes, de aborrecimento contra Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: bold;\">O processo da dor <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante as semanas ou meses seguintes ao falecimento, os enlutados iniciam uma longa jornada de reajuste. Sem o ente querido, devem retornar a&#768;s suas atividades normais e envolver-se nas atividades sociais. Apesar disso, a tristeza permanece.[4] Em suas investigac&#807;o&#771;es, E. Ku&#776;bler-Ross estabeleceu um processo de cinco fases da dor: negac&#807;a&#771;o, depressa&#771;o, ira, reajuste e aceitac&#807;a&#771;o.[5] Alguns autores[6] te&#770;m adotado o modelo de Ku&#776;bler-Ross e outros o te&#770;m ampliado, dividindo-o em seis e ate&#769; dez esta&#769;gios progressivos. Com base nessas concluso&#771;es, sa&#771;o observadas as seguintes etapas emocionais no processo da dor:<\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 13\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Comoc&#807;a&#771;o ou pranto. <\/span>A&#768;s vezes, um estado de estupefac&#807;a&#771;o protege o enlutado do impacto emocional da trage&#769;dia. E&#769; uma resposta normal desencadeada pelo sistema nervoso; e&#769; a forma que Deus tem para anestesiar a pessoa, a fim de capacita&#769;-la para enfrentar a realidade da morte e administrar as dificuldades consequentes. Comenta&#769;rios como: &ldquo;na&#771;o chore&rdquo; ou &ldquo;tenha fe&#769;&rdquo; sa&#771;o inu&#769;teis e mostram falta de sensibilidade. Se essa etapa durar demasiadamente, se tornara&#769; anormal e podera&#769; criar problemas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Depressa&#771;o. <\/span>A perda de um ente querido obriga a pessoa a reorganizar sua vida. Rompem-se relac&#807;o&#771;es e desaparecem sentimentos de seguranc&#807;a. Ha&#769; ocasio&#771;es em que surgem ate&#769; sintomas de problemas fi&#769;sicos. Se a tristeza na&#771;o for completamente eliminada, podera&#769; levar a prejui&#769;zos fi&#769;sicos reais.<\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 14\">\n<div class=\"section\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Medo. <\/span>A pessoa angustiada tem dificuldade para pensar e se concentrar. Enta&#771;o, se torna temerosa e sente pa&#770;nico. A vida parece despedac&#807;ar-se tanto no a&#770;mbito exterior como no interior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Sentimento de culpa. <\/span>Pessoas enlutadas te&#770;m a tende&#770;ncia de se culpar pela morte de um ente querido. O desenlace abre velhas feridas e desperta antigas lembranc&#807;as. Tambe&#769;m existe a tende&#770;ncia a idealizar a pessoa falecida e ver apenas seus pontos positivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Ressentimento. <\/span>Ale&#769;m da tende&#770;ncia de se culpar, o enlutado sente ira em relac&#807;a&#771;o a outros: com respeito ao me&#769;dico, porque julga que ele na&#771;o fez tudo o que devia ter feito. Tambe&#769;m fica irado com outros profissionais do hospital e ate&#769; com o pro&#769;prio falecido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Apatia. <\/span>E&#769; penoso para o indivi&#769;duo angustiado relacionar-se com a vida real. Ele deseja fechar-se em seu pro&#769;prio corac&#807;a&#771;o e ficar so&#769;. Certamente, e&#769; normal que pessoas chorosas queiram ficar sozinhas. Pore&#769;m, se a reclusa&#771;o for muito longa, e&#769; sinal de perigo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Adaptac&#807;a&#771;o. <\/span>Lentamente, a pessoa vai aceitando a perda, reorganiza a vida e enfrenta a realidade. Existem sinais definidos de que essa adap- tac&#807;a&#771;o esta&#769; ocorrendo: a pessoa fala facilmente sobre o falecido e, com o passar do tempo, ate&#769; sorri pelas coisas que aconteceram no passado. Tambe&#769;m deixa de dar re&#769;dea solta a&#768; sua hostilidade e busca formas de ministrar a outros sofredores. Contudo, precisa de tempo para que a aflic&#807;a&#771;o desaparec&#807;a e, enquanto a cura esta&#769; em processo, necessita de aceitac&#807;a&#771;o e a&#770;nimo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: bold;\">O papel do pastor <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na terapia do consolo, somente podem ser efetivas a utilizac&#807;a&#771;o de re- cursos obtidos na pro&#769;pria experie&#770;ncia da perda,[7] bem como a ajuda de profissionais especializados ou conselheiros.[8] Os procedimentos mais u&#769;teis para trabalhar com pessoas que sofrem alguma perda, sa&#771;o os seguintes:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Ajudar a perceber a perda. <\/span>En- quanto a perda na&#771;o for assumida, na&#771;o e&#769; possi&#769;vel trabalhar com as emoc&#807;o&#771;es. A melhor forma de ajudar enlutados a tomar conscie&#770;ncia da realidade e&#769; falar sobre o assunto. Contar a experie&#770;ncia ou narrar a memo&#769;ria do falecido pode ser outro modo de afirmar a aceitac&#807;a&#771;o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\" style=\"text-align: justify;\">\n<p><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Ajudar a identificar e a expressar <\/span><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">sentimentos. <\/span>Muitos sentimentos podem na&#771;o ser reconhecidos. Os mais prova&#769;veis sa&#771;o ira, angu&#769;stia, culpa e desamparo. Ha&#769; circunsta&#770;ncias em que o pesar estimula ideias de suici&#769;dio. Por isso, conve&#769;m perguntar ao sofredor se, durante a experie&#770;ncia pela qual esta&#769; passando, em algum momento ele pensou que a vida perdeu o sentido. Externar experie&#770;ncias reprimidas e&#769; fundamental. Expressar e sentir e&#769; o caminho u&#769;nico para curar, fechar a ferida e recuperar-se.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Ajudar a reorganizar a vida. <\/span>Em geral, o falecido cumpria diversos pape&#769;is, e o fato de o enlutado assumir esses pape&#769;is contribui para sua melhor adaptac&#807;a&#771;o. Enfrentar a dor e&#769; aprender a viver so&#769;, aprender novas formas de relacionamento com familiares e amigos, e aprender a realizar tarefas desempenhadas pelo falecido. O pastor e os membros da igreja devem ajudar os familiares a tomar deciso&#771;es importantes, principalmente nas primeiras etapas do processo.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Facilitar a substituic&#807;a&#771;o emocio- nal. <\/span>E&#769; importante assinalar que a pessoa que faleceu nunca mais sera&#769; substitui&#769;da. Pore&#769;m, e&#769; possi&#769;vel preencher o vazio com outras relac&#807;o&#771;es, no devido tempo.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Dar tempo para a dor e a aflic&#807;a&#771;o.&nbsp;<\/span>E&#769; preciso tempo para se processar uma perda, considerando que nenhuma pessoa se liberta totalmente do sentimento de perda. E&#769; uma etapa difi&#769;cil na qual se procura superar a dor, pore&#769;m, na&#771;o extermina&#769;-la. Isso e&#769; impossi&#769;vel. Estudiosos estabelecem um ano ou ano e meio, para superar as dores mais profundas. A experie&#770;ncia tem demonstrado que o fato de um co&#770;njuge unir-se a outra pessoa, antes de se desvincular emocionalmente da anterior, gera mais confusa&#771;o e dificuldades do que ajuda.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Considerar normais as condutas inusitadas. <\/span>Durante o processo de sofrimento, sa&#771;o experimentadas raras sensac&#807;o&#771;es, tais como dor, tristeza profunda, mal-estar, angu&#769;stia, vontade de chorar, inso&#770;nia, inapete&#770;ncia, sensac&#807;a&#771;o de estar na presenc&#807;a do falecido, ouvir sua voz, entre outras. Tudo isso e&#769; normal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Respeitar diferenc&#807;as individuais.&nbsp;<\/span>Nem todas as pessoas processam do mesmo modo a experie&#770;ncia da perda. E&#769; importante reconhecer isso e permitir que cada uma revele, a seu modo, os pro&#769;prios sentimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Providenciar apoio conti&#769;nuo.&nbsp;<\/span>Quem recebeu a nobre tarefa de consolar deve estar disponi&#769;vel, especialmente nos momentos cri&#769;ticos ou quando surgem os picos de angu&#769;stia e solida&#771;o. Jamais deve abandonar o sofredor, pore&#769;m manter contato com ele por meio de telefonemas e visitas pessoais.[9] Essa e&#769; a oportunidade a&#769;urea para atuac&#807;a&#771;o de pequenos grupos de apoio, compostos por irma&#771;os que tambe&#769;m sofreram alguma perda e aprenderam as lic&#807;o&#771;es decorrentes dela. Eles podem prover companhia e ajuda no lar de algum sofredor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 600; font-style: italic;\">Avaliar os meios de enfrentar a perda. <\/span>Na&#771;o se deve apoiar o consu- mo de bebida alcoo&#769;lica nem drogas. E&#769; necessa&#769;rio desenvolver recursos centralizados no problema, afirmando a autoestima, estimulando a autossuficie&#770;ncia e fortalecendo as habilidades pessoais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-style: italic;\">Refere&#770;ncias:<br>\n<\/span>1 N. Wright, <span style=\"font-style: italic;\">Como Aconsejar en Situaciones de Crisis&nbsp;<\/span>(Barcelona: Editorial Clie, 1990), p. 178-186.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2 G. Collins, <span style=\"font-style: italic;\">Consejeri&#769;a Cristiana Efetiva <\/span>(Grand Rapids: Editorial Portavoz, 1997), p. 172.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 E. N. Jackson, <span style=\"font-style: italic;\">Cuando Alguien Muere <\/span>(Buenos Aires: Editorial Ame&#769;rica, 1973), p. 6.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4 G. Collins, <span style=\"font-style: italic;\">Aconselhamento Crista&#771;o <\/span>(Sa&#771;o Paulo: Edic&#807;o&#771;es Vida Nova, 1985), p. 173.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5 E. Ku&#776;bler-Ross, <span style=\"font-style: italic;\">Sobre la Muerte y los Moribundos <\/span>(Barcelona: Editorial Grijalbo, 1969), p. 115.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6 J. Hightower, <span style=\"font-style: italic;\">El Cuidado Pastoral Desde la Cuna Hasta la Tumba <\/span>(El Paso, TX: Casa Bautista de Publicaciones, 1986), p. 169, 170.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7 Mario Pereyra, <span style=\"font-style: italic;\">En Busca de la Alegria de Vivir <\/span>(Libertador San Marti&#769;n, Entre Ri&#769;os: Bienestar Psicolo&#769;gico, 1999), p. 43-45.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">8 <span style=\"font-style: italic;\">Guia Para Ministros <\/span>(Buenos Aires: Aces, 1995), p. 208.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">9 Pablo Polischuk. <span style=\"font-style: italic;\">El Consejo Terape&#769;utico: Un Manual Para Pastores y Consejeros <\/span>(Barcelona: Clie, 1994), p. 364, 365.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Chamado para consolar, o pastor deve estar sempre disponi&#769;vel nos momentos angustiosos do seu rebanho&nbsp; A morte e&#769; uma ferida experimentada por indivi&#769;duos que [1] esta&#771;o vivos. 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